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segunda-feira, 8 de junho de 2020

Trump ignora apelos antirracistas e convoca reunião sobre segurança

Em mais de 350 cidades dos Estados Unidos, houve manifestações contra o racismo e a violência policial ontem e hoje. Indiferente diante da voz das ruas , o presidente Donald Trump desapareceu no fim de semana e ainda fez ironia com o candidato do Partido Democrata à Presidência dos Estados Unidos. 

O ex-vice-presidente Joe Biden, se ajoelhou em homenagem ao segurança negro George Floyd, assassinado há uma semana em Mineápolis por um policial branco que pisou no seu pescoço com o joelho por quase nove minutos.

"Os covardes se ajoelham", escreveu o presidente no Twitter.

Nesta segunda-feira, duas semanas depois da morte de Floyd, Trump vai se reunir com ministros para discutir a manutenção da ordem. A onda de protestos provocou mais violência policial. A Casa Branca examina a possibilidade de Trump fazer um pronunciamento público sobre a situação.

O Partido Republicano se opõe a um projeto da oposição democrata para criar um registro nacional dos policiais que cometerem abusos. Derek Chauvin, o policial que pisou no pescoço de Floyd com o joelho, tinha 19 reclamações contra ele.

A punição de policiais é difícil por causa do corporativismo e da força dos sindicatos da categoria, noticiou o jornal The New York Times. Enquanto a participação de trabalhadores em sindicatos caiu pela metade para 10% desde os anos 1980s, em serviços de segurança é de 33,8%. Só um sindicato de Nova York gastou US$ 1 milhão em campanhas desde 2014.

Entre as reivindicações dos manifestantes, está a redução do orçamento das polícias e o uso do dinheiro para financiar projetos sociais para a comunidade negra. A Câmara Municipal de Mineápolis pode dissolver a polícia e recriar o departamento em novas bases.

Trump tenta se apresentar como o presidente da "segurança pública", repetindo o lema de Richard Nixon, que se elegeu no tumultuado ano de 1968, quando foram assassinados o líder do movimento pelos direitos civis dos negros, Martin Luther King Jr., e o favorito para candidato do Partido Democrata na eleição presidencial daquele ano, Robert Kennedy.

Durante o governo de Barack Obama, o primeiro e único presidente negro da história do país, pelo menos 20 departamentos de polícia iniciaram programas de retreinamento dos agentes para combater o racismo institucionalizado. O governo Trump acabou com o programa.

Por ameaçar convocar o Exército para acabar com os protestos, Trump foi duramente criticado por autoridades militares por esta declaração de guerra ao povo americano. Seu próprio secretário da Defesa, Mark Esper, se opôs ao uso de tropas federais nas ruas dos EUA.

O ex-secretário da Defesa James Cachorro Louco Mattis, um general do Corpo de Fuzileiros Navais condecorado por bravura nas guerras do Afeganistão e do Iraque, foi mais duro. Acusou o Trump de ser "o primeiro presidente na minha vida que não uniu nem fingiu tentar unir o povo americano, tenta nos dividir" e comentou que o país "testemunha as consequências de três anos sem uma liderança madura".

Depois que Trump usou a Guarda Nacional para acabar com uma manifestação pacífica diante da Casa Branca para ir até uma igreja posar para fotos com uma Bíblia na mão, Mattis criticou "aqueles que, no poder, fizeram zombaria da nossa Constituição" e declarou estar "irritado e horrorizado" como que viu.

A Emenda nº 1 à Constituição dos EUA garante, entre outras liberdades fundamentais, o direito de livre associação para fins pacíficos.

Outro general, John Kelly, ex-chefe da Casa Civil e ex-secretário da Segurança Interna, concordou com Mattis e acrescentou que "precisamos olhar com mais cuidado com quem elegemos".

