Um aligátor americano, o maior dos crocodilos, matou uma criança de dois anos ontem à noite num hotel do complexo turístico Disney World, em Orlando, na Flórida, nos Estados Unidos. O menino brincava na beira de um lago artificial quando foi atacado e arrastado para dentro d'água. O pai entrou no lago e brigou com o animal, sem conseguir evitar a morte do filho.
A Disney fechou todas as praias do lago. Mais de 50 homens, inclusive mergulhadores, participam da operação de busca. Depois de tantas horas, não há mais esperança de encontrar a criança viva, admitiu o chefe da polícia local, Jerry Demings.
Cerca de 1,5 milhão de aligatores vivem na Flórida. Zoólogos observaram que eles não costumam atacar seres humanos, mas uma criança de dois anos pode ser confundida com um pequeno mamífero como um coelho. A família, de cinco pessoas, do estado de Nebraska, passava as férias na Disney.
Em 45 anos de operação da Disney na região, onde mantém o maior parque de diversões do mundo, foi o primeiro ataque de aligator. Na África, são frequentes os ataques de crocodilos a seres humanos.
À 1h45 pela hora local (2h45 em Brasília), o corpo do menino, identificado como Lane Graves, foi encontrado pelos mergulhadores.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 15 de junho de 2016
quarta-feira, 9 de março de 2016
ELN mata dois soldados na Colômbia
O Exército de Libertação Nacional, segundo maior grupo guerrilheiro do país, matou dois soldados do Exército num ataque no Departamento de Antióquia, noticiou hoje o jornal colombiano El Heraldo citando fontes militares.
Ao contrário das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o ELN resiste em negociar a paz com o governo colombiano. Fraco, dividido e enfraquecido, o ELN precisa negociar para evitar uma derrota militar.
O governo e as FARC prometeram chegar a um acordo de paz definitivo neste mês.
Ao contrário das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), o ELN resiste em negociar a paz com o governo colombiano. Fraco, dividido e enfraquecido, o ELN precisa negociar para evitar uma derrota militar.
O governo e as FARC prometeram chegar a um acordo de paz definitivo neste mês.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
ELN anuncia ataque para os próximos dias
O Exército de Libertação Nacional (ELN), o segundo maior grupo guerrilheiro da Colômbia, anunciou a intenção de realizar uma ação armada entre 14 e 17 de janeiro de 2016 para marcar o 50º aniversário da morte de seu líder Camilo Torres Restrepo, noticiou hoje o jornal colombiano El Espectador.
Em ataques anteriores, o ELN bloqueou estradas, paralisou os transportes públicos e obrigou lojas a fechar. Ontem, fontes militares e policiais advertiram para o risco de uma onda de ataques do ELN em sete dos 32 departamentos do país.
Com as negociações entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que prometeram chegar a um acordo de paz definitivo até 23 de março, aumenta a pressão para o ELN negociar. Mas as divisões e a intransigência do movimento tendem a fragilizá-lo cada vez mais, deixando os guerrilheiros à mercê das forças de segurança, adverte a empresa de estudos estratégicos Stratfor.
Em ataques anteriores, o ELN bloqueou estradas, paralisou os transportes públicos e obrigou lojas a fechar. Ontem, fontes militares e policiais advertiram para o risco de uma onda de ataques do ELN em sete dos 32 departamentos do país.
Com as negociações entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), que prometeram chegar a um acordo de paz definitivo até 23 de março, aumenta a pressão para o ELN negociar. Mas as divisões e a intransigência do movimento tendem a fragilizá-lo cada vez mais, deixando os guerrilheiros à mercê das forças de segurança, adverte a empresa de estudos estratégicos Stratfor.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Colômbia alerta para risco de ataques das FARC
O comando militar da Colômbia advertiu hoje que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) podem atacar em 70 cidades do país, noticiou o jornal El Espectador.
A Polícia e o Exército reforçaram a segurança, especialmente nos departamentos de Cauca e Nariño. De acordo com serviços secretos militares, dois batalhões das FARC planejam realizar atentados nos departamentos de Caquetá e Putumayo.
