Mostrando postagens com marcador Heidar al-Abadi. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Heidar al-Abadi. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Exército do Iraque vai atacar Mossul após retomar Ramadi

Depois de recapturar Ramadi, capital da província de Ambar, o Exército do Iraque e milícias aliados planejam atacar Mossul, a segunda maior cidade do país, tomada pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante em 10 de junho de 2014, anunciou hoje o primeiro-ministro Heidar al-Abadi.

A reconquista de Mossul tiraria do Estado Islâmico seu maior centro populacional, uma cidade de 2 milhões de habitantes, que deu origem à palavra muçulmano. As duas cidades ficam a 420 quilômetros de distância.

O Exército do Iraque chegou em 22 de dezembro ao centro de Mossul e prometeu acabar com a resistência em dias.

A queda do Mossul foi o marco da grande expansão do território sob o controle do Estado Islâmico. Os soldados iraquianos simplesmente desertaram, abandonando armas de última geração compradas dos Estados Unidos. Em 29 de março de 2014, o grupo terrorista proclamou a fundação de um califado com reivindicação de soberania sobre o mundo inteiro.

Dois meses depois, os EUA entraram na guerra. O presidente Barack Obama prometeu "degradar e destruir" o Estado Islâmico, sem apresentar grandes resultados até agora. A retomada de Ramadi e Mossul seria um passo importante para negar ao EI uma base territorial que o permita de apresentar como um Estado Nacional e não apenas uma milícia terrorista.

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Exército do Iraque corta suprimento do Estado Islâmico em Ramadi

Com a cobertura da Força Aérea dos Estados Unidos e o apoio de milícias xiitas treinadas pelo Irã, o Exército do Iraque conseguiu cortar a linha de suprimento para o Estado Islâmico do Iraque e do Levante em Ramadi, capital da província de Ambar, tomada pelo grupo em maio de 2015.

Ramadi foi a última conquista militar importante do Estado Islâmico no Iraque. É uma cidade sunita de cerca de 1 milhão de habitantes onde o governo central predominantemente xiita de Bagdá é visto com suspeita.

"Cortamos a linha de suprimento do Daech [acrônimo árabe do EI] entre Ramadi e a Síria", declarou um oficial do comando militar iraquiano em Ambar. "Agora as forças iraquianas podem sufocar os terroristas dentro da cidade e devemos vencer em alguns dias."

O mesmo otimismo no passado não se confirmou no campo de batalha. "As forças iraquianas têm dificuldades em operações urbanas. Ramadi vai ser difícil depois de entrar na cidade", observou um assessor militar ocidental do governo autônomo regional do Curdistão citado pela companhia jornalística americana McClatchy Newspapers, editora do jornal The Miami Herald.

A retomada de Ramadi não será fácil como a reconquista de Tikrit, a terra natal de Saddam Hussein, o ditador deposto pelos EUA em 2003, acrescenta o oficial: "Eles só foram capazes de assumir o controle de Tikrit, uma cidade muito menor e vazia, por causa do bombardeio aéreo pesado da coalizão" de 65 países liderada por Washington.

Agora, raciocina o assessor ocidental, "isso não será possível porque o Daech não deixou muita gente fugir quando tomou Ramadi. O combate casa a casa é duro para exército bem treinados, e o Exército do Iraque está longe disso."

O cerco a Ramadi começou na quarta-feira passada. Desde então, houve pelo menos sete bombardeios aéreos diários, principalmente nos arredores da cidade para dificultar a mobilidade do EI.

Na estratégia do presidente Barack Obama para "degradar e destruir" o Estado Islâmico, a Força Aérea dos EUA ataca unidades militares, mas evita ataques onde haja populações civis. Até há pouco, antes dos atentados terroristas em Paris, não bombardeava nem as exportações de petróleo, principal fonte de renda do EI.

O primeiro-ministro do Iraque, Heidar al-Abadi, critica os EUA por não fazer ataques aéreos contra áreas povoadas.

"Eles transformaram Ramadi numa bomba gigantesca desde maio. O número de bombas, minas e homens-bomba torna o avanço muito lento", admitiu um oficial do comando iraquiano em Ambar. "Alguns só avançamos 50 metros e temos de desarmar dez bombas nesse avanço."

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

EUA e Exército do Iraque lançam ofensiva para retomar Ramadi

Diante da espetacular intervenção militar da Rússia na guerra civil da Síria, os Estados Unidos estão recalibrando sua estratégia na guerra contra o Estado Islâmico do Iraque e do Levante, deflagrando uma nova ofensiva com o Exército iraquiano e milícias aliadas para retomar a cidade de Ramadi, capital da província de Ambar, conquistada pelos jihadistas em 17 de maio de 2015.

