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terça-feira, 13 de junho de 2023

Hoje na História do Mundo: 13 de Junho

 MORTE DE ALEXANDRE O GRANDE

    Em 323 antes de Cristo, morre aos 33 anos na Babilônia, hoje parte do Iraque, Alexandre, o Grande, da Macedônia, um dos maiores generais de todos os tempos.

Filho de Felipe II, da Macedônia, Alexandre é discípulo de Aristóteles. 

Aos 16 anos, Alexandre Magno lidera as primeiras tropas em combate. Depois da morte do pai, invade o Oriente Médio. Em 330 antes de Cristo, havia derrotado o Império Persa e conquistado todo o Oriente Médio. Em 327 AC, tomara o Afeganistão, a Ásia Central e o Norte da Índia.

REVOLTA CAMPONESA SAQUEIA LONDRES

     Em 1381, durante a Revolta Camponesa, um exército camponês liderado por Wat Tyler invade, saqueia e incendeia Londres. Vários prédios públicos são destruídos, prisioneiros libertados e um juiz decapitado.

A Revolta Camponesa tem sua origem na pior pandemia da história, a Peste Negra (1346-53), segunda pandemia da peste bubônica, quando morrem 30% a 60% da população da Europa, com estimativas de mortes variando de 70 a 200 milhões de pessoas. 

A escassez de mão de obra força uma alta de salários, mas o Parlamento Britânico resiste à mudança do sistema feudal, aprova leis para conter os salários e estimula os proprietários de terra a exercer seus direitos de senhorio e manter a servidão. Quando o Parlamento aprova uma lei restringindo o direito de voto ao aumentar o valor de um imposto cobrado por pessoa, em 30 de maio de 1381, estoura a Revolta Camponesa.

Wat Tyler, líder rebelde do Condado de Kent, marcha sobre Londres com seu exército camponês depois de tomar Maidstone, Rochester e a Cantuária no caminho depois que a corte rejeita seu pedido de uma audiência com o rei Ricardo II.

No dia seguinte, o rei, de apenas 14 anos, se reúne com líderes camponeses em Mile End e aceita acabar com a servidão e com as restrições no mercado de trabalho. Mas a revolta prossegue. Tyler toma a Torre de Londres, na única vez que a fortaleza é conquistada, e executa o arcebispo da Cantuária.

Quando o rei encontra Tyler em Smithfield, em 15 de junho, o líder rebelde faz novas exigências, inclusive confiscar as propriedades da Igreja. Irritado com a arrogância de Tyler, o prefeito de Londres, William Walworth, o ataca e mata a golpes de espada.

O rei suspende as concessões, mobiliza um exército de 4 mil homens e derrota a rebelião. Até novembro, pelo menos 1,5 mil rebeldes são mortos.

PRIMEIRO JUIZ NEGRO DA SUPREMA CORTE 

   Em 1967, o presidente Lyndon Johnson nomeia o juiz federal Thurgood Marshall como primeiro ministro negro da Suprema Corte dos Estados Unidos. O Senado aprova a indicação por 69 a 11.

Bisneto de escravos, Marshall nasce em Baltimore, no estado de Maryland, em 2 de julho de 1908. Marshall se forma em direito em 1933, sob a tutela do advogado defensor dos direitos civis Charles Houston. 

Três anos depois, começa a trabalhar no setor jurídico da Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor (NAACP). De 1938 a 1961, como principal advogado da NAACP, ele defende 32 causas junto à Suprema Corte.

NY TIMES PUBLICA PAPÉIS DO PENTÁGONO 

   Em 1971, o jornal The New York Times publica os Papéis do Pentágono, ou A História do Processo de Tomada de Decisões dos EUA sobre o Vietnã, uma análise sobre o envolvimento do país na Guerra do Vietnã.