Esse aumento da tensão reflete uma crise nas negociações de paz em andamento há dois anos em Havana, a capital cubana. As FARC romperam uma trégua unilateral declarada em dezembro e o presidente Juan Manuel Santos voltou a autorizar bombardeios aéreos a posições da guerrilha, que mataram na semana passada um comandante rebelde.
As negociações estão estagnadas na questão referente a anistia ou julgamento dos guerrilheiros que cometeram crimes de sangue. Os rebeldes entendem que não faz sentido entregar as armas para se integrar ao processo político e ser preso e processado por isso.
sexta-feira, 6 de março de 2015
FARC rompem trégua e atacam delegacia na Colômbia
As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) fizeram no mês passado seu primeiro ataque depois de anunciar uma trégua unilateral em dezembro, confirmou hoje o Exército colombiano, noticiou a rádio BluRadio.
As autoridades do Departamento de Huila disseram que as FARC lançaram uma granada numa delegacia de polícia na zona rural do município de Neiva em 27 de fevereiro de 2015. Dois líderes das FARC e dois policiais morreram no ataque.
O governo da Colômbia e as FARC estão na fase final das negociações de paz realizadas em Havana, a capital de Cuba. Ainda não há acordo nas questões mais delicadas como punições, indenizações e a reintegração dos guerrilheiros há vida civil. Em negociações anteriores, militantes e os partidos de esquerda que fundaram foram alvos sistemáticos de esquadrões da morte, caso da União Patriótica nos anos 1990s.
De qualquer maneira, apesar do rompimento do cessar-fogo unilateral das FARC, a Colômbia nunca esteve tão perto da paz.
As autoridades do Departamento de Huila disseram que as FARC lançaram uma granada numa delegacia de polícia na zona rural do município de Neiva em 27 de fevereiro de 2015. Dois líderes das FARC e dois policiais morreram no ataque.
O governo da Colômbia e as FARC estão na fase final das negociações de paz realizadas em Havana, a capital de Cuba. Ainda não há acordo nas questões mais delicadas como punições, indenizações e a reintegração dos guerrilheiros há vida civil. Em negociações anteriores, militantes e os partidos de esquerda que fundaram foram alvos sistemáticos de esquadrões da morte, caso da União Patriótica nos anos 1990s.
De qualquer maneira, apesar do rompimento do cessar-fogo unilateral das FARC, a Colômbia nunca esteve tão perto da paz.
quarta-feira, 4 de março de 2015
Embaixador dos EUA é atacado na Coreia do Sul
O embaixador dos Estados Unidos na Coreia do Sul, Mark Lippert, foi atacado a faca nesta quinta-feira quando participava de um café da manhã de trabalho por um ativista que declarou pertencer ao grupo Woori Madang, ser contra a presença de forças americanas no país e a favor da unificação com a Coreia do Norte. O diplomata sofreu cortes nas mãos e na face, sem maior gravidade.
Woori Madang é um movimento cultural que tenta resgatar a cultura popular tradicional da Coreia.
A tensão na Península Coreana aumenta com o início nesta semana das manobras militares conjuntas da Coreia do Sul com os Estados Unidos, que mantêm soldados no país desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, informa a televisão americana CNN.
Hoje há 29,3 mil soldados americanos na Coreia do Sul. Ao todo, 200 mil soldados dos dois países participaram do exercício.
Para o regime comunista norte-coreano, trata-se de um treinamento para invadir o país. Em resposta, o governo de Pionguiangue disparou dois mísseis de curto alcance no Mar do Japão. Recentemente a Coreia do Norte declarou ter desenvolvido a capacidade de miniaturizar armas atômicas, o que permite colocar uma pequena bomba nuclear dentro de um míssil.
Última ditadura stalinista sobrevivente da Guerra Fria, desde o fim da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte faz uma chantagem atômica, exigindo ajuda em energia e alimentos para não fazer armas nucleares.
Depois de inúmeros acordos, todos rompidos, a Coreia do Norte realizou explosões nucleares experimentais em 2006, 2009 e 2013. Isso foi usado ontem no Congresso dos EUA pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no Congresso dos EUA em seu repúdio à negociação nuclear com o Irã, para alegar que sanções e inspeções não bastam para impedir um país de fazer a bomba atômica.
