terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Mozart faz bem a prematuros


A música do compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart ajuda bebês prematuros a ganharem peso, concluiu pesquisa realizada em Israel.

Carros-bomba matam pelo menos 127 em Bagdá

Em um ataque coordenado, cinco carros-bomba explodiram hoje em Bagdá, matando pelo menos 127 pessoas. Outras 400 saíram feridas. Os alvos foram um tribunal, duas escolas, uma mesquita e  

O governo iraquiano adiou as eleições parlamentares para 6 de março, não por causa do terrorismo, mas pela demora na aprovação da nova lei eleitoral numa Assembleia Nacional dividida entre árabes xiitas, árabes sunitas e curdos.

Enquanto general encarregado da segurança de Bagdá responsabilizou a rede terrorista Al Caeda e "baathistas", ou seja, partidários do ditador Saddam Hussein, deposto pela invasão americana de março de 2003, um porta-voz oficial do governo atribuiu a ação a "elementos estrangeiros".

Agências alertam para risco de dívidas públicas

A Grécia teve sua nota de crédito rebaixada pela agência de classificação de risco Fitch, e o Banco Central da Europa pediu ao governo de Atenas que "aja com coragem" para combater o déficit orçamentário. 

Com o grande aumento do endividamento de governos para enfrentar a recessão, a próxima ameaça da crise é a moratória de dívidas públicas.

A agência Moody’s adverte que EUA, Alemanha, França e RU vão enfrentar uma “crise fiscal” durante anos, mas não vai rebaixar o crédito desses países por enquanto.

Produção industrial da Alemanha cai


Depois de dois meses de crescimento robusto, a produção industrial da Alemanha caiu inesperadamente em outubro em 1,8%.

Japão anuncia mais um plano de estímulo

Sob ameaça de deflação e estagnação, o Japão lança um novo plano de estímulo, de US$ 80 bilhões, para incentivar o consumo interno.

O país voltou a crescer, mas o investimento e o consumo interno ainda são fracos. A deflação está de volta e o novo governo teme a volta da recessão.

Calota polar ártica tem 10,26 milhões de km2

Em novembro de 2009, a calota de gelo do Polo Norte media 10,26 milhões de quilômetros quadrados, a terceira menor extensão desde que a região começou a ser monitorada via satélite


É 1,05 milhão de km2 a menos do que a média de 1979 a 2000, mas 420 mil km2 a mais do que em 2006, recorde de tamanho mínimo para novembro. O menor tamanho foi em setembro de 2007, no fim do verão do Hemisfério Norte, informa o Centro Nacional de Dados sobre Gelo e Neve dos Estados Unidos, para do Instituto Cooperativo para Pesquisas de Ciências Ambientais da Universidade do Colorado em Boulder, nos EUA.


No mês passado, a camada de gelo sobre o Oceano Ártico estava um pouco maior do que a média ou na média para novembro, com a exceção de duas regiões importantes: a Baía de Hudson, no Canadá, e o Mar de Barents, ao Norte da Rússia.


A capa de gelo reflete a luz solar e contribui para o combate ao aquecimento global. Em novembro, cresceu em média 82 mil km2 por dia. Foi mais lenta na primeira quinzena do mês e se acelerou no segundo. Seu declínio para o mês de novembro é de 4,5% por década.

UE quer mais de EUA e China em Copenhague

Na abertura da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança do Clima, em 7 de dezembro de 2009, em Copenhague, na Dinamarca, a União Europeia cobrou um compromisso maior dos Estados Unidos e da China com os cortes de emissões de gases carbônicos que serão necessários para conter o aquecimento do planeta.

O resultado final da conferência "vai depender principalmente do que for oferecido pelos EUA e a China", previu o ministro do Meio Ambiente da Suécia, Andreas Carlgren. Seu país ocupa no momento a presidência rotativa da UE.

Para justificar sua expectativa, Carlgren lembrou que os dois países são responsáveis por metade das emissões. Assim, "será absolutamente decisivo o que eles puderem oferecer".

