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quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Leste da África enfrenta praga de gafanhotos de proporções bíblicas

O espectro da fome em massa volta a rondar uma das regiões mais pobres do mundo. Uma praga de bilhões de gafanhotos do deserto como não se via há décadas arrasa a África Oriental, em países como Quênia, Etiópia, Uganda, Somália, Eritreia e Djibúti.
É mais um sintoma da emergência climática. Secas fortes e um grande número de ciclone criaram uma tempestade perfeita para levar as nuvens de gafanhotos irem da Península Arábica para o Leste da África devorando todo verde que encontram pelo caminho, noticiou a revista americana Foreign Policy.

Nuvens de 2,4 milhões de quilômetros quadrados, com cerca de 192 bilhões de gafanhotos, foram localizadas no Nordeste do Quênia, perto da Somália. Algumas nuvens comem num dia o que daria para alimentar 35 mil pessoas. Com vento a favor, voam 160 quilômetros por dia.

A Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) pediu US$ 76 milhões para combater a praga. A Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID) ofereceu US$ 8 milhões.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Fome ameaça 4,7 milhões de pessoas na Somália, alerta a FAO

Por causa da seca na maior parte da Somália, cerca de 4,7 milhões de pessoas, 38% da população do país, correm risco de passar fome, advertiu ontem a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), citada pelo jornal Latin American Herald Tribune.

Uma pesquisa de campo realizada pela Unidade de Análise da Nutrição e Segurança Alimentar na Somália e a Rede de Sistemas de Alerta Antecipado da Fome revela que 931 mil somalianos estão passando fome. A maioria é de desalojados pela longa guerra civil.

Para o diretor da FAO na Somália, Richard Trenchard, considerou a situação "terrível" e previu que deve piorar nas regiões da Puntlândia e da Somalilândia, onde a estação das chuvas começa no fim de março ou início de abril.

Entre a população mais ameaçada, mais de 300 mil são crianças, das quais cerca de 60 mil podem morrer em curto prazo. Pelos cálculos da FAO, serão necessário US$ 885 milhões em 2016 para evitar o ressurgimento da tragédia da fome em grande escala na Somália.

Desde a queda do ditador Mohamed Siad Barre, em 1991, a Somália vive em estado de anarquia, sem governo estável. Além da seca e da miséria, o país é assolado pela revolta da milícia jihadista Al Chababe (A Juventude), ligada à rede terrorista Al Caeda.

sábado, 16 de janeiro de 2016

Pior seca em 30 anos ameaça 10 milhões na Etiópia

Mais de 10 milhões de pessoas estão ameaçadas pela fome pela pior seca em 30 ano na Etiópia, o segundo país mais populoso da África, adverte a Organização de Agricultura e Alimentos das Nações Unidas (FAO), que apresentou um plano de emergência.

A FAO alerta que o fenômeno meteorológico El Niño, que aumenta a temperatura da água no Oceano Pacífico com impacto sobre o clima no mundo, causou quebra nas safras e dizimou o rebanho bovino na Etiópia.

Em algumas regiões, as perdas variam de 50% a 90%. No Leste do país, houve perda total. Centenas de milhares de animais morreram de fome e sede. A escassez de água deve continuar até o início da estação chuvosa, em março.

"A perspectiva para 2016 é sombria", declarou o representante da FAO na Etiópia, Allahoury Amadou. "O sucesso da colheita atual, que está começando, será decisivo para evitar o agravamento da situação."

O plano da FAO, que prevê uma ajuda de emergência de US$ 50 milhões, visa a ajudar 1,8 milhão de agricultores a aumentar a produção e melhorar a renda neste ano. A ONU tem programas para combater os problemas causados por El Niño em 20 países da África, da Ásia, da América Latina, do Mar do Caribe e da Oceania.

A morte de um milhão de pessoas de sede e de fome na Etiópia nos anos 1980s causou uma indignação internacional e mobilizou milhões de pessoas para ajudar o país, inclusive músicos que gravaram em janeiro de 1985 o clipe We Are the World, composição de Michael Jackson e Lionel Richie, para socorrer os flagelados.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Brasil pode se tornar maior exportador mundial de alimentos

O Brasil pode superar os Estados Unidos e se tornar o maior fornecedor mundial de alimentos e produtos agrícolas do mundo, prevê um relatório divulgado ontem pela Organização das Nações Unidas para Alimentos e Agricultura (FAO) e a Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

"No curso dos próximos dez anos, as colheitas do Brasil devem continuar a crescer em produtividade e área cultivada", destaca o estudo, estimando que a superfície plantada chegue a 69,4 milhões de hectares em 2024.