Woori Madang é um movimento cultural que tenta resgatar a cultura popular tradicional da Coreia.
A tensão na Península Coreana aumenta com o início nesta semana das manobras militares conjuntas da Coreia do Sul com os Estados Unidos, que mantêm soldados no país desde o fim da Segunda Guerra Mundial, em 1945, informa a televisão americana CNN.
Hoje há 29,3 mil soldados americanos na Coreia do Sul. Ao todo, 200 mil soldados dos dois países participaram do exercício.
Para o regime comunista norte-coreano, trata-se de um treinamento para invadir o país. Em resposta, o governo de Pionguiangue disparou dois mísseis de curto alcance no Mar do Japão. Recentemente a Coreia do Norte declarou ter desenvolvido a capacidade de miniaturizar armas atômicas, o que permite colocar uma pequena bomba nuclear dentro de um míssil.
Última ditadura stalinista sobrevivente da Guerra Fria, desde o fim da União Soviética, em 1991, a Coreia do Norte faz uma chantagem atômica, exigindo ajuda em energia e alimentos para não fazer armas nucleares.
Depois de inúmeros acordos, todos rompidos, a Coreia do Norte realizou explosões nucleares experimentais em 2006, 2009 e 2013. Isso foi usado ontem no Congresso dos EUA pelo primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no Congresso dos EUA em seu repúdio à negociação nuclear com o Irã, para alegar que sanções e inspeções não bastam para impedir um país de fazer a bomba atômica.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Polícia da França ataca fábrica onde estão terroristas do Charlie Hebdo
Três explosões e o ruído de tiros indicam que a polícia da França iniciou o assalto à fábrica na cidade de Dammartin-en-Guele onde se refugiaram os dois terroristas que atacaram há dois dias o jornal humorístico Charlie Hebdo, em Paris, matando 12 pessoas.
Há fumaça saindo da fábrica. O ataque foi lançado por dois lados. A operação está em andamento, confirmou a televisão americana CNN. Saïd e Chérif Kouachi estariam mantendo pelo menos um refém.
Os tiros foram ouvidos antes das explosões. Isso sugere que os terroristas tenham atirado, deflagrando o início do ataque, observou um especialista em terrorismo ouvido pela CNN. Se a polícia tivesse tomada a iniciativa, raciocina ele, primeiro seriam ouvidas explosões fortes de bombas usadas para causar choque e desorientar os terroristas.
Também começou o ataque a um supermercado de comida judaica perto da Porta de Vincennes, em Paris, tomado pelo terrorista que matou uma policial ontem na periferia sul da capital francesa. A ação começou com quatro ou cinco fortes explosões, descreveu o repórter da CNN presente no local.
Há fumaça saindo da fábrica. O ataque foi lançado por dois lados. A operação está em andamento, confirmou a televisão americana CNN. Saïd e Chérif Kouachi estariam mantendo pelo menos um refém.
Os tiros foram ouvidos antes das explosões. Isso sugere que os terroristas tenham atirado, deflagrando o início do ataque, observou um especialista em terrorismo ouvido pela CNN. Se a polícia tivesse tomada a iniciativa, raciocina ele, primeiro seriam ouvidas explosões fortes de bombas usadas para causar choque e desorientar os terroristas.
Também começou o ataque a um supermercado de comida judaica perto da Porta de Vincennes, em Paris, tomado pelo terrorista que matou uma policial ontem na periferia sul da capital francesa. A ação começou com quatro ou cinco fortes explosões, descreveu o repórter da CNN presente no local.
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
Um soldado e um atirador morrem no ataque na capital do Canadá
Um soldado que guardava o Memorial de Guerra e um atirador que atacou a sede do Congresso do país foram mortos, informou hoje à tarde a polícia de Ottawa, a capital do Canadá. Outros suspeitos estão sendo procurados.
Mais cedo, houve ataques simultâneos ao Congresso, ao memorial e a um centro comercial da cidade. Há suspeita de que se trate de uma retaliação aos bombardeios dos Estados Unidos e aliados contra a milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, mas não foi confirmada nenhuma ligação com terroristas. Um cinegrafista amador filmou o tiroteio no Parlamento.