Pelos cálculos do Painel Intergovernamental sobre a Mudança do Clima, que fez o dianóstico sobre o agravamento do efeito estufa por causa da emissão de gases produzidos pela queima de carvão e petróleo desde o início da Revolução Industrial, em 1750, será necessário que os países desenvolvidos cortem até 25% de suas emissões até 2020, na comparação com 1990, para limitar o aumento da temperatura a dois graus centígrados.

A Europa chega a Copenhague prometendo cortar 20% ou até 30% se outros países fizerem esforços semelhantes.

Representantes dos 192 países-membros da ONU participam da conferência, que deve aprovar um acordo que substitua o Protocolo de Quioto, aprovado em 1997 na antiga capital do Japão.

Pelo acordo de Quioto, os países desenvolvidos deveriam cortar suas emissões de gasas que agravam o efeito estufa em 5% na média em relação às emissões de 1990.

Os EUA nunca aderiram ao Protocolo de Quioto. No final de seu governo, em 2001, o presidente Bill Clinton assinou o acordo, sabendo que não tinha a menor chance de ser aprovado pelo Senado. Deixou a bomba no colo de George W. Bush, que no início de seu governo questionava a conclusão científica de que o homem é responsável aumento da temperatura da Terra.

Há iniciativas para combater o aquecimento global em pelo menos 28 estados dos EUA e em muitas cidades importantes. Mas o primeiro compromisso do governo federal americano foi a proposta anunciada pelo presidente Barack Obama: um corte de 17% até 2020 em relação a 2005.

Essa redução está prevista num projeto de lei aprovado no Câmara. No Senado, circula outro, que prevê um corte de 20%. Mas ambos se baseiam nas emissões de 2005.

Como país industrializado há mais de um século e maior poluidor mundial até ser recentemente ultrapassado pela China, os EUA deveriam ter cumprido meta de Quioto, de 5% em relação a 1990. Mas a proposta do governo Obama, que ainda não tem garantia de aprovação no Congresso dos EUA, estabelece um corte de apenas 4% na comparação com 1990. Está abaixo da meta de Quioto.

Se o maior responsável historicamente pelas emissões de gases de efeito estufa reluta, como convencer a China, que está em pleno processo de desenvolvimento e ainda tem centenas de milhões de pobres, a melhorar sua proposta.

A China promete reduzir em 40% a 45% até 2020, na comparação com 2005, a "intensidade das emissões" para produzir a mesma quantidade de riqueza. É um compromisso com maior eficiência energética. Como o país não aceita abrir mão de seu crescimento de 8% ao ano, que deve aumentar suas emissões.

Para os EUA, esse aumento de eficiência energética é algo que a China inevitavelmente faria para controlar a poluição e economizar energia.

De um entendimento entre as duas superpotências econômicas depende a Conferência de Copenhague.

No momento, parece mais provável que seja aprovado o esboço de um acordo cujos detalhes finais, como metas e quantias, seriam discutidos nos próximos dois anos.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Branson lança turismo espacial comercial

No Deserto de Mojave, na Califórnia, o empresário britânico Richard Branson apresentou hoje sua Nave Espacial 2, que pode levar ao espaço até dois pilotos e seis passageiros. Depois de alguns testes no próximo ano, ele pretende lançar voos espaciais comerciais regulares em 2011 ou 2012.

"É a realização de um sonho", resumiu Branson. "Amanhã, eu vou acordar e o sonho não terá acabado".

Nesta época de Conferência do Clima, o empresário afirmou que uma viagem de duas horas e meia ao espaço emite menos gases de efeito estufa do que um voo de avião de ida e volta entre Nova York e Los Angeles.

A Virgin Galática vai cobrar US$ 200 mil, cerca de R$ 340 mil, pelo passeio ao espaço, bem menos do que os US$ 10 milhões pagos por um magnata americano à Rússia.

