sábado, 15 de maio de 2021

Média de mortes no Brasil fica abaixo de 2 mil pelo quinto dia seguido

 Mais 2.067 mortes e 69.300 casos novos da doença do coronavírus de 2019 foram notificados hoje no Brasil. Ao todo, o país soma 15.690.612 casos confirmados e 434.852 mortes na pandemia. Pelo quinto dia seguido, caiu a média diária de mortes dos últimos sete dias, desta vez para 1.910, 21% abaixo de duas semanas atrás, o que indica tendência de baixa. A média diária de casos novos ficou em 62.885, com alta de 6% em duas semanas, dentro da faixa de estabilidade.

Em manifestação de ruralistas, o presidente Jair Bolsonaro voltou a atacar o Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a comissão parlamentar de inquérito do Senado sobre a pandemia. Defendeu "o direito de ir e vir, o direito à crença e o direito de trabalhar" como se as emergências de saúde pública tirassem direitos individuais, chamou Lula de "canalha" e a CPI de "bando de vagabundos.

Durante a semana, o presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), almirante Antônio Barra Torres, amigo pessoal do presidente, criticou Bolsonaro na CPI por promover o uso de medicamentos sem comprovação científica contra a covid-19, participar de aglomerações e ser "contra tudo o que preconizamos em relação a vacinas".

O ex-secretário de Comunicação Social Fábio Wajngartein entregou à comissão uma carta enviada pelo laboratório Pfizer com oferta para a compra de vacina em 12 de setembro que o governo levou dois meses para responder. O diretor-presidente da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, revelou que a companhia farmacêutica fez cinco propostas para vender vacinas em 2020 que o governo brasileiro desprezou.

Pesquisas do Instituto DataFolha apontaram uma forte queda da popularidade de Bolsonaro e a vitória de Lula num segundo turno da eleição presidencial do próximo anos.

No mundo inteiro, já são pelo menos 162.198.241 casos confirmados e 3.364.671 mortes. Mais de 141 milhões de pacientes sobreviveram, cerca de 17,7 milhões enfrentam casos leves e 102.953 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 2% há meses.

Os Estados Unidos registraram hoje novas quedas no número de casos novos e de mortes. Foram mais 33.862 casos, com queda de 32% em duas semanas, e 604 mortes, 13% a menos do que duas semanas atrás. Nesta semana, o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) recomendou que os amerianos plenamente vacinados não precisam usar máscaras e manter uma distância de pelo menos dois metros, a não ser em clínicas, hospitais, transportes públicos, aeroportos, estações de ônibus e de trens, prisões e asilos.

A Índia, o país mais atingido no momento, notificou mais 4.080 mortes e 312.184 casos novos neste sábado. Tem agora 24.684.077 casos confirmados e 270.284 óbitos. Vários estados e a capital, Nova Déli, prorrogaram as medidas de confinamento.

Mais de 1,47 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo mais de 390 milhões na China, que estão perto de atingir a meta de 400 milhões até junho, e 278 milhões nos EUA, onde 156,2 milhões tomaram a primeira dose e 121,8 milhões (36,7% da população americana) estão plenamente vacinados.

Na Índia, foram aplicadas mais de 182,2 milhões de doses, 57 milhões no Reino Unido e 57,6 milhões no Brasil, onde 38,6 milhões receberam a primeira dose e 19,1 milhões (8,97% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização.

Israel bombardeia sede de agências internacionais de notícias em Gaza

 Um bombardeio da Força Aérea de Israel destruiu neste sábado um prédio onde funcionavam as agências notícias Al Jazira e Associated Press (AP) na Faixa de Gaza, sob a alegação de que lá funcionaria um centro de inteligência do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), que disparou milhares de foguetes contra o território israelense nos últimos dias. Não apresentou nenhuma prova.

Os jornalistas receberam um aviso e tiveram meia hora para retirar equipamentos e sair do edifício. Indignado, o diretor-presidente da AP, Gary Pruitt, declarou que a agência funcionava lá há 15 anos, que não dividiria o prédio com o Hamas e que o ataque só dificulta a cobertura internacional do que acontece no território palestino de onde partem as ações contra Israel.

A ação gerou protestos no mundo inteiro. Até o governo dos Estados Unidos, que repetiram várias vezes que "Israel tem o direito de se defender", afirmaram que o governo israelense tem de garantir a segurança da imprensa internacional. Ataque deliberado a jornalistas é crime de guerra.

Ambos os lados cometem crimes de guerra. O Hamas e a Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina, outro grupo extremista, ao lançar mais de 3 mil foguetes contra populações civis israelenses. Israel declara que faz "ataques cirúrgicos" contra os líderes e os milicianos dos grupos inimigos, mas também atinge civis, especialmente ao destruir prédios inteiros.

Com os bombardeios da madrugada de domingo, os palestinos mortos em Gaza são 192, inclusive 55 crianças. Em Israel, morreram 10 pessoas, entre elas duas crianças.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Brasil tem o maior número de casos novos num mês

 Em mais um dia da tragédia anunciada, foram notificados mais 2.189 mortes e 84.486 casos novos da doença do coronavírus de 2019 no Brasil, o maior número num dia desde 9 de abril. O total de casos confirmados subiu para 15.521.515 e o de óbitos para 432.785.

Pelo terceiro dia seguido, a média diária de mortes dos últimos sete dias ficou abaixo de 2 mil. Está em 1.913, com queda de 21% em duas semanas. A média diária de casos novos está em 61.993, com alta de 4% e tendência de estabilidade num nível elevado. Há 25 dias, está estagnada na média de 60 mil.

No mundo, já são 161.566.026 casos confirmados e 3.353.630 mortes. Um modelo matemático feito pela revista inglesa The Economist estimou que o número real de óbitos seja duas ou três vezes maior, entre 7 e. 12 milhões.

Mais de 140 milhões de pacientes sobreviveram, cerca de 18,1 milhões têm casos leves e 103.674 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados permanece estável há meses em 2%.

A Índia, principal centro da pandemia no momento, registrou mais 326.098 casos e 3.890 mortes. Soma até agora 24.371.893 casos confirmados, é o segundo do mundo, depois dos EUA, e 266.207 mortes por covida-19.

Os Estados Unidos registraram mais 41.044 casos novos em 24 horas, com queda de 32% em duas semanas, e 732 mortes. A decisão do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) de dispensar o uso de máscara e o distanciamento para vacinados gerou inúmeras críticas.

