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sexta-feira, 26 de julho de 2019

Irã testa míssil de médio alcance em novo desafio aos EUA

A República Islâmica dobra a aposta. O regime dos aiatolás está certo de que o presidente Donald Trump não quer envolver os Estados Unidos em outra guerra o Oriente Médio antes da reeleição e aumenta as provocações.

Pela primeira vez desde que a confrontação entre os dois países entrou numa perigosa escalada com ataques a navios petroleiros e drones derrubados pelos dois lados, a ditadura teocrática iraniana testou nesta semana um míssil balístico, o Chahab-3, com alcance de mil quilômetros. É o suficiente para atingir a Arábia Saudita e Israel, os dois maiores aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio.

Ao realizar o teste de mísseis, o Irã tem dois objetivos. Por um lado, faz uma nova demonstração de força para os americanos. É parte de sua estratégia agressiva para reagir às sanções impostas por Trump depois de retirar os Estados Unidos do acordo nuclear assinado em 2015 para congelar por dez anos o programa nuclear militar iraniano e assim evitar que o Irã fabrique a bomba atômica.

Por outro lado, aperfeiçoa seu programa de mísseis balísticos. 

O recado é claro. Se for atacado, o Irã pode causar danos catastróficos às forças americanas e a aliados dos Estados Unidos na região, causando uma conflagração no Oriente Médio muito maior do que a gerada pela invasão do Iraque em 2003.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Coreia do Norte mantém programa nuclear e dispersa mísseis

A Coreia do Norte mantém integralmente seus programas de mísseis balísticos e armas atômicas. O regime comunista está dispersando as instalações de montagem e teste dos mísseis para evitar que ataques arrasadores dos Estados Unidos aniquilem sua capacidade nuclear, advertiram especialistas das Nações Unidas em relatório enviado ao Conselho de Segurança.

Enquanto o presidente Donald Trump anuncia um segundo encontro de cúpula com o ditador Kim Jong Un no Vietnã em 27 e 28 de fevereiro, o regime stalinista de Pyongyang continua desafiando as sanções impostas pela ONU, violando o embargo à compra de armas e artigos de luxo e as sanções financeiras.

Houve "um aumento maciço em transferências ilegais de navio a navio de produtos como carvão e petróleo"". Mais do que isso, a ditadura norte-coreana usa uma "pirataria cibernética sofisticada" contra vários países para "evadir-se das sanções financeiras".

Depois do primeiro encontro de cúpula, em 12 de junho do ano passado, em Cingapura, Trump e Kim prometeram a "completa desnuclearização da Península Coreana". Mas como admitiram os diretores das agências de inteligência dos EUA no Congresso, não há sinais de que a Coreia do Norte pretenda realmente cumprir a promessa.

As armas nucleares são considerada a última garantia de sobrevivência do regime comunista da dinastia Kim.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Trump aceita provocações do ditador norte-coreano Kim Jong Un

O presidente sem limites dos Estados Unidos não se controla. Em resposta à provocação do ditador da Coreia do Norte, Kim Jong Un, de que tem um botão nuclear em sua mesa de trabalho, Donald Trump respondeu ontem no Twitter: "Eu também tenho um botão nuclear, mas é muito maior e mais poderoso do que o dele, e o meu botão funciona."

A Coreia do Sul aceitou ontem o convite de Kim para retomar o diálogo entre as duas Coreias, uma manobra do ditador norte-coreano para afastar os EUA de seu aliados. Depois de dois anos, a Coreia do Norte reativou hoje a linha telefônica direta entre os dois países para controlar situações de crise.

Além de dizer que tem o gatilho nuclear sobre a mesa, Kim anunciou na mensagem de Ano Novo a intenção de iniciar a produção em massa de armas nucleares e mísseis balísticos, num desafio às novas sanções impostas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, que incluem um corte de 90% nas importações de petróleo.

