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sábado, 5 de maio de 2012

Krugman dá receita contra a depressão econômica

O sofrimento e a destruição causados pela atual crise econômica internacional são totalmente desnecessários, afirma o economista americano Paul Krugman, ganhador do Prêmio Nobel de Economia em 2008.

"A verdade é que a recuperação seria ridiculamente fácil de alcançar: basta reverter as políticas de austeridade adotadas nos últimos dois anos e aumentar os gastos", escreve Krugman, que se define como um keynesiano liberal, na revista literária The New York Review of Books.

No seu novo livro, Acabem com Esta Depressão Agora!, ele argumenta que o governo deve gastar mais até a recuperação do setor privado. "A expansão, e não a contração, é o momento para a austeridade", ensinou o economista britânico John Maynard Keynes, citado por Krugman.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Crise resgatou teoria econômica de Keynes

Com o emprego maciço de dinheiro público, de trilhões de dólares, para evitar uma segunda grande depressão, a crise econômia mundial ressuscitou as ideias do economista John Maynard Keynes, professor da Universidade de Cambridge, na Inglaterra.

Desde os anos 70, o keynesianismo parecia superado pelo monetarismo de Milton Friedman e da Faculdade de Economia da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, e suas teses sobre o Estado mínimo e o poder autorregulador do mercado.

A crise resgatou a proposta keynesiana de que o Estado deve intervir para estimular a produção, o emprego e o aumento da renda quando os agentes econômicos privados estão deprimidos.

Mas o debate entre keynesianos e monetaristas continua, como observa o economista Gregory Mankiw, professor da Universidade de Harvard, nos EUA, ao analisar o recém-lançado livro Keynes: the return of the master, de Robert Skidelsky, um dos maiores biógrafos do economista britânico.