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sábado, 28 de dezembro de 2019

Caminhão-bomba mata 81 pessoas na capital da Somália

A detonação de caminhão carregado de explosivos matou pelo menos 81 pessoas e feriu outras 149 em Mogadíscio. Foi o vigésimo atentado deste tipo em 2019 na Somália e o mais mortífero em dois anos.

Ao menos 16 mortos eram estudantes da Universidade Banadir. Eles passavam de ônibus pelo local do atentado, num entroncamento movimento do Sudoeste da capital somaliana. Dezenas de feridos foram removidos em macas.

Dois dias depois, a milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude)  reivindicou a autoria do atentado. Este grupo ataca regularmente a capital da Somália e o governo provisório, que não controla todo o território do país.

Desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, no fim da Guerra Fria, a Somália vive em estado de anarquia, sem um governo central que funcione. A Somalilândia, no Norte do país, praticamente se separou.

sábado, 13 de julho de 2019

Terroristas muçulmanos matam 26 pessoas em hotel na Somália

A milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) explodiu um carro-bomba diante de um hotel no porto de Kismayo, no Sul da Somália. Em seguida, tomou o edifício por mais de 14 horas e matou 26 pessoas antes que as forças de segurança assumissem o controle da situação, noticiou hoje a agência Associated Press (AP).

Entre os mortos, há dois americanos, um britânico, um político local e um jornalista somaliano naturalizado canadense.

O grupo jihadista, ligado à rede terrorista Al Caeda, tenta derrubar o governo provisório da Somália reconhecido pelas Nações Unidas. É mais um golpe nos esforços do governo para realizar em 2020 as primeiras eleições diretas em 50 anos. Antes disso, estavam marcadas eleições regionais neste verão no Hemisfério Norte.

Em 2012, o Exército do Quênia expulsou Al Chababe de Kismayo, mas a milícia continua sendo uma grande ameaça à segurança, com ataques na Somália e no vizinho Quênia.

A Somália vive em estado de anarquia, sem um governo que controle o território nacional, desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Terroristas da Somália atacam hotel de luxo no Quênia

Todos os prédios da região do Hotel Dusit, no bairro chique de Westlands, em Nairóbi, estão sob controle, declarou hoje à noite o ministro do Interior do Quênia, Fred Matiang'i, noticiou o jornal queniano Daily Nation

Pelo menos 14 pessoas morreram e 30 saíram feridas de um ataque terrorista reivindicado pela milícia jihadista somaliana Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda.

O ministro do Interior afirmou que a situação está sob controle e pediu aos quenianos que retomem suas vidas normais.

A ação começou por volta das 15 horas em Nairóbi (10h em Brasília), quando testemunhas ouviram tiros e explosões e viram quatro homens armados com fuzis de assalto. Vários veículos pegaram fogo. A polícia cercou imediatamente a área, inclusive o hotel, um banco e vários escritórios de grandes empresas transnacionais.

Cinco pessoas morreram quanto um terrorista suicida detonou bombas que trazia junto ao corpo no restaurante Secret Garden, informou o inspetor-geral da Polícia, Joseph Boinnet. Uma mulher morreu no hospital.

O grupo terrorista Al Chababe faz ataques regulares no Quênia perto da fronteira com a Somália. Não realizava uma grande ação na capital queniana desde 21 de setembro de 2013, quando invadiu o centro comercial de Westgate, situada a dois quilômetros do local da operação de hoje. Naquele dia, 71 pessoas morreram e mais de 200 saíram feridas.

Dois anos depois, um ataque contra a Universidade Garissa, no Norte do Quênia, deixou 147 mortos. O atentado mais violento da milícia, em 2017, matou mais de 500 pessoas em Mogadíscio, a capital da Somália.

Ontem, três pessoas envolvidas no atentado terrorista de 2013 foram denunciadas num tribunal do Quênia. Em 2018, as autoridades quenianas frustraram um ataque com um drone carregado com dez quilos de explosivos, que seria complementado por terroristas armados com fuzis, granadas e outros explosivos.

domingo, 15 de outubro de 2017

Pior atentado da história da Somália deixa mais de 300 mortos

Dois caminhões-bomba explodiram ontem perto de um hotel e de ministério no centro de Mogadíscio. Mais de 300 pessoas morreram e outras 300 saíram feridas, noticiou a televisão pública britânica BBC. Foi o pior atentado da história da Somália. O país da região do Chifre da África vive em estado de anarquia desde 1991.