Apesar do tiroteio verbal, é mais provável a manutenção do status quo, já nenhuma das partes pode iniciar uma guerra sem altíssimos custos. Seria o fim do regime comunista norte-coreano, que mesmo assim teria condições de arrasar Seul e outras regiões da Coreia do Sul.

Diante da proposta de Kim de retomar o diálogo, a Coreia do Sul marcou uma reunião com representantes dos dois países para a próxima terça-feira. O Norte ainda não confirmou sua participação. O objetivo é acertar a participação norte-coreana na Olimpíada de Inverno de Pyeongchang, no Sul, de 9 a 24 de fevereiro. Seria o primeiro passo para uma reaproximação.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

China repudia sanções a empresas com negócios na Coreia do Norte

A China protestou ontem contra sanções unilaterais adotadas pelos Estados Unidos contra empresas chinesas e russas que fazem negócios com a Coreia do Norte supostamente relacionados aos programas de mísseis e de armas nucleares norte-coreanos.

O regime comunista chinês declarou que segue as resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas e denunciou o "longo braço da lei" americana, a extraterritorialidade que se dá o direito de intervir em outras jurisdições. Beijim exige o fim imediato das sanções a empresas e indivíduos da China, sob pena de abalar as relações entre os dois países.

"A China se opõe especialmente a qualquer país que aplique uma "jurisdição de braço longo" a indivíduos e entidades chinesas", declarou a porta-voz do Ministério do Exterior, Hua Chunying, em entrevista coletiva de rotina. "As medidas tomadas pelos EUA não ajudam a a resolver o problema e não ajudam a cooperação e a confiança mútuas. Pedimos aos EUA para parar com as prática relevantes imediatamente."

Apesar de se declarar contra sanções unilaterais, a China usa o comércio para punir países que contrariam seus objetivos. É o caso da Coreia do Sul, por causa do sistema antimísseis que está sendo instalado no país pelos EUA. A China teme que possa ser usado contra ela.

Entre as empresas atingidas está a Dandong Zhicheng, uma das maiores importadoras de carvão norte-coreano, responsável por 9,2% das exportações da Coreia do Norte à China no ano passado. Os EUA estão cobrando US$ 4 milhões desta empresa, que também vende vários produtos à Coreia do Norte, de telefones celulares e artigos de luxo a borracha e açúcar.

Outras duas companhias chinesas, Dandong Tianfu Trade e Jinhou International Holdings, também foram atingidas por causa das importações de carvão norte-coreano.

O total das importações chinesas da Coreia do Norte caiu 13% para US$ 880 bilhões no primeiro semestre de 2017. As exportações chinesas para o país vizinho cresceram 29% para US$ 1,67 bilhão.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Coreia do Norte testa três mísseis balísticos

Em mais um desafio à sociedade internacional, a Coreia do Norte lançou hoje três mísseis balísticos de sua costa leste. Eles voaram cerca de mil quilômetros até na cair na zona de identificação aérea do Japão, informou a televisão pública britânica BBC.

O regime comunista norte-coreano está proibido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas de testar mísseis balísticos e armas atômicas, mas realizou uma série de testes nos últimos meses, indicando claramente a intenção de obter a capacidade de dissuasão nuclear para garantir sua sobrevivência.

Há apenas duas semanas, a ditadura stalinista de Pionguiangue disparou mísseis baseados em submarinos em protesto contra o início das manobras militares conjuntas realizadas anualmente pelos Estados Unidos e a Coreia do Sul.

Pouco depois do lançamento dos mísseis, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, e a presidente da Coreia do Sul, Park Geun Hye, se reuniram em Hangzhou, na China, onde participavam da reunião de cúpula do Grupo dos Vinte (19 países mais ricos do mundo e a União Europeia), e concordaram em acompanhar a situação.