Nos EUA, todos os policiais federais receberam ordens para ficar de prontidão.
Mais cedo, houve ataques simultâneos ao Congresso, ao memorial e a um centro comercial da cidade. Há suspeita de que se trate de uma retaliação aos bombardeios dos Estados Unidos e aliados contra a milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, mas não foi confirmada nenhuma ligação com terroristas. Um cinegrafista amador filmou o tiroteio no Parlamento.
Nos EUA, todos os policiais federais receberam ordens para ficar de prontidão.
terça-feira, 10 de junho de 2014
Jihadistas tomam segunda maior cidade do Iraque
Centenas de extremistas muçulmanos do grupo Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS, do inglês) tomaram durante a noite a cidade de Mossul, na provícia de Nínive, no Norte do Iraque, ocupando o aeroporto, bases militares, prisões, outros prédios públicos, e estações de rádio e televisão. Cerca de 1,4 mil presos foram soltos. Soldados e policiais abandonaram suas armas e fugiram, assim como mais de 4,8 mil famílias.
Dez anos depois da invasão americana ordenada pelo presidente George W. Bush para derrubar o ditador Saddam Hussein, o Iraque se afunda na anarquia e no conflito sectário entre sunitas e xiitas.
O presidente do Parlamento, Ossama Nujaifi, admitiu que o governo perdeu o controle da cidade para "terroristas", enquanto o primeiro-ministro Nuri al-Maliki decretou estado de emergência e pediu ajuda aos Estados Unidos, aos líderes tribais sunitas e às milícias curdas.
As milícias sunitas inspiradas pela rede terrorista Al Caeda ganharam força no Oriente Médio com a guerra civil na vizinha Síria, onde mais de 160 mil pessoas foram mortas nos últimos três anos. O líder global d'al Caeda, Ayman al-Zawahiri, já declarou que a Frente al-Nusra é a representante da rede no conflito sírio.
Analistas temem que a disputa entre as duas facções pela liderança do movimento jihadista leve a novos atentados contra alvos ocidentais. O ISIS quer criar um regime fundamentalista muçulmano unindo Síria, Líbano e Iraque.
Pelo menos 3.577 pessoas foram mortas pela violência política no Iraque desde o início de 2014, sendo 534 até ontem neste mês. O sítio americano Iraq Body Count (Contagem de Corpos no Iraque) estima que o total esteja em torno de 5,5 mil mortes.
O ISIS é uma dissidência da rede Al Caeda. Virou um grupo independente em abril de 2013. Seus ataques contra Faluja e Ramadi, na província da Ambar, meses atrás tinham os mesmos objetivos: diminuir a capacidade de resistência das forças de segurança iraquianas, misturar-se à população local, especialmente aos simpatizantes do islamismo radical, e reduzir a confiança na polícia e no Exército, que parecem estar sempre na defensiva, reagindo em vez de tomar a iniciativa do combate contra os jihadistas.
As eleições parlamentares realizadas no fim de abril polarizaram ainda mais o Iraque em torno do conflito sectário entre sunitas e xiitas. Com o baixo comparecimento às urnas dos sunitas nas províncias mais conflagradas, a maioria xiita ampliou sua bancada parlamentar para 181 dos 328 deputados da Assembleia Nacional. A coalizão entre árabes sunitas e xiitas moderados liderada pelo ex-primeiro-ministro Ayad Allawi recuou de 101 para 91 cadeiras. O bancada curda ganhou mais cinco deputados e agora tem 72.
Dez anos depois da invasão americana ordenada pelo presidente George W. Bush para derrubar o ditador Saddam Hussein, o Iraque se afunda na anarquia e no conflito sectário entre sunitas e xiitas.
O presidente do Parlamento, Ossama Nujaifi, admitiu que o governo perdeu o controle da cidade para "terroristas", enquanto o primeiro-ministro Nuri al-Maliki decretou estado de emergência e pediu ajuda aos Estados Unidos, aos líderes tribais sunitas e às milícias curdas.