Cerca de 80% dos epidemiologistas americanos eram a favor do uso de máscaras durante mais um ano, até o controle total a doença. Mas o Dr. Anthony Fauci, o principal infectologista americano, defendeu a decisão do CDC argumentando que se baseou na ciência.

Mais de 1,452 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo quase 380 milhões na China, 275,6 milhões nos EUA, onde 155,3 milhões tomaram a primeira dose e 120,3 milhões (36% da população americana), 178 milhões na Índia, mais de 55 milhões no Reino Unido e 57,3 milhões no Brasil, onde 38,3 milhões receberam a primeira dose e 19 milhões (8,9% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização.

Israel e palestinos travam batalha por Jerusalém

Pelo menos 122 palestinos e oito israelenses morreram até agora em novo confronto no Oriente Médio. É o pior conflito entre árabes e israelenses desde a guerra de 2014 entre Israel e o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), o principal grupo fundamentalista palestino. Quem ganha com esta situação são os extremistas dos dois lados. Por trás, está uma batalha por Jerusalém.

Mais de 2 mil foguetes foram disparados de Gaza pelo Hamas e a Jihad Islâmica para a Libertação da Palestina contra o território israelense. O número de mortes não é maior por causa do Domo de Ferro, o sistema de defesa antimísseis de Israel. 

Em resposta, o Exército e a Força Aérea de Israel fazem bombardeios pesados contra Gaza. A Forças de Defesa de Israel chegou a anunciar uma invasão terrestre para eliminar os comandantes militares inimigos, mas por enquanto ataca pelo ar e do outro lado da fronteira. 

Uma operação terrestre poderia causar muitas mortes de soldados israelenses e abalar ainda mais a popularidade do primeiro-ministro linha-dura de Israel, Benjamin Netanyahu, que tenta se manter no poder depois de quatro eleições sem conseguir formar um governo estável. Também há choques violentos entre palestinos e israelenses nas cidades de Israel com populações árabes, com risco de guerra civil. 

Até agora, os esforços de mediação dos Estados Unidos e do Egito não deram resultado. Os dois lados não encontram nenhum espaço comum para a conciliação. Sem um acordo de paz, a alternativa é esta guerra sem fim.

Leia mais em Quarentena News.

quinta-feira, 13 de maio de 2021

EUA dispensam uso de máscaras por plenamente vacinados

Aos poucos, a vida vai voltando ao normal nos países que estão conseguindo controlar a doença do coronavírus de 2019. Nesta quinta-feira, por recomendação do Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos, o presidente Joe Biden anunciou que os americanos plenamente vacinados estão dispensados de usar máscara em ambientes abertos ou fechados.

As exceções são clínicas, hospitais, asilos, transportes público, aeroportos, estações de ônibus e de trens, prisões e abrigos para sem-teto. Os EUA iniciaram nesta semana a vacinação de adolescentes de 12 a 15 anos. Um dos objetivos da imunização dos jovens é retomar as aulas presenciais em todas as escolas no início do próximo ano letivo, na primavera no Hemisfério Norte.

Desde o início da pandemia, os EUA registraram o maior número de casos confirmados (32.851.932) e de mortes (584.475). No começo do ano, eram. principal foco da covid-19. Chegaram a notificar mais de 300 mil casos novos em 8 de janeiro e 5.463 mortes, recorde mundial, em 12 de fevereiro. 

Nesta quinta-feira, os EUA registraram 38.529 novos diagnósticos positivos, com queda de 31% em duas semanas, e 780 mortes, 11% a menos do que duas semanas atrás.

Com mais 2.340 mortes e 75.141 casos novos notificados nesta quinta-feira, o Brasil chegou a 14.436.827 casos confirmados e 430.596 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias baixou para 1.917, com queda de 24% em duas semanas, enquanto a média diária de contágios ficou em 61.115, estável em relação a duas semanas atrás.

No mundo, houve até agora 161.188.177 casos confirmados e 3.344.757 mortes. Mais de 139 milhões de pacientes sobreviveram, pouco menos de 18,4 milhões apresentam casos leves e 104.289 estão em estado grave.

A Índia, principal centro da pandemia no momento, registrou mais 343.144 casos e 4 mil mortes nesta quinta-feira. O número de casos novos na capital, Nova Déli, 10,4 mil num dia, foi o menor em 45 dias. O contágio está em queda, mas média diária de mortes dos últimos sete dias permanece acima de 4 mil. O país soma agora 24.046.809 casos confirmados e 262.317 mortes.

Com a crise, a Índia deve parar de exportar vacinas para tentar controlar a covid-19, atrasando o fornecimento de 92 milhões de doses prometidas ao consórcio Covax, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Pouco menos de 1,4 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo inteiro, sendo mais de 365 milhões na China e 273,6 milhões nos EUA, onde 154,6 milhões tomaram a primeira dose e 119 milhões (35,9% da população americana), 176,1 milhões de doses na Índia, pouco menos de 55 milhões no Reino Unido e e 56,5 milhões no Brasil, onde 37,7 milhões receberam a primeira dose e 18,8 milhões (8,8% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

quarta-feira, 12 de maio de 2021

Pandemia era evitável e não deveria ter matado milhões de pessoas

A pandemia do coronavírus de 2019 poderia ter sido evitada, sem causar milhões de mortes, concluiu um painel independente criado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sob a presidência da  ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark e a ex-presidente da Libéria Ellen Johnson Sirleaf. A tragédia chegou onde está por sucessivos erros políticos e falta de liderança.

O maior problema foi "a ausência de uma liderança global", concluiu o relatório. Não houve preparação consistente, uma mobilização maior e mais rápida de recursos e uma OMS mais efetiva. A resposta fragmentada dos governos nacionais exacerbou as desigualdades.

No mundo inteiro, já são 160.457.476 casos confirmados e 3.331.604 milhões de mortes. Mais de 138,5 milhões de doentes sobreviveram, 18,5 milhões apresentam sintomas leves e 106.054 estão em estado grave.

A Índia, o país mais atingido no momento, notificou mais 362.727 casos novos e 4.120 mortes na quarta-feira, elevando os totais para 23.703.665 casos confirmados e 258.317 mortes.

Os Estados Unidos tiveram mais 35.538 casos, com queda de 30% em duas semanas à medida que a vacinação avança, e 848 mortes, 10 por cento a menos do que duas semanas atrás. Na Espanha, as mortes caíram 90% desde o início da vacinação.

