Pelo menos oito soldados do Exército da Somália foram mortos num ataque da rebeldes da milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) a um quartel na região do país conhecida como Baixa Chebele, revelaram hoje fontes militares.
O assalto à base militar de Lanta Buro começou com a explosão de um carro-bomba. Em seguida, milicianos invadiram o quartel.
A milícia, ligada à rede terrorista Al Caeda, afirmou ter matado 30 soldados, mas o Exército só admitiu oito mortes.
Uma decisão recente da União Europeia de cortar a ajuda à missão de paz da União Africana na Somália prejudica a luta contra Al Chababe e as tentativas de estabilizar a Somália, que vive em estado de anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.
Desde 2007, cerca de 22 mil soldados da Missão da União Africana na Somália (Amison), com o aval do Conselho de Segurança das Nações Unidas, tenta manter o frágil governo provisório reconhecido internacionalmente.
O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, advertiu que os países africanos não estão em condições de dar o dinheiro que a Europa nega. Há rumores de que os soldados não recebem salário há vários meses.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 11 de julho de 2016
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