As maiores suspeitas recaem sobre a milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda. "Eles não se preocupam com as vidas dos somalianos, mães, pais e filhos. Alvejaram a área mais povoada de Mogadíscio e só mataram civis", lamentou o primeiro-ministro Hassan ali Khayre.

O presidente interino Mohamed Abdullahi Mohamed decretou três dias de luto e fez um apelo desesperado por doações de sangue. Ele lidera um governo provisório que não controla nem a capital do país. Sobrevive sob a proteção de uma força de paz de 20 mil soldados da União Africana.

Durante a noite, equipes de resgate procuraram sobreviventes nas ruínas do Hotel Safari, bastante destruído. "É um dia triste. Isto mostra como eles são brutais e impiedosos e por que temos de nos unir contra eles", declarou o ministro da Informação, Abdirahman Omar, em entrevista a uma rádio local.

"Estes ataques covardes revigoram o compromisso dos Estados Unidos com a ajuda a nossos aliados da Somália e da UA no combate ao flagelo do terrorismo", declarou em nota o governo americano, somando-se à condenação ao ato terrorista.

O atentado aconteceu dois dias depois da visita do comandante militar dos EUA na África ao presidente da Somália e da queda do ministro da Defesa e do comandante do Exército por razões não reveladas.

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Carro-bomba mata 10 pessoas na capital da Somália

Pelo menos dez pessoas morreram e 15 saíram feridas de um atentado terrorista suicida na madrugada de hoje pela hora local em Mogadíscio, a capital da Somália, noticiou a agência espanhola EFE. O ataque é atribuído à milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude), que há cinco anos declarou lealdade à rede terrorista Al Caeda.

Era pouco depois da meia-noite quando o terrorista jogou um carro carregado de explosivos contra um restaurante cheio de pessoas que quebravam o jejum que os muçulmanos são obrigados a respeitar durante o dia no mês sagrado do Ramadã.

Foi o primeiro ataque a civis em Mogadíscio desde o início do Ramadã, em 27 de maio. Em seguida, os terroristas sequestraram pessoas.

Dezenas de pessoas foram mortas nos últimos meses em ataques contra hotéis e restaurantes da capital somaliana. Um ataque anterior a um restaurante, em 8 de maio, matara sete pessoas.

Outros alvos frequentes são os soldados da Missão da União Africana na Somália e do governo provisório que ela sustenta. Na semana passada, Al Chababe alegou ter matado 61 soldados num posto militar da região semiautônoma da Puntlândia, no Nordeste da Somália.

Em abril, o governo provisório somaliano reconhecido internacionalmente declarou "estado de guerra" e prometeu acabar com Al Chababe, que controla grandes regiões do Centro-Sul do país, situado na região do Chifre da África, no Nordeste do continente. Como parte do plano, o governo ofereceu anistia aos milicianos que estiverem prontos a se render e entregar as armas.

Desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, no fim da Guerra Fria, em 1991, a Somália vive em estado de anarquia, sem um governo que controle a maior parte do território. As regiões da Somalilândia e da Puntândia são praticamente independentes.

segunda-feira, 10 de abril de 2017

Duas bombas matam dez pessoas na Somália

Um homem-bomba matou pelo menos nove soldados do Exército da Somália e feriu muitos outros hoje em ataque a um acampamento militar em Mogadíscio, a capital do país, noticiou a agência Reuters.

O terrorista suicida estava com uniforme do Exército e abriu fogo contra os soldados antes de detonar os explosivos que levava junto ao corpo. A milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) reivindicou a autoria do atentado.

Em outro ponto da capital, outra bomba matou um funcionário público, informou a Prefeitura de Mogadíscio.

A Somália vive em estado de anarquia e guerra civil. Não tem um governo estável, que controle a maior parte do território do país, desde a morte do ditador Mohamed Siad Barre em 1991.

domingo, 31 de julho de 2016

Al Chababe mata 10 em ataque a delegacia de polícia

A milícia terrorista Al Chababe (A Juventude) explodiu hoje dois carros-bomba na frente de uma delegacia de polícia em Mogadíscio, a capital da Somália. Pelo menos dez pessoas morreram e outras 15 saíram feridas, informou a agência Reuters.