Nesta quarta-feira, o Brasil registrou mais 2.545 mortes e 76.638 casos novos. O país soma agora 15.361.686 casos confirmados e 428.256 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu mais um pouco para 1.944, 23% a menos do que duas semanas atrás. Está acima de mil há 112 dias. A média diária de contágios está em 60.764, com alta de 1% em duas semanas.

Mais de 1,38 bilhões de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo mais de 350 milhões na China e 271,6 milhões nos EUA, onde 154 milhões de pessoas tomaram a primeira dose e 117,6 milhões (35,5% da população americana) estão plenamente vacinadas.

A Índia aplicou na quarta-feira pouco menos de 1,9 milhão de doses, chegando a 177,2 milhões. No Reino Unido, foram mais de 54 milhões de doses e 55,9 milhões no Brasil, onde 37,2 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 18,7 milhões tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

terça-feira, 11 de maio de 2021

Média diária de mortes de covid-19 cai abaixo de 2 mil após 55 dias

 O Brasil registrou hoje mais 2.275 mortes e 71.018 casos novos da doença do coronavírus de 2019, elevando os totais para 15.285.048 casos confirmados e 425.711 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 1.980, 17% a menos do que duas semanas atrás. Pela primeira vez em 55 dias, ficou abaixo de 2 mil. A média de casos novos dos últimos sete dias ficou em 60.605, com alta de 6% em duas semanas.

Principal foco da pandemia no momento, a Índia voltou a notificar um recorde nacional de mortes num dia. Nesta terça-feira, foram 348.421 diagnósticos positivos e 4.205 óbitos. O país soma agora 23.340.938 casos confirmados e 254.197 mortes.

No mundo, já são 159.703.471 casos confirmados e 3.318.473 óbitos. Cerca de 138 milhões de doentes sobreviveram, 17,9 milhões apresentam sintomas leves e 106.125 estão em estado grave.

Os Estados Unidos, que no início do ano eram o centro da pandemia, registraram 34.065 casos novos nesta terça-feira, com queda de 29% em duas semanas, e 693 mortes, 10% a menos do que duas semanas atrás. Têm o maior número de casos confirmados (32.778.374) e de mortes (582.834).

Mais de 1,36 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas no mundo até agora, sendo 340 milhões na China, 270 milhões nos EUA, onde 153,4 milhões de pessoas tomaram a primeira dose e 116,6 milhões (35,2% da população americana) estão plenamente vacinadas.

A Índia aplicou 2,447 milhões de vacinas na terça-feira, chegando a um total de 175,2 milhões doses. No Reino Unido, foram mais de 54 milhões e 54,9 milhões no Brasil, onde 36,5 milhões receberam a primeira dose e 18,4 milhões (8,64% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

segunda-feira, 10 de maio de 2021

Reino Unido tem primeiro dia sem morte por covid-19 desde julho

Pela primeira vez desde julho do ano passado, o Reino Unido não teve nenhuma morte atribuída à doença do coronavírus de 2019. A média diária de casos novos nas últimas duas semanas foi de 14 para cada 100 mil habitantes. Foi o primeiro país a iniciar a imunização com uma vacina aprovada de acordo com as regras da ciência. Percentualmente, é o mais avançado dos países ricos na vacinação. 

Os Estados Unidos, onde mais de um terço da população está plenamente vacinada, registraram 238 mortes por covid-19 no domingo, o menor número desde 20 de março. Neste segunda-feira, foram notificados 36.126 casos novos, a menor quantidade desde junho de 2020. O país tem agora 32.743.300 casos confirmados e 582.150 mortes

No mundo, os números de contágio e mortes se estabilizaram em níveis elevados e inaceitáveis, alertou nesta segunda-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS). Houve mais de 5,4 milhões de casos novos e quase 90 mil mortes na semana passada.

O total de casos confirmados está em 158.616.717 e o de mortes em 3.299.694. Cerca de 137 milhões de pacientes sobreviveram, 18,2 milhões apresentam sintomas leves e 106.525 estão em estado grave.

Com mais 1.018 mortes e 31.811 casos novos, o Brasil soma agora 15.214.030 casos confirmados e 423.426 óbitos. A média diária de mortes nos últimos sete dias baixou para 2.087, com queda de 13% em duas semanas. Está acima de 2 mil há 55 dias e acima de mil há 110 dias. 

Só um estado, Roraima, apresenta tendência de alta nas mortes. A média diária de casos novos está em 60.371, com alta de 7% em duas semanas. Ambas mostram tendência de estabilidade em níveis elevados.

A Índia, atual centro da pandemia, registrou mais 329.942 casos e 3.876 mortes nesta segunda-feira. O total de casos confirmados chegou a 22.992.517 e o de mortes a 249.992.

Mais de 1,341 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, das quais 330 milhões na China e 268,3 milhões nos EUA, onde 152,8 milhões receberam a primeira dose e 115,5 milhões (34,8% da população americana) estão plenamente vacinados. 

Na Índia, foram aplicadas 172,7 milhões de doses, 54 milhões no Reino Unido e 53,9 milhões no Brasil, onde 35,9 milhões receberam a primeira dose e 18 milhões (8,45% da população brasileira) receberam as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

domingo, 9 de maio de 2021

Brasil tem média de mortes acima de 2 mil há 54 dias

 Com mais 934 mortes e 31.591 casos novos notificados neste domingo, o Brasil chegou a 15.182.219 casos confirmados e 422.418 mortes pela doença do coronavírus de 2019. A média diária de mortes dos últimos sete dias baixou para 2.092, com queda de 15% em duas semanas. É a menor desde 17 de março, quando estava em 2.031, mas está acima de 2 mil há 54 dias e de mil há 109 dias. A média diária de casos novos está em 61.177, com alta de 9% em duas semanas.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados está em 158.337.422, com cerca de 3,3 milhões de mortes. Mais de 135,5 milhões de pacientes sobreviveram, cerca de 19,1 milhões apresentam sintomas leves e 107,6 estão em estado grave.

Principal centro da pandemia no momento, a Índia registrou mais 366.161 casos novos no domingo e 3.754 mortes, depois de registrar mais de 400 mil contágios nos últimos 4 dias e 4 mil mortes nos últimos dois dias. É uma esperança de que a segunda onda de contaminação tenha passado do pico.