O ex-secretário de Estado (ministro do Exterior) e ex-comandante do Estado-Maior da Forças Armadas Colin Powell, que é negro, chamou Trump de "mentiroso e desonesto. Ele anunciou voto no candidato da oposição, o ex-vice-presidente Joe Biden, na eleição presidencial de 3 de novembro.

Em entrevista à rede de televisão americana CNN, Powell afirmou ter concluído que Trump é racista quando o atual presidente questionou se o ex-presidente Barack Obama nasceu mesmo nos EUA. Também o considerou um perigo por insultar aliados dos EUA, colocando em risco a política externa americana.

Sob pressão dos militares, Trump ordenou a retirar da Guarda Nacional do Distrito de Colúmbia.

Na sexta-feira, o Corpo de Fuzileiros Navais, uma das armas das Forças Armadas dos EUA, anunciou que vai retirar todas as apresentações públicas da bandeira dos Estados Confederados do Sul, que lutaram contra o Norte durante a Guerra Civil Americana (1861-65) para manter a escravidão.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

Putin elogia Trump por retirar tropas dos EUA da Síria

Os aliados e os departamentos de seu próprio governo deploram. O secretário da Defesa , James Mattis, pede demissão por discordar da retirada da Síria. Mas o ditador da Rússia, Vladimir Putin, suspeitíssimo de ter ajudado a eleger o presidente Donald Trump, gostou. A saída faz parte do recuo estratégico dos Estados Unidos, que diminui sua presença no Oriente Médio e abre espaço para inimigos como a Rússia e o Irã.

Putin é o inimigo que Trump trata como aliado. A Rússia não perde oportunidade para fustigar e diminuir os EUA. O elogio do ditador russo é um sinal inequívoco que o presidente americano tomou mais uma vez a decisão errada.

"Não acredito que sejam necessárias. Não devemos esquecer que a presença das tropas dos EUA é ilegítima. Os EUA estão lá sem autorização das Nações Unidas nem convite do governo da Síria. A Rússia está lá porque foi convidada pelo governo sírio. Se os EUA decidiram se retirar, isso é bom", declarou Putin com o cinismo habitual.

A Rússia interveio militarmente na guerra civil da Síria em apoio ao ditador Bachar Assad em 30 de setembro de 2015. Em aliança com o Irã, garantiram a vitória do aliado e agora dominam as negociações de paz, de que os EUA não participam.

Os EUA iniciaram sua intervenção no governo Barack Obama, em agosto de 2014, para evitar o genocídio do povo yazidi e em seguida para combater a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante depois que o grupo passou a sequestrar e matar americanos.

Ao anunciar a retirada, Trump declarou que o Estado Islâmico está derrotado. Por isso, a presença militar americana não seria mais necessária. Mas o líder do grupo, Abu Baker al-Baghdadi, está foragido e os serviços secretos ocidentais estimam que ainda haja cerca de 35 mil milicianos do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

No fim do dia, Trump anunciou a retirada da metade dos soldados americanos do Afeganistão, cerca de 7 mil tropas. A medida por marcar o início do fim da guerra mais longa da história dos EUA, mas deve provocar caos no país.

Os EUA atacaram o Afeganistão em 7 de outubro de 2001, para derrubar o regime da milícia extremista muçulmana dos Talebã, que abrigava a rede terrorista Al Caeda, responsável pelos atentados terroristas de 11 de setembro daquele ano. Até hoje, o país não foi pacificado.

Enquanto na Síria o risco é de reagrupamento do Estado Islâmico, no Afeganistão é de um colapso total do regime instalado pela intervenção militar da Organização do Tratado do Atlântico Norte.

A retirada expõe as Forças Democráticas Sírias, uma milícia árabe-curda formada para dar combate ao Estado Islâmico em terra. Sem a presença militar americana, vão ficar sob a ameaça de duas forças hostis, o Exército da ditadura de Bachar Assad e seus aliados iranianos, de um lado, e o Exército da Turquia, que teme o separatismo curdo. Abandonar uma força que lutou pelos EUA é algo totalmente inaceitável para o secretário da Defesa.

