O primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, acaba de confirmar que os destroços de um avião encontrados na Ilha da Reunião, uma colônia francesa no Oceano Índico, era parte do Boeing 777 da companhia aérea Malaysia Airlines desaparecido em março de 2014 quando fazia o voo MH370 de Kuala Lumpur, a capital malasiana, para Beijim, a capital da China.
Todas as 239 pessoas a bordo morreram. O avião sumiu quando deveria entrar no espaço aéreo do Vietnã, no Mar da China Meridicional. Deu meia-volta e seguiu em direção ao Oceano Índico, onde se supõe que tenha voado até mergulhar no mar a leste da costa da Austrália.
A maior suspeita é de uma ação deliberada do piloto, talvez movido por fundamentalismo religioso.
"Agora, temos prova de que o voo MH370 terminou tragicamente no Oceano Índico", declarou o primeiro-ministro.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 5 de agosto de 2015
domingo, 4 de maio de 2014
Malásia prende suspeitos de terrorismo por voo MH370
Onze suspeitos de pertencer a um novo grupo extremista muçulmano ligado à rede terrorista Al Caeda foram presos na semana passada em Kuala Lumpur e no estado de Kedá, na Malásia, foram interrogados sobre o desaparecimento do voo MH370, da Malaysia Airlines, em 8 de março de 2014, com 239 pessoas a bordo. Nenhum sinal do avião foi encontrado até agora.
Os presos têm entre 22 e 55 anos. Incluem estudantes, trabalhadores sem vínculos empregatício, uma jovem viúva e profissionais universitários. Fazem parte de um novo grupo considerado extremamente violento, noticiou o jornal International Business Times.
"A possibilidade de que o avião tenha sido desviado por militantes está no topo da lista" de hipóteses sobre o desaparecimento, "e os investigadores internacionais pediram um amplo relatório sobre este novo grupo terrorista", disse um oficial da Divisão Antiterrorismo das Forças Especiais da Malásia.
Quando o Boeing 777 sumiu, ia de Kuala Lumpur para Beijim, na China. As primeiras buscas foram realizadas no Golfo da Tailândia e no Mar da China Meridional. Depois, os investigadores concluíram que o avião teria saído da rota.
Um jornal russo chegou a noticiar que tinha sido sequestrado e desviado para o Afeganistão, mas seria difícil fazer isso sem ser detectado por radares militares mesmo com os equipamentos de comunicação de bordo desligados.
A procura passou então para o Sul do Oceano Índico, a oeste da costa da Austrália. No momento, só estão sendo feitas buscas com equipamentos submarinos. A expectativa é de algum resultado dentro de 12 meses.
Os presos têm entre 22 e 55 anos. Incluem estudantes, trabalhadores sem vínculos empregatício, uma jovem viúva e profissionais universitários. Fazem parte de um novo grupo considerado extremamente violento, noticiou o jornal International Business Times.
"A possibilidade de que o avião tenha sido desviado por militantes está no topo da lista" de hipóteses sobre o desaparecimento, "e os investigadores internacionais pediram um amplo relatório sobre este novo grupo terrorista", disse um oficial da Divisão Antiterrorismo das Forças Especiais da Malásia.
Quando o Boeing 777 sumiu, ia de Kuala Lumpur para Beijim, na China. As primeiras buscas foram realizadas no Golfo da Tailândia e no Mar da China Meridional. Depois, os investigadores concluíram que o avião teria saído da rota.
Um jornal russo chegou a noticiar que tinha sido sequestrado e desviado para o Afeganistão, mas seria difícil fazer isso sem ser detectado por radares militares mesmo com os equipamentos de comunicação de bordo desligados.
A procura passou então para o Sul do Oceano Índico, a oeste da costa da Austrália. No momento, só estão sendo feitas buscas com equipamentos submarinos. A expectativa é de algum resultado dentro de 12 meses.
domingo, 13 de abril de 2014
Boeing da Malásia foi pilotado como avião caça
O Boeing 777 do voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido desde 8 de março de 2014 com 239 pessoas a bordo, foi pilotado como um avião de caça. Para não ser detectado pelos radares, subiu até perto de 14 mil metros de altitude e depois voou em alta velocidade a apenas 1,5 mil metros do solo, informaram investigadores malasianos citados anonimamente pelo jornal inglês The Sunday Times.
A alegação alimenta a hipótese de que o avião tenha sido desviado da rota Kuala Lumpur-Beijim por alguém da tripulação, com capacidade técnica para controlar a aeronave, informou o jornal International Business Times.
Como o jornal local New Straits Times noticiou que o copiloto, Farik Abdul Hamid, tentou usar o telefone celular depois que o Boeing foi desviado da rota. Uma das possibilidades é que o piloto Zaharie Ahmad Shah tenha se trancado na cabine depois de uma saída do copiloto, que então teria tentado avisar as autoridades.
