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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Bolsa de Nova York sofre maior queda em pontos num dia

Na pior queda em pontos num dia, o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações da Bolsa de Nova York, chegou a registrar baixa do mais de 1.500 pontos e terminou o dia com perdas de 1.175 pontos (4,6%). O índice amplo Standard & Poor's 500 caiu 4,1% e a bolsa Nasdaq, da empresas de alta tecnologia, recuou 3,8%.

Percentualmente, foi a maior queda do Dow Jones desde 8 de agosto de 2011 (5,6%), durante a crise da Zona do Euro, por medo de contágio da Espanha e da Itália. Também foi menos do que em 29 de setembro de 2008 (7%), no auge da crise deflagrada pela falência do bando de investimentos Lehman Brothers duas semanas antes.

O recorde negativo foi uma queda de 22,61% na Segunda-Feira Negra, 19 de outubro de 1987. No colapso da Bolsa de Nova York que deu início à Grande Depressão (1929-39), as perdas foram de 11% em 24 de outubro de 1929, 12,82% no dia 28 e 11,73% no dia 29 do mesmo mês.

Ao redor do mundo, as bolsas praticamente zeraram os ganhos deste ano. O Índice Dow Jones está em queda de 1,5% no ano e 8,5% abaixo do recorde de 26 de janeiro, perto dos 10%, que caracterizam o que os economistas chamam de uma "correção" nos preços das ações.

"É a primeira vez em algum tempo em que eu diria que o sentimento é de pânico para vender", comentou Tim Anderson, diretor-executivo da corretora TJM Investments, citado pelo jornal The Wall Street Journal, porta-voz do centro financeiro de Nova York. As ações dos setores bancário, de energia e de alta tecnologia tiveram grandes perdas.

O índice dos grandes bancos perdeu 4,9% e o S&P 500 do setor de energia, 4,4%. O petróleo do tipo West Texas Intermediate, padrão do mercado americano, caiu 2% para US$ 64,15 por barril de 159 litros.

As dez maiores baixas foram da Chevron (-13,65%), DowDuPont (-10,27%), Exxon Mobil (-9,76%), Pfizer (-9,57%), UnitedHealth (-9,43%), Home Depot (-9,6%), Johnson & Johnson (-8,97%), 3M (-8,92%), Intel (-9,53%) e Caterpillar (-8,04%).

Outros analistas atribuíram a forte baixa à negociação feita por algoritmos: "O interessante na ação de hoje foi causado provavelmente por modelos de computador que precisam equilibrar os riscos, observou Youssef Abbasi, estrategista do mercado global da corretora Jones Trading.

Quando o índice S&P 500 caiu abaixo dos 2.700 pontos, a venda se acelerou, notou Abbasi: "Aquilo inerentemente deu o tom de vender. Voltar a ficar em zero no ano criou um ponto de inflexão." Em determinado momento, o Dow Jones perdeu 800 pontos em 10 minutos, acumulando uma queda de quase 1.600 pontos no dia.

O entusiasmo por ações levou os investidores a investir US$ 102 bilhões em fundos de investimentos. Desde que o relatório de emprego de janeiro, divulgado na sexta-feira, revelou um ritmo forte de contratações e uma alta média dos salários em 2,9% em um ano, há uma expectativa de alta da inflação e aumentos nas taxas básicas de juros pelo Conselho da Reserva Federal (Fed), o banco central dos EUA.

A reforma fiscal do governo Donald Trump também pesou negativamente. Com a expectativa de alta de US$ 1,5 trilhão na dívida pública dos EUA em dez anos, os juros dos títulos da dívida pública do Tesouro americano subiram e passaram a concorrer com o investimento em ações. Os juros estão no nível mais alto em quatro anos.

Sempre pronto a assumir a responsabilidade por qualquer sucesso, Trump não se manifestou sobre a forte queda no valor das empresas com ações negociadas em bolsa. O porta-voz Raj Shah, citado pelo jornal inglês Financial Times, declarou que "os mercados flutuam em curto prazo, penso que todos sabemos disso. Mas os fundamentos desta economia são muito fortes."