Pelas previsões oficiais, o país vai colher 204,3 milhões de toneladas de grãos e oleaginosas em 2015 de uma área cultivada de 57,5 milhões de hectares.

A Confederação Nacional da Agricultura (CNA) estimou ontem em R$ 478,3 bilhões o faturamento total do setor neste ano, uma alta de 5,8% em relação a 2014.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Mais de um quarto dos argentinos vive na miséria, diz Igreja

De cada quatro argentinos, um é pobre, afirmou a cúpula da Igreja Católica dias depois que a presidente Cristina Kirchner declarou que o total de pobres está abaixo de 5% dos 42,5 milhões de habitantes do país.

Em entrevista de rádio, o arcebispo de Santa Fé, José María Arancedo, presidente da Conferência Nacional dos Bispos da Argentina (CNBA) citou a mais recente pesquisa da Universidade Católica Argentina para dizer que o índice de pobreza está em 27,5%.

O arcebispo não contestou a alegação de Cristina numa conferência da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) realizada em Roma. A presidente disse que a entidade, no momento dirigida por um brasileiro indicado pelos governos petistas, reconheceu os esforços da Argentina para combater a fome.

Dom José María Arancedo foi direto: "Os pobres são seres humanos e isso torna a pobreza uma questão evangélica. Argumentar sobre números e detalhes é se afastar das pessoas em necessidade."

O engenheiro e economista José Graziano da Silva era coordenador do fracassado programa Fome Zero, substituído em 2004 pela Bolsa-Família, que garante uma renda mínima para famílias pobres que mandarem seus filhos para a escola, antes de ser indicado diretor-geral da FAO.

Ao premiar a Venezuela pelo combate à fome no momento em que o país enfrenta uma série crise de debastecimento de produtos básicos causada pelas políticas irresponsáveis do regime chavista e seu "socialismo do século 21", a FAO politiza e desmoraliza suas análises. Defende o indefensável fascismo venezuelano.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Safras melhoram mas Coreia do Norte tem subnutrição

Pelo segundo ano consecutivo, a produção de alimentos básicos aumentou na República Popular Democrática da Coreia, mais conhecida como Coreia do Norte. Mesmo assim, cerca de 2,8 milhões de pessoas não comem a quantidade necessária de proteínas e gorduras para uma boa nutrição, estimam a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e o Programa Mundial de Alimentos.

As duas organizações internacionais inspecionaram todas as nove províncias agrícolas da Coreia do Norte, um dos países mais fechados do mundo, em setembro e outubro de 2012. A missão manifestou preocupação com a queda de 30% na produção de soja por causa de uma seca. Isso agrava a escassez de proteínas, óleos, gorduras, vitaminas e oligoelementos essenciais.

Na colheita deste fim de ano e início do próximo, a produção de grãos deve chegar a 5,8 milhões de toneladas, 10% acima do ano anterior. Apesar do aumento, a FAO estima que a Coreia do Norte vai precisar de mais 507 mil toneladas. Como o governo pretende importar 300 mil, ainda faltariam 207 mil toneladas.

"O país precisa produzir mais alimentos ricos em proteína como soja e pescado, e fazer esforços suplementares para fazer duas colheitas por ano a fim de tornar uma maior variedade de alimentos disponível a todos", afirmou Kisan Gunjal, economista da FAO. "A Coreia do Norte ainda precisa de ajuda internacional, mas está no bom caminho para aumentar a produção de alimentos e melhorar a nutrição".

Gunjal defendeu "uma modificação no sistema de comercialização de produtos agrícolares" para que os agricultores possam vender arroz, milho e trigo no mercado.

A ditadura stalinista de Pionguiangue precisa introduzir elementos de uma economia de mercado para salvar o país da miséria e da desnutrição.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Inflação nos preços os alimentos foi de 6% em julho

Depois de três meses consecutivos da baixa, os preços dos alimentos tiveram inflação de 6% em julho de 2012, especialmente por causa das altas do açúcar e de cereais decorrentes de problemas climáticos em países produtores, informou hoje a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

Nos EUA, a seca que atinge 63% do país arrasou as plantações de milho e soja, elevando o índice de preços dos alimentos em 23%. Com a queda na expectativa de safra na Rússia, o trigo subiu 19%.