A alegação alimenta a hipótese de que o avião tenha sido desviado da rota Kuala Lumpur-Beijim por alguém da tripulação, com capacidade técnica para controlar a aeronave, informou o jornal International Business Times.
Como o jornal local New Straits Times noticiou que o copiloto, Farik Abdul Hamid, tentou usar o telefone celular depois que o Boeing foi desviado da rota. Uma das possibilidades é que o piloto Zaharie Ahmad Shah tenha se trancado na cabine depois de uma saída do copiloto, que então teria tentado avisar as autoridades.
sábado, 12 de abril de 2014
Copiloto do voo MH370 teria tentado usar celular a bordo
O copiloto do voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido há mais de um mês com 329 pessoas a bordo, tentou usar o telefone celular depois que o Boeing 777 foi desviado da rota Kuala Lumpur-Beijim, suspeitam investigadores citados pelo jornal malasiano New Straits Times, informa a agência de notícias Reuters.
Uma torre de telefonia celular detectou uma tentativa de uso do celular de Farik Abdul Hamid quando o avião estava a cerca de 370 quilômetros a noroeste da costa oeste do estado de Penang, na Malásia. Por volta do mesmo horário, 2h15 de 8 de março de 2014, um radar militar malasiano captou o último sinal do Boeing no ar.
A confiabilidade da informação foi questionada pelo ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein: "Se isto aconteceu, deveríamos ter ficado sabendo antes."
Depois de escrutinar a vida dos 227 passageiros, os investidores acreditam que alguém da tripulação desviou o Boeing, que teria voado mais oito horas até mergulhar no Oceano Índico a cerca de mil km a oeste da costa oeste da Austrália.
Uma torre de telefonia celular detectou uma tentativa de uso do celular de Farik Abdul Hamid quando o avião estava a cerca de 370 quilômetros a noroeste da costa oeste do estado de Penang, na Malásia. Por volta do mesmo horário, 2h15 de 8 de março de 2014, um radar militar malasiano captou o último sinal do Boeing no ar.
A confiabilidade da informação foi questionada pelo ministro dos Transportes da Malásia, Hishammuddin Hussein: "Se isto aconteceu, deveríamos ter ficado sabendo antes."
Depois de escrutinar a vida dos 227 passageiros, os investidores acreditam que alguém da tripulação desviou o Boeing, que teria voado mais oito horas até mergulhar no Oceano Índico a cerca de mil km a oeste da costa oeste da Austrália.
sábado, 5 de abril de 2014
Navio chinês detecta sinal que pode ser do avião
Um navio de guerra da China que participa das buscas ao Boeing 777 da Malaysia Airlines no Oceano Índico captou sinais que podem ser da caixa-preta do avião desaparecido há quatro semanas quando ia de Kuala Lumpur, na Malásia, para Beijim, na China, com 239 pessoas a bordo.
A Força Aérea da China revelou ter visto destroços no mar que podem ser da aeronave numa nova área de busca a apenas mil quilômetros a oeste do noroeste da Austrália. Quando as buscas passaram para o Oceano Índico, a primeira área examinada ficava a 2,5 mil km a sudoeste de Perth, no sudoeste australiano.
A Força Aérea da China revelou ter visto destroços no mar que podem ser da aeronave numa nova área de busca a apenas mil quilômetros a oeste do noroeste da Austrália. Quando as buscas passaram para o Oceano Índico, a primeira área examinada ficava a 2,5 mil km a sudoeste de Perth, no sudoeste australiano.
sexta-feira, 28 de março de 2014
Investigador atribui sumiço do avião ao piloto
O piloto Zaharie Ahmad Shah está sendo considerado o único responsável pelo desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines com 239 pessoas a bordo há 20 dias, afirmou um investigador não identificado citado pelo jornal USA Today. Ele seria a única pessoas a bordo com conhecimento e experiência para deliberadamente desviar o Boeing 777 da rota Kuala Lumpur-Beijim.
No momento, os investigadores estão se concentrando na sua ex-mulher, Faizah Khan, parentes e amigos. Querem descobrir se ele enfrentava algum problema financeiro ou psicológico sério capaz de justificar um ato tresloucado.
A suspeita é que Shah tenha ligação com grupos extremistas. O copiloto Farik Abdul Hamid não teria experiência suficiente para desviar a aeronave.
Shah está sendo descrito como um "partidário fanático" do Partido Justiça Popular, liderado pelo ex-primeiro-ministro Anwar Ibrahim, o maior da oposição à Organização Nacional Malaia Unida (UMNO, do inglês), que governa a Malásia há 56 anos. O voo partiu no dia em que Ibrahim foi condenado a mais cinco anos de prisão por homossexualismo, acusações que seus seguidores denunciam como fraudulentas.