Os Estados Unidos mostram uma forte queda no contágio com o avanço da vacinação. Neste domingo, foram registrados 41.012 casos novos, com redução de 30% em duas semanas, e 667 mortes, 6% menos do que duas semanas atrás. Os pacientes hospitalizados são 39.072, com queda de 13% no mesmo período. Mas há o temor de uma nova onda com a queda do ritmo de vacinação de mais de 3 milhões por dia para cerca de 2 milhões, a primavera e a fadiga com as medidas de proteção.

Mais de 1,321 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas no mundo, das quais 325 milhões na China, 266,4 milhões nos EUA, onde 152,1 milhões tomaram a primeira dose e 114,3 milhões (34,5% da população americana). A meta do presidente Joe Biden é vacinar 70% da população adulta até 4 de julho, Dia da Independência.

Na Índia, foram aplicadas 170 milhões de doses, mais de 53 milhões no Reino Unido e 53 milhões no Brasil, onde 35,3 milhões de pessoas receberam a primeira dose e 17,7 milhões (8,3% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização.

China forneceu mais da metade das vacinas aplicadas na América Latina

Mais da metade das cerca de 150 milhões de doses de vacinas contra a doença do coronavírus de 2019 inoculadas até agora nos 10 países mais populosos da América Latina veio da China, aponta um levantamento do jornal britânico Financial Times. Foram mais de 77 milhões de doses prontas ou o princípio ativo para fabricação. Os laboratórios Pfizer-BioNTech e AstraZeneca forneceram 59 milhões de doses e o Instituto Gamaleya, da Rússia, apenas 8,7 milhões de doses, a maioria para a Argentina.

"Isto espelha uma tendência global. Estamos vendo cada vez mais uma dominância da China como potência na saúde", comentou a pesquisadora Clare Wenham, professora assistente de saúde pública global na London School of Economics.

A China faz uma diplomacia de vacinas em países em desenvolvimento. Nesta semana, o Instituto Butantan pode ficar em o princípio ativo para fabricar a vacina chinesa CoronaVac. As acusações do presidente Jair Bolsonaro, que sugeriu na semana passada que o coronavírus pode ter sido criado dentro de uma guerra biológica da China pela supremacia mundial, não ajudam. Foram alvo de reclamações do diretor do Butantan, Dimas Covas.

O Paraguai, que não mantém relações diplomáticas com a China porque reconhece Taiwan, que o regime comunista chinês considera uma província rebelde, fez um apelo aos Estados Unidos, assim como o presidente da República Dominicana, Luis Abinader, que pediu ajuda ao governo Joe Biden.

Como não vai usar as 60 milhões de doses que comprou da vacina da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca, Biden prometeu vender ou permutar estas vacinas nos próximos dois meses. Quatro milhões vão para os vizinhos Canadá e México, com que os EUA têm um acordo de livre comércio. No resto do mundo, a prioridade é a Índia, que enfrenta a pior onda de contaminação no momento.

Os países mais populosos do subcontinente latino-americano, Brasil, México, Colômbia e Argentina, foram duramente atingidos pela segunda onda de contágio. A região toda está atrasada n vacinação, com a exceção do Chile, um país de 19 milhões de habitantes que comprou vacinas com antecedência. Com 8% da população mundial, a América Latina tem 35% das mortes por covid-19.

Cuba inicia vacinação em massa nesta semana e promete imunizar os visitantes para reativar o setor de turismo, importante para a economia da ilha. Duas vacinas cubanas estão prontas: Abdala e Soberana 02. A meta é vacinar 70% da população cubana, de 11 milhões de habitantes, até o fim de agosto.

sábado, 8 de maio de 2021

Brasil ultrapassa 420 mil mortes na pandemia, 100 mil em São Paulo

Mais 2.091 mortes e 63.268 casos novos notificados hoje, o Brasil superou a marca de 420 mil mortes pela doença do coronavírus de 2019. Ao todo, soma 15.150.628 casos confirmados e 421.484 mortes.

 É o segundo país com mais mortes, depois dos Estados Unidos, o terceiro em casos confirmados, depois de EUA e Índia, e o 11º em mortes por habitante. O estado de São Paulo chegou a 100.649 mortes.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.131, 15% a menos do que duas semanas atrás. É a menor desde 18 de março. A média diária de contágios subiu 7% para 60.734.

No mundo, o total de casos confirmados está em 157.266.867, com 3.278.629 mortes. Mais de 135,5 milhões de pacientes sobreviveram. Pouco menos de 18,4 milhões apresentam sintomas leves e 107.603 estão em estado grave.

Atual centro da pandemia, com quase de 2,8 milhões de caos diagnosticados em uma semana, a Índia registrou neste sábado mais 403.738 casos e 4.187 mortes. Tem 900 mil doentes recebendo oxigênio, 500 mil em unidades de terapia intensiva e 170 em ventilação mecânica. O total de casos está em 22.296.414 e o de mortes em 242.362.

Nos EUA, centro da pandemia no início do ano, o contágio continua em declínio. Neste sábado, foram notificados 33.788 casos novos, uma queda de 29% em duas semanas. As mortes foram 6% menos: 607. O país registrou até agora 32.685.864 casos confirmados e 581.511 mortes.

Mais de 1,304 milhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, mais de 310 milhões na China, 265,7 milhões nos EUA, onde 151,3 milhões receberam a primeira dose e 112,6 milhões (34% da população americana) estão plenamente imunizados, 168 milhões na Índia, mais de 150 milhões na União Europeia, 53 milhões no Reino Unido e 52,9 milhões no Brasil, onde 35,2 milhões (16,5% da população brasileira) tomaram a primeira dose e 17,7 milhões receberam as duas doses necessárias à imunização.

Israel identificou 41 novos casos da variante indiana do coronavírus, inclusive quatro em pessoas vacinadas contra a covid-19.

O sequenciamento genômico de Israel descobriu que 24 dos infectados com a variante indiana, mais contagiada do que outras mutações, voltaram recentemente ao país Os outros 17 contraíram via transmissão comunitária, incluindo cinco estudantes. O Ministério da Saúde e o Comando da Frente Interna das Forças de Defesa de Israel estão realizando testes nas escolas onde as crianças estão matriculadas.

Vinte e uma das pessoas com teste positivo para a variante são estrangeiros. Na semana passada, Israel proibiu a entrada de turistas da Índia por causa de preocupações com a disseminação da variante e o severo aumento de casos por lá.

sexta-feira, 7 de maio de 2021

China não dá prazo para entregar insumos para vacinas ao Brasil

Depois de mais um ataque inconsequente do presidente Jair Bolsonaro, três ministros e representantes do Instituto Butantan e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fizeram hoje uma reunião virtual com o embaixador chinês no Brasil para tentar contornar a situação. Mas a China, principal fornecedora do princípio ativo para a fabricação de vacinas no Brasil não quis se comprometer com prazos, noticiou o jornal O Globo.

