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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Exército do Iraque retoma cidade do Estado Islâmico

Com a cobertura aérea dos Estados Unidos e aliados, o Exército do Iraque reconquistou hoje a cidade de Hit, na província de Ambar, que estava ocupada pela milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, anunciou o Comando de Operações Conjuntas, citado pela agência de notícias iraquiana Shafaq News.

Não há mais rebeldes na cidade, declarou um porta-voz militar, sem esclarecer se pode haver minas ou bombas deixadas pelos jihadistas.

As tropas iraquianas obtiveram uma vitória estratégica contra o Estado Islâmico em dezembro de 2015, com a retomada da cidade de Ramadi, capital da província de Ambar. Agora, avançam para libertar Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em poder do Estado Islâmico desde 10 de junho de 2014.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Exército do Iraque retoma sede do governo de Ramadi

Com a cobertura aérea dos Estados Unidos, o Exército do Iraque entrou hoje no complexo governamental de Ramadi, capital da província de Ambar, que estava sob o controle do Estado Islâmico do Iraque e do Levante desde maio de 2015, noticiou a televisão pública britânica BBC citando fontes locais.

As forças de segurança iraquianas acreditam que os jihadistas fugiram para um bairro do Nordeste da cidade. Se a reconquista se confirmar, será a segunda grande cidade do Iraque retomada do Estado Islâmico, depois de Tikrit, terra natal do ditador Saddam Hussein, deposto na invasão americana de 2003.

Quando a retoma for concluída, o controle de Ramadi deve ser entregue à polícia local e a milícias tribais sunitas aliadas ao governo de Bagdá. A ofensiva do Exército deve avançar em direção a Mossul, a segunda maior cidade iraquiana, em poder do Estado Islâmico desde 10 de junho de 2014.

A operação para recapturar Ramadi começou no início de novembro e avançou lentamente. O governo preferiu não usar milícias xiitas para evitar um agravamento do conflito sectário.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Exército do Iraque vai atacar Mossul após retomar Ramadi

Depois de recapturar Ramadi, capital da província de Ambar, o Exército do Iraque e milícias aliados planejam atacar Mossul, a segunda maior cidade do país, tomada pelo Estado Islâmico do Iraque e do Levante em 10 de junho de 2014, anunciou hoje o primeiro-ministro Heidar al-Abadi.

A reconquista de Mossul tiraria do Estado Islâmico seu maior centro populacional, uma cidade de 2 milhões de habitantes, que deu origem à palavra muçulmano. As duas cidades ficam a 420 quilômetros de distância.

O Exército do Iraque chegou em 22 de dezembro ao centro de Mossul e prometeu acabar com a resistência em dias.

A queda do Mossul foi o marco da grande expansão do território sob o controle do Estado Islâmico. Os soldados iraquianos simplesmente desertaram, abandonando armas de última geração compradas dos Estados Unidos. Em 29 de março de 2014, o grupo terrorista proclamou a fundação de um califado com reivindicação de soberania sobre o mundo inteiro.

Dois meses depois, os EUA entraram na guerra. O presidente Barack Obama prometeu "degradar e destruir" o Estado Islâmico, sem apresentar grandes resultados até agora. A retomada de Ramadi e Mossul seria um passo importante para negar ao EI uma base territorial que o permita de apresentar como um Estado Nacional e não apenas uma milícia terrorista.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Exército do Iraque entra no centro de Ramadi

Depois de uma longa e lenta ofensiva em que teve de enfrentar vários atentados terroristas suicidas, o Exército do Iraque e milícias aliadas chegaram hoje ao centro de Ramadi, capital da província de Ambar, que estava desde março em poder da milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, anunciou a agência Shafaq News. 

Ainda há resistência. O Exército iraquiano estima que ainda haja até 300 rebeldes na cidade. Um porta-voz militar iraquiano prometeu expulsar os últimos jihadistas em 72 horas.A maior resistência foi feita por francoatiradores, terroristas suicidas e carros-bomba.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

EUA travam primeira batalha em terra contra Estado Islâmico

Pela primeira vez, uma força terrestre dos Estados Unidos travou uma batalha no solo contra a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, ajudando a repelir um ataque contra o quartel onde está baseada, noticiou ontem a agência de notícias iraquiana Shafaq.

