Pelo menos duas pessoas foram mortas e 20 saíram feridas quando uma caminhonete de entrega foi jogado contra a multidão no centro histórico da cidade de Münster, na Alemanha. Seis feridos correm risco de vida. O delinquente se suicidou em seguida. A polícia alemã trata o caso como suspeita de terrorismo, mas não descarta outras possibilidades.
Em 19 de dezembro de 2016, um caminhão invadiu uma feirinha de Natal em Berlim, a capital alemã, matando 12 pessoas e ferindo outras 49. O responsável foi um terrorista tunisiano morto pela polícia da Itália ao resistir à prisão.
O pior de todos os atentados terroristas com veículos terrestres foi em 14 de julho do mesmo ano, quando 86 pessoas foram atropeladas e mortas e outras centenas feridas na avenida beira-mar de Nice no Sul da França, durante as comemorações da Queda da Bastilha e do início da Revolução Francesa de 1789.
A polícia acredita que o terrorista agiu sozinho. A primeira suspeita era que fosse ligado ao extremismo muçulmano, mas também se examina se o motorista tinha problemas mentais. Os policiais não deram mais detalhes, declarando ser "cedo ainda para dizer se foi um atentado".
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sábado, 7 de abril de 2018
segunda-feira, 19 de março de 2018
Carro sem motorista atropela e mata pedestre em teste no Arizona
A empresa Uber suspendeu as experiências com automóveis dirigidos automaticamente, sem motorista, depois da primeira morte de um pedestre em acidente causado por um de seus veículos autômos em teste nos Estados Unidos. Em 2016, o motorista de um Tesla morreu quando usava o piloto automático.
A morte de uma mulher em Tempe, no estado do Arizona, reabre o debate sobre veículos autônomos no momento em que as empresas tentam desenvolver a tecnologia e as autoridades estudam sua regulamentação.
Os testes da Uber estão sendo realizados em Tempe, São Francisco e Pittsburgh, nos EUA, e Toronto, no Canadá. O acidente aconteceu ontem por volta das 22h. A mulher atravessava a rua fora da faixa de segurança quando foi atingida.
"O veículo envolvido era um dos veículos autônomos da Uber", declarou a polícia da cidade. "Estava em modo autônomo no momento da colisão, com um operador na direção." A vítima foi hospitalizada, mas não resistiu aos ferimentos.
A morte de uma mulher em Tempe, no estado do Arizona, reabre o debate sobre veículos autônomos no momento em que as empresas tentam desenvolver a tecnologia e as autoridades estudam sua regulamentação.
Os testes da Uber estão sendo realizados em Tempe, São Francisco e Pittsburgh, nos EUA, e Toronto, no Canadá. O acidente aconteceu ontem por volta das 22h. A mulher atravessava a rua fora da faixa de segurança quando foi atingida.
"O veículo envolvido era um dos veículos autônomos da Uber", declarou a polícia da cidade. "Estava em modo autônomo no momento da colisão, com um operador na direção." A vítima foi hospitalizada, mas não resistiu aos ferimentos.
sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018
Caminhonete avança sobre a multidão e fere 18 pessoas em Xangai
Uma caminhonete feriu pelo menos 18 pessoas, três em estado grave, ao subir uma calçada no centro de Xangai, a maior cidade da China, por volta das nove da manhã desta sexta-feira pela hora local (23h de quinta-feira em Brasília).
Quando o carro parou, começou um pequeno incêndio logo controlado pelos bombeiros. As autoridades chinesas disseram estar tratando o caso como um acidente de trânsito e não como uma ação deliberada, um ataque terrorista como tantos cometidos com veículos nos Estados Unidos, na Europa e em Israel.
A China reprime os muçulmanos da província de Xinjiang, no Noroeste do país, enviando cada vez mais chineses da etnia dominante hã para submeter os uigures, um povo islâmico de origem turca.