Em uma tentativa de desviar a atenção da comissão parlamentar de inquérito do Senado sobre sua irresponsabilidade na pandemia, Bolsonaro sugeriu que o coronavírus foi fabricado dentro de uma guerra biológica da China para dominar o mundo. Como prova da alegação absurda, lembrou que a China foi a única das grandes economias do mundo a crescer em 2020.

Não é a primeira vez que Bolsonaro e seus filhos atacam a China e a responsabilizam pela pandemia. O país faz uma "diplomacia de vacinas" para melhorar a imagem internacional, abalada por ter sido a origem da doença do coronavírus de 2019. Já vendeu ou doou vacinas para mais de 100 países, priorizando as "nações amigas".

Durante a reunião com os ministros da Economia, Paulo Guedes, das Relações Exteriores, Carlos França, e da Saúde, Marcelo Queiroga, da Fiocruz e do Butantan, o embaixador chinês alegou que há uma grande demanda internacional e que a China precisa imunizar sua população de 1,4 bilhão de habitantes.

Nesta sexta-feira, foram notificadas 2.217 mortes e 78.337 casos novos de covid-19.  O país soma agora 15.087.360 casos confirmados e 419.393 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.158, com queda de 15% em duas semanas. É a menor desde 18 de março. A média diária de contágios ficou em 60.200, 3% acima de duas semanas atrás.

A Índia bateu seu próprio recorde de mortes (4.187) e registrou mais 401.078 casos novos. Há três dias, notifica mais de 400 mil contágios por dia. Em uma semana, foram 2.727.707 diagnósticos positivos. Os estados de Madhya Pradesh e Tamil Nadu anunciaram confinamento até 15 de maio. O líder da oposição Rahul Gandhi, apelou ao primeiro-ministro fundamentalista hindu Narendra Modi para que imponha um confinamento nacional rigoroso.

No mundo, já são 156.494.912 casos confirmados e 3.265.524 mortes. Mais 134,5 milhões de pacientes sobreviveram, cerca de 18,7 milhões apresentam casos leves e 108.394 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados está em 2%.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos (32.651.025) e de mortes (580.886). Nesta sexta-feira, o país registrou mais 47.608 casos, com queda de 27% em duas semanas, e 812, 3% abaixo da média de duas semanas atrás. As hospitalizações caíram 14% em duas semanas.

Mais de 1,26 bilhão de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo mais de 300 milhões na China, 261,3 milhões nos EUA, onde 150,4 milhões tomaram a primeira dose e 110,9 milhões (33,45% da população americana) estão plenamente vacinados. 

Na Índia, foram aplicadas 167 milhões de doses, mais de 53 milhões no Reino Unido e 52,5 milhões no Brasil, onde 34,9 milhões receberam a primeira dose e pouco menos de 17,6 milhões (8,26% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Brasil ultrapassa a marca de 15 milhões de casos por covid-19

Com mais de 2.531 mortes e 72.559 casos notificados nesta quinta-feira, o Brasil chegou a 15.009.023 casos confirmados e 417.176 óbitos. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.251, com baixa de 10% em duas semanas. É a menor desde 20 de março. A média de casos ficou em 59.448, 3% a menos do que duas semanas atrás. Ambas mostram tendência de estabilidade. Dois estados, Ceará e Paraná, apresentam tendência de alta nas mortes.

Entre os países com mais de 100 milhões de habitantes, o Brasil tem o maior número relativo de mortes por pessoa pela doença do coronavírus de 2019. Considerando todos, é o 11º. Na frente, há dois países ricos, Bélgica e Itália. Os outros são da Europa Oriental: Hungria, República Tcheca, Bósnia-Herzegovina, Bulgária, Montenegro, Macedônia do Norte, Eslováquia e Eslovênia. 

A União Europeia admitiu suspender temporariamente as patentes de vacinas contra a covid-19, apoiando o anúncio feito ontem pelos Estados Unidos. Sem vacinar o mundo inteiro, há o risco de que novas variantes perigosas resistam às vacinas existentes e causem novas ondas de contaminação. A questão será discutida na Organização Mundial do Comércio (OMC), que exige consenso. Por enquanto, a Alemanha é contra.

Nas últimas 24 horas, a Índia bateu mais um recorde mundial de casos novos num dia. Foram 414.188 e 3.915 mortes. A Índia soma agora 21.491.598 casos confirmados e 234.083 mortes; 17.612.351 pacientes sobreviveram. O número de casos ativos está em 3.645.164.

Mais um país resolveu ajuda a Índia. É um contraste com o Brasil, que era o principal foco da pandemia antes da Índia, mas não recebeu ofertas de ajuda internacional. Desta vez, foi a Polônia, que enviou 100 concentradores de oxigênio. 

Para complicar a epidemia na Índia, os médicos descobriram um fungo preto nos pacientes de covid-19. A infecção causada por este fungo, conhecida como mucormicose, pode causar cegueira, destruir a cartilagem do nariz e atingir o cérebro. Mais uma prova de que não se trata de uma "gripezinha". O fungo preto pode ser resultado do uso de esteroides para combater a covid-19.

O total de casos confirmados no mundo passa de 156,118 milhões, com 3.257.754 mortes. Mais de 133 milhões de doentes sobreviveram, mais de 19,7 milhões apresentam sintomas leves e 111.022 estão em estado grave.

Nos Estados Unidos, houve mais 45.081 casos novos, 27% a menos do que duas semanas atrás, e 693 mortes, com queda de 3% em duas semanas. As hospitalizações diminuíram 13%. Depois de um mês de estagnação, o contágio volta a cair. É o menor em sete meses, graças ao avanço da vacinação, que está diminuindo de ritmo porque muita gente não quer se vacinar. 

Vários estímulos estão sendo oferecidos em alguns lugares, como US$ 100 para se vacinar, US$ 50 para quem levar alguém para ser vacinado, vales de compras, ingressos para espetáculos esportivos, um chope e até cigarros de maconha. A droga está liderada para uso recreativo em 18 estados americanos e no Distrito de Colúmbia.

Mais de 1,25 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora, sendo 295 milhões na China, 258,4 milhões nos EUA, onde 149,5 milhões tomaram a primeira dose e 108,9 milhões (32,85% da população americana) estão plenamente vacinados.

