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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Atirador do Arizona é mentalmente incapaz

O jovem que matou seis pessoas, baleou a deputada federal democrata Gabrielle Giffords e feriu outras 12 pessoas em 8 de janeiro de 2011 foi declarado mentalmente incapaz hoje por um juiz federal de Tucson, a capital do estado do Arizona, nos Estados Unidos.

Com esta decisão, o julgamento será adiado e Jared Lee Loughner, de 22 anos, dificilmente será levado a um júri popular. Ele está preso desde o ataque e deve ser submetido a tratamento psiquiátrico.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Atirador do Arizona nega culpa

O atirador Jared Lee Loughner, que matou seis pessoas e feriu outras 13 em Tucson, no Arizona, em 8 de janeiro de 2011, inclusive a deputada democrata Gabrielle Giffords, declarou-se inocente diante de um tribunal federal dos Estados Unidos.

Uma estratégia da defesa pode ser que ele estava tão perturbado mentalmente na hora do ataque que não sabia o que está fazendo. Assim, não poderia ser condenado.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Médico garante que deputada baleada sobrevive

A deputada Gabrielle Giffords, baleada na cabeça há três dias nos Estados Unidos, já respira sem a ajuda de aparelhos e os médicos afirmam que ela vai sobreviver.

"Ela tem 101% de chance de sobreviver", garantiu o médico Peter Rhee, chefe de traumatologia do Centro Médico da Universidade do Arizona em Tucson. "Ela não vai morrer."

No fim da tarde de hoje, a família do atirador, Jared Lee Loughner, que matou seis pessoas e feriu outras 14, inclusive a deputada, no último sábado, divulgou um comunicado lamentando a matança: "Não há palavras que possam expressar como nos sentimos. Gostaríamos que houvesse, assim poderíamos nos sentir melhor".

A família pediu respeito à sua privacidade neste "momento muito difícil".

Promotoria pede pena de morte para atirador de Tucson

promotoria pediu pena de morte para Jared Loughner, que matou seis pessoas e feriu outras 14 sábado em Tucson, no Arizona, no Sul dos Estados Unidos. O presidente Barack Obama deve visitar a cidade amanhã, num ato de desagravo.

Um vizinho revelou que a família dele está “arrasada” e pode divulgar um comunicado em breve. 

A deputada democrata Gabrielle Giffords, baleada na cabeça, continua em estado crítico. Ela representa um distrito junto à fronteira com o México notório pela retórica política inflamada.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Atirador do Arizona será apresentado hoje à Justiça

Jared Loughner, o jovem de 22 anos que atirou contra a deputada democrata Gabrielle Giffords, ferindo-a gravemente e matando seis pessoas, inclusive um juiz federal e uma menina de nove anos,  no sábado em Tucson, no Arizona, será apresentado hoje à Justiça dos Estados Unidos.

O discurso oposicionista inflamado do movimento ultraconservador Festa do Chá está sendo responsabilizado pela crescente agressividade da política nos EUA.

Ao meio-dia, pelo horário de Washington, sob a liderança do presidente Barack Obama e da primeira-dama Michello, o país fez um minuto de silêncio hoje em homenagem às vítimas do pistoleiro. Obama é um dos principais alvos dos discursos raivosos da direita republicana, que o acusa até de anti-Cristo.

Gabrielle Giffords recebia eleitores no estacionamento de um centro comercial, quando Loughner se aproximou a menos de um metro e meio dela e atirou na deputada. Uma bala atravessou a cabeça dela.

Seis pessoas morreram, entre elas o juiz federal John Rolls e a menina Christina Green, de apenas nove anos, nascida em 11 de setembro de 2001, data dos atentados terroristas contra Nova York e o Pentágono.

O chefe de polícia do condado, Clarence Dupnik, elogiou dois homens que atacaram o atirador quando ele tentava recarregar sua pistola automótica Glock. Enquanto ele estava caído e era seguro pelos homens, uma mulher tomou o cartucho com mais munição.

A matança parou. O país continua em estado de choque.

Loughner não tinha antecedentes criminais, mas tinha divulgado mensagens agressivas na Internet. A deputada tinha recebido ameaças de morte por ser a favor da reforma da saúde do governo Obama e contra a Lei do Imigração do Arizona, que facilita a deportação de imigrantes ilegais.

A secretária de Estado, Hillary Clinton, descreveu o atirador como “extremista”, sugerindo que ele tem ligações com grupos direitistas. O chefe de polícia declarou que "o Arizona tornou-se a meca da intolerância e do preconceito".