Um atentado terrorista suicida cometido por uma mulher-bomba atribuído ao grupo terrorista Boko Haram matou 27 pessoas além dela e deixou 83 feridos num mercado da vila de Konduga, perto da cidade de Maiduguri, no estado de Borno, no Nordeste da Nigéria, noticiou o jornal nigeriano The Daily Post.
Cinco horas antes, o Exército havia lançado uma mega operação de comandos mobilizando 2 mil soldados de elite para caçar o líder da milícia extremista muçulmana Boko Haram, Abubakar Shekau. O comandante do Exército quer capturá-lo vivo ou morto em 40 dias.
Foi o terceiro atentado terrorista deste agosto na Nigéria. A explosão aconteceu às 17h50 pela hora local (13h50 em Brasília), quando o mercado estava cheio. A Agência Nacional de Gerenciamento de Emergências e a Agência Estadual de Gerenciamento de Emergências foram acionadas e ainda não confirmaram o total de mortos e feridos.
Mais de 15 mil pessoas morreram na África Ocidental desde que o Boko Haram, cujo nome significa repúdio à educação ocidental, aderiu à luta armada para impor a lei islâmica à região. Há dois anos, o líder que agora está sendo caçado jurou lealdade à organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante.
Desde então, o Boko Haram se apresenta como a Província do Estado Islâmico na África Ocidental. Shekau já foi declarado morto. Alimenta o mito da própria invulnerabilidade.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 16 de agosto de 2017
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Ataque terrorista mata 22 pessoas em show em Manchester
Uma explosão durante um show da cantora americana Ariana Grande em Manchester, no Reino Unido, causou 22 mortes e deixou mais de 60 feridos. A polícia britânica está tratando o caso como terrorismo, informou a televisão americana CNN.
Cerca de 20 mil pessoas assistiram ao concerto na Arena de Manchester, no centro da cidade de 500 mil habitantes situada no Noroeste da Inglaterra. Ariana, de 23 anos, atrai um público adolescente.
Testemunhas disseram que houve uma grande explosão na entrada do ginásio esportivo logo depois do final do show, quando as pessoas estavam deixando o local, às 22h35 pela hora local (18h35 em Brasília). Todos saíram correndo e gritando.
A polícia encontrou um pacote suspeito nos arredores e acabou de destruí-lo numa explosão controlada, mas depois disse que eram apenas roupas, noticiou a televisão pública britânica BBC.
A principal linha de investigação é de um atentado terrorista suicida cometido por um homem só, que seria confirmado horas mais tarde. Resta saber quem é ele, como virou um radical, qual é sua rede de apoio, quem o treinou, financiou ou forneceu os meios para praticar o crime.
Os partidos políticos deploraram o ataque e suspenderam a campanha para as eleições parlamentares de 8 de junho. A primeira-ministra Theresa May decretou luto nacional e convocou uma reunião de emergência do ministério para amanhã de manhã.
Em 22 de março deste ano, Londres foi alvo de um ataque terrorista. Um homem atropelou mais de 50 pessoas na ponte de Westminster, matando quatro, e tentou invadir o Parlamento Britânico. Khalid Masood, de 52 anos, ainda matou um policial antes de ser morto.
O atentado em Manchester foi o pior ato terrorista no Reino Unido desde que uma série de explosões coordenadas matou 52 pessoas no sistema de transportes da capital britânica, em 7 de julho de 2005.
Cerca de 20 mil pessoas assistiram ao concerto na Arena de Manchester, no centro da cidade de 500 mil habitantes situada no Noroeste da Inglaterra. Ariana, de 23 anos, atrai um público adolescente.
Testemunhas disseram que houve uma grande explosão na entrada do ginásio esportivo logo depois do final do show, quando as pessoas estavam deixando o local, às 22h35 pela hora local (18h35 em Brasília). Todos saíram correndo e gritando.
A polícia encontrou um pacote suspeito nos arredores e acabou de destruí-lo numa explosão controlada, mas depois disse que eram apenas roupas, noticiou a televisão pública britânica BBC.
A principal linha de investigação é de um atentado terrorista suicida cometido por um homem só, que seria confirmado horas mais tarde. Resta saber quem é ele, como virou um radical, qual é sua rede de apoio, quem o treinou, financiou ou forneceu os meios para praticar o crime.
Os partidos políticos deploraram o ataque e suspenderam a campanha para as eleições parlamentares de 8 de junho. A primeira-ministra Theresa May decretou luto nacional e convocou uma reunião de emergência do ministério para amanhã de manhã.