Os soldados americanos participaram de um contra-ataque do Exército do Iraque e de milícias tribais para defender a base de Ein al-Assad, que fica a oeste da cidade de Ambar, onde há cem assessores militares dos EUA. A batalha durou duas horas.

"Uma força dos EUA equipada com armas leves e médias, apoiada por um avião de caça F-18" conseguiu ferir e matar milicianos do Estado Islâmico, forçando-os a recuar da região de Dolabe, que fica a cerca de dez quilômetros do quartel atacado, declarou o coronel Salam Nazim, um dos comandantes militares do Iraque na região.

A base militar de Ein al-Assad fica a 90 quilômetros de Ramadi, a capital da província de Ambar, ocupada pelos jihadistas em maio de 2015 numa das últimas vitórias importantes do EI. Tem 26 km2 e fica perto do Rio Eufrates, na metade do caminho entre as fronteiras do Iraque com a Síria e a Jordânia.

"As forças dos EUA intervieram porque os milicianos do EI estavam chegando perto da base onde eles estão. Foi autodefesa", observou o xeque Mahmud Nimraui, um líder tribal local. "Fizemos grande progresso na região de Dolabe, de onde o EI se retirou, recuando para vilas mais distantes", abrindo flancos para mais ataques.

O xeque acrescentou que "os EUA prometeram fornecer novas armas às milícias tribais" envolvidas na guerra contra o EI.

Desde agosto de 2014, os EUA atacam o EI com bombardeios aéreos, mas o presidente Barack Obama se nega a enviar forças terrestres para acabar com o califado proclamado pelos jihadistas nas terras que ocupam no Iraque e na Síria, por medo de envolver o país numa guerra que prometeu acabar.

Em 2011, os EUA saíram do Iraque por não conseguir fazer um acordo de segurança com o então primeiro-ministro xiita Nuri al-Maliki, considerado um dos grandes responsáveis pela alienação da minoria sunita que permitiu a expansão do EI. Deixaram apenas um pequeno contingente militar para proteger a embaixada americana.

Com a guerra contra o EI, há hoje cerca de 7 mil militares dos EUA assessorando o Exército do Iraque. Ramadi pode ser o próximo alvo da campanha.

terça-feira, 14 de julho de 2015

Estado Islâmico avança na Síria mas é alvo de ofensiva no Iraque

A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante avançou na guerra civil contra o Exército da Síria na cidade de Hassakeh, que fica no Nordeste do país, reportou a Agência France Presse (AFP), citando como fonte o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. Ao mesmo tempo, é alvo de uma ofensiva na província de Ambar, no Iraque.

Na Síria, a Batalha de Hassakeh está sendo travada desde 25 de junho de 2015, quando o Estado Islâmico tomou dois bairros da cidade. Desde então, pelo menos 170 pessoas morreram. Agora, os jihadistas assumiram o controle da entrada sul da cidade, de um estádio, de mais um bairro e parte de outro.

No Iraque, as forças de segurança iraquianas e milícias aliadas retomaram hoje oito regiões da província de Ambar, informou a agência de notícias iraquiana Shafaq News, citando fontes não identificadas do Exército do país.

Quatro caças-bombardeiros F-16 recebidos pelo governo iraquiano em 13 de julho vão participar da ofensiva em Ambar, anunciou o comando da Força Aérea.

A coalizão aérea liderada pelos Estados Unidos fez 29 ataques, bombardeando 67 posições do Estado Islâmico perto de Ramadi, a capital da província.

quarta-feira, 10 de junho de 2015

EUA vão enviar 400 assessores militares ao Iraque

Os Estados Unidos planejam enviar 400 especialistas das Forças Armadas à província de Ambar, no Iraque, para treinar as forças iraquianas que lutam contra a milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, informou hoje a agência estatal russa Sputnik.

No momento, os EUA mantêm 3 mil soldados no Iraque para treinamento das forças de segurança iraquianas e lideram uma coalizão de forças aéreas que bombardeiam o Estado Islâmico no Iraque e na Síria.