China já vendeu 12 milhões de carros no ano

A venda de automóveis na China passou de 12 milhões de unidades no período janeiro-novembro e deve fechar o ano em 13 milhões, tornando o país no maior mercado mundial do setor.

Conferência começa com expectativa de acordo

A Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima começa hoje e vai até 18 de dezembro sob a expectativa de que vai chegar a um acordo para substituir o Protocolo de Quioto. A União Europeia deve oferecer uma ajuda imediata de US$ 1,5 bilhão a US$ 4,5 bilhões para ajudar os países em desenvolvimento a enfrentar o problema nos próximos três anos.

Diante do vazamento de emails sobre manipulação de dados sobre o aquecimento global, o presidente do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima, Rajendra Pachauri, disse que os maiores desafios são:  
• convencer os países em desenvolvimento a adotar metas concretas de cortes de emissões para 2020;
• financiamento; e  
•  acesso a tecnologia.

A polícia dinamarquesa improvisa prisões para deter manifestantes que violarem a lei .

Vários globos feitos por artistas plásticos estão espalhados pela capital dinamarquesa.

O custo do combate à mudança do clima é estimado em 1% do produto mundial bruto.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Venezuela afasta ministro em escândalo

Diante de uma crise cada vez maior em bancos comprados por amigos do regime, o governo da Venezuela prendeu no sábado um dos maiores financistas do país, Arné Chacón, provocando a renúncia de seu irmão, o ministro da Ciência, Jesse Chacón.


As medidas sugerem que vai haver um amplo expurgo de magnatas próximos à revolução bolivarista desencadeada pelo presidente Hugo Chávez para implantar seu indefinido "socialismo do século 21", a chamada boliburguesia ou boligarquia, que ganhou fortunas na última década.

Outros banqueiros foram presos, entre eles Ricardo Fernández Barrueco, um bilionário que entrou no setor financeiro depois de fazer fortuna vendendo comida para supermercados estatais.


A crise estourou na segunda-feira, quando o governo assumiu o controle de quatro bancos, inclusive os ligados a Fernández Barrueco. Na sexta-feira, outros três bancos foram encampados.


O financista foi preso por não conseguir explicar a origem do dinheiro usado para comprar os bancos.



“Estamos assistindo com espanto a tudo o que aconteceu na semana passada, do colapso à corrida aos bancos que estão sendo engolidos pela revolução", comentou Russell M. Dallen Jr., supervisores de operações em mercados de capital do BBO, um banco de investimentos de Caracas.

Juntos, os sete bancos estatizados representam menos de 20% do sistema bancário venezuelano. Mas o mercado está paralisado pelo temor de que o presidente Chávez nacionalize todo o setor.

Obama descarta segundo plano de estímulo

Diante da redução na onda de demissões e do fim da recessão, o presidente Barack Obama praticamente descartou a possibilidade de lançar um segundo programa de estímulo da economia dos Estados Unidos baseado em gastos públicos. O primeiro custou US$ 787 bilhões.

"Não será possível fazer um segundo grande programa de incentivo porque, falando francamente, não temos dinheiro", admitiu Obama na semana passada durante uma reunião na Casa Branca sobre como gerar mais empregos.

"O melhor que temos a fazer por nossos déficit é ter um crescimento econômico robusto, com as pessoas trabalhando, as empresas vendendo produtos e todos pagando impostos", resumiu o presidente americano.

Chávez: "Colômbia é narcoestado e paraestado"

Em seu programa dominical de rádio e televisão, o presidente da Venezuela, Hugo Chávez acusou hoje a Colômbia de ser "um narcoestado e um paraestado", responsabilizando "paramilitares colombianos pela violência na fronteira" entre os dois países.

"Imaginem que o governo da Colômbia tenta nos acusar", argumentou o caudilho venezuelano, "o governo da Colômbia que manda matar gente. Quantos massacres de camponeses, famílias inteiras arrasadas pelos paramilitares".

Secretário se anima com Conferência de Copenhague

Com vários países anunciando metas de controle das emissões dos gases que agravam o efeito estufa, o secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, Yvo de Boer, manifestou otimismo hoje de que seja possível conter o aquecimento global.