Em 22 de março deste ano, Londres foi alvo de um ataque terrorista. Um homem atropelou mais de 50 pessoas na ponte de Westminster, matando quatro, e tentou invadir o Parlamento Britânico. Khalid Masood, de 52 anos, ainda matou um policial antes de ser morto.
O atentado em Manchester foi o pior ato terrorista no Reino Unido desde que uma série de explosões coordenadas matou 52 pessoas no sistema de transportes da capital britânica, em 7 de julho de 2005.
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quarta-feira, 29 de junho de 2016
Total de mortos no ataque ao aeroporto de Istambul sobe para 42
O número de vítimas do atentado terrorista de ontem à contra o Aeroporto Ataturk, em Istambul, a antiga Constantinopla, maior cidade da Turquia, subiu hoje para 42 mortos e 239 feridos, anunciou hoje o governo municipal.
Treze mortos eram estrangeiros: cinco sauditas, dois iraquianos, um tunisiano, um usbeque, um chinês, um iraniano, um ucraniano e um jordaniano. Dos feridos, 130 continuam hospitalizados.
Até agora, nenhum grupo reivindicou a autoria do atentado. Pelas características da operação e a escolha do alvo, o governo turco acusa a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante. A Turquia também enfrenta grupos rebeldes curdos e de esquerda.
O primeiro-ministro Binali Yildirim afirmou que os três terroristas chegaram ao aeroporto de táxi pouco antes das 22 horas (16h em Brasília) e abriram fogo contra passageiros e policiais perto do setor de revista de segurança do embarque internacional.
Quando um terrorista ferido caiu, um policial se aproximou e percebeu que ele trazia explosivos junto ao corpo. Neste momento, o homem-bomba se detonou. Os outros dois suicidas se explodiram em seguida.
O aeroporto de Istambul, o 11º mais movimentado do mundo, foi reaberto às três da madrugada (21h de ontem em Brasília), mas um terço dos voos foram cancelados e há muitos atrasos.
Treze mortos eram estrangeiros: cinco sauditas, dois iraquianos, um tunisiano, um usbeque, um chinês, um iraniano, um ucraniano e um jordaniano. Dos feridos, 130 continuam hospitalizados.
Até agora, nenhum grupo reivindicou a autoria do atentado. Pelas características da operação e a escolha do alvo, o governo turco acusa a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante. A Turquia também enfrenta grupos rebeldes curdos e de esquerda.
O primeiro-ministro Binali Yildirim afirmou que os três terroristas chegaram ao aeroporto de táxi pouco antes das 22 horas (16h em Brasília) e abriram fogo contra passageiros e policiais perto do setor de revista de segurança do embarque internacional.
Quando um terrorista ferido caiu, um policial se aproximou e percebeu que ele trazia explosivos junto ao corpo. Neste momento, o homem-bomba se detonou. Os outros dois suicidas se explodiram em seguida.
O aeroporto de Istambul, o 11º mais movimentado do mundo, foi reaberto às três da madrugada (21h de ontem em Brasília), mas um terço dos voos foram cancelados e há muitos atrasos.
terça-feira, 29 de dezembro de 2015
Atentado terrorista suicida mata 23 pessas no Paquistão
Pelo menos 23 pessoas foram mortas e 56 saíram feridas de um atentado terrorista suicida cometido diante de um prédio público na cidade de Mardã, que fica a noroeste de Islamabade, a capital do Paquistão, noticiou o jornal paquistanês Dawn (Amanhecer) citando fontes policiais.
O ataque foi reivindicado pela milícia extremista muçulmana dos Talebã (Estudantes) do Paquistão.
Um guarda de segurança disse que o terrorista jogou sua motocicleta contra o portão de entrada do prédio e detonou os explosivos que levava junto ao corpo. Outros relatos afirmam que os explosivos estavam numa motocicleta estacionada diante do edifício.
O ataque foi reivindicado pela milícia extremista muçulmana dos Talebã (Estudantes) do Paquistão.
Um guarda de segurança disse que o terrorista jogou sua motocicleta contra o portão de entrada do prédio e detonou os explosivos que levava junto ao corpo. Outros relatos afirmam que os explosivos estavam numa motocicleta estacionada diante do edifício.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Boko Haram ataca mais duas mesquitas na Nigéria
Muitos fiéis foram mortos e vários outros feridos com a explosão de uma bomba em uma mesquita na cidade de Yola, capital do estado de Adamawa, no Nordeste da Nigéria, horas depois de um duplo atentado suicida contra uma mesquita em Maiduguri, capital do estado de Borno.