Apesar do caos dos últimos dias, alguns economistas entendem que "este é um recuo saudável", como Jason Draho, chefe de alocação tática de ativos na América do setor de gerenciamento de fortunas do banco suíço UBS. Seria uma pausa depois de um longo período de alta no mercado. Cria uma oportunidade para comprar ações de empresas promissoras que caíram com a venda generalizada.

Em São Paulo, o índice Bovespa recuou 2,6% e o dólar subiu para R$ 3,25.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Bolsa de Nova York recupera perdas da semana

NOVA YORK - Com a revisão do crescimento do produto interno bruto nos Estados Unidos no segundo trimestre para 3,7%, a possibilidade de que o banco central americano não aumente os juros em setembro e de que as autoridades da China controlem a crise no mercado financeiro chinês, a Bolsa de Valores de Nova York fechou em alta pelo segundo dia seguido, recuperando as perdas da semana.

O Índice Dow Jones subiu 369 pontos (2,3%) para 16.654,77, fechando a semana em alta de 1,2%, enquanto tanto o índice amplo S&P 500 e a bolsa de alta tecnologia Nasdaq avançam mais de 2%, terminando a semana com ganhos.

Depois de cair abaixo de US$ 38 com as oscilações selvagens da semana, os preços do petróleo subiram 10%, na maior alta em seis anos, liderando uma alta nos preços dos produtos primários que beneficiou diretamente a Bolsa de São Paulo. As ações da Petrobrás e da Vale tiveram valorizações de 8% a 11%.

Antes, as bolsas da Europa avançaram 3,5% e a Bolsa de Xangai, 5,34%, na primeira alta depois de cinco sessões consecutivas de perdas.

quinta-feira, 14 de março de 2013

Índice Dow Jones bate recorde pelo 10º dia seguido

Com a queda nos novos pedidos de seguro-desemprego (leia abaixo), o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações da Bolsa de Valores de Nova York, bateu seu próprio recorde de fechamento pelo décimo dia consecutivo. É uma sequência de altas que não era vista desde 1996.

Hoje o Dow Jones subiu 83,86 pontos (0,58%), chegando a 14.539,14 pontos. O índice amplo S&P 500, que avalia o desempenho de 500 empresas. Avançou hoje 8,71 pontos (0,56%) para 1.563,23 pontos. Está a apenas 2 pontos do seu recorde, de 1.565,15 pontos, atingido em 9 de outubro de 2007, pouco antes do início da Grande Recessão.

A bolsa Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, subiu 13,81 pontos (0,43%) para 3.258,93 pontos.

Desde o início de 2013, o Dow Jones teve alta de 11% e o S&P 500 de 9,6%, noticia a agência Reuters.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Índice Dow Jones fecha acima de 14 mil

O Índice Dow Jones, o mais importante da Bolsa de Valores de Nova York, fechou acima dos 14 mil pontos hoje pela primeira vez desde outubro de 2007, antes do início da Grande Recessão (2008-9), por causa de dados considerados positivos na indústria e no mercado de trabalho.

Apesar do aumento na taxa de desemprego de 7,8% para 7,9%, os analistas notaram uma recuperação do mercado de trabalho em setores vitais para a recuperação como comércio varejista e construção civil.

Nas últimas quatro semanas, os investidores aplicaram US$ 12,7 bilhões no mercado de ações dos Estados Unidos, que receberam o maior fluxo de capital desde 1996.

"Há uma grande quantidade de dinheiro procurando um lar. Os investidores decidiram sair do mercado de bônus e comprar ações", analisa o economista Edward Simmons, sócio da empresa High Partner, de Portland, no estado do Maine.

Já o diretor de investimentos da corretora North Star Investment Management Corporation, Eric Kuby, observa que "todos os dados parecem indicar uma melhoria lenta mas firme da economia".