Os documentos dos governos John Kennedy (1961-63) e Lyndon Johnson (1963-69) são furtados por Daniel Ellsberg, um ex-analista do Departamento da Defesa que virou ativista contra a guerra. O governo Richard Nixon (1969-74) tenta proibir a publicação. Em 30 de junho, a Suprema Corte decide que o jornal tinha o direito de publicar. 

segunda-feira, 13 de junho de 2022

Hoje na História do Mundo: 13 de Junho

MORTE DE ALEXANDRE O GRANDE

    Em 323 antes de Cristo, morre aos 33 anos na Babilônia, hoje parte do Iraque, Alexandre, o Grande, da Macedônia, um dos maiores generais de todos os tempos. Filho de Felipe II, da Macedônia, foi discípulo de Aristóteles. 

Aos 16 anos, Alexandre Magno liderou as primeiras tropas em combate. Depois da morte do pai, invadiu o Oriente Médio e em 330 antes de Cristo havia derrotado o Império Persa e conquistado todo o Oriente Médio. Em 327 AC, tomara o Afeganistão, a Ásia Central e o Norte da Índia.

REVOLTA CAMPONESA SAQUEIA LONDRES

     Em 1381, durante a Revolta Camponesa, um exército camponês liderado por Wat Tyler invade, saqueia e incendeia Londres. Vários prédios públicos são destruídos, prisioneiros libertados e um juiz decapitado.

A Revolta Camponesa tem sua origem na pior pandemia da história, a Peste Negra (1346-53), segunda pandemia da peste bubônica, quando morrem 30% a 60% da população da Europa, com estimativas de mortes variando de 70 a 200 milhões de pessoas. 

A escassez de mão de obra força uma alta de salários, mas o Parlamento Britânico resiste à mudança do sistema feudal, aprova leis para conter os salários e estimula os proprietários de terra a exercer seus direitos de senhorio e manter a servidão. Quando o Parlamento aprova uma lei restringindo o direito de voto ao aumentar o valor de um imposto cobrado por pessoa, em 30 de maio de 1381, estoura a Revolta Camponesa.

Wat Tyler, líder rebelde do Condado de Kent, marcha sobre Londres com seu exército camponês depois de tomar Maidstone, Rochester e a Cantuária no caminho depois que a corte rejeita seu pedido de uma audiência com o rei Ricardo II.

No dia seguinte, o rei, de apenas 14 anos, se reúne com líderes camponeses em Mile End e aceita acabar com a servidão e com as restrições no mercado de trabalho. Mas a revolta prossegue. Tyler toma a Torre de Londres, na única vez que a fortaleza é conquistada, e executa o arcebispo da Cantuária.

Quando o rei encontra Tyler em Smithfield, em 15 de junho, o líder rebelde faz novas exigências, inclusive confiscar as propriedades da Igreja. Irritado com a arrogância de Tyler, o prefeito de Londres, William Walworth, o ataca e mata a golpes de espada.

O rei suspende as concessões, mobiliza um exército de 4 mil homens e derrota a rebelião. Até novembro, pelo menos 1,5 mil rebeldes são mortos.

PRIMEIRO JUIZ NEGRO DA SUPREMA CORTE 

   Em 1967, o presidente Lyndon Johnson nomeia o juiz federal Thurgood Marshall como primeiro ministro negro da Suprema Corte dos Estados Unidos. O Senado aprova a indicação por 69 a 11.

Bisneto de escravos, Marshall nasce em Baltimore, no estado de Maryland, em 2 de julho de 1908. Marshall se forma em direito em 1933, sob a tutela do advogado defensor dos direitos civis Charles Houston. 

Três anos depois, começa a trabalhar no setor jurídico da Associação Nacional para o Avanço das Pessoas de Cor (NAACP). De 1938 a 1961, como principal advogado da NAACP, ele defende 32 causas junto à Suprema Corte.

NY TIMES PUBLICA PAPÉIS DO PENTÁGONO 

   Em 1971, o jornal The New York Times publica os Papéis do Pentágono, ou A História do Processo de Tomada de Decisões dos EUA sobre o Vietnã, uma análise sobre o envolvimento do país na Guerra do Vietnã. 