O preço do arroz ficou praticamente estável em julho, enquanto o açúcar subiu em razão de problemas climáticos no Brasil, maior produtor e maior exportador mundial, na Austrália e na Índia. A chuva abaixo do previsto na temporada das monções na Índia deve reduzir a safra mundial de arroz.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Secretário-geral da ONU quer políticas de fome zero

A inspiração para o Desafio veio do grande trabalho feito por muitos países e organizações para acabar com a fome, incluindo o Brasil, cujo programa Fome Zero está acabando com a fome usando alimentos locais de agricultores familiares e cozinhas comunitárias.

O Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, lançou hoje (21/6) o "Desafio Fome Zero", convidando todas nações a serem corajosamente ambiciosas ao trabalharem para um futuro em que todos têm seu direito à alimentação e todos os sistemas alimentares são resilientes.

Ele convoca governos, empresas, agricultores, cientistas, sociedade civil e consumidores a participarem do desafio, honrando promessas do passado e trabalhando juntos para pôr fim à fome.

"Em um mundo de abundância ninguém, nem uma única pessoa, deve passar fome. Convido todos vocês a se juntarem a mim no trabalho para um futuro sem fome", disse o Secretário-Geral, aplaudindo os esforços combinados da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA), do Programa Mundial de Alimentos (PMA), do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), do Banco Mundial e da Bioversity International durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20).

"A fome zero impulsiona crescimento econômico, reduz a pobreza e protege o meio ambiente. Promove paz e estabilidade", acrescentou Ban.

O Desafio Fome Zero tem cinco objetivos:

1. 100% de acesso a alimentação adequada durante todo o ano;
2. Nenhuma criança menor de dois anos desnutrida, eliminação da desnutrição na gravidez e na primeira infância.
3. Todos os sistemas alimentares sustentáveis.
4. 100% de crescimento em produtividade e renda de pequenos agricultores, especialmente para mulheres.
5. Perda ou desperdício de alimentos zero, incluindo consumo responsável.

A inspiração para o Desafio veio do grande trabalho feito por muitos países e organizações para acabar com a fome, incluindo o Brasil, cujo programa "Fome Zero" está acabando com a fome usando alimentos locais de agricultores familiares e cozinhas comunitárias. O programa funciona graças à poderosa combinação de ação da sociedade civil e forte liderança política.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Preços internacionais dos alimentos caem 4%

Por causa do aumento da oferta e da alta do dólar, os preços dos alimentos recuaram 4% no mercado internacional em maio de 2012 na comparação com o mês anterior, baixando ao menor nível desde setembro de 2011, revelou hoje a FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura).

A expectativa é que as safras de cereais de 2012 e 2013 sejam abundantes.

domingo, 26 de junho de 2011

Brasileiro é eleito diretor-geral da FAO

O ex-coordenador do programa Fome Zero no início do governo Lula, José Graziano da Silva, foi eleito hoje para diretor-geral da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentos (FAO). Ele teve 92 votos contra 88 dados ao ex-ministro do Exterior da Espanha Miguel Ángel Moratinos.

Em seu discurso da vitória, José Graziano prometeu lutar para acabar com a fome no mundo.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Produção global de cereais será menor que previsto

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentos (FAO) reduziu sua previsão para a produção mundial de cereais para este ano de 2,315 para 2,302 milhões de toneladas. 

Com problemas meteorológicos nos Estados Unidos e na Europa, a pressão inflacionária vai se manter, alerta a agência da ONU, citada na revista América Economia.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Preços dos alimentos batem novo recorde

A inflação mundial nos preços dos alimentos foi de 2,2% em fevereiro, com os preços atingindo novos recordes, anunciou a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentos (FAO, do inglês).

Em 2008, uma crise mundial de alimentos gerou vários protestos. Na origem da atual revolta árabe, estão protestos contra os preços dos alimentos, a carestia, o desemprego e a corrupção.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Preços dos alimentos batem novo recorde

O índice de preços dos alimentos calculado pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) bateu novo recorde em janeiro, quando registrou uma inflação de 3,4%.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Preço mundial dos alimentos atinge recorde

O índice de preços dos alimentos da ONU atingiu nível recorde em dezembro, superando o pico anterior, de junho de 2008, antes do agravamento da crise financeira mundial que levou à Grande Recessão de 2008-09.. 