O general James Cachorro Louco Mattis ainda tentou convencer Trump a desistir da retirada da Síria. Em sua carta de demissão, afirmou que o presidente merece ter um secretário da Defesa alinhado com suas ideias. Ele considera a China e a Rússia adversários e acredita que a segurança dos EUA depende de parcerias e alianças.

Um dos maiores danos de Trump é o ataque ao sistema multilateral criado no pós-guerra sob a inspiração do presidente Franklin Roosevelt, baseado em alianças. O recuo estratégico de Trump ameaça aliados e fortalece os inimigos dos EUA, no caso sírio, a Rússia e o Irã.

Com a saída no fim do ano do chefe da Casa Civil, general John Kelly, Mattis era o último adulto na Casa Branca, um líder com competência, força e prestígio para se opor à megalomania delirante do presidente e controlar seus arroubos. Sai em fevereiro.

Por dois anos, o general da reserva do Corpo de Fuzileiros Navais viajou pelo mundo tentando convencer os aliados dos EUA de que nada havia mudado fundamentalmente. Desistiu. Seus amigos entendem que ele deveria ter pedido demissão em outubro, quando Trump mandou 5,3 mil soldados para a fronteira com o México a pretexto de contar uma caravana de miseráveis da América Central que não representam qualquer ameaça à segurança nacional dos EUA.

O grupo de adultos da Casa Branca era formado pelo secretário de Estado, Rex Tillerson, demitido e acusado publicamente por Trump, pelo ex-assessor de Segurança Nacional Herbert McMaster, pelo general Kelly e por James Mattis.

A história política dos EUA mostra que militares não pedem demissão. Cumprem uma missão. Saem quando consideram impossível cumprir a missão que lhes foi confiada. A credibilidade de Trump sofre mais um duro golpe. A rotatividade dos altos funcionários do governo é um reflexo da instabilidade e do total despreparo do presidente para liderar o país mais rico e poderoso do mundo.

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Secretário de Estado de Trump nega ter pensado em pedir demissão

Ao desmentir uma notícia da rede de televisão NBC, o secretário de Estado americano, Rex Tillerson, negou ter pensado em deixar o cargo durante o verão no Hemisfério Norte, diante do esvaziamento do Departamento de Estado no governo Donald Trump e de seu desapontamento com o presidente, que teria chamado de "idiota" após uma reunião ministerial em 20 de julho, noticiou o jornal The New York Times.

O vice-presidente Mike Pence teria convencido o secretário de Estado a ficar no cargo. Furioso, o presidente dos Estados Unidos comentou que era "uma notícia totalmente falsa".

"Nunca pensei em deixar este cargo", declarou Tillerson numa entrevista coletiva na manhã de hoje em que elogiou a política externa de Trump, dizendo fazer parte da equipe para "tornar a América grande de novo", o principal slogan da campanha eleitoral do presidente.

Tillerson se recusou a comentar a alegação de que teria chamado Trump de idiota. "O secretário não usa este tipo de linguagem para falar do presidente dos EUA", afirmou a porta-voz do Departamento de Estado, Heather Nauert. "Ele não disse isso", insistiu.

Há apenas três dias, Trump desautorizou seu próprio secretário de Estado. Durante visita à China, Tillerson anunciou haver aberto canais de comunicação direta com o regime comunista da Coreia do Norte.

Pelo Twitter, Trump chamou de "perda de tempo" e voltou a ameaçar o ditador Kim Jong Un com o uso da força. Todos os assessores militares do presidente sabem que uma guerra seria arrasadora para as duas Coreias, com centenas de milhares, talvez milhões, de mortos.

Além de minar a ação do secretário no problema de segurança internacional mais grave de seu governo, Trump cercou-se de generais, como o chefe da Casa Civil, John Kelly; o secretário da Defesa, James Mattis; e o conselheiro de Segurança Nacional, Herbert McMaster. É o chamado "núcleo racional" da Casa Branca.