Os documentos dos governos John Kennedy (1961-63) e Lyndon Johnson (1963-69) foram roubados por Daniel Ellsberg, um ex-analista do Departamento da Defesa que virou ativista contra a guerra. O governo Richard Nixon (1969-74) tentou proibir a publicação. Em 30 de junho, a Suprema Corte decidiu que o jornal tinha o direito de publicar. 

domingo, 29 de julho de 2018

Dono do NY Times pede a Trump não chamar jornalistas de “inimigos do povo”

O presidente Donald Trump voltou a acusar jornalistas hoje de serem “antipatróticos” e de colocarem vidas em risco ao criticar o governo, enquanto o diretor do jornal The New York Times, Arthur G. Sulzberger, revelou ter pedido ao presidente que pare de chamar jornalistas de “inimigos do povo”, advertindo que vai levar à violência.

Do seu clube de golfe em Bridgewater, no estado de Nova Jérsei, Trump disparou: “Quando a mídia - tornada insana pela Síndrome de Transtorno de Trump - revela deliberações internas do nosso governo, ela verdadeiramente coloca as vidas de muitos, e não apenas jornalistas, em risco! Muito antipatriótico!”

Em seguida, voltou à ofensiva: “Não vou deixar nosso grande país ser vendido por odiadores anti-Trump na moribunda indústria de jornais”, acusando The New York Times and The Washington Post de publicar “histórias ruins mesmo diante de realizações muito positivas”.

Trump estava reagindo ao relato de Sulzberger sobre a conversa privada que tiveram na Casa Branca em 20 de julho. A notícia não teria vindo à público se o presidente não rompesse o sigilo ao descrever   a discussão como “um encontro muito bom e interessante”.

O presidente declarou que “passamos muito tempo falando sobre a grande quantidade de notícias falsas divulgadas pela mídia e como as notícias falsas se metamorfosearam na expressão ‘inimigo do povo’.”

Em sua versão, o diretor do NY Times, que estava acompanhado pelo editor de opinião do jornal, James Bennet, afirmou ter ido à Casa Branca “para levantar preocupações sobre a retórica profundamente problemática do presidente contra a imprensa”.

“Eu disse ao presidente diretamente que penso que sua linguagem não apenas divide, mas é cada vez mais perigosa”, contou Sulzberger. “Eu disse a ele que, embora a expressão ‘notícia falsa’ seja uma inverdade prejudicial, estou muito mais preocupado com rotular jornalistas como ‘inimigos do povo’. Adverti que esta linguagem inflamatória está contribuindo para um aumento das ameaças contra jornalistas e vai levar à violência.”

Onde não há democracia, o impacto tende a ser ainda maior: “Repetidamente acentuei que isto é verdade, especialmente no exterior, onde a retórica do presidente está sendo usada por alguns regimes para justificar a repressão violenta a jornalistas. Adverti-o de que está minando os ideais democráticos de nossa nação e erodindo uma das maiores exportações do nosso país: um compromisso com a liberdade de expressão e uma imprensa livre.”

Sulzberger concluiu: “Durante a conversa, enfatizei que, se o presidente Trump, como presidentes anteriores, estiver contrariado com a cobertura jornalística de seu governo, é claro que ele é livre para dizer ao mundo. Deixei claro que não estava pedindo para suavizar seus ataques ao Times, se ele sente que a cobertura é injusta. Em vez disso, implorei para que reconsidere seus ataques genéricos ao jornalismo, que acredito serem perigosos e prejudiciais ao país.”

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

China invade computadores do New York Times

Nos últimos quatro meses, desde que denunciou o enriquecimento ilícito de parentes de altos dirigentes do regime comunista da China, o jornal The New York Times é alvo de ataques de piratas cibernéticos que tentam roubar senhas de seus repórteres e outros funcionários. O principal jornal dos Estados Unidos afirma que conseguiu repelir o ataque depois de contratar os serviços de uma empresa de segurança cibernética.