Hoje o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações, subiu 149,21 pontos ou 1,08% para 14.009,79 pontos. O índice amplo S&P 500, que avalia 500 empresas, avançou 15,06 pontos ou 1,01% para 1.513,17 pontos. A bolsa eletrônica Nasdaq, de empresas de alta tecnologia, cresceu 36,97 pontos ou 1,18% para 3.179,1 pontos, informa a agência de notícias Reuters.

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Índice Dow Jones teve ganho de 7,3% em 2012

O Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações da Bolsa de Valores de Nova York, fechou o ano com alta de 7,3%, enquanto o índice amplo S&P 500, que inclui 500 companhias, subiu 13,4%, e a bolsa Nasdaq, das empresas de alta tecnologia, avançou 15,9%.

No último dia de negociações do ano, o Índice Dow Jones aumentou 166,03 pontos para 13.104,14, com valorização de 1,3%, na expectativa de que a Casa Branca e o Congresso se entendem nas negociações para reduzir o déficit orçamentário federal dos EUA, reporta o jornal The Wall St. Journal.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Furacão Sandy é rebaixado a tempestade subtropical

Mais de 3 milhões de pessoas estão sem energia elétrica na costa leste dos Estados Unidos por causa do furacão Sandy, que foi rebaixado para tempestade subtropical, com ventos de 135 quilômetros por hora. Os dois candidatos à Casa Branca suspenderam a campanha. O presidente Barack Obama foi para Washington coordenar a operação de socorro.

Sandy já atinge um terço do território dos EUA. Está passando agora pela capital americana, onde deve ficar seis horas.

Com a passagem do furacão, esperado nas próximas horas em Nova York, as bolsas de valores da cidade vão permanecer fechadas amanhã. Sandy matou pelo menos 67 pessoas na região do Mar do Caribe, em Cuba, no Haiti e na Jamaica, e uma pessoa no bairro nova-iorquino Queen's.

Na opinião dos especialistas, é uma tempestade diferente. O furacão formado pelo calor no Mar do Caribe se encontrou com uma massa de ar polar. Isso pode aumentar sua força e é atribuído ao aquecimento global.

Durante quase um ano de campanha eleitoral, a crise ambiental passou ao largo. Os conservadores rejeitam até mesmo a tese de que o aquecimento global seja causado pela emissão de gases carbônicos pelo homem. Para qualquer candidato à Casa Branca, é extremamente impopular dizer para os americanos que eles não devem andar tanto de carro.

Mas, como acaba de observar o correspondente Luiz Fernando Silva Pinto na GloboNews, com os dois principais candidatos praticamente empatados nas pesquisas de opinião, Sandy pode ser um fator decisivo na eleição de 6 de novembro. É uma oportunidade, especialmente para o presidente de se mostrar à altura do cargo.

Em 2005, quando parte do Sul dos EUA, inclusive Nova Orleans, foi arrasada pelo furacão Katrina, de categoria 5, o governo George W. Bush foi considerado lento e insensível no socorro às vítimas, em sua maioria negros. O então senador Barack Obama foi pessoalmente dar ajuda aos flagelados.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Facebook já tem 1 bilhão de usuários

O Facebook, maior rede social da Internet, anunciou ter superado a marca de 1 bilhão de usuários. Suas ações tiveram uma rápida alta na bolsa eletrônica Nasdaq, que negocia ações de empresas de alta tecnologia, mas voltaram a cair.

Em entrevista à televisão nos Estados Unidos, seu criador, Mark Zuckerberg, defendeu seu modelo de negócios, alegando que os usuários vão apontar os caminhos para o futuro desenvolvimento da empresa.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Investidores processam Facebook e bancos

A mais badalada oferta pública inicial de ações azedou. Nos dois primeiros dias de negociação na bolsa eletrônica Nasdaq, o Facebook perdeu 19% do valor, caindo de US$ 38 para US$ 31. Os investidores decidiram processar a empresa e os bancos Morgan Stanley e Goldman Sachs, principais organizadores da abertura do capital da maior rede social da Internet.