Foram inoculadas cerca de 165 milhões de doses na Índia, mais de 52 milhões no Reino Unido e mais de 51,5 milhões no Brasil, onde 34,22 milhões tomaram a primeira dose e 17,335 milhões (8,14% da população britânica) as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

quarta-feira, 5 de maio de 2021

EUA apoiam suspensão de patentes de vacinas

Numa mudança surpreendente, os Estados Unidos anunciaram hoje que vão apoiar a quebra de patentes de vacinas contra a doença do coronavírus de 2019 para acelerar a fabricação e permitir assim o controle da pandemia no mundo inteiro.

"Esta é uma crise global e circunstâncias extraordinárias exigem medidas extraordinárias", declarou a representante comercial dos EUA, Katherine Tai, "Vamos participar ativamente das negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) para que isto aconteça."

Desde o fim do ano passado, um grupo de mais de 110 países em desenvolvimento liderados pela Índia e a África do Sul pressionam na OMC para que o direito de propriedade intelectual seja suspenso. Os EUA, a União Europeia e o Reino Unido vetaram a proposta. O governo Jair Bolsonaro ficou ao lado dos países ricos. 

As companhias farmacêuticas protestaram alegando que "a medida sem precedentes vai minar a resposta global e comprometer a seguranças. Suas ações caíram nas bolsas de valores.

Nesta quarta-feira, foram notificados no Brasil mais 2.791 mortes e 75.652 casos confirmados de covid-19. O país soma 14.936.464 casos confirmados e 414.645 óbitos na pandemia. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.329, com queda de 8% em duas semanas. Esta média cai há cinco dias, mas está acima de 2 mil mortes por dia há 50 dias. A média de casos novos está em 58.951.

A Índia registrou um novo recorde mundial de 412.262 diagnósticos positivos e um recorde nacional de 3.980 mortes por dia. O governo indiano admite que uma terceira onda de contaminação será inevitável depois que a atual for controlada. A Índia soma 21.977.410 casos confirmados e 239.168 mortes. Há 15 dias, o país tem mais de 300 mil casos novos por dia. Desde 28 de abril, há mais de 3 mil mortes por dia.

No mundo, já são 154.788.122 casos confirmados e 3.237.808 mortes. Mais de 133 milhões de pacientes sobreviveram, 18,44 milhões apresentam sintomas leves e 111.192 estão em estado grave.

Nos EUA, nesta quarta-feira, houve mais 45.085 casos novos, com queda de 26% em duas semanas, e 701 mortes. A média de casos novos, 46.603, é a menor em 7 meses, desde 6 de outubro. Mas a redução no ritmo de vacinação preocupa.

Cerca de 1,23 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas no mundo, sendo 290 milhões na China e 255,9 milhões nos EUA, onde 148,6 milhões tomaram a primeira dose e 107,3 milhões (32,4% da população americana) estão plenamente vacinados.

Na Índia, foram administradas 162,5 milhões de doses, 52 milhões no Reino Unido e 50,4 milhões no Brasil, onde 33,4 milhões receberam a primeira dose e 17 milhões (pouco menos de 8% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

terça-feira, 4 de maio de 2021

Brasil volta a registrar 3 mil óbitos em dia de morte de ídolo nacional

Em mais um dia desta tragédia sem fim, morreram mais 3.025 pessoas e foram notificados mais 69.378 casos da doença do coronavírus no Brasil nesta terça-feira. O país chora a morte do bom humor, do ator Paulo Gustavo, de apenas 42 anos, para lembrar que a covid-19 não poupa ninguém. Não mata só os velhos e quem tenha doenças preexistentes.

O total de mortes chegou a 441.854 e o de casos confirmados a 14.860.812. A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou em 2.361, com queda de 15% em duas semanas. A média diária de contágios está em 59.182, 7% a menos do que duas semanas atrás.

Só hoje morreu no Brasil de covid-19 mais gente do que 20 vezes o número de mortes daquele acidente com avião da TAM no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, que chocou o país em julho de 2007. Com a pandemia, a tragédia cotidiana foi generalizada, banalizada.

Atual centro da pandemia, a Índia notificou mais 382.315 casos novos e 3.870 mortes. O total de casos confirmados está em 20.665.148 e e de óbitos em 226.188. Há duas semanas, são mais de 300 mil diagnósticos positivos por dia. Um economista do governo fundamentalista hindu previu que esta segunda onda de contaminação deve atingir o pico em 7 de maio.

No mundo, são quase 154.363. 305 casos confirmados e 3.227.699 mortes. Mais de 132 milhões de pacientes sobreviveram, mais de 18,6 milhões apresentam sintomas leves e 111.074 estão em estado grave.

Os Estados Unidos registraram mais de 48 mil casos novos, com queda de 26% em duas semanas, e 720 mortes, 2% a menos do que duas semanas atrás; 40.852 pessoas estão hospitalizadas no país, onde a vacinação já apresenta resultados. O país tem o maior número de casos confirmados (32.512.588) e de mortes (578.481).

Cerca de 1,2 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 285 milhões na China; 254,1 milhões nos EUA, onde 147,9 milhões receberam a primeira dose e 106,2 milhões (32% da população americana) estão plenamente vacinados; 160,5 milhões de doses na Índia; mais de 150 milhões na União Europeia; 51 milhões no Reino Unido; e 49,6 milhões no Brasil, onde 32,9 milhões de pessoas tomaram a primeira dose e 16,7 milhões (7,84% da população brasileira) as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

segunda-feira, 3 de maio de 2021

Número de mortes por covid-19 no Brasil é o menor desde 7 de março

 O Brasil registrou hoje 1.054 mortes e 37.451 casos novos da doença do coronavírus de 2019. É o menor número de óbitos desde 7 de março. O país soma agora 14.791.434 diagnósticos positivos e 408.829 mortes. Um estado, Pernambuco, apresenta tendência de alta nas mortes.

A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.375, com queda de 16% em duas semanas, o que indica tendência de queda. É a menor desde 25 de março, quando estava em 2.276. Há 103 dias está acima de mil e há 48 dias acima de 2 mil. A média de casos ficou em 60.140, 6% a menos do que duas semanas atrás, com tenência de estabilidade.