Com cobertura da Força Aérea dos EUA, as forças iraquianas tomaram hoje uma ponte a 14 quilômetros do centro da cidade, anunciou o Comando de Operações do Exército do Iraque em Ambar. Dezenas de milicianos do Estado Islâmico teriam morrido em combates em Faluja e perto de Ramadi, informou a agência iraquiana Shafaq News.

Ontem, o porta-voz do comando militar americano na coalizão aérea contra o Estado Islâmico, coronel Steve Warren, confirmou que o Exército do Iraque estava pronto para reconquistar Ramadi. Hoje, a bandeira iraquiana tremula sobre a ponta Albu Faraj, que liga a cidade ao distrito de Albu Faruj por sobre o Rio Eufrates.

Tanto os EUA quanto o Iraque precisam de uma vitória sobre o Estado Islâmico para recuperar a moral. No caso americano, por causa da intervenção russa na Síria. No Iraque, o primeiro-ministro Heidar al-Abadi enfrenta um movimento de protesto crescente. Há rumores de golpe militar articulado pelo ex-primeiro-ministro Nuri al-Maliki e seus aliados iranianos, e a economia sofre com a queda nos preços internacionais do petróleo.

Dezesseis meses depois da queda de Mossul, a segunda maior cidade do país, a unidade do Iraque está cada vez mais ameaçada. Muitos analistas internacionais consideram inevitável a divisão do país, arrasado pela invasão dos EUA em 2003.

A autonomia da região curda no Norte do país se consolida cada vez mais. Com o apoio dos EUA, os peshmerga (guerrilheiros curdos) são a principal resistência ao Estado Islâmico. O governo dominado pela maioria árabe xiita, aliado do Irã, só controla o Centro e o Sul do Iraque, aprofundando as divisões étnicas e religiosas. A maior parte das áreas de maioria sunita está sob o domínio do Estado Islâmico.

Uma vitória em Ramadi vai melhorar a força moral da tropa, mas não resolve os problemas do país. Os jihadistas devem fugir para o deserto, onde terão a proteção de tribos sunitas que têm mais identidade com eles do que os americanos ou o governo xiita.

Essa divisão interna e a crise econômica enfraquecem o Iraque, complicam as ações militares contra o Estado Islâmico e tornam o país um campo de batalha dos candidatos a potências regionais no Oriente Médio: a Arábia Saudita, o Irã e a Turquia.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Mais de 10 mil milicianos do Estado Islâmico foram mortos, dizem EUA

Desde que os Estados Unidos entraram na guerra contra a milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, em setembro de 2014, mais de 10 mil milicianos do grupo foram mortos, afirmou hoje o subsecretário de Estado americano, Antony Blinken.

O subsecretário representou os EUA numa conferência realizada em Paris para fazer um balanço desses nove meses de aliança contra o mais feroz grupo jihadista da história. Na ocasião, o primeiro-ministro do Iraque, Heidar al-Abadi, acusou as potências regionais e mundiais de fazerem muito pouco para livrar o país da milícia terrorista.

Abadi alegou que o país é alvo da agressão de estrangeiros, que seriam hoje 58% dos milicianos do Estado Islâmico, e não tem condições de enfrentar o problema sozinho.

Por outro lado, o secretário da Defesa dos EUA, Ash Carter, acusou o Exército do Iraque de entrar em colapso e fugir da cidade de Ramadi por "falta de vontade de lutar". Com o colapso do Estado iraquiano em 2003, depois da invasão americana e da queda do ditador Saddam Hussein, o país vive em estado de anarquia.

Nessa terra sem lei, a rede terrorista Al Caeda se infiltrou. Em 2004, entrava em ação Al Caeda no Iraque, que em outubro de 2006 passou a se chamar Estado Islâmico do Iraque. Quando começou a guerra civil da Síria, em 2011, o Estado Islâmico do Iraque enviou seus representantes para lutar em aliança com Al Caeda.

Em abril de 2013, o líder da milícia, Abu Bakr al-Baghdadi, anunciou uma fusão com a Jabhat al-Nusra (Frente da Vitória) para criar o Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Mas tanto o comandante da frente, Abu Mohamad al-Julani, quanto o supremo líder da Caeda, o médico egípcio Ayman al-Zawahiri, rejeitaram a união.

Depois de oito meses de luta, em 3 de fevereiro de 2014, Al Caeda rompeu oficialmente com o Estado Islâmico denunciando a "notória intransigência" do grupo. Agora, ambos lutam de lados diferentes na guerra civil da Síria.