Ao menos 18 pessoas foram mortas e outras dezenas feridas em Maiduguri. Em Yola, foram pelo menos 30 mortos e mais de 100 feridos.
Ninguém reivindicou a autoria dos ataques. As maiores suspeitas recaem sobre a milícia extremista muçulmana Boko Haram, que agora se apresenta como a Província do Estado Islâmico na África Ocidental.
Só o Estado Islâmico do Iraque e do Levante cometeu mais atentados terroristas suicidas em 2015 do que o Boko Haram e nenhum grupo usou mais mulheres-bomba do que o Boko Haram até hoje. Neste ano, foram 53, depois de oito no ano passado, num total de 61. No mesmo período, houve 86 explosões de homens-bomba da milícia.
Com a posse do ex-ditador e ex-general Muhammadu Buhari como presidente da Nigéria em 29 de maio, o Exército intensificou o combate à milícia jihadista. Depois de perder o controle de quase todos os territórios conquistados, o Boko Haram passou a apelar para o terrorismo suicida e para mulheres, menos sujeitas a revistas corporais do que os homens.
As mulheres-bomba foram usadas pelo Partido Social Nacionalista Sírio, comunista, e pela milícia fundamentalista xiita Hesbolá (Partido de Deus) no Líbano nos anos 1980s para lutar contra invasão israelense e a intervenção militar dos Estados Unidos e da França.
Longe do Oriente Médio, os Tigres da Libertação do Ilam Tamil, que lutavam contra a dominação da maioria cingalesa no Sri Lanka, usaram 46 mulheres-bomba dos anos 1990s até sua dissolução, em 2009. Uma das vítimas foi o primeiro-ministro da Índia Rajiv Gandhi, assassinado em 1991. Era o grupo que mais tinha apelado para atentados terroristas suicidas femininos antes do Boko Haram.
No fim dos anos 1990s, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), comunista, usou mulheres suicidas na luta contra a Turquia para criar um Estado nacional curdo.
Durante a segunda intifada, a revolta contra a ocupação israelense deflagrada em 2000, grupos palestinos recorreram ao terrorismo suicida. Quando Israel reforçou a segurança, as milícias palestinas apelaram para mulheres.
Outra onda de mulheres-bomba foi usada pelos chechenos em sua guerra contra a Rússia. De 2000 a 2004, as chamadas viúvas negras, mulheres de homens mortos na luta, atacaram alvos na Chechênia, inclusive o presidente da República, e civis na Rússia.
A rede terrorista Al Caeda no Iraque, que depois virou Estado Islâmico do Iraque e Estado Islâmico do Iraque e do Levante, passou a usar mulheres-bomba a partir do fim de 2005. Em novembro daquele ano, atacou três hotéis de empresas ocidentais em Amã, na Jordânia.
O Boko Haram aderiu à luta armada em 2009 e começou a usar mulheres-bomba em 2014. Até hoje, foram 61.
Ao menos 18 pessoas foram mortas e outras dezenas feridas em Maiduguri. Em Yola, foram pelo menos 30 mortos e mais de 100 feridos.
Ninguém reivindicou a autoria dos ataques. As maiores suspeitas recaem sobre a milícia extremista muçulmana Boko Haram, que agora se apresenta como a Província do Estado Islâmico na África Ocidental.
Só o Estado Islâmico do Iraque e do Levante cometeu mais atentados terroristas suicidas em 2015 do que o Boko Haram e nenhum grupo usou mais mulheres-bomba do que o Boko Haram até hoje. Neste ano, foram 53, depois de oito no ano passado, num total de 61. No mesmo período, houve 86 explosões de homens-bomba da milícia.
Com a posse do ex-ditador e ex-general Muhammadu Buhari como presidente da Nigéria em 29 de maio, o Exército intensificou o combate à milícia jihadista. Depois de perder o controle de quase todos os territórios conquistados, o Boko Haram passou a apelar para o terrorismo suicida e para mulheres, menos sujeitas a revistas corporais do que os homens.
As mulheres-bomba foram usadas pelo Partido Social Nacionalista Sírio, comunista, e pela milícia fundamentalista xiita Hesbolá (Partido de Deus) no Líbano nos anos 1980s para lutar contra invasão israelense e a intervenção militar dos Estados Unidos e da França.
Longe do Oriente Médio, os Tigres da Libertação do Ilam Tamil, que lutavam contra a dominação da maioria cingalesa no Sri Lanka, usaram 46 mulheres-bomba dos anos 1990s até sua dissolução, em 2009. Uma das vítimas foi o primeiro-ministro da Índia Rajiv Gandhi, assassinado em 1991. Era o grupo que mais tinha apelado para atentados terroristas suicidas femininos antes do Boko Haram.