O secretário de Estado teve várias desavenças com o presidente. Tillerson pediu a Trump que certifique que o Irã está cumprindo o acordo nuclear assinado em 2015 entre as grandes potências do Conselho de Segurança das Nações Unidas (EUA, China, França, Reino Unido e Rússia), a Alemanha e a República Islâmica para desarmar o programa nuclear iraniano. Trump flerta com o primeiro-ministro linha-dura de Israel, Benjamin Netanyahu, a favor de um repúdio dos EUA ao acordo.

Tillerson tenta usar o contrato de venda de armas à Arábia Saudita, de US$ 110 bilhões, para acabar com o boicote das monarquias petroleiras do Golfo Pérsico ao Catar, adotado por orientação saudita por causa da hostilidade de Trump ao Irã, com quem o Catar mantém boas relações.

A paciência do secretário se esgotou depois de uma reunião ultrassecreta no Departamento da Defesa em que Trump ameaçou demitir o alto comando militar americano na Guerra do Afeganistão e comparou a estimativa da quantidade de soldados necessários à reforma de um restaurante de alto luxo em Nova York. Aí teria sido chamado de "idiota".

Em agosto, Tillerson voltou a ter problemas quando se afastou das declarações de Trump a respeito das manifestações neonazistas em Charlottesville: "O presidente fala por si mesmo", comentou o secretário no programa jornalístico dominical Fox News Sunday. Trump não gostou.

Numa reunião no dia seguinte, Trump elogiou o assessor de Segurança Interna, Tom Bossert, que havia defendido no domingo a decisão de dar indulto ao xerife Joe Arpaio, condenado por discriminação contra latino-americanos e imigrantes ilegais no estado do Arizona.

Só depois de rever duas vezes a gravação, Trump concordou com o argumento de Tillerson de que cabe ao presidente defender suas próprias ideias.

Ao mesmo tempo, o presidente esvaziou o Departamento de Estado, que vê como um feudo de sua adversária, a ex-secretária Hillary Clinton. Afastou vários diplomatas e não nomeou subsecretários e funcionários do segundo e terceiro escalões.

Na prática, Trump paralisou a atividade da diplomacia americana, levada à frente, no caso norte-coreano, com forte empenho pessoal do secretário de Estado. Kelly e Mattis foram decisivos para a permanência de Tillerson no governo evitando uma situação ainda mais caótica em Washington. Eles entendem a importância da diplomacia e do Departamento de Estado.

sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Estrategista de ultradireita de Trump cai depois de Charlottesville

Depois da debandada de grandes executivos que acabou com os conselhos empresariais da Casa Branca, o caótico governo Donald Trump perdeu hoje seu principal estrategista. 

O ultradireitista Steve Bannon é mais uma vítima da Batalha de Charlottesville, quando uma manifestação neonazista foi confrontada por militantes antifascistas. O presidente dos Estados Unidos foi ambíguo e culpou "ambos os lados".

"O chefe da Casa Civil, John Kelly, e Steve Bannon chegaram a um acordo mútuo de que hoje será o último dia de Steve", anunciou  a assessora de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, citada pelo jornal The New York Times. "Agradecemos pelo seu serviço e lhe desejamos o melhor."

Próximo dos grupos brancos de extrema direita responsáveis pelos conflitos, Bannon era editor do sítio de ultradireita Breitbart, um dos principais meios de comunicação da campanha de Trump, que disse que ele teria pedido demissão em 7 de agosto.

Havia boatos sobre sua saída desde que o presidente nomeou o general John Kelly para a Casa Civil da Casa Branca em substituição a Reince Priesbus, queimado pelo então diretor de comunicações do governo, Anthony Scaramucci. Além deles, Trump também demitiu o assessor de Segurança Nacional, Michael Flynn, por mentir sobre contatos com a Rússia.

