Um cidadão francês de 29 anos chamado Mehdi Nemmouch foi preso na sexta-feira em Marselha sob suspeita de ser o atirador que matou quatro pessoas no Museu Judaico, em Bruxelas, na Bélgica, em 24 de maio de 2014, inclusive dois israelenses, noticiou hoje o jornal conservador israelense The Times of Israel.
Nemmouche é da cidade de Roubaix, no Norte da França. Quando foi preso, tinha um revólver e um fuzil Kalachnikov como o usado no ataque. Ele esteve na Síria em 2013. É suspeito de ter ligações com os grupos jihadistas em ação na guerra civil síria.
Mais tarde, Nemmouche admitiu ter sido o autor dos disparos no museu de Bruxelas.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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domingo, 1 de junho de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
Atirador mata 4 pessoas no Museu Judaico em Bruxelas
Um homem abriu fogo hoje às 15h50 (10h50 em Brasília) dentro do Museu Judaico de Bruxelas, na Bélgica, matou pelo menos três pessoas e fugiu. O jornal belga La Libre noticiou uma quarta morte. A polícia prendeu um suspeito e trata o caso como terrorismo.
"De acordo com as informações que temos no momento, foi um atirador solitário e parece ter sido dentro do museu", declarou Peter Meys, porta-voz do Corpo de Bombeiros, que atendeu à emergência.
Toda a área ao redor do museu foi isolada pela polícia. O ministro do Exterior belga, Didier Reynards, primeira alta autoridade a chegar ao local, se declarou chocado. Para a ministra do Interior da Bélgica, Joëlle Milquet, "um tiroteio dentro do Museu Judaico levanta a suspeita de um ato antissemita."
Os museus judaicos costumam ter segurança reforçada por causa de atentados terroristas.
Mais tarde, a polícia identificou os mortos como dois israelenses e uma francesa. Uma quarta vítima, um jovem guarda do museu de nacionalidade belga, que estava em estado grave, morreu horas depois.
"De acordo com as informações que temos no momento, foi um atirador solitário e parece ter sido dentro do museu", declarou Peter Meys, porta-voz do Corpo de Bombeiros, que atendeu à emergência.
Toda a área ao redor do museu foi isolada pela polícia. O ministro do Exterior belga, Didier Reynards, primeira alta autoridade a chegar ao local, se declarou chocado. Para a ministra do Interior da Bélgica, Joëlle Milquet, "um tiroteio dentro do Museu Judaico levanta a suspeita de um ato antissemita."
Os museus judaicos costumam ter segurança reforçada por causa de atentados terroristas.
Mais tarde, a polícia identificou os mortos como dois israelenses e uma francesa. Uma quarta vítima, um jovem guarda do museu de nacionalidade belga, que estava em estado grave, morreu horas depois.
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