Uma das acusações é que o Morgan Stanley e o Goldman Sachs teriam escondido informações de relatórios internos dos bancos reduzindo sua expectativa de faturamento do Facebook e colocando em dúvida o sucesso da empresa a longo prazo.

Ontem a presidente da Securities and Exchange Comission (Comissão de Valores Mobiliários) dos Estados Unidos, Mary Schapiro, autoridade reguladora do mercado financeiro, vai investigar o lançamento das ações do Facebook.

No momento, o papel está em alta de 3,5%.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Ação cai e Facebook já vale menos de US$ 100 bi

No segundo dia de venda em bolsa, a ação do Facebook caiu para menos de US$ 34, bem abaixo do preço de lançamento, de US$ 38, reduzindo o valor total de mercado da empresa para menos de US$ 100 bilhões.

Hoje, a coluna Lex, do jornal inglês Financial Times, observa que uma companhia que faturou menos de US$ 4 bilhões no ano passado precisa de um crescimento estratosférico para justificar esse valor.

Um dos bancos responsáveis pela oferta inicial de ações do Facebook teria entrado no mercado comprando pesadamente na sexta-feira para sustentar o preço da ação, mas hoje não estaria fazendo isso.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Facebook decepciona na estreia em bolsa

No primeiro dia de venda pública de ações, o Facebook decepcionou. A ação, cotada inicialmente em US$ 38, subiu para US$ 42,05 início das operações, uma alta de 11%. Mas logo começou a cair. Oscilou durante todo o dia, fechando em US$ 38,23, com valorização de 0,61%.

A estreia atrasou meio hora por problemas técnicos na bolsa eletrônica Nasdaq, que negocia ações de empresas de alta tecnologia.

Analistas ouvidos pelo sítio Investment News desaconselharam a compra das ações do Facebook, dizendo que é o lançamento mais badalado da história, mas não há garantia de sucesso da empresa a longo prazo num ambiente volátil em plena revolução tecnológica.

O Facebook ainda tem problemas de acesso em celulares e tabletes. Depende de plataformas de empresas concorrentes como a Apple e o Google.

A própria Apple, hoje a maior empresa privada do mundo, foi dada como morta quando o sistema operacional Windows, da Microsoft, tomou conta do mercado de computadores pessoais. Deu a volta por cima com produtos revolucionários como o iPod, iPhone e iPad.

Alguns comentaristas lembraram o espetacular lançamento da America on Line (AoL), que chegou a negociar uma fusão com o grupo Time Warner e desapareceu com a evolução tecnológica, tornando-se uma empresa menor.


Facebook estreia com alta de 13% mas cai

As ações do Facebook foram lançadas hoje na bolsa eletrônica Nasdaq a US$ 42,99, 13% acima do preço na oferta inicial de ações. Desde então, estão em queda, aproximando-se de US$ 38, valor pela qual foram vendidas ontem, antes da estreia na bolsa.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Minuta do Fed derruba Bolsa de Nova York

Os diretores da Reserva Federal (Fed), o banco central dos Estados Unidos, estão preocupados com o impacto do endividamento público sobre a economia em geral. Vários acreditam que a fraqueza da recuperação pode exigir novas medidas de estímulo, indicam a minuta da reunião de 24 e 25 de abril do Comitê do Mercado Aberto, divulgadas hoje. A notícia derrubou a Bolsa de Nova York.

A bolsa operava em alta por causa do aumento acima do esperado na produção industrial americana. Mas, com a crise da Grécia e a minuta do Fed, a tendência se inverteu.

No fim do pregão, o índice Dow Jones caiu 0,26% para 12,598,55 pontos. A Nasdaq perdeu 0,68%, e o índice amplo S&P 500, 0,44%.

Aqui no Brasil, o índice Bovespa caiu 0,62% para 55.887 pontos.

