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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Estrategista de ultradireita de Trump cai depois de Charlottesville

Depois da debandada de grandes executivos que acabou com os conselhos empresariais da Casa Branca, o caótico governo Donald Trump perdeu hoje seu principal estrategista. 

O ultradireitista Steve Bannon é mais uma vítima da Batalha de Charlottesville, quando uma manifestação neonazista foi confrontada por militantes antifascistas. O presidente dos Estados Unidos foi ambíguo e culpou "ambos os lados".

"O chefe da Casa Civil, John Kelly, e Steve Bannon chegaram a um acordo mútuo de que hoje será o último dia de Steve", anunciou  a assessora de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, citada pelo jornal The New York Times. "Agradecemos pelo seu serviço e lhe desejamos o melhor."

Próximo dos grupos brancos de extrema direita responsáveis pelos conflitos, Bannon era editor do sítio de ultradireita Breitbart, um dos principais meios de comunicação da campanha de Trump, que disse que ele teria pedido demissão em 7 de agosto.

Havia boatos sobre sua saída desde que o presidente nomeou o general John Kelly para a Casa Civil da Casa Branca em substituição a Reince Priesbus, queimado pelo então diretor de comunicações do governo, Anthony Scaramucci. Além deles, Trump também demitiu o assessor de Segurança Nacional, Michael Flynn, por mentir sobre contatos com a Rússia.

Com a chegada do general Kelly para pôr ordem no governo, Scaramucci foi afastado e agora chegou a vez de Bannon. O problema é que Trump está agora cercado de seus parentes e de generais. Quem vai orientar a agenda política do presidente?

A desculpa para demitir Bannon foi uma entrevista nesta semana à revista progressista American Prospect. Ele ridicularizou a estratégia militar em relação à Coreia do Norte: "Até que alguém resolva a parte da equação que mostra que 10 milhões de pessoas morreriam em meia hora em Seul, não sei do estamos falando, não há solução militar, eles nos pegaram."

Bannon acusou os diplomatas do Departamento de Estado de morreram de medo com a mudança da política comercial para trocar o liberalismo por um nacionalismo econômico agressivo e atacou a extrema direita, que sob sua influência aderiu a Trump: "Esses caras são uma coleção da palhaços, marginais e perdedores. Temos de esmagá-los."

Depois do conflito do último fim de semana na Virgínia e da resposta ambígua de Trump ao não condenar inequivocamente os neonazistas e partidários do Ku Klux Klan, a pressão contra Bannon dentro do Partido Republicano aumentou. O general Kelly aproveitou para se livrar dele.

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Diretor da comunicações da Casa Branca cai após 10 dias no cargo

Durou apenas 10 dias o reinado do magnata financeiro Anthony Scaramucci como diretor de comunicações da Presidência dos Estados Unidos. Ele caiu hoje depois de atacar violentamente com palavrões o chefe da Casa Civil da Casa Branca, Reince Priebus, que pediu demissão.

Scaramucci tinha a missão de acabar com o vazamento de informações na Casa Branca. Quando seus dados financeiros foram revelados pelo boletim Politico, o financista reagiu furiosamente e atacou Priebus em entrevista à revista The New Yorker, chamando-o de "esquizofrênico paranoide fudido, um paranoico". As informações haviam sido obtidas de fontes públicas.

Priebus saiu sem responder diretamente a Scaramucci, alegando não querer chafurdar na lama. Foi substituído pelo general reformado John Kelly, do Corpo de Fuzileiros Navais, encarregado de pôr ordem no caos em que se transformou a Presidência dos EUA no governo Donald Trump.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

Trump demite chefe da Casa Civil da Casa Branca

O presidente Donald Trump demitiu hoje Reince Priebus da chefia da Casa Civil da Presidência dos Estados Unidos e anunciou no Twitter sua substituição pelo até agora secretário da Segurança Interna, general John Kelly, da reserva do Corpo de Fuzileiros Navais.

Priebus havia sido violentamente atacado pelo novo diretor de comunicações da Casa Branca, Anthony Scaramucci. Em telefonema ao correspondente em Washington da revista The New Yorker, Ryan Lizza, Scaramucci chamou Preibus de "esquizofrênico paranoide fudido, um paranoico" e acusou-o pelo vazamento de notícias para os meios de comunicação.

Quando Trump não reagiu desautorizando seu diretor de comunicações, ficou evidente que os dias de Preibus estavam contados. Foi o não interino que ficou menos tempo no cargo.

O ex-ministro-chefe da Casa Civil era presidência do comitê executivo nacional do Partido Republicano. Foi uma indicação que veio do partido e não do círculo íntimo dos favoritos de Trump.

"Tenho prazer em informou que acabei de nome o secretário e general John Kelly para chefe da Casa Civil da Casa Branca. Ele é um grande americano e um grande líder", anunciou Trump no Twitter no início da tarde.

Em discurso fascistou em que avalizou a violência policial diante de policiais dos estados de Nova Jérsei e Nova York e culpou os imigrantes pela criminalidade e a violência nos EUA, Trump elogiou seu secretário da Segurança Interna dizendo que Kelly reduziu sensivelmente a entrada de imigrantes ilegais.

O novo desafio do ex-fuzileiro naval é pôr ordem na caótica Casa Branca do governo Trump, que claramente prefere militares a políticos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Governo britânico vende prédio histórico para hotel

O Arco do Almirantado, uma construção monumental que abre a avenida que leva ao Palácio de Buckingham, em Londres, foi alugado por 125 anos por um empresário espanhol por cerca de US$ 100 milhões. Deve ser transformado num hotel.

A obra foi realizada pelo rei Eduardo VII para honrar a memória de sua mãe, a rainha Vitória, e inaugurada em 1912. Era usada até recentemente como sede da Casa Civil do governo britânico. Foi o ministro da Casa Civil, Francis Maude, que decidiu vender o arco, dentro de um programa para reduzir o endividamento público.

No contrato de leasing, está proibida a transformação do arco num edifício de apartamentos ou numa mansão, revela o jornal britânico Financial Times.