Foi o segundo grande ataque em uma semana do grupo jihadista, que luta contra o governo provisório somaliano e uma força de paz da União Africana com o apoio da rede terrorista Al Caeda.

Um terrorista suicida iniciou o ataque de hoje jogando um carro-bomba contra o portão de entrada do prédio, contou um porta-voz da Chababe. Na terça-feira passada, 26 de julho de 2016, 13 pessoas morreram na explosão de dois carros-bomba no portão de uma base militar.

Al Chababe também atacou Quênia e Uganda, que fornecem tropas para a missão de paz da UA, de 22 mil homens, que tem mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Atentado suicida mata pelo menos sete pessoas na Somália

Duas explosões mataram pelo menos sete pessoas ontem perto da entrada do aeroporto de Mogadíscio, a capital da Somália, noticiou a televisão pública britânica BBC. A milícia jihadista Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda, assumiu a autoria do atentado.

Em uma das explosões, um terrorista suicida explodiu o carro que dirigia ao chegar a um posto policial. Há guardas entre os mortos.

A Somália fica na região conhecida como Chifre da África, no Nordeste do continente. Sob a ditadura de Mohamed Siad Barre (1969-91), o país deixou de ser aliado da União Soviética, que apoiou a Etiópia na Guerra de Ogaden, em 1977, e passou para o lado dos Estados Unidos.

Com o fim da Guerra Fria, a Somália perdeu sua importância estratégica. Desde a morte de Siad Barre, em 1991, vive em estado de anarquia, sem um governo central que funcione.

No Norte, a região da Somalilândia, a antiga Somália Britânica, é praticamente independente. O resto do país é vítima de uma guerra civil permanente, com o território disputado por milícias e senhores da guerra, fome, pirataria e terrorismo. A Somália virou exemplo de Estado falido.

Desde 2007, a Missão da União Africana na Somália (AMISOM) tenta pacificar o país com 22 mil soldados e mandato do Conselho de Segurança das Nações. Sustenta o governo provisório reconhecido internacionalmente, que não controla o território nacional. O maior inimigo é a milícia jihadista Al Chababe.

Apesar do sucesso relativo da missão de paz, a União Europeia, maior financiadora, resolveu cortar sua contribuição em 20%. Os presidentes do Quênia, Uhuru Kenyatta, e de Uganda, Yoweri Museveni, ameaçaram retirar seus soldados, mas os países vizinhos têm muito a perder se abandonarem a Somália.

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Al Chababe ataque quartel e mata soldados na Somália

Pelo menos oito soldados do Exército da Somália foram mortos num ataque da rebeldes da milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) a um quartel na região do país conhecida como Baixa Chebele, revelaram hoje fontes militares.

O assalto à base militar de Lanta Buro começou com a explosão de um carro-bomba. Em seguida, milicianos invadiram o quartel.

A milícia, ligada à rede terrorista Al Caeda, afirmou ter matado 30 soldados, mas o Exército só admitiu oito mortes.

Uma decisão recente da União Europeia de cortar a ajuda à missão de paz da União Africana na Somália prejudica a luta contra Al Chababe e as tentativas de estabilizar a Somália, que vive em estado de anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

Desde 2007, cerca de 22 mil soldados da Missão da União Africana na Somália (Amison), com o aval do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tenta manter o frágil governo provisório reconhecido internacionalmente.

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, advertiu que os países africanos não estão em condições de dar o dinheiro que a Europa nega. Há rumores de que os soldados não recebem salário há vários meses.

sábado, 25 de junho de 2016

Ataque terrorista a hotel deixa 35 mortos em Mogadíscio

Um carro-bomba seguido de um ataque de homens armados deixou pelo menos 35 mortos e 30 feridos no Hotel Nasa-Hablod em Mogadíscio, a capital da Somália, informou o coronel somaliano Mohamed Abdulkadir, citado pela televisão americana CNN. 

A explosão inicial abriu caminho para um grupo de rebeldes invadir o hotel e começar a atirar nos hóspedes. Dois terroristas foram mortos na reação da polícia. As maiores suspeitas recaem sobre a milícia jihadista Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda.

Vários hotéis internacionais da Somália têm sido atacados nos últimos tempos. Apesar dos esforços internacionais e da presença de uma força internacional de paz da União Africana com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o país vive em estado de anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Exército do Quênia mata 21 jihadistas na Somália

O Exército do Quênia, parte de uma força internacional da União Africana em missão de paz autorizada pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, matou pelo menos 21 rebeldes da milícia terrorista Al Chababe (A Juventude), noticiou a agência Reuters.