No momento, o Estado Islâmico estaria apoiando a ditadura de Bachar Assad, noticiou hoje o jornal israelense Haaretz, e vendendo petróleo ao regime sírio, que sobrevive graças à milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus), armada e financiada pelo Irã.

A situação no Oriente Médio é caótica demais. O Estado Islâmico é fruto do colapso de dois Estados Nacionais, Iraque e Síria, que aspiravam a uma liderança regional no Oriente Médio. É difícil imaginar alguma estabilidade na região enquanto a situação desses países não se normalizar. A julgar pela situação de dois outros Estados colapsados que até não se reergueram, o Líbano e o Afeganistão, a expectativa é sombria e sangrenta.

domingo, 17 de maio de 2015

Estado Islâmico toma capital da maior província do Iraque

As últimas forças do governo do Iraque abandonaram hoje a cidade de Ramadi, capital da província da Ambar, a maior do Iraque, entregando-o à milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que saqueou o quartel da cidade, roubando grande quantidade de armas e munição, noticiou o jornal The New York Times. Pelo menos 500 civis, militares e líderes tribais foram mortos.

O primeiro-ministro Heidar al-Abadi convocou as milícias xiitas, que até agora não tinham sido chamadas porque a população majoritariamente sunita poderia tomar sua ofensiva por uma invasão e ficar ao lado do Estado Islâmico.

Ramadi caiu apesar dos intensos bombardeios dos Estados Unidos nas últimas semanas, desmoralizando a estratégia anunciada no mês passado pelo governo iraquiano para reassumir o controle de toda a província.

Foi a maior vitória militar do Estado Islâmico desde a conquista de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em junho de 2014.

"Os corpos de homens, mulheres, crianças e guerreiros estão jogados pelo chão", admitiu o xeque Rafi al-Fahdaui, um líder tribal de Ramadi que estava hoje em Bagdá. "Todas as forças de segurança e líderes tribais fugiram ou foram mortos. É uma grande perda."

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Iraque lança ofensiva para recapturar a província de Ambar

Depois da vitória na Batalha de Tikrit na semana passada, o Exército do Iraque e milícias aliadas iniciaram ontem uma ofensiva para libertar a província de Ambar do controle da milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, noticiou a agência de notícias Reuters.

"Nossa próxima batalha será libertar Ambar", declarou o primeiro-ministro Heidar al-Abadi. "Vamos prevalecer em Ambar como prevalecemos em Tikrit." Oficiais do Exército anunciaram que o EI recuou em Sijaria, perto de Ramadi, a capital da província, cujas defesas foram bombardeadas pelos Estados Unidos.

Grandes regiões de Ambar, um dos principais focos da revolta contra a invasão americana de 2003, foram tomadas pelo EI antes mesmo da ofensiva que conquistou Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em junho de 2014. Depois de Ambar, Mossul deve ser o próximo alvo das forças de segurança iraquianas e milícias aliadas.

Para o ataque a Ambar, o governo iraquiano decidiu armar milícias tribais sunitas. Um ataque com milícias xiitas e guerrilheiros curdos poderia ser interpretado pela população local como uma invasão e não uma libertação.

No Norte do país, o Estado Islâmico libertou mais de 200 pessoas da minoria étnica yazidi capturadas há meses, informaram guerrilheiros curdos. "Recebemos 227 yazidis, inclusive mulheres e crianças", declarou o general Westa Rassul na província de Kirkuk, citado pelo sítio Middle East Eye.

terça-feira, 31 de março de 2015

Iraque anuncia retomada de Tikrit do Estado Islâmico

Com o apoio das forças áereas dos Estados Unidos e aliados e de milícias xiitas, as forças de segurança do Iraque recapturaram hoje a cidade de Tikrit, terra natal do falecido ditador Saddam Hussein, depois de uma batalha de quatro semanas contra a milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, anunciou hoje em Bagdá o governo iraquiano.

Em pronunciamento na televisão estatal, o primeiro-ministro Heidar al-Abadi afirmou que as forças governistas chegaram ao centro da cidade, onde hastearam a bandeira do Iraque no quartel-general, enquanto suas tropas continuam atacando os bolsões de resistência dos jihadistas nos bairros da periferia.

Se a reconquista se confirmar, será a maior vitória do governo iraquiano desde que uma ofensiva do Estado Islâmico tomou Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em junho de 2014, e proclamou a fundação de um califado nos territórios tomados no Iraque e na Síria.

"A experiência de sucesso em Tikrit será repetida em outras áreas", previu o chefe de governo. Tikrit era a segunda maior cidade iraquiana em poder dos terroristas. Fica na estrada entre Bagdá e Mossul. Sua retomada é essencial para uma ofensiva para libertar Mossul prevista para os próximos meses.