Há um Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental. Em 28 de outubro de 2013, jogou um carro contra as barreiras de segurança na Praça da Paz Celestial, em Beijim. Cinco pessoas morreram no atentado, entre eles os três terroristas ocupantes do veículo.
Quando o carro parou, começou um pequeno incêndio logo controlado pelos bombeiros. As autoridades chinesas disseram estar tratando o caso como um acidente de trânsito e não como uma ação deliberada, um ataque terrorista como tantos cometidos com veículos nos Estados Unidos, na Europa e em Israel.
A China reprime os muçulmanos da província de Xinjiang, no Noroeste do país, enviando cada vez mais chineses da etnia dominante hã para submeter os uigures, um povo islâmico de origem turca.
Há um Movimento pela Libertação do Turquestão Oriental. Em 28 de outubro de 2013, jogou um carro contra as barreiras de segurança na Praça da Paz Celestial, em Beijim. Cinco pessoas morreram no atentado, entre eles os três terroristas ocupantes do veículo.
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terça-feira, 31 de outubro de 2017
Oito pessoas morrem em atropelamento terrorista em Nova York
Pelo menos oito pessoas foram mortas e outras 12 feridas quando um homem invadiu uma ciclovia com uma caminhonete, por volta das 15h05 (17h05 em Brasília), e dirigiu por cerca de 20 quadras atropelando pedestres e ciclistas no Sul da ilha de Manhattan, em Nova York.
O terrorista ainda jogou o veículo contra um ônibus escolar. Ao ser interceptado pela polícia, desceu com armas de brinquedo na mão, mas foi baleado e dominado, quando teria gritado "Alá é grande!", por ser um extremista muçulmano.
É o primeiro atentado terrorista com mortes em Nova York desde o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. Cinco mortos eram argentinos, uma belga e dois americanos.
O terrorista foi identificado como Sayfullo Saipov, de 29 anos, um cidadão da ex-república soviética do Usbequistão que vive nos Estados Unidos desde 2010. Tem um endereço na Flórida, mas nos últimos meses morava em Paterson, no estado de Nova Jérsei, vizinho de Nova York, e trabalhava como motorista de Uber. Ele deixou uma nota jurando legaldade à organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante.
Desde 14 de julho de 2016, quanto um terrorista atropelou e matou 86 pessoas e feriu outras 458 em Nice, no Sul da França, houve vários ataques terroristas cometidos por extremistas muçulmanos com veículos, em Berlim, na Alemanha; em Estocolmo, na Suécia; em Barcelona, na Espanha; e três vezes em Londres, no Reino Unido. O método é usado há mais tempo em Israel.
Era só uma questão de tempo chegar aos EUA, como comentou um motorista de Uber sul-coreano que me levou do aeroporto ao hotel quando cheguei a Nova York em junho deste ano.
Na Times Square, no centro da zona de teatros da cidade, há enormes blocos de concreto protegendo a área de pedestres. É impossível proteger toda a cidade contra um ataque de veículos, mas o acesso a ciclovias pode ser bloqueado.
O presidente Donald Trump atribuiu o ataque à organização terrorista Estado Islâmico e chamou o terrorista de perturbado mental.
O terrorista ainda jogou o veículo contra um ônibus escolar. Ao ser interceptado pela polícia, desceu com armas de brinquedo na mão, mas foi baleado e dominado, quando teria gritado "Alá é grande!", por ser um extremista muçulmano.
É o primeiro atentado terrorista com mortes em Nova York desde o ataque às Torres Gêmeas em 11 de setembro de 2001. Cinco mortos eram argentinos, uma belga e dois americanos.
O terrorista foi identificado como Sayfullo Saipov, de 29 anos, um cidadão da ex-república soviética do Usbequistão que vive nos Estados Unidos desde 2010. Tem um endereço na Flórida, mas nos últimos meses morava em Paterson, no estado de Nova Jérsei, vizinho de Nova York, e trabalhava como motorista de Uber. Ele deixou uma nota jurando legaldade à organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante.
