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sábado, 13 de julho de 2019

Terroristas muçulmanos matam 26 pessoas em hotel na Somália

A milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) explodiu um carro-bomba diante de um hotel no porto de Kismayo, no Sul da Somália. Em seguida, tomou o edifício por mais de 14 horas e matou 26 pessoas antes que as forças de segurança assumissem o controle da situação, noticiou hoje a agência Associated Press (AP).

Entre os mortos, há dois americanos, um britânico, um político local e um jornalista somaliano naturalizado canadense.

O grupo jihadista, ligado à rede terrorista Al Caeda, tenta derrubar o governo provisório da Somália reconhecido pelas Nações Unidas. É mais um golpe nos esforços do governo para realizar em 2020 as primeiras eleições diretas em 50 anos. Antes disso, estavam marcadas eleições regionais neste verão no Hemisfério Norte.

Em 2012, o Exército do Quênia expulsou Al Chababe de Kismayo, mas a milícia continua sendo uma grande ameaça à segurança, com ataques na Somália e no vizinho Quênia.

A Somália vive em estado de anarquia, sem um governo que controle o território nacional, desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

domingo, 14 de agosto de 2016

Forças da Líbia avançam na luta contra o Estado Islâmico

Milícias leais ao governo reconhecido internacionalmente da Líbia avançaram neste domingo na luta contra o principal reduto no país da organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, na cidade de Sirte, informou a agência Reuters.

As forças governistas são lideradas por milícias da cidade de Missurata. Desde 1º agosto, contam com o apoio de bombardeios da Força Aérea dos Estados Unidos. Assim, conseguiram cercar os milicianos do Estado Islâmico no centro residencial de Sirte.

As brigadas de Missurata anunciaram ter assumido o controle de uma emissora de rádio usada pelo Estado Islâmico, que se instalou em Sirte no ano passado. A ofensiva para reconquistar a cidade, terra natal do falecido ditador Muamar Kadafi, começou em maio, quando o Estado Islâmico avançava rumo a Missurata.

Sob intensa pressão nos campos de batalha do Oriente Médio, perdendo territórios na Síria e no Iraque, o Estado Islâmico aprovou a anarquia em que vive a Líbia desde a queda de Kadafi, há cinco anos, para se estabelecer no país.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Somália captura alto comandante militar jihadista

O comandante Olow Barow, da milícia extremista muçulmana Al Chababe (Os Jovens ou A Juventude), foi preso, anunciou hoje o governo provisório da Somália. Ele teria sido ferido em combate perto de Fidow, na região da Baixa Chabelle e deve ser levado para interrogatório em Mogadíscio.

Desde a morte do líder do grupo, Ahmed Abdi Godane, num bombardeio aéreo dos Estados Unidos, vários outros chefes se renderam ou foram capturados.

De acordo com a missão de paz da União Africana, 70% do país foram libertados e estão sob o controle do governo reconhecido internacionalmente,

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Governo provisório da Somália está à beira do colapso

O governo provisório da Somália está cercado em todas as frentes: enquanto aumentam os ataques da milícia fundamentalista muçulmana Al Chababe (Os Jovens), o governo não consegue conter o roubo de dinheiro público, a sociedade internacional perde cada vez mais a confiança no presidente Hassan Cheikh Mohamud e a seca está matando pessoas de sede.

Um apelo de ajuda humanitária feito pelas Nações Unidas arrecadou até 20 de março de 2014 apenas 3% dos US$ 933 milhões considerados necessários. Com o colapso do poder central, aumenta a competição pelo poder entre os diferentes clãs, dificultando a criação de instituição que permitam restaurar o Estado nacional.

A Somália vive em anarquia desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Grécia empossa governo interino até novas eleições

Depois do fracasso das tentativas dos partidos políticos do país de formar um governo desde as eleições de 6 de maio de 2012, a Grécia está empossando neste momento um governo provisório. O primeiro-ministro interino, o juiz Panayiotis Pikramenos, será encarregado de governar o país até as eleições de 17 de junho.

Em entrevista à TV pública britânica BBC, o líder da aliança de extrema esquerda Syriza, Alexis Tsipras, acusou a União Europeia de "jogar pôquer com vidas humanas".

Favorito nas pesquisas, ele é a favor de continuar na Eurozona, mas rejeita o plano de ajuste das contas públicas que a UE se recusa a renegociar. Seu seu partido for o mais votado, ganha um bônus de 50 cadeiras do Parlamento. Isso complicaria defitivamente a situação da Grécia.

Líderes dos grandes países europeus estão advertindo a Grécia de que deve transformar as eleições num plebiscito sobre o euro e sua participação na união monetária europeia. Sem cumprir os acordos firmados, a Grécia não receberá mais parcelas dos empréstimos negociados com a UE e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Oposição síria forma governo paralelo

Sob inspiração da revolta na Líbia, a oposição da Síria formou um conselho nacional, embrião de um governo provisório, em encontro em Istambul, na Turquia, informa a rede de televisão americana CNN.

“Queremos que o governo sírio veja o que está acontecendo na Líbia”, afirmou Louay Safi, membro do conselho.

“Aqueles ditadores que pensam que estão acima do povo e da História pensam que podem manter a repressão sem ter de pretar contas. Seu tempo passou”, acrescentou. “Todas as nações têm o direito de viver sob um regime baseado na lei, experimentar a democracia, a liberdade e a liberdade de expressão.”

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Ex-ministro anuncia governo provisório na Líbia

O ex-ministro da Justiça da Líbia, Mustafá Abdel Jalil, anunciou hoje a formação de um governo provisório em Bengázi, a segunda maior cidade do país, um diálogo pela união nacional de civis e militares, e a realização de eleições livres dentro de três meses.

Um dos filhos do ditador, Seif al-Islam Kadafi, que era considerado um provável sucessor, afirmou hoje que o país está à beira de uma guerra civil, com risco de intervenção estrangeira.