Os métodos usados foram semelhantes aos utilizados no passado por militares chineses para espionar os EUA. O principal alvo foi o chefe do escritório do NY Times em Xangai, a maior cidade e principal centro econômico da China, David Barboza. Ele assinou a reportagem revelando o enriquecimento ilícito de familiares do primeiro-ministro Wen Jiabao, que acumularam uma fortuna de US$ 2,7 bilhões.

"Especialistas em segurança cibernética não encontraram provas de que mensagens de correio eletrônico ou arquivos sensíveis relativos às reportagens sobre a família de Wen foram acessados, baixados ou copiados", declarou Jill Abramson, editora executiva do jornal.

Para tentar encobrir a origem do ataque, os ciberpiratas chineses entraram no sistema de computadores do NY Times através de universidades americanas.

Primeiro, para ter acesso, eles introduziram um vírus semelhante ao usado por hackers chineses no passado. Conseguiram invadir o correio de 53 empregados do jornal. A maioria não trabalha na redação do jornal em Nova York.

Não foram encontradas provas de que os chineses tenham procurado informações não relacionadas com as denúncias contra parentes do primeiro-ministro. Provavelmente quisessem apenas descobrir as fontes chinesas das denúncias contra a família de Wen Jiabao.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Popularidade de Obama cai abaixo de 50%

Pela primeira vez numa pesquisa da rede de televisão CBS e do jornal The New York Times, a popularidade do presidente Barack Obama caiu abaixo de 50% por causa de duas questões centrais de seu governo: a crise econômica e a reforma do sistema de saúde.

No momento, 46% dos americanos aprovam a atuação do presidente, enquanto 41% a desaprovam. Em dezembro, a popularidade de Obama estava em 50% e, em outubro, em 56%.

domingo, 27 de setembro de 2009

65% dos americanos querem saúde pública

NOVA YORK - Cerca de 65% dos americanos são a favor de uma reforma do sistema de saúde que inclua uma opção de serviço oferecido pelo governo, indica uma pesquisa do jornal The New York Times e da rede de televisão CBS.

Apenas 26% rejeitam esta possibilidade, que está no centro da reforma proposta pelo presidente Barack Obama.

sábado, 26 de janeiro de 2008

Filha de Kennedy apóia Obama

Caroline Kennedy, a única sobrevivente do núcleo familiar do presidente John Kennedy, apóia o senador Barack Obama na luta pela candidatura do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos na eleição deste ano, revelou agora há pouco a rede de televisão americana CNN.

Neste domingo, o jornal The The New York Times publica artigo de Caroline justificando sua escolha. Ela compara Obama a seu pai.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Milícias pró-EUA são alvo de radicais no Iraque

As milícias sunitas que se aliaram aos Estados Unidos contra a rede terrorista Al Caeda e outros grupos rebeldes estão sendo alvo de uma onda de bombas e assassinatos que ameaça esse elo fundamental na nova estratégia americana para o Iraque.

Pelo menos 100 milicianos sunitas foram mortos nos últimos 30 dias.

Leia mais no jornal americano The New York Times .

quinta-feira, 15 de março de 2007

Firma de Giuliani trabalhou para Chávez

O escritório de advocacia do ex-prefeito de Nova Iorque Rudolph Giuliani, pré-candidato à Presidência dos Estados Unidos pelo Partido Republicano, fez durante anos lobby para a Citgo Petroleum Corporation, de Houston, no Texas. É a subsidiária americana da empresa estatal Petroleos de Venezuela S. A. (PdVSA), controlada com mão-de-ferro pelo presidente venezuelano, Hugo Chávez, desde a greve do final de 2002 e início de 2003.