A partir de amanhã, os 192 países-membros da ONU, mais de 170 representados por chefes de Estado ou de governo, discutem em Copenhague, a capital da Dinamarca, uma solução para combater a mudança do clima.

"O tempo está se esgotando", advertiu ele. "Nas próximas duas semanas, os governos terão de dar uma resposta".

Neste domingo, foi a África do Sul, a maior economia africana, que prometeu reduzir em 34% das emissões de gás carbônico nos próximos 10 anos em relação às emissões projetadas.

"Nunca, em 17 anos de negociações sobre o clima, tantos países fizeram tantas promessas ao mesmo tempo", festejou De Boer. "É algo sem precedentes."

O outro desafio da conferência é criar um fundo de combate ao aquecimento global para permitir que os países em desenvolvimento se adaptem a um mundo com menos queima de combustíveis.

Morales é reeleito com 63% dos votos

Pelas pesquisas de boca de urna, o presidente Evo Morales foi reeleito hoje na Bolívia para um mandato de cinco anos, com 63% dos votos. Seu Movimento ao Socialismo lidera a apuração para a primeira Assembleia Plurinacional (130 deputados e 36 senadores) e pode conquistar a maioria de dois terços necessárias para mudar a Constituição.

Nos primeiros quatro anos, o governo Morales foi marcados por denúncias de abuso de poder e corrupção, mas melhorou a situação da maioria indígena boliviana. Morales nacionalizou os setores de gás e petróleo em 2006, mas a empresa estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) teve cinco presidentes, todos afastados por corrupção.

Com má gestão e escassez de investimentos, a produção de hidrocarbonetos caiu e as exportações de gás e petróleo diminuíram quase 50%.

 A oposição rica e branca, de origem espanhola, se rebelou e passou a lutar por autonomia regional em cinco dos nove departamentos do país, justamente os mais ricos do Sul e do Leste. Mas não conseguiu articular uma candidatura à Presidência.

O principal candidato da oposição hoje foi o ex-governador de Cochabamba, Manfred Reyes Villa, afastado do cargo no ano passado por um referendo revogatório. Não tinha, portanto, apoio nem em seu próprio departamento. Pelas pesquisas de boca de urna, teve 23% dos votos.

Morales ganhou em seis dos nove departamentos em que se divide a Bolívia, mas cinco - Beni, Chuquissaca, Pando, Santa Cruz e Tarija - aprovaram sua autonomia regional em referendos, o que pode ser uma fonte de conflitos com o governo central.

Em maio de 2010, haverá eleições para governadores departamentais.

sábado, 5 de dezembro de 2009

O que é escravidão?

De O Abolicionismo, de Joaquim Nabuco: a escravidão "não significa somente a relação do escravo com o senhor; significa muito mais: a soma do poderio, influência, capital e clientela dos senhores todos; o feudalismo estabelecido no interior; a dependência em que o comércio, a religião, a pobreza, a indústria, o Parlamento, a Coroa, o Estado enfim, se acham perante o poder agregado da minoria aristocrática em cujas senzalas centenas de milhares de entes humanos vivem embrutecidos e moralmente mutilados pelo próprio regime a que estão sujeitos: e, por último, o princípio vital que anima a instituição toda..."

O objetivo do abolicionismo não se reduz à missão de libertar os escravos. Além dessa tarefa, há outra maior, ensina Nabuco, "a de apagar todos os efeitos de um regime que há três séculos é uma escola de desmoralização e inércia, de servilismo e irresponsabilidade para a casta dos senhores, e que fez do Brasil o Paraguai da escravidão".

A segunda tarefa não foi concluída. "Depois que os últimos escravos houverem sido arrancados ao Poder sinistro que representa para a raça negra a maldição da cor, será ainda preciso desbastar, por meio de uma educação viril e séria, a lenta estratificação de 300 anos de cativeiro, isto é, do despotismo, da servidão e da ignorância."