Ibrahim não é um extremista muçulmano. De 1993 a 1998, era o vice e considerado o provável sucessor do primeiro-ministro Mahathir Mohamed, o grande líder autoritário do desenvolvimento e modernização da Malásia.
Hoje cinco dos dez aviões que sobrevoaram a nova área de buscas, mil quilômetros ao norte de onde se procuravam destroços no Sul do Oceano Índico, observaram objetos coloridos. Nenhum foi recolhido do mar até agora.
No momento, os investigadores estão se concentrando na sua ex-mulher, Faizah Khan, parentes e amigos. Querem descobrir se ele enfrentava algum problema financeiro ou psicológico sério capaz de justificar um ato tresloucado.
A suspeita é que Shah tenha ligação com grupos extremistas. O copiloto Farik Abdul Hamid não teria experiência suficiente para desviar a aeronave.
Shah está sendo descrito como um "partidário fanático" do Partido Justiça Popular, liderado pelo ex-primeiro-ministro Anwar Ibrahim, o maior da oposição à Organização Nacional Malaia Unida (UMNO, do inglês), que governa a Malásia há 56 anos. O voo partiu no dia em que Ibrahim foi condenado a mais cinco anos de prisão por homossexualismo, acusações que seus seguidores denunciam como fraudulentas.
Ibrahim não é um extremista muçulmano. De 1993 a 1998, era o vice e considerado o provável sucessor do primeiro-ministro Mahathir Mohamed, o grande líder autoritário do desenvolvimento e modernização da Malásia.
Hoje cinco dos dez aviões que sobrevoaram a nova área de buscas, mil quilômetros ao norte de onde se procuravam destroços no Sul do Oceano Índico, observaram objetos coloridos. Nenhum foi recolhido do mar até agora.
quinta-feira, 27 de março de 2014
Satélite tailandês avista 300 objetos no Oceano Índico
Um satélite da Tailândia localizou 300 objetos boiando no Oceano Índico a 2,7 mil quilômetros a leste da cidade de Perth, na Austrália. Podem ser restos do Boeing 777 da companhia aérea Malaysia Airlines desaparecido há 19 dias, quando ia de Kuala Lumpur, na Malásia, para Beijim, na China, com 239 pessoas a bordo.
Os objetos têm até 15 metros de comprimento. "Não vamos nos atrever a afirmar que são destroços do avião", declarou um porta-voz tailandês.
Até agora, nenhum destroço do avião foi recolhido. O mau tempo obrigou a suspender as buscas nesta quinta-feira. A área de busca foi passou a ser algumas centenas de quilômetros ao norte.
A polícia federal dos Estados Unidos (FBI) não encontrou no simulador de voo recolhido na casa do piloto nenhum indício comprometedor.
Os objetos têm até 15 metros de comprimento. "Não vamos nos atrever a afirmar que são destroços do avião", declarou um porta-voz tailandês.
Até agora, nenhum destroço do avião foi recolhido. O mau tempo obrigou a suspender as buscas nesta quinta-feira. A área de busca foi passou a ser algumas centenas de quilômetros ao norte.
A polícia federal dos Estados Unidos (FBI) não encontrou no simulador de voo recolhido na casa do piloto nenhum indício comprometedor.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Imagens mostram 122 objetos que podem ser do avião
Novas imagens de satélites fornecidas pela França revelaram hoje 122 objetos no Oceano Índico que podem ser destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines desaparecido em 8 de março de 2014 quando ia de Kuala Lumpur, na Malásia, para Beijim, na China, com 239 pessoas a bordo, anunciou hoje o ministro da Defesa malasiano, Hichamudin Hussein.
As imagens foram feitas no domingo por um satélite francês da empresa Airbus Defence & Space. O ministro disse que um dos objetos tem cerca de 23 metros de cumprimentos. Eles flutuam a 2.557 quilômetros da costa da Austrália.
Com a melhora nas condições atmosféricas, as operações de busca foram retomadas nesta quarta-feira. A área de busca tem agora 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Navios de seis países estão participando. Os Estados Unidos mandaram um equipamento de última geração capaz de rastrear submarinos para tentar localizar os restos do avião no fundo do mar.
As imagens foram feitas no domingo por um satélite francês da empresa Airbus Defence & Space. O ministro disse que um dos objetos tem cerca de 23 metros de cumprimentos. Eles flutuam a 2.557 quilômetros da costa da Austrália.
Com a melhora nas condições atmosféricas, as operações de busca foram retomadas nesta quarta-feira. A área de busca tem agora 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Navios de seis países estão participando. Os Estados Unidos mandaram um equipamento de última geração capaz de rastrear submarinos para tentar localizar os restos do avião no fundo do mar.
segunda-feira, 24 de março de 2014
Governo da Malásia afirma que avião caiu no mar
Uma nova análise dos dados de satélites indica que o Boeing 777 que saiu da rota quando voava de Kuala Lumpur para Beijim em 8 de março de 2014 caiu no Oceano Índico e não há sobreviventes entre as 239 pessoas a bordo, declarou hoje o primeiro-ministro malasiano, Najib Razak.