De acordo com a reportagem, os americanos vão para uma base militar em Al-Habânia, onde estão se concentrando as forças que pretendem retomar a cidade de Ramadi, capital de Ambar, a maior província do Iraque.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Estado Islâmico reivindica atentados terroristas a hotéis em Bagdá

A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante reivindicou hoje a autoria de atentados a bomba que deixaram pelo menos 15 mortos e 42 feridos em dois hotéis de cinco estrelas de Bagdá.

De acordo com a declaração do Estado Islâmico, um terrorista suicida estacionou um carro-bomba no Hotel Ishtar e em seguida dirigiu o segundo carro-bomba até o Hotel Babylon, detonando os dois simultaneamente.

Os ataques à capital do Iraque são uma reação do EI no momento em que o Exército do Iraque e milícias aliadas contra-atacam Ramadi, capital da província de Ambar, tomada pela organização terrorista na sua maior vitória desde a queda de Mossul, em junho de 2014. Ramadi fica a 130 quilômetros da capital

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Iraque lança contraofensiva em Ramadi

O Exército do Iraque e milícias sunitas e xiitas aliadas iniciaram ontem uma ofensiva para reconquistar a cidade de Ramadi, a capital da província de Ambar, a maior do país, tomada pela milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante em 17 de maio de 2015.

As forças governistas conseguiram penetrar num setor da cidade e assumir o controle de uma universidade.

Ao tomar Ramadi, o Estado Islâmico conquistou sua maior vitória desde a queda de Mossul, a segunda maior cidade iraquiana, em junho de 2014. O grupo extremista sunita já controla cerca de metade do território sírio, mas analistas militares que não tenham como sustentar estas conquistas e administrar a vida cotidiana dos territórios ocupados como um verdadeiro Estado, como pretende ser.

domingo, 24 de maio de 2015

Estado Islâmico executa 400 pessoas em Palmira

Desde a queda da cidade histórica de Palmira, em 20 de maio de 2015, a milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante executou pelo menos 400 pessoas, informou hoje a agência Reuters citando como fonte a mídia estatal da Síria. A notícia não foi confirmada.

O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma organização não governamental com sede em Londres que faz a contagem de mortos, feridos e refugiados na guerra civil síria, disse que várias pessoas foram degoladas, mas não fez uma estimativa do número total de mortos.

As tomadas de Ramadi, no Iraque, e Palmira, na Síria, foram importantes avanços do Estado Islâmico. O Exército do Iraque e milícias aliadas lançaram uma ofensiva para reconquistar Ramadi, capital de Ambar, a maior província iraquiana. As milícias sunitas pediram mais armas.

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Milícias xiitas preparam contraofensiva em Ramadi

Milícias xiitas estão se concentrando no quartel de Al Habânia, situado a cerca de 30 quilômetros de Ramadi, capital da maior província do Iraque, para lançar uma contraofensiva contra o grupo terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que tomou a cidade no fim de semana, informou a agência Reuters.

A queda de Ramadi foi a maior vitória militar do Estado Islâmico desde a conquista de Mossul, em junho de 2014. Os Estados Unidos e seus aliados bombardearam 19 vezes posições do EI na capital da província de Ambar, mas não impediram os terroristas de tomar a cidade.

Há relatos de que o Estado Islâmico avança em direção à base militar para atacar as milícias xiitas e abortar o contra-ataque.

As milícias xiitas, coordenadas por generais da Guarda Revolucionária do Irã, lutaram ao lado do Exército do Iraque para retomar a cidade de Tikrit, terra natal do ditador Saddam Hussein, deposto e executado pela invasão americana de 2003. Como a província de Ambar é um reduto sunita, havia o temor de que as milícias xiitas fossem vistas como invasoras, levando a população local a aderir aos jihadistas. Sem elas, as forças de segurança iraquianas perderam mais uma batalha contra o Estado Islâmico.