Houve uma fuga para os títulos da dívida pública do Tesouro dos EUA. Os juros dos bônus de dez anos caíram para 1,76%.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Nasdaq supera 3 mil pela primeira vez em 11 anos

Em mais sinal de recuperação da economia dos Estados Unidos, a bolsa de valores Nasdaq, que negocia ações de empresas de alta tecnologia, superou os 3 mil pontos hoje pela primeira vez desde dezembro de 2000.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Medo de recessão derruba bolsas

Um relatório fraco sobre o emprego nos Estados Unidos aumentou o temor de uma recessão na maior economia do mundo, derrubando a Bolsa de Valores de Nova Iorque. Nesta sexta-feira, o Índice Dow Jones caiu 2%; o S&P 500, 2,5%; e a Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, 3,8%.

Em dezembro, a economia americana criou apenas 18 mil empregos a mais do que destruiu fora do setor agrícola. É o pior desempenho do mercado de trabalho desde agosto de 2003. A taxa de desemprego subiu de 4,7% para 5%, maior nível desde novembro de 2005.

Na Europa, o fraco desempenho do mercado de trabalho americano também derrubou os mercados. O Banco Central da Europa enfrenta um difícil dilema entre inflação, que foi de 3,1% ao ano em dezembro, puxada pelos preços do petróleo, e a necessidade de estimular a economia para superar a crise provocada pelos tomadadores de segunda linha nos EUA.

A baixa no dia anterior em Wall Street e a alta nos preços do petróleo já tinham aumentando o medo de uma recessão mundial no Japão, derrubando também a Bolsa de Tóquio. O Índice Nikkei caiu 4%.

Aumenta a chance de que o Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos EUA, corte sua taxa básica de juros de 4,75% para 4,5% ao ano na reunião de 29 e 30 deste mês.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Juros e bolsas caem nos EUA

Como previsto, o Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos Estados Unidos, baixou ontem sua taxa básica de juros de 4,5% para 4,25% ao ano.

É a terceira vez em três meses que cai a taxa de juros de curto prazo na maior economia do mundo.

O reconhecimento pela autoridade monetária americana de que haverá mais difuldades financeiras pela frente, por causa da crise iniciada no mercado de crédito hipotecário, derrubou as bolsas de valores.

Na análise do jornal inglês Financial Times, o mais importante diário econômico europeu, o mercado esperava sinais de mais quedas nos juros em 2008, mas isto não ficou claro.

Assim, o índice Dow Jones teve baixa de 2,14%; a Nasdaq, de 2,45%; e S&P 500, de 2,53%, seu maior recuo em um mês.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Bolsa de Nova Iorque cai 362 pontos

Apesar do corte na taxa básica de juros na quarta-feira, o medo de um aperto de crédito por causa do impacto no mercado financeiro da crise no setor habitacional nos Estados Unidos derrubou ontem o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque. A queda foi de 362,14 pontos (2,6%), para 13.567,87 pontos.

Para evitar uma crise de liquidez, o Federal Reserve Board (Fed), o banco central americano, colocou mais US$ 41 bilhões à disposição dos bancos.

No mundo inteiro, as bolsas fecharam em queda.

As ações do Citigroup baixaram 7% e as do banco de investimentos J P Morgan e do grupo AIG, 6% cada.

Mesmo com o petróleo em alta, as ações da Exxon perderam 3% do valor porque a maior companhia petrolífera do mundo lucrou menos do que o previsto.

Na bolsa especializada em ações de empresas de alta tecnologia, a Nasdaq, a queda foi de 2,25%. O índice S&P 500, que avalia 500 ações negociadas em Wall Street, baixou 2,6%. Foi seu pior dia desde agosto. Caíram 2.826 ações e 442 tiveram alta.

O preço do barril de petróleo caiu depois de ser negociado a US$ 96, fechando em US$ 93,49 na Bolsa Mercantil de Nova Iorque.