Desde setembro do ano passado, os Estados Unidos entraram na guerra atacando o EI com bombardeios aéreos, sem usar tropas terrestres. Os combates em terra são realizados pelas forças de segurança do Iraque, guerrilheiros curdos, milícias tribais sunitas e milícias xiitas iraquianas coordenadas pela Guarda Revolucionária do Irã.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Iraque lança ofensiva para tomar terra natal de Saddam Hussein

Com 30 mil homens, o apoio de milícias xiitas e sunitas, e da Guarda Revolucionária do Irã, o Exército do Iraque lançou hoje uma ofensiva contra o grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante para retomar a cidade de Tikrit, terra natal do ditador Saddam Hussein, deposto e morto depois da invasão americana de 2003.

É um passo importante para retomar o controle do Norte do país. Por ironia do destino, boa parte dos voluntários iraquianos do EI, inclusive dois subcomandantes, faziam parte das forças de segurança de Saddam, dissolvidas pelos Estados Unidos. Devido à presença do Irã, a Força Aérea dos EUA não participa da ofensiva.

Em pronunciamento ontem à noite na televisão, o primeiro-ministro do Iraque, Heidar al-Abadi, fez um apelo aos militantes do Estado Islâmico para que "se rendam para evitar uma punição maior". Horas depois do início da operação, as autoridades iraquianas admitiram ainda não ter conseguido entrar no perímetro urbano, sinal de que a batalha será longa.

O general Abdul Wahab al-Saadi, comandante militar iraquiano na província de Saladino, declarou à televisão estatal que a operação "segue como planejado, mas ainda não entramos na cidade. Se Deus quiser, vamos entrar, mas precisamos de tempo, como planejado. Se Deus quiser, vamos conquistar uma grande vitória e Saladino será um cemitério para todos os grupos terroristas."

O Estado Islâmico conquistou Tikrit, que fica a 130 quilômetros ao norte de Bagdá, em junho de 2014, na mesma ofensiva em que tomou a segunda maior cidade do Iraque, Mossul, origem do termo muçulmano.

A retomada de Tikrit seria um teste importante para uma ofensiva muito maior contra Mossul a ser realizadas nos próximos meses, depois do fim do inverno no Hemisfério Norte. Tikrit está na rota para Mossul.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Primeiro-ministro do Iraque quer revolução tribal contra Estado Islâmico

Durante encontro com o governador da província de Ambar, o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, convocou os líderes tribais sunitas do país para se levantarem numa revolução contra a milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, informou a televisão saudita Al Arabiya.

O governo central do Iraque, hoje dominado pela maioria xiita, faz um apelo às tribos sunitas. A desconfiança em relação ao governo central em Bagdá alienou a minoria sunita, que estava no poder há séculos, contribuiu para a ofensiva do Estado Islâmicos.

Dois subcomandantes da milícia era altos oficiais da ditadura de Saddam Hussein. Mas a extrema violência, a perseguição às minorias e a imposição de códigos morais ultrarrígidos contribuem para minar o Estado Islâmico, além da situação econômica.

Em reportagem divulgada hoje, o jornal inglês Financial Times observa que há sinais de um descontentamento crescente com o Califado proclamado pelo Estado Islâmico em junho passado nos territórios que ocupa, cerca de um terço do Iraque e um quarto da Síria. Seus súditos estão insatisfeitos com os impostos, o controle de preços e a precariedade dos serviços públicos.

O Estado Islâmico não estava nem está preparado para funcionar como um Estado.

Sem intervenção militar, só a revolta da população local e de seus líderes poderá derrotar o Estado Islâmico.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

EUA bombardeiam jihadistas perto de hidrelétrica

Depois de anunciar o rompimento do cerco ao povo yázidi no Monte Simjar, os Estados Unidos voltaram a atacar hoje posições da milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante, desta vez perto da hidrelétrica de Mossul, no Norte do Iraque.

Horas antes, o grupo terrorista teria matado 80 homens e raptado 100 mulheres do povo yázidi, considerado maldito pelos jihadistas por professor o zoroastrismo, uma das mais antigas religiões do Oriente Médio.

Hoje o grão-aiatolá Ali al-Sistani deu apoio ao primeiro-ministro designado Heidar al-Abadi. A impotência das forças de segurança iraquianas diante da ofensiva do EIIL gerou uma crise política que derrubou o primeiro-ministro Nuri al-Maliki. Ele ainda tentou resistir, mas sua base de apoio entrou em colapso.