Na prática, os EUA serviram de força aérea para milícias xiitas iraquianas comandadas por generais do Irã.

domingo, 17 de maio de 2015

Estado Islâmico toma capital da maior província do Iraque

As últimas forças do governo do Iraque abandonaram hoje a cidade de Ramadi, capital da província da Ambar, a maior do Iraque, entregando-o à milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, que saqueou o quartel da cidade, roubando grande quantidade de armas e munição, noticiou o jornal The New York Times. Pelo menos 500 civis, militares e líderes tribais foram mortos.

O primeiro-ministro Heidar al-Abadi convocou as milícias xiitas, que até agora não tinham sido chamadas porque a população majoritariamente sunita poderia tomar sua ofensiva por uma invasão e ficar ao lado do Estado Islâmico.

Ramadi caiu apesar dos intensos bombardeios dos Estados Unidos nas últimas semanas, desmoralizando a estratégia anunciada no mês passado pelo governo iraquiano para reassumir o controle de toda a província.

Foi a maior vitória militar do Estado Islâmico desde a conquista de Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em junho de 2014.

"Os corpos de homens, mulheres, crianças e guerreiros estão jogados pelo chão", admitiu o xeque Rafi al-Fahdaui, um líder tribal de Ramadi que estava hoje em Bagdá. "Todas as forças de segurança e líderes tribais fugiram ou foram mortos. É uma grande perda."

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Estado Islâmico avança na província de Ambar

Num ataque lançado ontem à noite com a explosão de seis carros-bomba por terroristas suicidas, a milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante tomou hoje a sede do governo da província de Ambar, depois de intensos combates na capital, Ramadi, noticiou a agência Reuters.

Pelo menos 50 soldados e policiais iraquianos foram mortos. Os Estados Unidos contra-atacaram bombardeando pelo menos oito vezes posições do Estado Islâmico em Ramadi.

A noroeste de Ramadi, o Estado Islâmico conquistou a cidade de Juba, onde haveria centenas de assessores militares americanos. Mais cedo, a milícia extremista muçulmana garantiu o controle de uma área a leste da cidade de Faluja depois de uma batalha em que 200 soldados iraquianos foram mortos e 59 capturados.

sábado, 2 de maio de 2015

Exército do Iraque avança na província de Ambar

O Exército do Iraque e milícias aliadas lutam para retomar a cidade de Garma, na província de Ambar, palco das maiores batalhas contra a milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante. Pelo menos 17 rebeldes foram mortos, informou a agência de notícias oficial chinesa Nova China.

Em resposta, um ataque terrorista suicida matou 12 soldados num quartel próximo a Garma.

Na Batalha de Ramadi, a capital da província de Ambar, as forças iraquianas tomaram o distrito de Teilá, que estava em poder do Estado Islâmico. A milícia terrorista sofreu várias derrotas no Iraque e na Síria desde setembro de 2014, quando os Estados Unidos passaram a liderar uma aliança de forças aéreas em resposta a degolas de americanos, mas lançou uma contraofensiva em Ambar.

Ontem, o jornal inglês The Guardian afirmou que o autoproclamado califa do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, ferido num bombardeio americano em 18 de março de 2015, sofreu uma lesão medular, é hoje um deficiente e não tem condições de reassumir o poder.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Estado Islâmico resiste a ofensiva do Exército do Iraque

As forças de segurança do Iraque foram obrigadas a deixar a localidade de Albu Faraj, ao norte da cidade de Ramadi, capital da província de Ambar, depois de violentos combates com a milícia jihadista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), anunciou hoje a agência de notícias turca Anadolu. Pelo menos 27 extremistas foram mortos em bombardeios aéreos dos Estados Unidos.

Com o apoio de milícias tribais, depois de retomar Tikrit no início de abril de 2015, o Exército do Iraque lançou há dois dias uma ofensiva para recuperar o controle da província de Ambar, de maioria sunita.

Na cidade de Faluja, no Sul de Ambar, o EIIL divulgou uma lista de cem nomes de pessoas a serem executadas por não colaborar com o Califado proclamado em junho de 2014 por seu líder supremo, Abu Baker al-Baghdadi.