O confronto ocorreu no Oeste da Somália perto da fronteira com o Quênia, no Nordeste da África. Um porta-voz da milícia extremista muçulmana ligada à rede terrorista Al Caeda alegou ter matado cinco soldados quenianos e ferido outros oito. O Exército do Quênia nega ter sofrido baixas.

Apesar da intervenção internacional em apoio ao governo provisório, a Somália vive em clima de anarquia e guerra civil desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991, no fim da Guerra Fria.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Carro-bomba contra prédio público mata cinco pessoas na Somália

Um carro-bomba da milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) explodiu hoje diante de um prédio público de Mogadíscio, a capital da Somália, matando cinco pessoas e ferindo outras cinco, noticiou a agência Reuters.

No sábado, outra bomba matou três pessoas e feriu mais nove na capital somaliana.

A Somália vive em estado de anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991. Apesar de quase uma década de intervenção da União Africana, com mandato autorizado pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, o governo provisório reconhecido internacionalmente não consegue assumir o controle do país.

terça-feira, 22 de março de 2016

Exército da Somália anuncia morte de 65 terroristas

As forças de segurança do governo provisório da Somália matou pelo menos 65 membros da milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) na região semiautônoma da Puntlândia, anunciou o comandante regional do Exército, general Muhidin Ahmed Muse, informou o boletim de notícias sul-africano News24.

Outros 31 rebeldes foram capturados, na maioria menores, acrescental o general Musa. Depois de nove anos de intervenção de uma força de paz da União Africana com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a Somália ainda enfrenta sérios problemas de segurança.

No fim de semana, os rebeldes mataram mais de 70 soldados depois de tomar um centro de treinamento do Exército.

A Somália, situada na região chamada de Chifre da África, no Nordeste do continente, vive em estado de anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

Al Chababe mata mais de 70 soldados do Exército da Somália

Depois de tomar temporariamente o campo de treinamento do frágil Exército Nacional da Somália em Laanta Buuro, a milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) matou ontem mais de 74 soldados, informou o boletim de notícias somaliano Shabelle News.

Os jihadistas da Chababe, ligada à rede terrorista Al Caeda, atacaram durante a noite a cidade estratégica de Laanta Buuro, situada a 90 quilômetros a noroeste de Mogadíscio, a capital da Somália, e anunciaram na Internet ter tomado 10 picapes.

Quando o dia amanheceu, o Exército da Somália e a missão de paz da União Africana retomaram o campo, abandonado pelos rebeldes. Durante o tempo em que ocuparam a cidade, tentaram convencer os moradores a não apoiar o governo provisório e a força de paz.

A missão de paz africana está na Somália há nove anos com mandato do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Foi aprovada depois de uma intervenção unilateral da Etiópia (2006-9) para conter os grupos terroristas e a anarquia em que o país afundou desde a morte do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Exército do Quênia mata 21 jihadistas da Somália

Depois de uma emboscada rebelde com a morte de dois soldados no Sul da Somália, o Exército do Quênia matou 21 membros da milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda, noticiou ontem a agência Reuters.

No ataque rebelde, uma bomba caseira atingiu um veículo de transporte de tropas.

O governo provisório da Somália está lutando para reconstruir este país do Nordeste da África, que vive em anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991. Al Chababe dominou grandes partes da Somália até 2011, quando foi expulso da capital, Mogadíscio, com a ajuda de uma missão de paz da União Africana.

segunda-feira, 7 de março de 2016

Drones dos EUA matam 150 em ataque a Al Chababe na Somália

Um ataque de aviões não tripulados dos Estados Unidos a um campo de treinamento da milícia terrorista Al Chababe (A Juventude) situado a 195 quilômetros ao norte de Mogadíscio, a capital da Somália, deixou pelo menos 150 mortos, anunciou hoje o Departamento de Defesa dos EUA.

"Os combatentes estavam treinando para em grande escala", declarou em Washinton o porta-voz do Pentágono, capitão Jeff Davies. "Sabemos que deixariam o campo e seriam uma ameaça iminente para os EUA e as forças da União Africana", que realizam uma missão de paz em apoio ao governo provisório.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Al Chababe reivindica autoria de ataque a avião na Somália

A milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) reivindicou hoje a responsabilidade por um atentado que abriu um rombo na fuselagem de um avião da companhia aérea Daallo Airlines em 2 de fevereiro na Somália, noticiou a televisão pública britânica BBC.