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Estoque de casas a venda é maior em 16 anos nos EUA

A venda de casas caiu 0,2% em julho nos Estados Unidos, projetando um total anual de 5,75 milhões, acima da expectativa média do mercado, de 5,69 milhões. Mas foi o ritmo de negócios mais fraco em cinco anos, desde novembro de 2002. O estoque de casas não-vendidas no mercado imobiliário daria para 9,2 meses de demanda, o nível mais alto desde outubro de 1991.

Esta má notícia abalou a Bolsa de Valores de Nova Iorque. O Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 ações mais importantes caiu 56,74 pontos (-0,4%), em 13.322,13. O S&P 500, que avalia 500 ações caiu 12,58 (-0,9%) para 1.466,79. E a bolsa eletrônica Nasdaq, das ações de empresas de alta tecnologia, teve baixa de 15,44 (-0,6%) fechando em 2.561,25.

sábado, 25 de agosto de 2007

Bolsa de Nova Iorque tem alta de 2,3% na semana

A Bolsa de Valores de Nova Iorque teve uma forte alta nesta sexta-feira, de 142,99 pontos (+1,1%), acumulando uma alta de 2,3% na semana, superando assim a volatilidade da semana anterior, pelo menos até a próxima notícia ruim do mercado. O que ajudou ontem foi a notícia da recuperação do mercado imobiliário no mês de julho, superando a expectativa do mercado.

O Índice S&P 500, mais amplo, que mede o desempenho de ações de 500 empresas, também subiu 2,3% na semana e a bolsa eletrônica Nasdaq, de ações de empresas de alta tecnologia, 2.8%.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Bolsa de Nova Iorque reage e sobe 2,18%

Depois de fortes quedas na semana passada que abalaram mercados no mundo inteiro, o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova Iorque, subiu 286,87 pontos (2,18%), fechando em 13.468,78. Foi o maior ganho percentual desde 16 de junho de 2003. Desde o início do ano, a alta é de 8,1%.

O índice S&P 500 subiu 34,61 pontos (2.4%), para 1.467,67, na maior alta desde 2 de abril de 2003; no ano, o ganho é de 3.5%. Já a bolsa Nasdaq, de ações de empresas de alta tecnologia teve alta de 36,08 pontos (1,4%), chegando a 2.547,33. A alta acumulada no ano é de 5,5%.

A queda da semana passada foi atribuída aos riscos associados à crise de empresas financiadoras de empréstimos para a compra de casa própria por cliente de risco nos Estados Unidos. Essa crise dos empréstimos de segunda linha poderia atingir outros setores da sociedade americana.

Hoje, a reação foi atribuída à busca de barganhas pelos investidores, de ações que teriam caído aquém do que a situação das empresas e da economia internacional recomendaria. A Bolsa de São Paulo, que caíra 3% no início das operações, também reagiu, seguindo a tendência de Wall Street, e fechou em alta de 0,46%.

"Foi um alívio", comentou Larry Peruzzi, corretor de ações da empresa Boston Company Asset Management. "Depois da grande venda de sexta-feira, os investidores estavam em busca de ações com valor real".

O Comitê de Mercado Aberto do Federal Reserve Board (Fed), o banco central dos EUA, reúne-se nesta terça-feira. Deve manter a taxa básica de juros da economia americana inalterada, mais uma vez, em 5,25% ao ano. Mas o mercado espera que o Fed indique um viés de baixa.

A previsão do banco de investimentos Merrill Lynch é que a taxa caia para 4,5% até o final do ano "e talvez até para 3,75% em meados de 2008".

quinta-feira, 7 de junho de 2007

Índice Dow Jones cai 200 pontos

A Bolsa de Valores de Nova Iorque caiu pelo terceiro dia consecutivo, com o Índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais ações, caindo 198,94 (1,48%), para 13.266,73, enquanto a Nasdaq, de alta tecnologia, caiu 1,77% e o índice S&P500, que avalia 500 ações da bolsa de Wall Street, 1,76%.