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domingo, 8 de fevereiro de 2015

Ditadura proíbe ex-primeira-ministra de sair da Tailândia

A ditadura militar da Tailândia negou autorização para a ex-primeira-ministrao Yingluck Shinawatra saia do país por causa das denúncias criminais contra ela, informou hoje a agência Reuters.

Yingluck foi deposta por um golpe militar em maio de 2014 depois de meses de confrontos de rua entre governistas e oposicionistas. No mês passado, ela foi denunciada por corrupção num programa de compra de arroz com subsídio governamental.

A ex-primeira-ministra pediu autorização para sair da Tailândia até 22 de fevereiro de 2015, mas deverá estar presente em 19 de fevereiro, quando o procurador-geral apresentará a acusação ao Supremo Tribunal de Justiça.

Seus partidários dizem que o processo tem como alvo o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, irmão mais velho de Yingluck, deposto por um golpe de Estado em 2006, em meio a acusações de corrupção e evasão fiscal, que está exilado no exterior.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Tailândia aprova impeachment de primeira-ministra deposta

O Parlamento da Tailândia aprovou hoje o impeachment da única mulher a governar o país até hoje. A ex-primeira-ministra Yingluck Shinawatra, deposta num golpe militar em maio de 2014, foi considerada culpada num escândalo multibilionário envolvendo subsídios à agricultura. A decisão a proíbe de participar da política por cinco anos.

"Hoje a democracia morreu na Tailândia e também o Estado de Direito", protestou a ex-primeira-ministra.

Nesta sexta-feira, a Procuradoria-Geral da Tailândia revelou que vai denunciar Yingluck criminalmente pelo mesmo motivo. Se for condenada, ela pode pegar até 10 anos de cadeia.

Ela é irmã do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, que fugiu do país depois de ser deposto em 2006 em meio a acusações de corrupção. Há o temor agora de que o movimento das Camisas Vermelhas, que os apoia, marcha rumo à capital criando um novo impasse politico na Tailândia.

Com forte apoio nas zonas rurais do interior do país, a família Shinawatra tem ganho todas as eleições, apesar da rejeição da elite política e militar de Bangkok. A instabilidade política ameaça o desenvolvimento de uma economia que já foi uma das mais dinâmicas da Ásia.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Exército formaliza golpe de Estado na Tailândia

Três dias depois de decretar a lei marcial, o Exército da Tailândia anunciou hoje formalmente que está tomando o poder para acabar com uma onda de protestos violentos em que pelo menos 28 pessoas morreram nos últimos seis meses. É o 19º golpe militar no país desde 1932.

Em pronunciamento na televisão, o comandante do Exército, general Prayuth Chan-ocha, alegou ter tentando uma conciliação entre os partidários do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto num golpe em 2006 e exilado, que usam camisas vermelhas, e a elite urbana conservadora e monarquista que não deixava o governo da irmã de Thaksin, Yingluck Shinawatra, trabalhar, que se veste de amarelo. O general prometeu restaurar a ordem e promover reformas políticas.

A Tailândia está sob toque de recolher noturno. O líder dos protestos contra o governo, Suthep Thaugsuban, foi preso. O primeiro-ministro interino Niwattumrong Boonsongpaisan, deposto pelo general, que assumiu o cargo, pediu uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

O problema da democracia na Tailândia é que a elite conservadora urbana de Bangkok não aceita o populismo dos Shinawatra, que ganharam todas as eleições no país desde 2001. Nada indica que a situação mude através de um golpe. O impasse político se mantém.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Exército da Tailândia declara lei marcial

Depois de seis meses de paralisia política por causa de uma onda de protestos da oposição que causou pelo menos 28 mortes, o Exército da Tailândia declarou lei marcial na manhã desta terça-feira pela hora local, ocupou estações de televisão e patrulha as ruas, mas nega estar dando um golpe de Estado.

"Devido à situação de instabilidade, eles estão se matando todos os dias", declarou um general para justificar a medida. O governo não foi consultado sobre a imposição da lei marcial. Vai fazer uma reunião de emergência para tomar posição.

A primeira-ministra Yingluck Shinawatra e nove ministros foram afastados pelo Supremo Tribunal em 7 de maio de 2014 por abuso de poder. As oposições mantiveram os protestos, exigindo a demissão de todo o governo.

Com a lei marcial, as Forças Armadas avocam para si  todos os poderes do Estado. Em 2006, a decretação de lei marcial levou a um golpe militar que depôs o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, acusado de corrupção e abuso de poder.

Tailândia ficou mais pobre no primeiro trimestre

Sob pressão de uma séria crise política interna, a economia da Tailândia encolheu 0,6% no primeiro trimestre de 2014 na comparação anual, revelou hoje o instituto oficial de estatísticas do país.

A última contração antes disso tinha sido de 9%, no quarto trimestre de 2011, quando uma enchente inundou várias regiões da Tailândia.

O problema agora é uma crise política que se arrasta desde o golpe contra o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, em 2006, acusado de corrupção. Extremamente popular no interior do país, ele conseguiu eleger a irmã, Yingluck Shinawatra, afastada neste mês pelo Supremo Tribunal de Justiça por abuso de poder e corrupção ao nomear um primo.