Faluja foi palco de uma grandes batalhas na reação contra a a invasão americana de 2003. Em maio de 2004, depois que quatro americanos foram mortos e arrastados pelas ruas, os EUA atacaram a cidade matando mais de 600 iraquianos.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Iraque lança ofensiva para recapturar a província de Ambar

Depois da vitória na Batalha de Tikrit na semana passada, o Exército do Iraque e milícias aliadas iniciaram ontem uma ofensiva para libertar a província de Ambar do controle da milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, noticiou a agência de notícias Reuters.

"Nossa próxima batalha será libertar Ambar", declarou o primeiro-ministro Heidar al-Abadi. "Vamos prevalecer em Ambar como prevalecemos em Tikrit." Oficiais do Exército anunciaram que o EI recuou em Sijaria, perto de Ramadi, a capital da província, cujas defesas foram bombardeadas pelos Estados Unidos.

Grandes regiões de Ambar, um dos principais focos da revolta contra a invasão americana de 2003, foram tomadas pelo EI antes mesmo da ofensiva que conquistou Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em junho de 2014. Depois de Ambar, Mossul deve ser o próximo alvo das forças de segurança iraquianas e milícias aliadas.

Para o ataque a Ambar, o governo iraquiano decidiu armar milícias tribais sunitas. Um ataque com milícias xiitas e guerrilheiros curdos poderia ser interpretado pela população local como uma invasão e não uma libertação.

No Norte do país, o Estado Islâmico libertou mais de 200 pessoas da minoria étnica yazidi capturadas há meses, informaram guerrilheiros curdos. "Recebemos 227 yazidis, inclusive mulheres e crianças", declarou o general Westa Rassul na província de Kirkuk, citado pelo sítio Middle East Eye.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Líderes tribais do Iraque pedem ajuda militar ao Irã

Dez importantes líderes tribais da província de Ambar, no Leste do Iraque, pretendem ir ao Irã pedir ajuda militar para a guerra contra a milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante, anunciou hoje a agência de notícias Tasnim.

De acordo com a notícia, o Irã está organizando a viagem sem que os líderes tribais tenham coordenado seus planos com o governo iraquiano.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Estado Islâmico retoma 15 vilas no Iraque

A milícia extremista sunita Estado Islâmico reconquistou 15 vilas da província da Ambar, no Iraque, que haviam sido libertadas por milícias tribais aliadas do governo central de Bagdá. Pelo menos 35 membros da tribo Albu Nimr foram capturados e executados na cidade de Hit.

O Exército do Iraque declarou ainda controlar o distrito de Beiji. Pelo menos 14 soldados foram mortos quando os jihadistas explodiram um veículo militar roubado dentro de um quartel, noticiou a televisão árabe Al Jazira.

Esse fracasso das forças terrestres de fazer frente ao Estado Islâmico coloca em xeque a estratégia do presidente Barack Obama de não colocar tropas americanas para o combate em terra, onde os riscos são muito maiores.

domingo, 28 de setembro de 2014

Combates no Iraque deixam 143 mortos

Pelo menos 143 pessoas foram mortas hoje em batalhas entre o Exército do Iraque e a milícia extremista muçulmana Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL), informou a agência oficial de notícias chinesa Nova China.

A violência explodiu nas cidade de Faluja, Karmá e Hamadi, na província de Ambar, e perto da barragem de Sudour, na província de Diala.

A Força Aérea Real britânica bombardeou posições do Estado Islâmico dando apoio aéreo aos soldados iraquianos com seis caças-bombardeiros Tornado baseados na ilha de Chipre.

domingo, 22 de junho de 2014

Jihadistas tomam mais quatro cidades do Iraque

A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) tomou ontem mais quatro cidades iraquianas próximas à fronteira da Síria: Kaim, Rawa, Ana e Hussaibá. Já controla 70% da província de Ambar, a maior do país, noticia a televisão americana CNN.

Kaim é uma cidade estratégica na fronteira com a Síria. As quatro ficam na estrada que liga a Síria a Bagdá. Seu controle aumenta a possibilidade de uma ofensiva jihadista rumo a capital iraquiana, de onde estão a apenas 100 quilômetros.