Com a chegada do general Kelly para pôr ordem no governo, Scaramucci foi afastado e agora chegou a vez de Bannon. O problema é que Trump está agora cercado de seus parentes e de generais. Quem vai orientar a agenda política do presidente?

A desculpa para demitir Bannon foi uma entrevista nesta semana à revista progressista American Prospect. Ele ridicularizou a estratégia militar em relação à Coreia do Norte: "Até que alguém resolva a parte da equação que mostra que 10 milhões de pessoas morreriam em meia hora em Seul, não sei do estamos falando, não há solução militar, eles nos pegaram."

Bannon acusou os diplomatas do Departamento de Estado de morreram de medo com a mudança da política comercial para trocar o liberalismo por um nacionalismo econômico agressivo e atacou a extrema direita, que sob sua influência aderiu a Trump: "Esses caras são uma coleção da palhaços, marginais e perdedores. Temos de esmagá-los."

Depois do conflito do último fim de semana na Virgínia e da resposta ambígua de Trump ao não condenar inequivocamente os neonazistas e partidários do Ku Klux Klan, a pressão contra Bannon dentro do Partido Republicano aumentou. O general Kelly aproveitou para se livrar dele.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Diretor da comunicações da Casa Branca cai após 10 dias no cargo

Durou apenas 10 dias o reinado do magnata financeiro Anthony Scaramucci como diretor de comunicações da Presidência dos Estados Unidos. Ele caiu hoje depois de atacar violentamente com palavrões o chefe da Casa Civil da Casa Branca, Reince Priebus, que pediu demissão.

Scaramucci tinha a missão de acabar com o vazamento de informações na Casa Branca. Quando seus dados financeiros foram revelados pelo boletim Politico, o financista reagiu furiosamente e atacou Priebus em entrevista à revista The New Yorker, chamando-o de "esquizofrênico paranoide fudido, um paranoico". As informações haviam sido obtidas de fontes públicas.

Priebus saiu sem responder diretamente a Scaramucci, alegando não querer chafurdar na lama. Foi substituído pelo general reformado John Kelly, do Corpo de Fuzileiros Navais, encarregado de pôr ordem no caos em que se transformou a Presidência dos EUA no governo Donald Trump.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Trump demite chefe da Casa Civil da Casa Branca

O presidente Donald Trump demitiu hoje Reince Priebus da chefia da Casa Civil da Presidência dos Estados Unidos e anunciou no Twitter sua substituição pelo até agora secretário da Segurança Interna, general John Kelly, da reserva do Corpo de Fuzileiros Navais.

Priebus havia sido violentamente atacado pelo novo diretor de comunicações da Casa Branca, Anthony Scaramucci. Em telefonema ao correspondente em Washington da revista The New Yorker, Ryan Lizza, Scaramucci chamou Preibus de "esquizofrênico paranoide fudido, um paranoico" e acusou-o pelo vazamento de notícias para os meios de comunicação.

Quando Trump não reagiu desautorizando seu diretor de comunicações, ficou evidente que os dias de Preibus estavam contados. Foi o não interino que ficou menos tempo no cargo.

O ex-ministro-chefe da Casa Civil era presidência do comitê executivo nacional do Partido Republicano. Foi uma indicação que veio do partido e não do círculo íntimo dos favoritos de Trump.

"Tenho prazer em informou que acabei de nome o secretário e general John Kelly para chefe da Casa Civil da Casa Branca. Ele é um grande americano e um grande líder", anunciou Trump no Twitter no início da tarde.

Em discurso fascistou em que avalizou a violência policial diante de policiais dos estados de Nova Jérsei e Nova York e culpou os imigrantes pela criminalidade e a violência nos EUA, Trump elogiou seu secretário da Segurança Interna dizendo que Kelly reduziu sensivelmente a entrada de imigrantes ilegais.

O novo desafio do ex-fuzileiro naval é pôr ordem na caótica Casa Branca do governo Trump, que claramente prefere militares a políticos.