Nos últimos dias, equipes de busca procuram localizar objetos vistos por satélites da Austrália, China e França que podem ser destroços do avião.
Hoje, 16 dias depois, a companhia aérea enviou esta mensagem aos parentes dos passageiros: "A Malaysia Airlines lamenta profundamente ter de presumir que o voo MH 370 foi perdido e que nenhuma das pessoas a bordo sobreviveu. Como você vai ouvir do primeiro-ministro da Malásia, temos de aceitar os indícios de que o avião caiu no Sul do Oceano Índico."
Nos últimos dias, equipes de busca procuram localizar objetos vistos por satélites da Austrália, China e França que podem ser destroços do avião.
Hoje, 16 dias depois, a companhia aérea enviou esta mensagem aos parentes dos passageiros: "A Malaysia Airlines lamenta profundamente ter de presumir que o voo MH 370 foi perdido e que nenhuma das pessoas a bordo sobreviveu. Como você vai ouvir do primeiro-ministro da Malásia, temos de aceitar os indícios de que o avião caiu no Sul do Oceano Índico."
Avião chinês observa objeto suspeito no Oceano Índico
Uma tripulação da Força Aérea da China enxergou "objetos suspeitos" no Oceano Índico que podem ser destroços do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido há 15 dias, quando ia da capital da Malásia, Kuala Lumpur, para a da China, Beijim, com 239 pessoas a bordo, informou a agência oficial de notícias Nova China.
É a primeira vez que algum objeto é visto a olho nu na busca pelo avião. A conferir, se é mesmo do Boeing.
Mais cedo, a França revelara que um de seus satélites também detectou imagens que podem ser do avião sumido.
O desaparecimento do voo MH370 é um desses mistérios que parecem impossíveis na era da informação. Alguém mudou a rota e desligou todos os equipamentos de comunicação de bordo do avião, não se sabe por quê.
A última especulação é que o avião poderia ter descido para baixa altitude, como indicam alguns radares, talvez por causa de um acidente capaz de prejudicar a pressurização da cabine e o fornecimento de oxigênio. Com todos os passageiros e tripulantes dormindo, em estado letárgico, o Boeing teria seguido em voo cego até acabar o combustível e mergulhar no Oceano Índico.
Se for confirmado que o Boeing desapareceu onde está sendo procurado, no Sul do Oceano Índico, seguia em direção à Antártida, onde não teria a menor condição de pousar.
É a primeira vez que algum objeto é visto a olho nu na busca pelo avião. A conferir, se é mesmo do Boeing.
Mais cedo, a França revelara que um de seus satélites também detectou imagens que podem ser do avião sumido.
O desaparecimento do voo MH370 é um desses mistérios que parecem impossíveis na era da informação. Alguém mudou a rota e desligou todos os equipamentos de comunicação de bordo do avião, não se sabe por quê.
A última especulação é que o avião poderia ter descido para baixa altitude, como indicam alguns radares, talvez por causa de um acidente capaz de prejudicar a pressurização da cabine e o fornecimento de oxigênio. Com todos os passageiros e tripulantes dormindo, em estado letárgico, o Boeing teria seguido em voo cego até acabar o combustível e mergulhar no Oceano Índico.
Se for confirmado que o Boeing desapareceu onde está sendo procurado, no Sul do Oceano Índico, seguia em direção à Antártida, onde não teria a menor condição de pousar.
sábado, 22 de março de 2014
Satélite chinês vê imagens que podem ser do avião
A China divulgou neste sábado imagens que podem ser dos destroços do voo MH 370 da companhia aérea Malaysia Airlines, desaparecido há duas semanas com 239 pessoas a bordo. Eles estão a cerca de 120 quilômetros ao sul do local apontado em imagens de satélite australianas divulgadas há dois dias.
O Boeing 777 ia da capital da Malásia, Kuala Lumpur, para a da China, Beijim, há uma semana. Todos os equipamentos de comunicação de bordo foram desligados depois de pouco mais de uma hora de voo, quando o avião sobrevoava o Golfo da Tailândia e se preparava para entrar no espaço aéreo do Vietnã.
O Boeing 777 ia da capital da Malásia, Kuala Lumpur, para a da China, Beijim, há uma semana. Todos os equipamentos de comunicação de bordo foram desligados depois de pouco mais de uma hora de voo, quando o avião sobrevoava o Golfo da Tailândia e se preparava para entrar no espaço aéreo do Vietnã.
quinta-feira, 20 de março de 2014
Satélite da Austrália pode ter visto partes do avião
As imagens de satélite da Austrália apontaram hoje dois objetos no Oceano Índico que parecem destroços de um avião como o Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido há 12 dias com 239 pessoas a bordo, sendo 154 chineses.