A contração indica que a crise política abalou a economia do país. Pior ainda, ela não acabou. A oposição monarquista exige a queda de todo o governo e não apenas da primeira-ministra.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Supremo Tribunal condena primeira-ministra da Tailândia

O Supremo Tribunal da Tailândia condenou hoje e suspendeu de suas funções a primeira-ministra Yingluck Shinawatra, acusada de violar a Constituição e abusar do poder ao demitir em 2011 o então chefe da Polícia Nacional, Thawil Pleansri, para nomear um primo em seu lugar.

Depois de meses de protesto da oposição exigindo sua queda, a decisão judicial volta a jogar o país numa grave crise política.

Yingluck é irmã do ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, que foi derrubado e fugiu da Tailândia em 2006, sob denúncias de corrupção. Os oposicionistas sempre a acusaram de ser apenas um fantoche do irmão.

A classe média urbana monarquista de Bangkok os rejeita, mas eles ganham as eleições com os votos do interior, agrário e mais atrasado.

O chefe de governo interino será o ministro do Comércio, Niwatthamrong Boonsongphaisan. Depois da anulação das eleições de 2 de fevereiro de 2014, boicotadas pela oposição, foram convocadas novas eleições para 20 de julho.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Tiroteio marca véspera das eleições na Tailândia

Pelo menos seis pessoas, inclusive seis jornalistas, saíram feridas de um tiroteio entre partidários e opositores da primeira-ministra Yingluck Shinawatra hoje, véspera das eleições antecipadas na Tailândia.

A Aliança Popular pela Democracia, um movimento caracterizado pelas camisas amarelas usadas pelos militantes, exige a renúncia do governo antes das eleições, alegando que Yingluck é apenas uma fantoche do irmão Thaksin Shinawatra, deposto por um golpe militar em 2006 em meio a denúncias de corrupção, a quem gostaria de anistiar. Quer boicotar a votação de amanhã.

Do outro lado, a Frente Unida pela Democracia contra a Ditadura, de camisas vermelhas, reúne os partidários de Shinawatra.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Tailândia decreta estado de emergência em Bangkok

Depois de semanas de protestos da oposição, que exige a renúncia da primeira-ministra Yingluck Shinawatra, e de pelo menos nove mortes, o governo da Tailândia decretou hoje toque de recolher na capital, Bangkok, e arredores por um período de 60 dias.

O estado de emergência dá poderes ao governo impor toque de recolher, prender suspeitos sem acusação formal e censurar a imprensa.

A Tailândia vive um impasse político. A oposição acusa a primeira-ministra de ser fantoche do irmão, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, exilado no exterior depois de ser derrubado por um golpe, em 2006, em meio a acusações de corrupção, e de manobras para anistiá-lo.

Para tentar romper o impasse, o governo convocou eleições parlamentares antecipadas para 2 de fevereiro. Sob estado de emergência, a campanha promete ser violenta.

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tailândia dissolve Parlamento e convoca eleições

Diante da pressão das ruas, a primeira-ministra Yingluck Shinawatra anunciou há pouco a decisao de dissolver o Parlamento da Tailândia e convocar eleições antecipadas dentro de 60 dias.

Yingluck Shinawatra está sob intensa pressão do movimento amarelo, que a acusa de ser um fantoche do irmão, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto e exilado em 2006 sob acusação de corrupção.

sábado, 30 de novembro de 2013

Conflito na Tailândia tem primeira morte

Pelo menos uma pessoa foi morta e outra dez saíram feridas de um confronto de governistas e oposicionistas perto do Estádio de Rajamangala, em Bangkok, a capital da Tailândia.

Uma grande manifestação dos governistas do movimento vermelho está marcada para amanhã no estágio. Um ônibus de partidários da primeira-ministra Yingluck Shinawatra foi atacada por oposicionistas do movimento amarelo. Como não conseguiram derrubar o governo pelas vias legais, querem criar uma situação caótica para provocar um golpe militar.

Ontem, cerca de 1,2 mil amarelos invadiram o QG do Exército da Tailândia; hoje ocuparam diversos prédios públicos. Eles acusam a primeira-ministra de querer aprovar uma anistia para o irmão, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto em 2006 por um golpe militar sob acusações de corrupção. Leia abaixo.

Oposição ocupa mais prédios públicos na Tailândia

Os manifestantes antigovernistas que invadiram ontem o quartel-general do Exército da Tailândia para tentar provocar um golpe de Estado ocuparam hoje a sede central do Departamento de Investigações Especiais, a Autoridade de Comunicações e a Organização Telefônica, informou o jornal The Bangkok Post.

Diante da agressividade crescente do movimento amarelo, os partidários da primeira-ministra Yingluck Shinawatra, do movimento vermelho, começaram a chegar do interior para organizar manifestações alternativas. Isso aumenta o risco confrontações.

A oposição, que usa vermelho, acusa a primeira-ministra de ser uma fantoche do irmão, o ex-primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, deposto num golpe militar em 2006 depois de denúncias de corrupção, e de querer anistiá-lo. Depois de sobreviver a um voto de desconfiança no Parlamento nessa semana, Yingluck deixou claro que não pretende renunciar.

Os Shinawatra têm forte apoio político nas zonas rurais do Norte do país, enquanto a oposição se concentra na capital e nas principais cidades tailandesas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Tailândia dá alerta para enchente em Bangkok

A primeira-ministra da Tailândia, Yingluck Shinawatra, alertou a população de Bangkok a remover seus objetos de valor para lugares mais altos para fugir da inundação que já matou mais de 300 pessoas na Tailândia nos últimos meses.