Desde 14 de julho de 2016, quanto um terrorista atropelou e matou 86 pessoas e feriu outras 458 em Nice, no Sul da França, houve vários ataques terroristas cometidos por extremistas muçulmanos com veículos, em Berlim, na Alemanha; em Estocolmo, na Suécia; em Barcelona, na Espanha; e três vezes em Londres, no Reino Unido. O método é usado há mais tempo em Israel.
Era só uma questão de tempo chegar aos EUA, como comentou um motorista de Uber sul-coreano que me levou do aeroporto ao hotel quando cheguei a Nova York em junho deste ano.
Na Times Square, no centro da zona de teatros da cidade, há enormes blocos de concreto protegendo a área de pedestres. É impossível proteger toda a cidade contra um ataque de veículos, mas o acesso a ciclovias pode ser bloqueado.
O presidente Donald Trump atribuiu o ataque à organização terrorista Estado Islâmico e chamou o terrorista de perturbado mental.
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sábado, 3 de junho de 2017
Ataque terrorista em Londres deixa 7 mortos e 48 feridos
A Polícia Metropolitana da capital do Reino Unido fechou hoje à noite a Ponte de Londres e arredores, depois que uma caminhonete subiu a calçada quando ia no sentido Norte-Sul a cerca de 80 quilômetros por hora e atropelou vários pedestres às 22h08 (18h08 em Brasília), noticiou a televisão pública britânica BBC.
É mais um caso de terrorismo com várias mortes, informou o jornal londrino Evening Standard. A polícia britânica, a Scotland Yard, confirmou há pouco as mortes de seis vítimas e três terroristas. Outras 48 pessoas saíram feridas. Pelo menos 30 foram hospitalizadas. Outra morte foi confirmada no domingo.
Depois do atropelamento, três terroristas saíram da caminhonete e esfaquearam várias pessoas, entre elas um garçon, num restaurante próximo, no mercado de Borough. É um lugar de bares, restaurantes e bancas de venda de comida muito frequentado num sábado à noite, especialmente por jovens.
A polícia respondeu ao ataque, matou os três terroristas e isolou a área. Está desviando o trânsito e pediu aos motoristas que evitem passar por ali. A importante estação de trem e de metrô de London Bridge foi fechada. No início da madrugada pela hora local, a polícia fez duas explosões controladas.
Outro incidente foi reportado em Vauxhall, a uns 4 km de distância. A polícia investiga se há ligação entre os terroristas da ponte e do mercado e este terceiro incidente. Horas depois, concluiu que não.
O Reino Unido está em estado de alerta contra o terrorismo desde 22 de maio de 2017, quando um homem-bomba britânico de origem líbia se explodiu na saída de um show da cantora americana Ariana Grande na Arena de Manchester, matando 22 pessoas e ferindo outras 116. Foi o pior atentado terrorista no país desde as explosões que mataram 52 pessoas no sistema de transportes de Londres, em 7 de julho de 2005.
Um ataque semelhante ao de hoje aconteceu em 22 de março deste ano, quando um cidadão britânico de origem jamaicana atropelou e matou quatro pessoas e feriu outras 50 na Ponte de Westminster, no Centro de Londres. O terrorista ainda matou um guarda do Parlamento Britânico antes de ser morto pela polícia.
A primeira-ministra Theresa May convocou uma reunião de emergência do gabinete de segurança para amanhã de manhã. À noite, Ariana Grande faz um concerto beneficente em Manchester em homenagem às vítimas do ataque ao show anterior com convidados como Cold Play, Justin Bieber e Take That.
É mais um caso de terrorismo com várias mortes, informou o jornal londrino Evening Standard. A polícia britânica, a Scotland Yard, confirmou há pouco as mortes de seis vítimas e três terroristas. Outras 48 pessoas saíram feridas. Pelo menos 30 foram hospitalizadas. Outra morte foi confirmada no domingo.