O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, enviou aviões que devem chegar em breve à área, que fica a 2,4 mil quilômetros a oeste da Austrália, informou a televisão Australia Broadcasting Corporation.
Em seguida, Abbott declarou em entrevista coletiva em Camberra que as imagens podem resultar em nada, mas foram examinadas por especialistas que as consideraram confiáveis. O maior objeto teria 24 metros e o outro cerca de cinco metros.
O primeiro-ministro australiano, Tony Abbott, enviou aviões que devem chegar em breve à área, que fica a 2,4 mil quilômetros a oeste da Austrália, informou a televisão Australia Broadcasting Corporation.
Em seguida, Abbott declarou em entrevista coletiva em Camberra que as imagens podem resultar em nada, mas foram examinadas por especialistas que as consideraram confiáveis. O maior objeto teria 24 metros e o outro cerca de cinco metros.
quarta-feira, 19 de março de 2014
Dados do simulador do piloto foram apagados
Alguns dados do simulador de voo do piloto do Boeing 777 da companhia aérea Malaysia Airlines desaparecido há 12 dias foram apagados no início de fevereiro, revelaram hoje investigadores da Malásia. O ministro dos Transportes malasiano, Hishammuddin Hussein, disse que os peritos estão tentando recuperá-los.
Diante do mistério do voo MH370, que sumiu sem deixar rastro com 239 pessoas a bordo e voou sete a oito horas depois de desligar todos os equipamentos de comunicação de bordo, o inquérito se concentra nos tripulantes, no resto do pessoal da Malaysia Airlines e em passageiros com capacidade técnica para reprogramar o sistema de voo e alterar a rota do avião. As autoridades malasianas estão convencidas de que o Boeing caiu no Oceano Índico.
Os dados foram removidos do simulador do piloto Zaharie Ahmad Shah em 3 de fevereiro. É comum que pilotos tenham simuladores de voo nos seus computadores pessoais em casa. Além de diversão, eles servem por exemplo para treinar a aterrissagem num aeroporto onde nunca estiveram. Mas a sofisticação do equipamento intrigou os investigadores.
Nos últimos dias, as maiores suspeitas recaíram sobre o copiloto, Farik Abdul Hamid, de 26 anos. Ele deu boa noite como se não houvesse nada de errado 12 minutos depois da reprogramação do voo e dos equipamentos de bordo serem desligados.
Outro detalhe intrigante é por que nenhum dos passageiros usou o telefone celular para entrar em contato com parentes e amigos ao suspeitar de algo errado. Há uma hipótese de que o responsável pelo desvio teria levado a aeronave a uma altitude de 14.750 metros, o que seria perigoso. Isso teria feito todas as pessoas dormirem a bordo, não percebendo a manobra.
Em seguida, o Boeing 777 teria descido para uma altitude igualmente perigosa por ser baixa demais, a cerca de 1.500 metros do solo, até desaparecer, provavelmente no Oceano Índico.
Autoridades da Malásia e dos serviços secretos de vários examinaram a lista de passageiros e tripulantes sem encontrar ninguém suspeito. Até o momento, todos são considerados inocentes. Não há provas conclusivas contra ninguém. Primeiro, é preciso encontrar o avião ou que resta dele e das 239 vidas que transportava.
Diante do mistério do voo MH370, que sumiu sem deixar rastro com 239 pessoas a bordo e voou sete a oito horas depois de desligar todos os equipamentos de comunicação de bordo, o inquérito se concentra nos tripulantes, no resto do pessoal da Malaysia Airlines e em passageiros com capacidade técnica para reprogramar o sistema de voo e alterar a rota do avião. As autoridades malasianas estão convencidas de que o Boeing caiu no Oceano Índico.
Os dados foram removidos do simulador do piloto Zaharie Ahmad Shah em 3 de fevereiro. É comum que pilotos tenham simuladores de voo nos seus computadores pessoais em casa. Além de diversão, eles servem por exemplo para treinar a aterrissagem num aeroporto onde nunca estiveram. Mas a sofisticação do equipamento intrigou os investigadores.
Nos últimos dias, as maiores suspeitas recaíram sobre o copiloto, Farik Abdul Hamid, de 26 anos. Ele deu boa noite como se não houvesse nada de errado 12 minutos depois da reprogramação do voo e dos equipamentos de bordo serem desligados.
Outro detalhe intrigante é por que nenhum dos passageiros usou o telefone celular para entrar em contato com parentes e amigos ao suspeitar de algo errado. Há uma hipótese de que o responsável pelo desvio teria levado a aeronave a uma altitude de 14.750 metros, o que seria perigoso. Isso teria feito todas as pessoas dormirem a bordo, não percebendo a manobra.
Em seguida, o Boeing 777 teria descido para uma altitude igualmente perigosa por ser baixa demais, a cerca de 1.500 metros do solo, até desaparecer, provavelmente no Oceano Índico.
Autoridades da Malásia e dos serviços secretos de vários examinaram a lista de passageiros e tripulantes sem encontrar ninguém suspeito. Até o momento, todos são considerados inocentes. Não há provas conclusivas contra ninguém. Primeiro, é preciso encontrar o avião ou que resta dele e das 239 vidas que transportava.
sábado, 15 de março de 2014
Malásia confirma sequestro na tragédia aérea
Os indícios e provas obtidos até agora indicam que alguém agiu deliberadamente para desviar o voo MH370 da Malaysia Airlines, desaparecido há uma semana, afirmou na madrugada de hoje o primeiro-ministro da Malásia, Najib Razak, ao anunciar a abertura de um inquérito criminal sobre o caso.
Foi um sequestro, confirmaram autoridades militares malasianas citadas pela empresa americana de estudos de defesa Stratfor. O Boeing 777-200 pode ter voado durante sete horas depois de desligar os equipamentos de comunicação para não ser detectado, noticia o jornal The Washington Post.
A polícia da Malásia esteve durante a noite nas casas do piloto e do copiloto, que estariam sendo vigiadas há vários dias. Os motivos do sequestro não foram apontados nem em que momento o avião foi desviado da rota Kuala Lumpur-Beijim.
Ontem, o FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, revelou não ter informações ligando qualquer das 239 pessoas a bordo do avião desaparecido a grupos extremistas capazes de realizar um ação terrorista como essa. Os investigadores acreditam que o sequestro estava sendo planejado há muito tempo. Entre outras razões, porque exigiu grande conhecimento técnico.
A China, pátria de 154 passageiros a bordo, cobrou da Malásia maior rapidez na investigação.
Com as últimas informações, as buscas no Mar da China Meridional foram suspensas; concentram-se agora no Oceano Índico.
Foi um sequestro, confirmaram autoridades militares malasianas citadas pela empresa americana de estudos de defesa Stratfor. O Boeing 777-200 pode ter voado durante sete horas depois de desligar os equipamentos de comunicação para não ser detectado, noticia o jornal The Washington Post.
A polícia da Malásia esteve durante a noite nas casas do piloto e do copiloto, que estariam sendo vigiadas há vários dias. Os motivos do sequestro não foram apontados nem em que momento o avião foi desviado da rota Kuala Lumpur-Beijim.
Ontem, o FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, revelou não ter informações ligando qualquer das 239 pessoas a bordo do avião desaparecido a grupos extremistas capazes de realizar um ação terrorista como essa. Os investigadores acreditam que o sequestro estava sendo planejado há muito tempo. Entre outras razões, porque exigiu grande conhecimento técnico.
A China, pátria de 154 passageiros a bordo, cobrou da Malásia maior rapidez na investigação.
Com as últimas informações, as buscas no Mar da China Meridional foram suspensas; concentram-se agora no Oceano Índico.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Avião da Malásia foi desviado para Oceano Índico
Os investigadores do desaparecimento há uma semana do voo MH370 da companhia aérea Malaysia Airlines estão convencidos de que o Boeing 777-200 foi desviado por pessoas na cabine de comando, noticiou agora à noite o jornal americano The Wall St. Journal. A rota foi alterada e os responsáveis fizeram tudo para esconder o avião, desligando todos os equipamentos de comunicação de bordo. A única dúvida é se foi sequestro ou alguém da tripulação que assumiu o comando.
A hipótese considerada mais provável no momento é que a aeronave tenha mergulhado no Oceano Índico ou no Golfo de Bengala com 239 pessoas a bordo, na maioria, chineses. O voo MH370 estava completamente fora da rota Kuala Lumpur-Beijim, o que fez com que as buscas iniciais fossem feitas no Golfo da Tailândia e no Mar da China Meridional.
Uma hora depois da decolagem, dois diferentes sistemas de comunicação do Boeing foram desligados, primeiro os transpônderes e depois outros instrumentos, para impedir os sistemas de controle aéreo de identificar a rastrear o avião, que teria voado durante mais cinco horas a baixa altitude para não ser detectado.
Agora, as buscas se concentram numa área de 800 mil quilômetros quadrados a oeste das Ilhas Andamã, no Oceano Índico. As intenções dos responsáveis pelo desvio não foram apontadas.
O FBI (Federal Bureau of Investigation), a polícia federal dos Estados Unidos examinou a lista de passageiros e tripulantes. Não descobriu ninguém ligado a grupos extremistas.
A hipótese considerada mais provável no momento é que a aeronave tenha mergulhado no Oceano Índico ou no Golfo de Bengala com 239 pessoas a bordo, na maioria, chineses. O voo MH370 estava completamente fora da rota Kuala Lumpur-Beijim, o que fez com que as buscas iniciais fossem feitas no Golfo da Tailândia e no Mar da China Meridional.
Uma hora depois da decolagem, dois diferentes sistemas de comunicação do Boeing foram desligados, primeiro os transpônderes e depois outros instrumentos, para impedir os sistemas de controle aéreo de identificar a rastrear o avião, que teria voado durante mais cinco horas a baixa altitude para não ser detectado.
Agora, as buscas se concentram numa área de 800 mil quilômetros quadrados a oeste das Ilhas Andamã, no Oceano Índico. As intenções dos responsáveis pelo desvio não foram apontadas.
O FBI (Federal Bureau of Investigation), a polícia federal dos Estados Unidos examinou a lista de passageiros e tripulantes. Não descobriu ninguém ligado a grupos extremistas.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Busca por avião se estende ao Oceano Índico
Com base em "novas informações", a área de busca pelo Boeing 777-200 da companhia aérea Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado com 239 pessoas a bordo, foi ampliada para o Oceano Índice, revelou há pouco a Casa Branca.
Hoje as autoridades malasianas afirmaram que os destroços vistos no mar por um satélite chinês não são do Boeing desaparecido. Também desmentiram uma notícia do jornal americano The Wall St. Journal que dizia que o voo MH370 continuou durante pelo menos quatro horas depois que o transponder foi desligado e a aeronave parou de ser detectada pelos radares.
A fonte notícia seria a Rolls-Royce, fabricante dos motores do Boeing, que teria recebido informações enviadas diretamente dos motores como parte do controle permanente da aeronave. Isso foi desmentido. Os dados seriam de um satélite e o avião teria voado mais cinco horas sem ser percebido.
Para fazer isso, o Boeing teria de voar baixo por decisão do piloto ou de possíveis terroristas.
Inicialmente as buscas se concentraram no Golfo da Tailândia e no Mar da China Meridional. Depois de uma notícia atribuída ao comandante da Força Aérea da Malásia, foram estendidas ao Estreito de Malaca, que separa a Malásia da ilha de Sumatra, na Indonésia. Se forem ampliadas ao Oceano Índico, o mistério se aprofunda.
Hoje as autoridades malasianas afirmaram que os destroços vistos no mar por um satélite chinês não são do Boeing desaparecido. Também desmentiram uma notícia do jornal americano The Wall St. Journal que dizia que o voo MH370 continuou durante pelo menos quatro horas depois que o transponder foi desligado e a aeronave parou de ser detectada pelos radares.
A fonte notícia seria a Rolls-Royce, fabricante dos motores do Boeing, que teria recebido informações enviadas diretamente dos motores como parte do controle permanente da aeronave. Isso foi desmentido. Os dados seriam de um satélite e o avião teria voado mais cinco horas sem ser percebido.
Para fazer isso, o Boeing teria de voar baixo por decisão do piloto ou de possíveis terroristas.
Inicialmente as buscas se concentraram no Golfo da Tailândia e no Mar da China Meridional. Depois de uma notícia atribuída ao comandante da Força Aérea da Malásia, foram estendidas ao Estreito de Malaca, que separa a Malásia da ilha de Sumatra, na Indonésia. Se forem ampliadas ao Oceano Índico, o mistério se aprofunda.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Satélite chinês vê sinais que podem ser do avião sumido
Um satélite artificial da China identificou três grandes objetos brancos flutuando no Mar da China Meridional que podem ser do Boeing 777-200 da Malaysia Airlines desaparecido no sábado passado quando fazia o voo MH370 de Kuala Lumpur para Beijim com 239 pessoas a bordo.
Até agora, nenhuma hipótese foi descartada. Se as manchas brancas forem mesmo destroços do avião, está desmentida a versão atribuída ontem ao comandante da Força Aérea da Malásia de que o voo teria voltado para a Malásia e caído no Estreito de Malaca, a caminho da Indonésia.
Até agora, nenhuma hipótese foi descartada. Se as manchas brancas forem mesmo destroços do avião, está desmentida a versão atribuída ontem ao comandante da Força Aérea da Malásia de que o voo teria voltado para a Malásia e caído no Estreito de Malaca, a caminho da Indonésia.
Comandante da Malásia nega desvio de rota
O comandante da Força Aérea da Malásia, brigadeiro Rodzali Daud, desmentiu hoje declarações atribuídas a ele por jornais locais de que o voo MH370 da companhia aérea Malaysia Airlines, desaparecido desde sábado com 239 pessoas a bordo, teria se desviado de sua rota Kuala Lumpur-Beijim, voltado para a Malásia, atravessado o país e enviado o último sinal no Estreito de Malaca, informou a rede de televisão americana CBS.
Esse desmentido só aumenta a confusão. Na prática, desde a manhã de ontem, a aérea de buscas pelo Boeing 777-200 foi ampliada para incluir o Estreito de Malaca, que fica entra a península da Malásia e a ilha de Sumatra, na Indonésia.
As hipóteses nesses casos de desaparecimento total de um avião são sabotagem, terrorismo, suicídio do piloto ou uma falha mecânica catastrófica capaz de desintegrar a aeronave em pleno ar. O desvio de rota apontado pelo brigadeiro implicava ação humana, possivelmente terrorismo.
Em casos de depressão e suicídio do piloto, ele aproveita quando o copiloto sai da cabine para ir ao banheiro ou se alongar e assume o controle do voo sozinho. Não há indícios de tal comportamento no misterioso desaparecimento do voo MH370.
O Boeing 777 é considerado um dos aviões mais seguros da história da aviação comercial. Em princípio, não há motivos para duvidar da manutenção da Malaysia Airlines. As companhias aéreas asiáticas cresceram muito nos últimos anos. De modo geral, são conhecidas pela qualidade dos serviços.
Na China, de onde era a maioria dos passageiros, há uma grande revolta das famílias das vítimas contra as autoridades da Malásia e da companhia aérea.
Esse desmentido só aumenta a confusão. Na prática, desde a manhã de ontem, a aérea de buscas pelo Boeing 777-200 foi ampliada para incluir o Estreito de Malaca, que fica entra a península da Malásia e a ilha de Sumatra, na Indonésia.
As hipóteses nesses casos de desaparecimento total de um avião são sabotagem, terrorismo, suicídio do piloto ou uma falha mecânica catastrófica capaz de desintegrar a aeronave em pleno ar. O desvio de rota apontado pelo brigadeiro implicava ação humana, possivelmente terrorismo.
Em casos de depressão e suicídio do piloto, ele aproveita quando o copiloto sai da cabine para ir ao banheiro ou se alongar e assume o controle do voo sozinho. Não há indícios de tal comportamento no misterioso desaparecimento do voo MH370.
O Boeing 777 é considerado um dos aviões mais seguros da história da aviação comercial. Em princípio, não há motivos para duvidar da manutenção da Malaysia Airlines. As companhias aéreas asiáticas cresceram muito nos últimos anos. De modo geral, são conhecidas pela qualidade dos serviços.
Na China, de onde era a maioria dos passageiros, há uma grande revolta das famílias das vítimas contra as autoridades da Malásia e da companhia aérea.
terça-feira, 11 de março de 2014
Mudança de rota reforça suspeita de terrorismo
Apesar da declaração da Interpol, a revelação de que o voo MH370 da Malaysia Airlines mudou de rota, desligou equipamentos de bordo e mandou o último sinal quando sobrevoava uma pequena ilha no Estreito de Málaca realimentou a suspeita de terrorismo. O Boeing 777-200 desapareceu no sábado, quando ia da capital da Malásia, Kuala Lumpur, para a capital da China, Beijim, com 239 pessoas a bordo.
O comandante da Força Aérea da Malásia, brigadeiro Rodzali Daud, disse a imprensa local, afirmou que o avião foi detectado pelos radares pela última vez às 2h40 de sábado perto de Pulau Perak, no Norte do Estreito de Málaca, que separa o oeste da península da Malásia da ilha de Sumatra, na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo, onde houve um atentado terrorista em 12 de outubro de 2002 na ilha de Báli.
É uma rota completamente diferente. Antes de mudar de direção, o transponder foi desligado. Este equipamento, que evita colisões contra outras aeronaves e envia informações técnicas durante o voo independentemente da tripulação, e outros instrumentos de comunicação só poderiam ser desligados ao mesmo tempo em caso de uma falha mecânica catastrófica. Mas o Boeing ainda voou por cerca de uma hora até desaparecer.
Quando o diretor da Interpol descartou a hipótese de terrorismo, falava da identificação positiva dos dois passaportes que embarcaram com passaportes falsos. Seriam jovens iranianos interessados em imigrar ilegalmente.
O comandante da Força Aérea da Malásia, brigadeiro Rodzali Daud, disse a imprensa local, afirmou que o avião foi detectado pelos radares pela última vez às 2h40 de sábado perto de Pulau Perak, no Norte do Estreito de Málaca, que separa o oeste da península da Malásia da ilha de Sumatra, na Indonésia, o maior país muçulmano do mundo, onde houve um atentado terrorista em 12 de outubro de 2002 na ilha de Báli.
É uma rota completamente diferente. Antes de mudar de direção, o transponder foi desligado. Este equipamento, que evita colisões contra outras aeronaves e envia informações técnicas durante o voo independentemente da tripulação, e outros instrumentos de comunicação só poderiam ser desligados ao mesmo tempo em caso de uma falha mecânica catastrófica. Mas o Boeing ainda voou por cerca de uma hora até desaparecer.
Quando o diretor da Interpol descartou a hipótese de terrorismo, falava da identificação positiva dos dois passaportes que embarcaram com passaportes falsos. Seriam jovens iranianos interessados em imigrar ilegalmente.
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