No fim dos anos 1990s, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK), comunista, usou mulheres suicidas na luta contra a Turquia para criar um Estado nacional curdo.
Durante a segunda intifada, a revolta contra a ocupação israelense deflagrada em 2000, grupos palestinos recorreram ao terrorismo suicida. Quando Israel reforçou a segurança, as milícias palestinas apelaram para mulheres.
Outra onda de mulheres-bomba foi usada pelos chechenos em sua guerra contra a Rússia. De 2000 a 2004, as chamadas viúvas negras, mulheres de homens mortos na luta, atacaram alvos na Chechênia, inclusive o presidente da República, e civis na Rússia.
A rede terrorista Al Caeda no Iraque, que depois virou Estado Islâmico do Iraque e Estado Islâmico do Iraque e do Levante, passou a usar mulheres-bomba a partir do fim de 2005. Em novembro daquele ano, atacou três hotéis de empresas ocidentais em Amã, na Jordânia.
O Boko Haram aderiu à luta armada em 2009 e começou a usar mulheres-bomba em 2014. Até hoje, foram 61.
sábado, 22 de agosto de 2015
Atentado terrorista suicida mata 10 pessoas no Afeganistão
Um homem-bomba matou dez pessoas e feriu outras 60 hoje em Cabul, a capital do Afeganistão, informou a agência de notícias Afghan Islamic Press. Entre os feridos, há cinco mulheres e cinco crianças.
Os ataques seguidos a Cabul deterioraram as relações entre o governo Achraf Ghani e o Paquistão, acusado pelas autoridades afegãs de proteger a milícia extremista muçulmana dos Talebã (Estudantes).
Na província de Fariabe, quatro milicianos foram mortos e 11 presos durante uma operação realizada neste sábado. Três rebeldes mortos eram estrangeiros, dois usbeques e um paquistanês.
Historicamente o Afeganistão é um país fragmentado por seus vários povos que serviu como campo de batalha para diferentes civilizações e impérios, de Alexandre, o Grande, da Macedônia, na Antiguidade; e Gêngis Khan, na Idade Média; aos impérios russo e britânico, no século 19; à União Soviética, no século 20; e aos EUA e seus aliados na guerra contra o terrorismo, no século 21. Não há uma unidade nacional, um senso de nação. Prevalecem as lealdades étnicas e tribais.
Os ataques seguidos a Cabul deterioraram as relações entre o governo Achraf Ghani e o Paquistão, acusado pelas autoridades afegãs de proteger a milícia extremista muçulmana dos Talebã (Estudantes).
Na província de Fariabe, quatro milicianos foram mortos e 11 presos durante uma operação realizada neste sábado. Três rebeldes mortos eram estrangeiros, dois usbeques e um paquistanês.
Historicamente o Afeganistão é um país fragmentado por seus vários povos que serviu como campo de batalha para diferentes civilizações e impérios, de Alexandre, o Grande, da Macedônia, na Antiguidade; e Gêngis Khan, na Idade Média; aos impérios russo e britânico, no século 19; à União Soviética, no século 20; e aos EUA e seus aliados na guerra contra o terrorismo, no século 21. Não há uma unidade nacional, um senso de nação. Prevalecem as lealdades étnicas e tribais.
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domingo, 21 de junho de 2015
Al Chababe ataca capital da Somália
Com um atentado terrorista suicida contra o quartel-general do serviço secreto do país, a milícia extremista muçulmana Al Chababe (A Juventude) atacou hoje a capital da Somália, informou um porta-voz do Ministério do Interior, citado pela televisão pública britânica BBC.
Os rebeldes jihadistas alegam ter matado vários agentes que estariam trabalhando na hora. O governo provisório afirmou ter repelido o ataque e negou que seus agentes tenham sido mortos e anunciou a morte de quatro milicianos.
Al Chababe ameaça fazer uma onda de ataques durante o sagrado mês do Ramadã, quando os muçulmanos são obrigados a jejuar durante o dia e só comer e beber à noite.
Os rebeldes jihadistas alegam ter matado vários agentes que estariam trabalhando na hora. O governo provisório afirmou ter repelido o ataque e negou que seus agentes tenham sido mortos e anunciou a morte de quatro milicianos.
Al Chababe ameaça fazer uma onda de ataques durante o sagrado mês do Ramadã, quando os muçulmanos são obrigados a jejuar durante o dia e só comer e beber à noite.
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