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terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Hoje na História do Mundo: 28 de Fevereiro

 ESTRUTURA DO DNA

    Em 1953, os cientistas James Watson e Francis Crick, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, anunciam a descoberta da estrutura da molécula do ácido desoxirribonucleico (DNA), que compõe o código genético da humanidade, em forma de uma escada torcida como uma hélice dupla.

O DNA é descoberto em 1869 pelo bioquímico suíço Johann Friedrich Miescher, mas só em 1943 se entende sua importância na transmissão da herança genética. Através da difração, Watson e Crick revelam a estrutura molecular do DNA. Eles dividem o Prêmio Nobel de Medicina e Fisiologia em 1962 com Maurice Wilkins.

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Dois americanos e um britânico ganham Prêmio Nobel de Química

A engenheira química e bioquímica americana Frances Arnold, professora do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), em Pasadena, na Califórnia, nos Estados Unidos, ganhou hoje a metade do Prêmio Nobel de Química de 2018. O químico americano George Smith, professor da Universidade do Missouri em Colúmbia, e o bioquímico britânico Gregory Winter, professor da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, dividiram a outra metade.

Os três cientistas domesticaram a evolução para criar proteínas. Eles levaram as mutações para os laboratórios e tubos, acelerando o processo para multiplicar as mutações das moléculas e selecioná-las, num processo de evolução dirigida. Isso permitiu o desenvolvimento de novos medicamentos, declarou a Academia Real de Ciências da Suécia ao anunciar a premiação hoje de manhã em Estocolmo.

Arnold, de 62 anos, é a quinta mulher a ganhar o Nobel de Química e a primeira desde 2009. Foi agraciada "pela evolução dirigida de enzimas", proteínas que catalisam reações químicas.

Smith, de 77 anos, desenvolveu em 1985 um mecanismo para usar um vírus que infecta bactérias para gerar novas proteínas.

Winter, de 67 anos, usou esse processo na evolução dirigida de anticorpos. Isso levou à produção de novos medicamentos.

O primeiro medicamento criado desta forma, o o adalimumab, surgiu em 2002. É usado no tratamento de doenças autoimunes, psoríase e artrite reumatoide, para neutralizar toxinas e até mesmo para curar curar metástases de câncer.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Crise resgatou teoria econômica de Keynes

Com o emprego maciço de dinheiro público, de trilhões de dólares, para evitar uma segunda grande depressão, a crise econômia mundial ressuscitou as ideias do economista John Maynard Keynes, professor da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Desde os anos 70, o keynesianismo parecia superado pelo monetarismo de Milton Friedman e da Faculdade de Economia da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, e suas teses sobre o Estado mínimo e o poder autorregulador do mercado.

A crise resgatou a proposta keynesiana de que o Estado deve intervir para estimular a produção, o emprego e o aumento da renda quando os agentes econômicos privados estão deprimidos.

Mas o debate entre keynesianos e monetaristas continua, como observa o economista Gregory Mankiw, professor da Universidade de Harvard, nos EUA, ao analisar o recém-lançado livro Keynes: the return of the master, de Robert Skidelsky, um dos maiores biógrafos do economista britânico.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Crises bancárias causam ataques cardíacos

Milhares de pessoas podem morrer do coração se a atual crise financeira nos países ricos provocar falências de bancos, alerta um estudo da Universidade de Cambridge, a mais prestigiada da Grã-Bretanha. Os mais velhos correm maior risco.

Se falências como do banco Northern Rock se repetirem, o total de mortes pode ser dez vezes maior do que o de soldados britânicos mortos no Iraque.

sábado, 19 de maio de 2007

Censura à Internet aumenta

A censura à Internet cresce no mundo inteiro e toma formas cada vez mais sofisticadas, indica uma pesquisa realizada pela OpenNet Initiative (Iniciativa Rede Aberta), formada por quatro universidades. Dos 41 países estudados, 26 filtram ou bloqueiam conteúdos oferecidos na rede mundial de computadores, especialmente informações sobre política, hábitos sociais, religião, segurança nacional e os sites de grupos separatistas ou radicais

Pela pesquisa realizada pelas universidades de Cambridge e Oxford, na Inglaterra; de Harvard, nos Estados Unidos; e de Toronto, no Canadá, os países investigados que mais censuram a Internet são China, Irã, Mianmar (Birmânia), Síria, Tunísia e Vietnã.

quinta-feira, 15 de março de 2007

Censura à Internet está aumentando

A censura à internet avança rapidamente, sendo praticada em mais de metade de 40 país estudados numa pesquisa acadêmica transatlântica divulgada hoje pelo jornal inglês Financial Times.

O exemplo recente mais notório foi a decisão da Justiça da Turquia de bloquear o acesso ao YouTube por causa de comentários ofensivos sobre o fundador da república turca, Mustafá Kemal Atatürk, o grande herói nacional, insinuando que ele e seus companheiros eram homossexuais.

Após seis meses de pesquisas, a Iniciativa Rede Aberta - que reúne a Faculdade de Direito de Harvard e as universidades de Toronto, no Canadá, e Cambridge e Oxford, na Inglattera - concluiu que o uso da censura está aumentando. Cada vez mais países aprendem com a China, que aproveita os mais modernos recursos tecnológicos para tentar "orientar o pensamento" de seus 137 milhões de internautas.

Para realizar o trabalho, os pesquisadores tentaram ter acesso a mil sites de notícias e outros assuntos em cada um dos 40 países examinados.

Entre os países que mais censuram a Internet, estão, além da China, a Arábia Saudita, Mianmar, a Tunísia, o Usbequistão e o Zimbábue.