A Índia ultrapassou o México. É o terceiro país em número absoluto de mortes, atrás dos Estados Unidos e do Brasil. Há 13 dias, registra mais de 300 mil contágios. Com mais 357.229 casos novos e 3.449 mortes notificadas nesta segunda-feira, teve até agora 20.282.833 casos confirmados e 222.408 mortes. O sistema de saúde está à beira do colapso, com falta de leitos de unidades de terapia intensiva e de oxigênio.

No mundo inteiro, já são 153.188.569 casos confirmados e 3,21 milhões de mortes. Mais de 131 milhões de pacientes sobreviveram, pouco menos de 19 milhões de pessoas apresentam sintomas leves e 111.437 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados ficou em 2%.

Os EUA têm mais casos confirmados (32.470.817) e mais mortes (577.500). Nesta segunda-feira, foram mais 49.641 casos novos, 26% a menos do que duas semanas atrás, e 731 mortes, 3% a menos do que duas semanas atrás; 41.526 pessoas estão hospitalizadas, 10% a menos do que duas semanas atrás.

Mais de 1,18 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas do mundo até agora, sendo 280 milhões na China; 253 milhões nos EUA, onde 147,5 milhões receberam a primeira dose e 105,5 milhões (31,8% da população americana) estão plenamente vacinados; cerca de 158 milhões na Índia; 153 milhões na União Europeia; mais de 50 milhões no Reino Unido; e 48,6 milhões no Brasil, onde 32,3 milhões tomaram a primeira dose e 16,3 milhões (7,65% da população brasileira) receberam as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário:

domingo, 2 de maio de 2021

Média de mortes volta a apresentar tendência de queda

 Mais 1.210 mortes e 28.493 casos novos da doença do coronavírus notificados neste domingo, o Brasil soma 14.753.983 casos confirmados e 407.775 mortes. A média diária de mortes dos últimos sete dias baixou para 2.407, com queda de 16% em duas semanas, o que indica tendência de baixa.  A média diária de diagnósticos positivos está em 59.224, 9% a menos do que duas semanas atrás.

Num apelo ao primeiro-ministro fundamentalista hindu Narendra Modi, o presidente da Confederação da Indústria da Índia, Uday Kotak, pediu "medidas de resposta máxima do mais alto nível para cortar as linhas de transmissão".

Há 12 dias, a Índia registra mais de 300 mil casos novos por dia. É o centro da pandemia. Ontem, bateu um recorde nacional de 3.689 mortes. Hoje, foram notificados 368.147 casos novos e 3.436 mortes, elevando o total para 19.919.715 casos confirmados e 218.959 óbitos.

A explosão de casos na Índia levou a um novo aumento do contágio no mundo, com média superior a 800 mil casos novos por dia há mais de uma semana.

No mundo inteiro, já são 152.475.547 casos confirmados e 3.198.397 mortes. Mais de 130,5 milhões pacientes sobreviveram, cerca de 28,66 milhões apresentam sintomas leves e 111.780 estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados está em 2%.

Os Estados Unidos têm o maior número de casos confirmados (32.420.918) e de mortes (557.041), mas registram neste domingo queda de 27% nos casos novos (49,266), de 8% nas mortes (694) e de 7% nas hospitalizações (42.752). 

Em número de mortes por 1 milhão de habitantes, os piores países são a Hungria (2.844), a República Tcheca (2.736) e a Bósnia-Herzegovina (2.620). O Brasil está em 11º lugar, com 1.907 mortes, excluindo São Marinho, um micropaís, e o território britânico de Gibraltar, pouco relevantes estatisticamente.

O Reino Unido, que o Brasil ultrapassou em mortes por habitante, registrou 1.671 casos novos e 14 mortes hoje. A Itália, que está logo à frente do Brasil com 2007 mortes por milhão de habitantes, teve uma queda de 12.965 para 9.148 casos neste domingo e 144 mortes.

Mais de 1,161 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora, sendo 251,8 milhões nos EUA, onde 147 milhões receberam a primeira dose e 104,8 milhões (31,6% da população americana) estão plenamente vacinados.

A China é o país que mais vacinou: mais de 275 milhões de doses. Na Índia, foram aplicadas 157 milhões de doses, 150 milhões na União Europeia, mais de 50 milhões no Reino Unido e 47,74 milhões no Brasil, onde 31,87 milhões tomaram a primeira dose e 15,87 milhões (7,45% da população brasileira) as duas doses necessárias à imunização.

O Brasil recebeu, neste sábado e domingo, pouco menos de 4 milhões de doses de vacinas do laboratório AstraZenca, enviadas pelo consórcio Covax, coordenado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

sábado, 1 de maio de 2021

Brasil passa Reino Unido e é 11º em mortes por habitante

 Com um longo confinamento e a vacinação adiantada no Reino Unido, e a segunda onda de contaminação no Brasil, o país é agora o 11º do mundo em mortes por habitante pela doença do coronavírus de 2019. Entre os país ricos, só a Bélgica e a Itália, com populações muito mais idosas, estão à frente do Brasil.

Neste sábado, o Brasil registrou mais 2.278 mortes e 59.528 casos novos da doença do coronavírus de 2019, elevando o número de casos confirmados para 14.725.940 e o de mortes para 406.565. A média diária de mortes dos últimos sete dias caiu para 2.422, com queda de 16% em duas semana, o que indica tendência de queda. A média diária de diagnósticos positivos ficou em 59.725, 9% a menos do que duas semanas atrás.

A Índia, atual centro da pandemia, bateu novo recorde de mortes num dia (3.689). O número de casos novos caiu um pouco para 392.488. Há 11 dias, está acima de 300 mil por dia. Na capital, Nova Déli, pelo menos oito pessoas morreram por falta de oxigênio num hospital. O número de casos confirmados na Índia está em 19.549.656 e o de mortes em 215.523.

No mundo, já são 152.199.538 casos confirmados e 3.192.613 mortes. Cerca de 130 milhões de pacientes sobreviveram, quase 18,9 milhões apresentam sintomas leves e 111.967 estão em estado grave. Os Estados Unidos têm o maior número de casos (32.392.392) e de mortes (576.722).

Cerca de 1,15 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 249,6 nos Estados Unidos, onde 146,2 milhões receberam a primeira dose e 103,4 milhões (44,1% da população americana) estão plenamente vacinados.

A China aplicou 275 milhões de doses. Na Índia, foram mais de 156 milhões, mais de 147 milhões na União Europeia, mais de 50 milhões no Reino Unido e 47,6 milhões no Brasil, onde 31,8 milhões tomaram a primeira dose e 15,8 milhões (7,42% da população brasileira) tomaram as duas doses necessárias à imunização. 