As milícias sunitas inspiradas pela rede terrorista Al Caeda ganharam força no Oriente Médio com a guerra civil na vizinha Síria, onde mais de 160 mil pessoas foram mortas nos últimos três anos. O líder global d'al Caeda, Ayman al-Zawahiri, já declarou que a Frente al-Nusra é a representante da rede no conflito sírio.
Analistas temem que a disputa entre as duas facções pela liderança do movimento jihadista leve a novos atentados contra alvos ocidentais. O ISIS quer criar um regime fundamentalista muçulmano unindo Síria, Líbano e Iraque.
Pelo menos 3.577 pessoas foram mortas pela violência política no Iraque desde o início de 2014, sendo 534 até ontem neste mês. O sítio americano Iraq Body Count (Contagem de Corpos no Iraque) estima que o total esteja em torno de 5,5 mil mortes.
O ISIS é uma dissidência da rede Al Caeda. Virou um grupo independente em abril de 2013. Seus ataques contra Faluja e Ramadi, na província da Ambar, meses atrás tinham os mesmos objetivos: diminuir a capacidade de resistência das forças de segurança iraquianas, misturar-se à população local, especialmente aos simpatizantes do islamismo radical, e reduzir a confiança na polícia e no Exército, que parecem estar sempre na defensiva, reagindo em vez de tomar a iniciativa do combate contra os jihadistas.
As eleições parlamentares realizadas no fim de abril polarizaram ainda mais o Iraque em torno do conflito sectário entre sunitas e xiitas. Com o baixo comparecimento às urnas dos sunitas nas províncias mais conflagradas, a maioria xiita ampliou sua bancada parlamentar para 181 dos 328 deputados da Assembleia Nacional. A coalizão entre árabes sunitas e xiitas moderados liderada pelo ex-primeiro-ministro Ayad Allawi recuou de 101 para 91 cadeiras. O bancada curda ganhou mais cinco deputados e agora tem 72.
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domingo, 1 de junho de 2014
Preso suspeito de atacar Museu Judaico de Bruxelas
Um cidadão francês de 29 anos chamado Mehdi Nemmouch foi preso na sexta-feira em Marselha sob suspeita de ser o atirador que matou quatro pessoas no Museu Judaico, em Bruxelas, na Bélgica, em 24 de maio de 2014, inclusive dois israelenses, noticiou hoje o jornal conservador israelense The Times of Israel.
Nemmouche é da cidade de Roubaix, no Norte da França. Quando foi preso, tinha um revólver e um fuzil Kalachnikov como o usado no ataque. Ele esteve na Síria em 2013. É suspeito de ter ligações com os grupos jihadistas em ação na guerra civil síria.
Mais tarde, Nemmouche admitiu ter sido o autor dos disparos no museu de Bruxelas.
Nemmouche é da cidade de Roubaix, no Norte da França. Quando foi preso, tinha um revólver e um fuzil Kalachnikov como o usado no ataque. Ele esteve na Síria em 2013. É suspeito de ter ligações com os grupos jihadistas em ação na guerra civil síria.
Mais tarde, Nemmouche admitiu ter sido o autor dos disparos no museu de Bruxelas.
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Rebeldes derrubaram helicóptero e matam 14 na Ucrânia
Os rebeldes instigados e armados pela Rússia derrubaram hoje um helicóptero do Exército da Ucrânia perto da cidade de Slaviansk, matando um soldado e 13 generais. Pela primeira vez, os rebeldes admitiram a presença de russos entre suas forças.
"Tenho certeza de que as forças de segurança levarão até o fim a operação antiterrorista. Todos os criminosos serão eliminados ou sentarão no banco dos réus", reagiu o presidente Olexander Turchinov.
Durante todo o dia, aviões e canhões da Ucrânia bombardearam posições rebeldes em Slaviansk e Kramatorsk.
"Tenho certeza de que as forças de segurança levarão até o fim a operação antiterrorista. Todos os criminosos serão eliminados ou sentarão no banco dos réus", reagiu o presidente Olexander Turchinov.
Durante todo o dia, aviões e canhões da Ucrânia bombardearam posições rebeldes em Slaviansk e Kramatorsk.
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