Depois do atropelamento, três terroristas saíram da caminhonete e esfaquearam várias pessoas, entre elas um garçon, num restaurante próximo, no mercado de Borough. É um lugar de bares, restaurantes e bancas de venda de comida muito frequentado num sábado à noite, especialmente por jovens.
A polícia respondeu ao ataque, matou os três terroristas e isolou a área. Está desviando o trânsito e pediu aos motoristas que evitem passar por ali. A importante estação de trem e de metrô de London Bridge foi fechada. No início da madrugada pela hora local, a polícia fez duas explosões controladas.
Outro incidente foi reportado em Vauxhall, a uns 4 km de distância. A polícia investiga se há ligação entre os terroristas da ponte e do mercado e este terceiro incidente. Horas depois, concluiu que não.
O Reino Unido está em estado de alerta contra o terrorismo desde 22 de maio de 2017, quando um homem-bomba britânico de origem líbia se explodiu na saída de um show da cantora americana Ariana Grande na Arena de Manchester, matando 22 pessoas e ferindo outras 116. Foi o pior atentado terrorista no país desde as explosões que mataram 52 pessoas no sistema de transportes de Londres, em 7 de julho de 2005.
Um ataque semelhante ao de hoje aconteceu em 22 de março deste ano, quando um cidadão britânico de origem jamaicana atropelou e matou quatro pessoas e feriu outras 50 na Ponte de Westminster, no Centro de Londres. O terrorista ainda matou um guarda do Parlamento Britânico antes de ser morto pela polícia.
A primeira-ministra Theresa May convocou uma reunião de emergência do gabinete de segurança para amanhã de manhã. À noite, Ariana Grande faz um concerto beneficente em Manchester em homenagem às vítimas do ataque ao show anterior com convidados como Cold Play, Justin Bieber e Take That.
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Terrorista atropela e mata quatro pessoas no centro de Estocolmo
O grande herói do jihadismo, Ossama ben Laden, declarou certa vez: "Não atacamos a Suécia", sugerindo que seus alvos eram países imperialistas que interferem nos países muçulmanos. Na era do Estado Islâmico, isto mudou.
Um homem sequestrou hoje um caminhão e jogou-o contra uma loja de departamentos e pessoas que faziam compras no centro de Estocolmo, a capital da Suécia. Pelo menos quatro pessoas morreram. O governo descreveu a ação como "um ataque terrorista".
"A Suécia está sob ataque", declarou o primeiro-ministro Stefan Löfven. O terrorista continua solto.
O método foi semelhante ao dos atentados contra a festa de aniversário da Revolução Francesa na cidade de Nice, em 14 de julho de 2016, quando morreram 86 pessoas; uma feira de Natal em Berlim, na Alemanha, em 20 de dezembro passado, matando 12 pessoas; e à area do Parlamento Britânico, em Londres, em 22 de março de 2017, com cinco mortes.
A organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante reivindicou a responsabilidade pelos atentados. Em 22 de setembro de 2014, quando a aliança militar liderada pelos Estados Unidos começou a bombardear o grupo, Abu Muhammed al-Adnani, considerado ministro da Propaganda e chefe de operações externas do Estado Islâmico, conclamou os jihadistas a atacar cidadãos ocidentais de todas as formas possíveis.
"Se você puder matar um infiel americano ou europeu - especialmente os maldosos e nojentos franceses -, ou um australiano ou canadense, ou qualquer outro infiel de países infiéis que estão em guerra, inclusive os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-o de qualquer maneira ou método, qualquer que seja. Esmague sua cabeça com o pedra, o abata com uma faca ou o atropele com seu carro, ou o jogue de um lugar alto, ou o sufoque ou o envene", pregou Al-Adnani, morto por um bombardeio americano em 30 de agosto do ano passado na província de Alepo, na Síria.
