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segunda-feira, 15 de junho de 2020

China enfrenta novo surto da pandemia do coronavírus

A China enfrenta novos surtos da covid-19 e está testando centenas de milhares de pessoas na capital para evitar uma segunda onda de contaminação. A metade dos distritos de Beijim registrou novos casos. Também houve casos em duas províncias. Os últimos dados sobre a economia do país onde surgiu o novo coronavírus revelam as dificuldades da recuperação.

Vinte estados americanos tiveram aumento do número de casos por retomar as atividades econômicas antes da hora, quando a curva da infecção estava subindo. A Administração de Medicamentos e Alimentos dos Estados Unidos (FDA) desautoriza o uso da cloroquina e da hidroxicloroquina. 

Pela primeira vez na história, a Arábia Saudita vai suspender a peregrinação anual dos muçulmanos à cidade sagrada de Meca.

A Europa reabre a maioria das fronteiras internas, mas permanece fechada para turistas de fora do continente. A abertura para visitantes de fora está marcada para 1º de julho. O Reino Unido reabre o comércio e os consumidores fazem fila desrespeitando a distância mínima de dois metros.

No mundo inteiro, o total de casos confirmados da pandemia chegou a 8,107 milhões, com 438.580 mortes e 4,187 milhões de pacientes curados. Dois por cento dos cerca de 3,5 milhões de pacientes em tratamento estão em estado greve. Dos casos encerrados, 9 % terminaram em morte. Isto é um ponto percentual a menos do que no fim da semana passada. 

Os EUA têm mais casos confirmados, 2.182.548, e mais mortos, mais de 118 mil.

O Brasil é o segundo em número de casos confirmados e de mortes. Registrou mais 769 mortes em 24 horas, elevando o total de óbitos para 44.118. Com mais 23.674 casos novos num dia, o total de casos confirmados chegou a 891 mil 556. Mais de 453 mil pessoas foram curadas.

Apesar do risco de uma segunda onda de contaminação, a Bolsa de Nova York fechou com alta de 0,83 por cento no índice amplo S&P 500, por causa da promessa do banco central americano de comprar mais títulos públicos. A Bolsa de São Paulo caiu 0,45 por cento e o dólar teve uma pequena alta para 5 reais e 14 centavos.

Outro impacto da pandemia é a redução das remessas que cerca de 200 milhões de imigrantes mandam para seus países de origem, que somaram no ano passado 554 bilhões de dólares, cerca de 2 trilhões 850 bilhões de reais, e neste ano devem cair 20 por cento. Meu comentário:

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Trump vai reduzir abertura em relação a Cuba

CAMBRIDGE-MA, EUA - O presidente Donald Trump deve anunciar amanhã sua política para Cuba. Deve restringir o turismo, a remessa de dinheiro e qualquer negócio com empresas ligadas às Forças Armadas, mas não reverter totalmente o reatamento realizado pelo governo Barack Obama, noticiou o boletim de notícias The Hill.

Em discurso em Miami, na Flórida, onde se concentra a maior comunidade cubano-americana, o presidente deve anunciar "marcos de referência" nas relações entre os dois países, exigindo a libertação de todos os presos políticos e a realização de eleições diretas na ilha, governada há 58 anos pela ditadura dos irmãos Fidel e Raúl Castro.

Trump não vai ressuscitar a polícia conhecida como "pé seco, pé molhado", revogada por Obama, pela qual cubanos que colocassem o pé em terra tinham direito de asilo automático nos Estados Unidos. As visitas individuais de americanos serão proibidas. Em grupo, as visitas serão permitidas. Os voos comerciais entre os dois países também serão mantidos.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

EUA aliviam restrições econômicas a Cuba

Os departamentos do Comércio e do Tesouro dos Estados Unidos adotaram hoje uma série de medidas que entram em vigor amanhã dentro do reatamento de relações com Cuba anunciado pelos presidentes Barack Obama e Raúl Castro.

A partir de amanhã, os americanos podem viajar a Cuba para visitar a família ou com objetivos culturais ou religiosos sem necessidade de permissão especial do governo dos EUA. Nos outros casos, as restrições ou turismo estão mantidas por enquanto.

Cada cidadão americano poderá enviar até US$ 8 mil por ano a Cuba, quatro vezes mais do que o limite atual. Também poderá usar cartões de crédito na ilha.

As novas regras ainda autorizam empresas americanas a exportar equipamentos de telecomunicações e oferecer serviços de Internet em Cuba.

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Colômbia põe Panamá na lista de paraísos fiscais

O governo da Colômbia colocou hoje o Panamá na sua lista de paraísos fiscais por se recusar a fornecer informações sobre dinheiro de colombianos depositado no país. A partir de agora, as remessas de dinheiro da Colômbia para o Panamá pagarão 32% de imposto, em vez dos 10% cobrados normalmente.

A Colômbia promete retirar o Panamá da lista assim que receber as informações solicitadas.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Imigrantes no Brasil mandam milhões de euros para Portugal

O Banco de Portugal registrou até julho, em 2014, a entrada de 14,5 milhões de euros (R$ 44,56 milhões) em remessas de imigrantes portugueses radicados no Brasil, um aumento de 51,5% em relação a 2013, noticiou o sítio Portugal Digital. São mais de 2 milhões de euros, cerca de R$ 6,15 milhões, por mês.

Neste ritmo, 2014 vai bater recorde em remessas de portugueses para sua terra natal. Em 2013, foram 16,5 milhões de euros, bem acima dos 10,7 milhões de euros de 2012 e dos 8,7 milhões de 2011, informa o Banco de Portugal. O total de julho, 2,53 milhões de euros, foi 40% superior a julho de 2013.

O Brasil é hoje o terceiro país de fora da Europa em remessas de imigrantes portugueses, depois dos Estados Unidos (19,5 milhões de euros em julho) e do Canadá (8,3 milhões de euro no mesmo mês). A lista começa com três países europeus: Suíça (119 milhões de euros), França (90,6 milhões) e Alemanha (19,8 milhões).

Ao todo, em 2013, Portugal recebeu 3 bilhões de euros em remessas de emigrantes portugueses. Foi uma contribuição importante para enfrentar a crise que obrigou o país a recorrer a seus parceiros da União Europeia, ao Banco Central Europeu e ao Fundo Monetário Internacional. A situação começou a melhorar no ano passado, mas o desemprego permanece elevado, atingindo mais de 13% da população ativa.