• Em ataque ao Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) na Faixa de Gaza, Israel matou um homem de 67 anos em sua própria cama. Era o cara errado.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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2 comentários:
Até agora Israel defendia o ataque ao Irã, devido à eminência de se encontrar proximo de obter arma nuclear e constantemente ameaçava, solicitando apoio dos EUA. Acredito que devido à sua impotência, Israel agora argumenta com o atraso do Irã. Israel se acredita-se "atrasar" o avanço nuclear iraniano, atacando, já o teria feito. A fase da impunidade militar de Israel, terminou, até porque à medida que o tempo avança, maior é o poder militar e nuclear do Irã e se atacado sem dúvida ripostará com consequências devastadoras, Israel e os EUA,sabem-no.
Um ataque ao Irã traria o risco de causar uma confrontação generalizada no Oriente Médio, onde os governos leais aos EUA têm cada vez menos apoio popular. Mesmo com armas atômicas, o país teria dificuldade em atacar os EUA, mas poderia fazer isso indiretamente, através de grupos terroristas.
O grande medo dos EUA hoje é um 11/9 com armas nucleares.
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