Hoje o alvo foi a capital da Suécia, um país neutro há dois séculos. "Uma das cidades mais vibrantes e coloridas da Europa aparece ter sido atacada por aqueles que querem atingir nosso estilo de vida", reagiu o presidente da Comissão Europeia, o ex-primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker.
A ação de hoje ocorreu perto do local do centro de Estocolmo onde Taimur Abdulwahab, um cidadão sueco de origem árabe, se suicidou num atentado suicida em dezembro de 2010. O homem-bomba morreu e outras duas pessoas saíram feridas.
Um homem sequestrou hoje um caminhão e jogou-o contra uma loja de departamentos e pessoas que faziam compras no centro de Estocolmo, a capital da Suécia. Pelo menos quatro pessoas morreram. O governo descreveu a ação como "um ataque terrorista".
"A Suécia está sob ataque", declarou o primeiro-ministro Stefan Löfven. O terrorista continua solto.
O método foi semelhante ao dos atentados contra a festa de aniversário da Revolução Francesa na cidade de Nice, em 14 de julho de 2016, quando morreram 86 pessoas; uma feira de Natal em Berlim, na Alemanha, em 20 de dezembro passado, matando 12 pessoas; e à area do Parlamento Britânico, em Londres, em 22 de março de 2017, com cinco mortes.
A organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante reivindicou a responsabilidade pelos atentados. Em 22 de setembro de 2014, quando a aliança militar liderada pelos Estados Unidos começou a bombardear o grupo, Abu Muhammed al-Adnani, considerado ministro da Propaganda e chefe de operações externas do Estado Islâmico, conclamou os jihadistas a atacar cidadãos ocidentais de todas as formas possíveis.
"Se você puder matar um infiel americano ou europeu - especialmente os maldosos e nojentos franceses -, ou um australiano ou canadense, ou qualquer outro infiel de países infiéis que estão em guerra, inclusive os cidadãos dos países que entraram numa coalizão contra o Estado Islâmico, então confie em Alá e mate-o de qualquer maneira ou método, qualquer que seja. Esmague sua cabeça com o pedra, o abata com uma faca ou o atropele com seu carro, ou o jogue de um lugar alto, ou o sufoque ou o envene", pregou Al-Adnani, morto por um bombardeio americano em 30 de agosto do ano passado na província de Alepo, na Síria.
Hoje o alvo foi a capital da Suécia, um país neutro há dois séculos. "Uma das cidades mais vibrantes e coloridas da Europa aparece ter sido atacada por aqueles que querem atingir nosso estilo de vida", reagiu o presidente da Comissão Europeia, o ex-primeiro-ministro luxemburguês Jean-Claude Juncker.
A ação de hoje ocorreu perto do local do centro de Estocolmo onde Taimur Abdulwahab, um cidadão sueco de origem árabe, se suicidou num atentado suicida em dezembro de 2010. O homem-bomba morreu e outras duas pessoas saíram feridas.
quarta-feira, 22 de março de 2017
Ataque terrorista fecha o Parlamento Britânico
Um carro atropelou pedestres intencionalmente na ponte de Westminster, um homem saiu do carro, esfaqueou um policial e foi morto por agentes a paisana hoje às 14h40 (11h40 em Brasília) na entrada do Parlamento Britânico, em Londres, informou a televisão pública britânica BBC. O Palácio de Westminster e as ruas próximas foram fechados. A polícia está tratando o caso como terrorismo.
Pelo menos quatro pessoas morreram, inclusive o terrorista, o policial esfaquedo e uma mulher atropelada, e outras 20 pessoas foram feridas no atropelamento, algumas seriamente, declarou a Polícia Metropolitana de Londres. Uma mulher caiu no Rio Tâmisa. Foi resgatada com vida, mas está gravemente ferida. Vários corpos ficaram estendidos sobre a ponte, mostram imagens de helicóptero.