Em mensagem enviada por correio eletrônico, Al Chababe, ligada à rede terrorista Al Caeda, declara que o ataque foi uma vingança pela atividade dos serviços secretos ocidentais.

Apesar do rombo na fuselagem, o avião com 74 pessoas conseguiu voltar e fazer um pouso de emergência no aeroporto de Mogadíscio, a capital somaliana. Só morreu o terrorista suicida, ejetado para fora da aeronave pela explosão, que aconteceu pouco depois da decolagem. Outras duas pessoas saíram feridas

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Bomba em avião na Somália estava escondida em computador

A bomba que abriu um rombo mas não derrubou um avião da companhia aérea Daallo Airlines em 2 de fevereiro na Somália estava provavelmente escondida dentro de um computador portátil, disseram investigadores somalianos citados pela Agência France Presse (AFP).

Nas imagens das câmeras de segurança do aeroporto, um passageiro recebe o computador antes de embarcar. A explosão matou um passageiro, feriu outros dois e abriu um rombo na fuselagem, mas o piloto conseguiu voltar e fazer um pouco de emergência no aeroporto de Mogadíscio, a capital da Somália.

Cerca de 15 pessoas foram presas por possíveis conexões com o atentado. Hoje, um diretor da Daallo Airlines afirmou que um suspeito tentou embarcar um voo da companhia aérea turca Turkish Airlines.

Desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991, a Somália vive em estado de anarquia. A milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda, é o maior grupo rebelde do país.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Terrorista explode bomba mas não derruba avião na Somália

Pouco depois de deixar hoje Mogadíscio, a capital da Somália, rumo a Djibouti, no Nordeste da África, houve uma explosão a bordo do voo D3159 da companhia aérea Daallo Airlines, mas o piloto conseguiu voltar ao aeroporto e fazer um pouso de emergência. A maior suspeita é a milícia jihadista somaliana Al Chababe (A Juventude).

Pelo menos uma pessoa morreu e duas saíram feridas. As fotos da aeronave mostram um rombo na fuselagem perto da asa direita. A bomba deve ter explodido sobre o assento e não embaixo. Parece uma operação como a tentativa de derrubar o voo 253 (Amesterdã-Detroit) da empresa aérea americana Northwest Airlines no dia de Natal, em 2009.

Naquele dia, Umar Farouk Abdulmutallab, um nigeriano de 23 anos, tentou provocar uma explosão quando o avião chegava ao aeroporto de Detroit, mas a bomba que escondia sob a roupa pegou fogo e ele foi contido por passageiros e tripulantes.

A milícia somaliana Al Chababe é ligada à rede terrorista Al Caeda na Península Arábica, responsável pelo atentado do Natal. Na revista Inspire, Al Caeda recomenda atentados contra voos longos, "quando você terá tempo suficiente para escolher as circunstâncias corretas para realizar a operação", de preferência em alta altitude, com uma explosão entre as asas para atingir os tanques de combustível ou na cauda para acabar com a dirigibilidade do avião.

O fracassado atentado na Somália mostra mais uma vez que nem toda bomba consegue destruir um avião. Entre os casos anteriores, há os voos 830 da PanAm em 1982, 840 da TWA em 1986 e 434 da Philippine Airlines em 1994.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

Al Chababe mata 15 pessoas em ataque a hotel em Mogadíscio

A milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda, atacou um hotel de Mogadíscio, a capital da Somália, em 1º de novembro e matou pelo menos 15 pessoas, declarou a polícia local, citada pela televisão pública britânica BBC.

Os milicianos explodiram dois carros-bomba para abrir caminho para o complexo do Hotel Sahafi. Entre as vítimas, há um deputado, o general que comandou a ofensiva para expulsar Al Chababe da capital somaliana em 2011 e o dono do hotel.

Depois de uma batalha feroz, as forças do governo provisório e da missão de paz da União Africana reassumiram o controle do hotel. Desde que foi expulsa dos principais centros urbanos, Al Chababe trava uma guerra de guerrilhas contra o governo reconhecido internacionalmente e a força internacional.