Como Chávez apresenta-se hoje como o maior inimigo dos EUA na América Latina, o jornal The New York Times acredita que isso possa prejudicar a candidatura de Giuliani, que lidera hoje as pesquisas entre os republicanos na corrida à Casa Branca, com 55% dos votos contra 35% para o senador John McCain.

segunda-feira, 5 de março de 2007

Tortura no Iraque levanta dúvidas sobre Maliki

Uma operação de busca e apreensão em escritórios do serviço secreto do Iraque em Bássora, cidade de maioria xiita, revelou o emprego de tortura contra sunitas. Isso estimula o sectarismo, aumentando o risco de guerra civil. Mas, em vez de discutir a tortura, observa o jornal The Wall Street Journal, o primeiro-ministro Nuri al-Maliki preferiu criticar a operação, realizada por forças britânicas, o que suscita dúvidas sobre a capacidade do chefe de governo de pacificar o país.

Foi uma operação de assalto de soldados britânicos e forças especiais iraquianas contra o quartel-general do serviço secreto do Iraque em Bássora, a principal cidade do Sul do país, majoritariamente xiita. Lá, eles encontraram 30 presos, inclusive uma mulher e duas crianças, alguns com marcas de tortura.

Em comunicado oficial, as forças britânicas alegaram estar procurando o "conhecido líder de um esquadrão da morte", informou a TV pública BBC. Para o jornal The New York Times, é mais uma operação como as realizdas em delegacias de polícia da capital e no Ministério do Interior.

Um porta-voz do Ministério do Interior declarou ao jornal USA Today que mais de 10 mil funcionários foram demitidos ou realocados por tortura, corrupção ou ligação com milícias. Quase todas as alegações são de agressões de policiais xiitas contra sunitas.

Maliki promete acabar com suas práticas mas sua polícia é considerada muito ligada às milícias xiitas.

A operação acontece no momento em que as forças dos Estados Unidos e do Iraque começam a entrar na Cidade de Sader, o bairro xiita de Bagdá dominado pelo Exército Mehdi, a milícia leal ao aiatolá rebelde Muktada al-Sader, que teria fugido para o Irã.

sábado, 3 de março de 2007

Política ambiental de Bush aumenta emissões

Enquanto a Europa promete reduzir em 20% a emissão dos gases que provocam o aquecimento da Terra, a política ambiental do presidente George Walker Bush, que até há pouco negava a influência humana sobre o chamado efeito estufa, provocará um aumento de 11% de 2002 a 2012, afirma um documento a ser encaminhado às Nações Unidas revelado hoje pelo jornal The New York Times.

O Relatório de Ação sobre o Clima afirma que os Estados Unidos estão a caminho de atingir o objetivo proposto por Bush num discurso em 2002: o aumento das emissões será inferior ao crescimento da economia americana. Mas para especialistas em clima e política ambiental, o aumento projetado para as emissões é inaceitável, diante das ameaçadas associadas ao aquecimento da Terra, como tempestades mais violentas, secas e inundações, quebra de safras, falta d'água e elevação do nível dos mares.

"Como governador do Texas e candidato à Casa Branca, o presidente apoiou limites obrigatórios para emissões de dióxido de carbono", o maior vilão do efeito estufa, lembra David Conover, ex-diretor do Programa de Tecnologia de Mudança do Clima até fevereiro de 2006, é hoje conselheiro da Comissão Nacional de Política de Energia, um grupo de pesquisas bipartidário.

"Quando ele anunciou a meta de seu programa voluntário de redução dos gases que provocam o efeito estufa, em 2002, disse que seria reavaliada à luz do desenvolvimento da ciência. Agora", acrescenta Conover, "a ciência pede claramente medidas obrigatórias que estabeleçam um preço pela emissão dos gases que provocam o efeito estufa".

O documento é revelado no momento em que aumenta a pressão da opinião pública por uma ação efetiva contra o aquecimento da Terra. O ex-vice-presidente Al Gore, derrotado por Bush em 2000, acaba de ganhar um Oscar pelo filme documentário Uma Verdade Inconveniente, que discute a questão.