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segunda-feira, 22 de julho de 2019

Ditadura chinesa manda máfia atacar manifestantes em Hong Kong

A ditadura militar da China manda a tropa de choque da máfia espancar manifestantes em Hong Kong. O regime comunista mostrou mais uma vez sua horrenda face terrorista. Deixa claro que não vai tolerar nenhum movimento pela democracia e a liberdade na antiga colônia britânica. 

Ontem à noite, homens mascarados vestidos de branco armados com porretes atacaram e espancaram os manifestantes perto da estação de metrô de Yuen Long. A polícia se omitiu, chegou 35 minutos depois do ataque, em mais um vergonhoso desrespeito aos direitos humanos fundamentais. 

Os agressores eram membros das tríades, as máfias que operam no território. A polícia não prendem nem perseguiu nenhum dos homens de branco. Ficou evidente a natureza criminosa da ditadura comunista de Beijim. 

Pelo menos 45 pessoas foram feridas. Uma está em estado grave. A polícia demorou a intervir e a governadora Carrie Lam, totalmente subserviente ao Partido Comunista, culpou os manifestantes.

A onda de protestos já dura um mês e maio. Começou com manifestações contra um projeto para permitir a extradição de residentes no território para a China continental. Depois, passou a exigir a renúncia da governadora e eleições direta para o cargo e para o Conselho Legislativo de Hong Kong, o parlamento do território.

A governadora engavetou o projeto sobre extradição, mas não o retirou definitivamente da pauta. Ninguém acredita que o regime comunista chinês desista da proposta, que acaba com a independência do Poder Judiciário no território.

Em linguagem dura, a Câmara de Comércio de Hong Kong pediu o arquivamento definitivo do projeto para “mostrar boa fé”. 

Temendo uma reação ainda mais dura da China, capaz de minar a autonomia relativa de Hong Kong, o jornal local The South China Morning Post publicou editorial dizendo “Basta! Este ciclo de violência tem de acabar”, em que afirma que o problema não é de Beijim e precisa ser resolvido pelas autoridades de Hong Kong. Meu comentário:

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Trump vai reduzir abertura em relação a Cuba

CAMBRIDGE-MA, EUA - O presidente Donald Trump deve anunciar amanhã sua política para Cuba. Deve restringir o turismo, a remessa de dinheiro e qualquer negócio com empresas ligadas às Forças Armadas, mas não reverter totalmente o reatamento realizado pelo governo Barack Obama, noticiou o boletim de notícias The Hill.

Em discurso em Miami, na Flórida, onde se concentra a maior comunidade cubano-americana, o presidente deve anunciar "marcos de referência" nas relações entre os dois países, exigindo a libertação de todos os presos políticos e a realização de eleições diretas na ilha, governada há 58 anos pela ditadura dos irmãos Fidel e Raúl Castro.

Trump não vai ressuscitar a polícia conhecida como "pé seco, pé molhado", revogada por Obama, pela qual cubanos que colocassem o pé em terra tinham direito de asilo automático nos Estados Unidos. As visitas individuais de americanos serão proibidas. Em grupo, as visitas serão permitidas. Os voos comerciais entre os dois países também serão mantidos.