Depois de atropelar os pedestres na ponte, o terrorista teria jogado o carro contra uma barreira que protege a entrada do Parlamento, esfaqueado um policial e corrido rumo à entrada dos deputados. Dois agentes a paisana o mandaram parar. Como o terrorista não respondeu, foi baleado três vezes e morto.
A principal suspeita recai sobre extremistas muçulmanos motivados ou ligados à organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante. O grupo quer contra-atacar todos os países que estão acabando com o califado que seu líder Abu Baker al-Baghdadi proclamou há dois anos e nove meses em Mossul, no Iraque.
Com o apoio aéreo de uma coalizão de 65 países liderada pelos Estados Unidos da qual o Reino Unido faz parte, o Exército do Iraque e milícias aliadas está prestes a retomar Mossul, a segunda maior cidade do país. Na Síria, a capital do Estado Islâmico, Rakka, também está prestes a cair.
Como os veículos não são armas propriamente ditas, "são hoje as armas prediletas dos terroristas jihadistas", observou Paul Cruickshank, na rede de televisão americana CNN. Nos atentados de Nice, na França, em 14 de julho do ano passado, e contra uma feira de Natal em Berlim, na Alemanha, os terroristas usaram caminhões como arma para jogar contra a multidão.
O Reino Unido tem pouco menos de 3 milhões de muçulmanos. Milhares foram para a Síria e o Iraque lutar ao lado do Estado Islâmico. O mais notório era o João Jihadista, que apareceu nos primeiros vídeos de degolas de ocidentais. Pelo menos 400 voltaram para casa e são inimigos internos em potencial.
Em 7 de julho de 2005, quatro atentados contra o sistema de transportes da capital britânicas deixou 52 mortos.
Pelo menos quatro pessoas morreram, inclusive o terrorista, o policial esfaquedo e uma mulher atropelada, e outras 20 pessoas foram feridas no atropelamento, algumas seriamente, declarou a Polícia Metropolitana de Londres. Uma mulher caiu no Rio Tâmisa. Foi resgatada com vida, mas está gravemente ferida. Vários corpos ficaram estendidos sobre a ponte, mostram imagens de helicóptero.
Depois de atropelar os pedestres na ponte, o terrorista teria jogado o carro contra uma barreira que protege a entrada do Parlamento, esfaqueado um policial e corrido rumo à entrada dos deputados. Dois agentes a paisana o mandaram parar. Como o terrorista não respondeu, foi baleado três vezes e morto.
A principal suspeita recai sobre extremistas muçulmanos motivados ou ligados à organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante. O grupo quer contra-atacar todos os países que estão acabando com o califado que seu líder Abu Baker al-Baghdadi proclamou há dois anos e nove meses em Mossul, no Iraque.
Com o apoio aéreo de uma coalizão de 65 países liderada pelos Estados Unidos da qual o Reino Unido faz parte, o Exército do Iraque e milícias aliadas está prestes a retomar Mossul, a segunda maior cidade do país. Na Síria, a capital do Estado Islâmico, Rakka, também está prestes a cair.
Como os veículos não são armas propriamente ditas, "são hoje as armas prediletas dos terroristas jihadistas", observou Paul Cruickshank, na rede de televisão americana CNN. Nos atentados de Nice, na França, em 14 de julho do ano passado, e contra uma feira de Natal em Berlim, na Alemanha, os terroristas usaram caminhões como arma para jogar contra a multidão.
O Reino Unido tem pouco menos de 3 milhões de muçulmanos. Milhares foram para a Síria e o Iraque lutar ao lado do Estado Islâmico. O mais notório era o João Jihadista, que apareceu nos primeiros vídeos de degolas de ocidentais. Pelo menos 400 voltaram para casa e são inimigos internos em potencial.
Em 7 de julho de 2005, quatro atentados contra o sistema de transportes da capital britânicas deixou 52 mortos.
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