Enquanto a vacinação está suspensa em vários estados por falta de doses mesmo para quem já recebeu a primeira, três projetos de desenvolvimento de uma vacina brasileiro estão ameaçados porque o presidente Jair Bolsonaro vetou uma verba de R$ 200 milhões.

sexta-feira, 30 de abril de 2021

Abril termina com recorde de mais de 82 mil mortes de covid-19 no Brasil

 O Brasil registrou hoje mais 2.870 mortes e 73.019 casos novos da doença do coronavírus de 2019. Abril, o mês mais letal, termina com mais um triste recorde: 82.401 mortes. O total de casos confirmados chegou a 14.665.952 e o de óbitos a 404.287.

A média diária de mortes dos últimos sete dias ficou inalterada em 2.523, com queda de 13% em duas semanas. Está acima de 2 mil há 45 dias e acima de mil há 100 dias, período em que aconteceu a metade das mortes. A média diária de diagnósticos positivos está em 61.122, 6% a menos do que duas semanas atrás.

Pela nona vez em dez dias, a Índia bateu o recorde mundial de casos novos, ultrapassando pela primeira vez a marca de 400 mil. Foram notificados 401.993 contágios e 3.523 mortes nesta sexta-feira. A taxa de positividade na capital, Nova Déli, subiu para 32,69% das pessoas testadas.  O total de casos confirmados na Índia subiu para 19.164.969, com 211.853 mortes.

Com o aumento exponencial do contágio na Índia, o número de casos novos num dia no mundo bateu o recorde na quinta-feira, com 904.626. No mesmo dia, houve 15.296 mortes. O total de casos confirmados no mundo chegou a 151 milhões e as mortes a 3.176.404. Cerca de 129 milhões de pessoas sobreviveram, 18,7 milhões apresentam sintomas leves e 111.472 estão em estado grave.

Os Estados Unidos, onde a vacinação já dá resultados, registraram nesta sexta-feira 50.698 diagnósticos, com queda de 28% em duas semanas, e 695 mortes, 7% a menos do que duas semanas atrás. Pouco menos de 43 mil pessoas estão hospitalizadas com covid-19 e 1.364.525 foram testadas ontem.

Mais de 1,131 bilhão de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, das quais 246,3 milhões nos EUA, onde 144,9 milhões receberam a primeira dose e 101,4 milhões (30,6% da população americana) estão plenamente imunizados.

A China está na frente, com 262 milhões de doses inoculadas. Depois dos EUA, vem a Índia, com 155 milhões de doses, seguida pela União Europeia com cerca de 143,5 milhões, o Reino Unido com mais de 50 milhões e o Brasil com 47,3 milhões, sendo que 31,67 milhões receberam a primeira dose e 15,68 milhões (7,36% da população brasileira) já tomaram as duas doses necessárias à imunização com as vacinas disponíveis no país.

Durante entrevista virtual com a Organização Mundial da Saúde, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, repetiu a promessa do general Eduardo Pazuello de vacinar toda a população adulta até o fim do ano. Ao mesmo tempo, pediu ajuda aos países ricos para o Brasil ter mais acesso a vacinas, num sinal de que não tem previsão de vacinas para cumprir a promessa. O ministro citou 100 milhões de doses da vacina da Pfizer-BioNTech que ainda não estão compradas. Meu comentário:

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Brasil passa de 400 mil mortes pandemia com mais 100 mil em 36 dias

Com mais 3.074 mortes e  69.079 casos novos da doença do coronavírus de 2019 notificados hoje e 100 mil óbitos nos últimos 36 dias, o Brasil chegou a 401.417 óbitos e 14.590.670 casos confirmados na pandemia. É o segundo país a ultrapassar a marca de 400 mil mortes, depois dos Estados Unidos.

 O médico e professor Júlio Croda, da Fundação Oswaldo Cruz, prevê que o total atinja 500 mil mortes em junho. E o Dr. Miguel Nicolelis, professor da Universidade Duke, nos EUA, adverte para o risco de uma terceira onda.

Depois de cinco dias de queda, a média diária de mortes dos últimos sete dias subiu para 2.523, com queda de 12% em duas semanas, o que indica estabilidade. Há 99 dias, está acima de mil. Há 44 dias, acima de 2 mil. Um estado, Pernambuco, apresenta alta na média de mortes.

A média diária de diagnósticos nos últimos sete dias está em 60.107, com queda de 8% em duas semanas e tendência de estabilidade.

O Brasil tem 2,7% da população mundial e 12,7% das mortes de covid-19. As mutações do vírus, e a retomada das atividades econômicas antes de uma queda forte e sustentada em casos, mortes e hospitalizações, aumentam o risco de novo agravamento da pandemia com uma terceira onda de contaminação.

Pela oitava vez em nove dias, a Índia bateu novo recorde mundial de casos novos por dia, mais de 386.452, e registrou mais 3.498 mortes. A situação é caótica e vacinar mais de 900 milhões de adultos vai levar muito tempo. Até agora, a Índia notificou 18.762.976 casos confirmados e 208.330 mortes. Os casos ativos da doença passam de 3 milhões 170 mil.

No mundo inteiro, já são 150.530.783 casos confirmados e 3.165.978 mortes. Mais de 128 milhões de pacientes se recuperaram, mais de 19 milhões apresentam sintomas leves e 111.791 estão em estado grave. A mortalidade dos casos encerrados está em 2%.

Os Estados Unidos registraram nesta quinta-feira mais 58.528 casos novos, com queda de 27% em duas semanas, e 879 mortes, menos 7% do que duas semanas atrás. Somam até agora 32.288.904 casos confirmados e 575.193 mortes. O contágio está caindo em Michigan, Illinois e Minnesota, no Alto Meio-Oeste, a região mais afetada recentemente.

Mais de 1,115 bilhões de doses de vacinas foram aplicadas até agora no mundo, sendo 243,5 milhões nos EUA, onde 143,8 milhões receberam a primeira dose e 99,7 milhões (30,1% da população americana) estão plenamente vacinados.

A China ultrapassou os EUA. Já inoculou 250 milhões de doses; a Índia, 153 milhões; a União Europeia, mais de 142 milhões; o Reino Unido, mais de 50 milhões; e o Brasil, 46,3 milhões. Mais de 31,2 milhões tomaram a primeira dose e 15,1 milhões (7,1% da população brasileira) as duas doses necessárias à imunização. Meu comentário: