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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Irã fracassa ao tentar lançar satélite

A Agência Espacial do Irã tentou lançar no espaço ontem o satélite Zafar-1, mas o veículo de lançamento Simorgh não conseguiu atingir a velocidade necessária para entrar em órbita da Terra, noticiou a agência Associated Press (AP).

É a sexta tentativa consecutiva fracassada da República Islâmica de enviar um satélite ao espaço desde a assinatura do acordo nuclear em 2015 com as cinco grandes potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas (EUA, China, França, Reino Unido e Rússia) e a Alemanha para congelar o programa nuclear iraniano por 10 anos.

Uma das principais críticas do presidente Donald Trump, que retirou os Estados Unidos do acordo em 8 de maio do ano passado, é que não proíbe o Irã de desenvolver tecnologia de mísseis. O presidente americano também gostaria de impedir a ditadura teocrática iraniana de interferir em outros países do Oriente Médio.

Israel e seus aliados ocidentais acreditam que o regime dos aiatolás usa os lançamentos de satélite para encobrir  o verdadeiro objetivo, desenvolver seu programa de mísseis, já que é uma tecnologia de uso duplo, civil e militar.

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Satélite identifica posições de mais de um bilhão de estrelas

Graças ao satélite Gaia, lançado em 19 de dezembro de 2013, uma equipe de 450 pesquisadores de 25 países da Agência Especial Europeia catalogou 1,15 bilhão de estrelas. Os primeiros resultados do projeto de 650 milhões de euros foram divulgados hoje no mapa celeste mais preciso e detalhado feito até hoje.

O satélite Gaia gira ao redor de si mesmo e na órbita da Terra enquanto observa o espaço sideral com dois telescópios. Com uma câmera com resolução de um bilhão de pixels, consegue examinar 50 milhões de estrelas por dia tomando dez medidas de cada uma, num total de 500 milhões de dados por dia.

A Missão Espacial Gaia já catalogou 200 milhões de estrelas a mais do que previsto inicialmente, permitindo compilar estatísticas sobre vários tipos de corpos celestes, inclusive 250 mil quasars. Os dados estão sendo cruzados com pesquisas anteriores para calcular velocidades e distância do sistema solar.

quarta-feira, 26 de março de 2014

Imagens mostram 122 objetos que podem ser do avião

Novas imagens de satélites fornecidas pela França revelaram hoje 122 objetos no Oceano Índico que podem ser destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines desaparecido em 8 de março de 2014 quando ia de Kuala Lumpur, na Malásia, para Beijim, na China, com 239 pessoas a bordo, anunciou hoje o ministro da Defesa malasiano, Hichamudin Hussein.

As imagens foram feitas no domingo por um satélite francês da empresa Airbus Defence & Space. O ministro disse que um dos objetos tem cerca de 23 metros de cumprimentos. Eles flutuam a 2.557 quilômetros da costa da Austrália.

Com a melhora nas condições atmosféricas, as operações de busca foram retomadas nesta quarta-feira. A área de busca tem agora 1,6 milhão de quilômetros quadrados. Navios de seis países estão participando. Os Estados Unidos mandaram um equipamento de última geração capaz de rastrear submarinos para tentar localizar os restos do avião no fundo do mar.

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Coreia do Sul testa foguete

Em meio ao aumento da tensão com a Coreia do Norte, que testou um míssil de longo alcance há poucas semanas, a Coreia do Sul lançou hoje pela primeira vez um satélite espacial de seu território.

O foguete foi disparado da base de Goheung. Amanhã, será possível saber se o lançamento foi bem-sucedido. Duas tentativas anteriores, em 2009 e 2010, fracassaram.

Enquanto a Coreia do Sul quer entrar no mercado de lançamento de satélites, depois de assumir posição de destaque como fabricantes de semicondutores, aparelhos eletroeletrônicos e automóveis, a Coreia do Norte faz uma chantagem nuclear para obter alimentos e energia que garantam a sobrevivência de seu regime comunista.

A Coreia do Norte não noticiou o teste sul-coreano. Meia hora depois, divulgou imagens do lançamento de seu foguete de três estágios, informa o jornal digital americano The Huffington Post. Foi um teste para fabricação de mísseis de longo alcance, capazes de atingir os Estados Unidos.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Coreia do Norte anuncia lançamento de satélite

Em mais um desafio à sociedade internacional, semanas depois de prometer abrir mão das armas atômicas,  a ditadura comunista da Coreia do Norte anunciou o lançamento de um satélite no próximo mês para festejar o nascimento de seu líder histórico, Kim Il Sung, desrespeitando as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Desde que perdeu o patrocínio com o fim da União Soviética, em 1991, o regime stalinista de Pionguiangue faz uma chantagem nuclear, ameaçando fazer armas atômicas para barganhar ajudas em energia e alimentos que salvem seu país falido.

No último acordo, fechado em 29 de fevereiro de 2012, a Coreia do Norte se comprometeu a suspender o enriquecimento de urânio e os testes de mísseis e armas atômicas em troca de uma ajuda de 240 mil toneladas de alimentos dos Estados Unidos.

Os EUA e a Coreia do Sul acreditam que o lançamento de satélite é um teste de míssil disfarçado. O Departamento de Estado advertiu que será uma violação do acordo, noticia o jornal The New York Times. A Rússia e o Japão também criticaram a decisão norte-coreana.