A tensão na Península Coreana e nos países vizinhos aumentou em janeiro de 2016, quando a ditadura norte-coreana fez seu quarto teste nuclear. Em julho, os EUA e a Coreia do Sul anunciaram a intenção de instalar um sistema de defesa antímisseis. Isso preocupa a China que teme uma superioridade estratégica americana um possível conflito futuro entre as duas superpotências.

Desde o fim da União Soviética, em 1991, o regime norte-coreano faz uma chantagem atômica para barganhar ajuda em energia e alimentos para sua economia stalinistas e falida.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Coreia do Norte testa três mísseis balísticos

O regime comunista da Coreia do Norte disparou três mísseis balísticos na madrugada de hoje, anunciou o comando do Estado-Maior das Forças Armadas da Coreia do Sul, citado pela rede de televisão americana CNN.

Os mísseis foram lançados de uma base situada na província oriental de Hwanghae do Norte e voaram por 500 a 600 quilômetros antes de cair no mar. É a resposta ao anúncio feito em 8 de julho de 2016 pelos EUA e a Coreia do Sul de que vão instalar um sistema de defesa antimísseis.

A China se opõe ao sistema de defesa antimísseis por temer que possa ser usado contra ela no futuro em caso de guerra contra os EUA.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

EUA e Coreia do Sul discutem sistema de defesa antimísseis

Os Estados Unidos e a Coreia do Sul devem começar a discutir a instalação de um sofisticado escudo antimísseis, o Sistema de Defesa Aérea Terminal em Alta Altitude, revelou um alto funcionário sul-coreano citado anonimamente pelo jornal The South China Morning Post, com sede em Hong Kong.

Os dois aliados vão formar uma força-tarefa para desenvolver o projeto. Os EUA já tem uma bateria antiaérea na ilha de Guam e o Japão também pode aderir.

Na China, o ministro do Exterior, Wang Yi, manifestou "sérias preocupações", mas, diante do desenvolvimento de armas atômicas e tecnologia de mísseis pela Coreia do Norte, a oposição russa foi descrita pela empresa de análises estratégicas Stratfor com "quixotesca".

A China teme que os EUA tenham uma vantagem estratégica num possível confronto direto entre os dois países mais poderosos do mundo.

domingo, 17 de janeiro de 2016

EUA impõe novas sanções ao Irã por teste de mísseis

Apesar da implementação do acordo nuclear e da troca de prisioneiros, os Estados Unidos impuseram novas sanções ao Irã por causa de um teste recente de mísseis balísticos proibido pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas, reportou a televisão pública britânica BBC.

As novas sanções impedem o acesso de 11 pessoas e entidades ligadas ao programa de mísseis da república islâmica ao sistema financeiro dos EUA.

Em outubro de 2015, o Irã testou um míssil balístico guiado de longo alcance e alta precisão capaz de levar carga nuclear, violando determinação da ONU.

Ontem, os EUA e a União Europeia iniciaram a suspensão gradual das sanções aplicadas contra o programa nuclear iraniano com base em acordo firmado em julho passado pelas grandes potências da ONU, a Alemanha e o Irã.

Ao celebrar a implementação do acordo nuclear como uma medida para evitar uma guerra no Oriente Médio, o presidente Barack Obama declarou que serão mantidas sanções pelo desenvolvimento da tecnologia de mísseis e por causa de apoio ao terrorismo e violações dos direitos humanos no Irã. Mas as novas sanções são mais cosméticas para dar uma satisfação à oposição republicana e aos aliados dos EUA contrários ao acordo, como Arábia Saudita e Israel.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Coreia do Sul gasta US$ 2,14 bilhões em mísseis

Diante da ameaça dos mísseis balísticos da Coreia do Norte, a Coreia do Sul vai comprar nos próximos cinco centenas de mísseis, no valor total de US$ 2,14 bilhões, revelou hoje a imprensa sul-coreana.

Uma avaliação feita na Coreia do Sul concluiu que o atual sistema de defesa não é eficaz contra a ameaça norte-coreano, reporta o jornal francês Le Monde.