Nabuco advertiu profeticamente: "Enquanto a nação não tiver consciência de que lhe é indispensável se adaptar à liberdade cada um dos aparelhos do seu organismo de que a escravidão se apropriou, a obra desta irá por diante, mesmo quando não haja mais escravos."

E mais: "O nosso caráter, o nosso temperamento, a nossa organização toda, física, intelectual e moral, acham-se terrivelmente afetadas pelas influência com que a escravidão passou trezentos anos a permear a sociedade brasileira. (...) enquanto essa obra não for concluída, o abolicionismo terá a sempre razão de ser".

Criação de fundo será maior sucesso de Copenhague

Com a expectativa de que um acordo na Conferência das Nações Unidas sobre o Clima, em Copenhague, seja fraco, já que os países não querem se comprometer a um corte profundo nas emissões de gases estufa, os cientistas apostam que o maior sucesso será a criação de um fundo para o desenvolvimento de tecnologias que ajudem a mitigar o aquecimento do planeta.

Para o pesquisador Frans Stokman, professor de Metodologia da Pesquisa Sociológica da Universidade de Groningen, na Holanda, o desenvolvimento tecnológico é o ponto comum para onde podem convergir os interesses de países desenvolvidos e em desenvolvimento. Seu trabalho se concentra na tomada de decisões coletivas e o papel de redes sociais.

A melhor saída para combater o aquecimento global, na sua opinião, é fazer com que todos os países se sintam participantes da busca de soluções, o que pode ser galvanizado pelo fundo de desenvolvimento tecnológico.

Assim, os países ricos que não cumprissem suas metas de corte de emissões teriam de aumentar suas contribuições.

Explosão em boate mata 109 na Rússia

Uma explosão dentro de uma casa noturna na cidade de Perm, na Rússia, matou 109 pessoas na noite de ontem.

A tragédia teria sido causada por uso de fogos de artifício dentro da boate. O presidente russo, Dimitri Medvedev, afirma que foi um ato criminoso.

Obama vai ao final da Conferência de Copenhague

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mudou de 9 para 18 de dezembro o dia em que irā à Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que começa na segunda-feira, dia 7, em Copenhague, na Dinamarca.

Depois que a China e a Índia se comprometeram a controlar suas emissões, isso torna mais possível um acordo que possa ser aprovado pelo Congresso dos EUA.

Obama vai chegar no momento decisivo da conferência, quando se espera que seja fechado um acordo para substituir o Protocolo de Quioto, de 1997, que expira em 2012.

Pelo acordo de Quioto, um protocolo à Convenção sobre Mudança do Clima, 37 países desenvolvidos deveriam ter cortado suas emissões de gases que agravam o efeito estufa em 5% em relação a 1990. Os EUA, maior poluidor mundial até recentemente, nunca aderiu ao Protocolo de Quioto.

O objetivo em Copenhague é chegar a um acordo para que os países ricos se comprometam a promover um corte efetivo nas emissões e que os países em desenvolvimento adotem voluntariamente metas de controle e eficiência energética.

Outra questão é o dinheiro. Os países desenvolvidos - industrializados há muito mais tempo e mais ricos, com renda e consumo por habitante maiores - são os principais responsáveis pelo aquecimento global.

Por isso, os países em desenvolvimento querem auxílio em dinheiro e transferência de tecnologia para se adaptarem a um mundo com menos queima de carvão e petróleo sem prejudicar o crescimento e o desenvolvimento social.

Deve ser criado um fundo global para financiar a luta contra a mudança do clima.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

OTAN oferece mais 7 mil soldados para Afeganistão

Os aliados dos Estados Unidos na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a aliança militar ocidental, prometeram hoje enviar mais 7 mil soldados para a guerra no Afeganistão.

O ex-chanceler Abdullah Abdullah, derrotado pelo presidente Hamid Karzai na eleição presidencial de 20 de agosto, fez um apelo ao governo do Paquistão para combater os talebã e cooperar com a nova estratégia de Obama.