A expectativa da FAO (Organização da ONU para Agricultura e Alimentos) é que os preços podem subir muito mais por causa do aumento do consumo nos países emergentes, onde centenas de milhões de pessoas estão saindo da miséria, e da recuperação nos países ricos.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Fome no mundo cai pela primeira vez em 15 anos

A fome no mundo deve cair pela primeira vez em 15 anos, mas ainda é muito elevada, revelou hoje as Nações Unidas.

O total de famintos deve diminuir 10% em relação ao recorde do ano passado, de mais de 1 bilhão para 925 milhões de pessoas. Mas a Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO) adverte que os recentes aumentos nos preços dos cereais, da carne e do açúcar ameaçam anular o progresso recente.

Sete países concentram dois terços dos famintos, entre eles Índia, China, Paquistão, Bangladesh, Indonésia, Etiópia e República Democrática do Congo.

Pelo segundo ano seguido, o Brasil lidera o ranking de combate à pobreza da organização não governamental ActionAid.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

FAO convoca reunião sobre inflação em alimentos

A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentos (FAO) convoca uma reunião no dia 23 para discutir os aumentos de preços dos alimentos, que causaram protestos com sete mortes em Moçambique. 

Os preços internacionais dos alimentos dobraram entre 2003 e 2008. Caíram com a crise mundial, mas voltam a subir. Como a Rússia prorrogou ontem até meados de 2011 a proibição de exportar trigo, há um impacto direto sobre o preço do pão.

• Em Gana, o Fórum pela Revolução Agrícola na África pediu investimentos no setor. A revista inglesa The Economist da semana passada diz que a revolução agrícola promovida no Brasil pela Embrapa deve servir de modelo para países tropicais.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Número de famintos quadruplica no Sul do Sudão

O número de famintos no Sul do Sudão quadruplicou nos últimos seis meses, chegando a 4,3 milhões de pessoas, revelou hoje a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

No país inteiro, 11 milhões de sudaneses vão precisar de ajuda alimentar em 2010, declarou a FAO em sua sede central, em Roma, na Itália.

Durante a maior parte do tempo desde a independência do Sudão, em 1956, o Sul, cristão e animista, esteve em guerra com a Norte, de maioria muçulmana. Em 9 de janeiro de 2005, foi assinado um acordo de paz que até hoje é frágil.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Fome mata 17 mil crianças por dia

Cerca de 17 mil crianças morrem de fome por dia, uma a cada cinco segundos, afirmou hoje o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki Moon, no encerramento da conferência anual da Organização da ONU para Agricultura e Alimentação (FAO).

O diretor-geral da FAO, Jacques Diouff, pediu uma ação rápida contra a fome. O Programa Mundial de Alimentos quer US$ 1 bilhão só para o Nordeste da África, onde cinco anos de seca deixaram 23 milhões de pessoas sem comida.

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Fome ameaça 178 milhões de crianças

Pelo menos 178 milhões de crianças têm problemas de saúde e desenvolvimento por causa de severa desnutrição, e 20 milhões estão ameaçadas de morrer de fome, alertou hoje a organização não governamental Médicos sem Fronteiras.

A três dias do início da conferência anual da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentos (FAO), que será realiza em Roma, na Itália, de 16 a 18 de dezembro de 2009, os MSF cobraram a criação de um plano de combate à fome de crianças de até cinco anos.

Um porta-voz da ONG considera absurda a estratégia de só intervir em situações de emergência, quando as pessoas estão morrendo de fome. Além dos programas já existentes de distribuição de comida e apoio à agricultura familiar, os MSF querem outro especialmente focado nas crianças.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Fome atinge um bilhão de pessoas

Pela primeira vez na História, neste ano, a fome vai atingir um bilhão de pessoas, enquanto a ajuda alimentar cai ao menor nível em 20 anos.

De um orçamento de US$ 6,7 bilhões, o Programa Mundial de Alimentos das Nações Unidas só recebeu até agora US$ 2,6 bilhões.

No ano passado, durante a Reunião de Cúpula da Fome, a Organização para Agricultura e Alimentos (FAO), parte do sistema ONU, pediu US$ 30 bilhões por ano para acabar com a fome no mundo.