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quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Japão voltou a crescer no segundo trimestre

O Japão, terceira maior economia do mundo, superou a contração de 0,2% no primeiro trimestre e cresceu 0,5% de abril a junho de 2018, num ritmo anual de 1,9%, superando a expectativa do mercado, de uma alta de 1,4%.

A contração do primeiro trimestre foi a primeira depois de oito trimestres consecutivos ou dois anos de expansão graças às políticas de incentivo do primeiro-ministro Shinzo Abe, o mais longo período de crescimento da economia japonesa desde 1989.

Depois de ficar estagnado no primeiro trimestre, o consumo pessoal registrou avanço de 2,8% em bases anuais e os gastos públicos de 0,9%. O crescimento de 0,8% nas exportações foi superado pelo aumento de 3,9% nas importações.

quarta-feira, 16 de maio de 2018

Japão sofre primeira contração econômica desde 2015

Com uma queda de 0,9% no consumo pessoal em 12 meses, a economia do Japão passou no primeiro trimestre de 2018 por sua primeira contração em bases anuais desde o último trimestre de 2015. Em mais uma derrota das políticas de estímulo do primeiro-ministro Shinzo Abe, o produto interno bruto da terceira maior economia do mundo, de US$ 4,9 trilhões em 2017, recuou 0,6% no início de 2018.

Na comparação trimestral, o PIB japonês caiu 0,2% no primeiro trimestre, a taxa que economistas ouvidos pela agência de notícias Reuters esperavam para 12 meses.

É o fim do período de crescimento mais longo desde 1989, no auge do Super Japão. Mas os analistas ouvidos pelo jornal inglês Financial Times não esperam uma recessão. Aguardam a segunda estimativa do PIB do primeiro trimestre, a ser divulgada em 8 de junho.

A expansão do quarto trimestre de 2017 foi revisada para baixo, de 1,6% para 0,6% ao ano. Em relação ao trimestre anterior, diminuiu de 0,4% para 0,1%.

A maior responsável pela contração da economia japonesa foi o consumo pessoal. Na comparação trimestral, caiu 0,3%, enquanto o investimento no setor habitacional recuou 2,1%.

Apesar da contração, em março, os salários registraram aumento médio de 2,1% ao ano. O índice de desemprego está em 2,5%. É um dos menores do mundo.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Alemanha confirma contração no segundo trimestre

Depois de uma alta de 0,7% no primeiro trimestre, a economia da Alemanha, a maior da Europa e quarta do mundo, recuou 0,2% no segundo trimestre, confirmou hoje o Destatis, órgão oficial da estatísticas do país, em sua segunda estimativa. Na comparação com o mesmo período no ano passado, a economia alemã cresceu 1,2%.

A formação de capital bruto caiu 0,2% no segundo trimestre, e o investimento na construção 4,2%.

A Alemanha resiste às pressões da França e da Itália para que a Zona do Euro adote medidas de estímulo econômico, no momento em que a inflação baixou para 0,3% ao ano, indicando risco de deflação, uma queda de preços que desestimula a produção e o consumo.

A primeira-ministra alemã, Angela Merkel, e seu ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, impuseram políticas de austeridade econômica para enfrentar a crise dos países da periferia da Eurozona. Recentemente, pressionaram o presidente do Banco Central Europeu, o italiano Mario Draghi, que defendeu em encontro de dirigentes de bancos centrais realizado na semana passada nos Estados Unidos a adoção de políticas de estímulo ao crescimento para evitar o agravamento da crise na Europa.

Desde a hiperinflação de 1923, uma das causas da ascensão do nazismo, a Alemanha tem uma obsessão anti-inflacionária que fez o país rejeitar qualquer proposta de sair da crise gastando mais, em vez de cortar gastos, e imprimindo mais dinheiro.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Tailândia ficou mais pobre no primeiro trimestre

Sob pressão de uma séria crise política interna, a economia da Tailândia encolheu 0,6% no primeiro trimestre de 2014 na comparação anual, revelou hoje o instituto oficial de estatísticas do país.

A última contração antes disso tinha sido de 9%, no quarto trimestre de 2011, quando uma enchente inundou várias regiões da Tailândia.

O problema agora é uma crise política que se arrasta desde o golpe contra o então primeiro-ministro Thaksin Shinawatra, em 2006, acusado de corrupção. Extremamente popular no interior do país, ele conseguiu eleger a irmã, Yingluck Shinawatra, afastada neste mês pelo Supremo Tribunal de Justiça por abuso de poder e corrupção ao nomear um primo.

A contração indica que a crise política abalou a economia do país. Pior ainda, ela não acabou. A oposição monarquista exige a queda de todo o governo e não apenas da primeira-ministra.