Mostrando postagens com marcador Homossexuais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homossexuais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Itália aprova união civil de homossexuais

A Itália se tornou hoje o último grande país da Europa Ocidental a aprovar uma lei de união civil aberta a casais homossexuais, noticiou hoje o jornal francês Le Monde. 

Por 369 a 193 votos, o projeto, já aprovado no Senado, passou na Câmara dos Deputados. Era o único grande país da região em que os casais homossexuais não tinha nenhum reconhecimento legal.

A forte tradição católica foi a maior força de oposição, o que explica a demora em relação a outros países da União Europeia.

domingo, 5 de abril de 2015

Gays são mais populares do que evangélicos nos EUA

Numa nova pesquisa com eleitores que devem votar para presidente dos Estados Unidos em 2016, a maioria tem uma visão mais favorável de homossexuais do que de cristãos evangélicos.

No questionário submetido pela empresa Greenberg Quinlan Rosner Research a pedido da Campanha pelos Direitos Humanos, 53% disseram ter uma visão favorável de gays e 42% de evangélicos, enquanto 28% têm uma visão negativa de evangélicos e 18% de homossexuais.

Até agora, só o evangélico Ted Cruz se apresentou como pré-candidato, mas há pelo menos dois disputando diretamente o voto da direita religiosa: os ex-governadores Mike Huckabee e Rick Santorum.

Várias candidaturas devem ser lançadas neste mês de abril. Na primeira fase da campanha, das eleições primárias, os candidatos do Partido Republicano tendem a radicalizar nas suas guerras culturais contra o liberalismo americano.

"Ninguém gosta de uma pessoa que usa a religião para justificar sua intolerância", escreveu Jameson Parker no sítio Addicting Info, [Mike] "Huckabee e sua turma estão cada vez mais distantes do americano médio."

Huckabee, ex-governador do Arkansas (1996-2007), disputou a candidatura do Partido Republicano em 2012 com a defesa do conservadorismo social mais do que, por exemplo, as políticas econômicas de livre mercado defendidas pelo partido.

Ministro da Igreja Batista do Sul, que não se reformou depois da Guerra Civil Americana (1861-65), ele costuma denunciar a "perseguição religiosa": "Não vai parar até que não haja mais igrejas, que não haja mais pessoas pregando o Evangelho", declarou Huckabee recentemente.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Governador do Arkansas rejeita lei de liberdade religiosa

O governador republicano do Arkansas, nos Estados Unidos, Asa Hutchinson, avisou hoje que não vai assinar a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa aprovada por ampla maioria ontem na Assembleia Legislativa do estado para evitar que ela seja usada para discriminar homossexuais, informou o jornal The Washington Post.

Sob pressão da opinião pública, inclusive de boicote econômico, o governador de Indiana recuou ontem e pediu ao Legislativo estadual que mude a lei para deixar claro que as empresas não podem negar serviços a clientes gays.

"Nossa nação está dividida sobre como equilibrar a diversidade da nossa cultura com as tradições e as convicções religiosas firmemente estabelecidas", reconheceu o governador do Arkansas, admitindo que seu próprio filho assinou a petição para mudar a lei.

A forte reação contra a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa pegou os deputados do Arkansas de surpresa. Para os defensores deste tipo de leis, elas são necessárias para proteger os direitos das pessoas religiosas. Isso inclui o direito de fazer ou se recusar a fazer algo e também serve para empresas. Eles alegam que não houve discriminação a homossexuais nos 20 estados americanos que aprovaram leis semelhantes.

Já o movimento gay vê essas leis como uma reação conservadora à aprovação em vários estados do casamento entre pessoas do mesmo sexo, que em breve deve se tornar lei federal. Com base em "objeções de consciência" devidas a convicções religiosas, as empresas poderiam se negar a atender clientes homossexuais, por exemplo, se um casal gay quiser contratar floristas ou quaisquer outros serviços para seu casamento.

terça-feira, 31 de março de 2015

Indiana recua da lei que permitiria discriminar homossexuais

O governador do estado de Indiana, Mike Pence, fez um apelo aos deputados da Assembleia Legislativa estadual para que emendem a Lei de Restauração da Liberdade Religiosa aprovada na semana passada para deixar claro que a legislação "não dá às empresas o direito de negar serviços a ninguém", noticiou hoje o jornal The Washington Post.

"Precisamos focar especificamente nesta percepção de que a lei dá uma licença para discriminar", declarou o governador em entrevista coletiva hoje em Indianápolis. Ele destacou que, mais do que um esclarecimento, é necessária "uma correção".

Com base na chamada "objeção de consciência", empresários com profundas convicções religiosas poderiam se negar a atender consumidores homossexuais. Para o movimento gay, é uma reação de estados conservadores à aprovação do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

A lei foi duramente criticada nos Estados Unidos e em outros países democráticos, inclusive pelo diretor-presidente da Apple, Tim Cook, primeiro diretor de uma grande empresa a assumir sua homossexualidade no exercício do cargo, pelo risco de discriminar gays, lésbicas e transgêneros em nome da consciência religiosa. 

Na Califórnia e em outros estados importantes, começaram a ser articulados movimentos de boicote a Indiana. Os prefeitos de Chicago, Portland, São Francisco e Seattle proibiram os funcionários públicos de viajar a serviço para Indiana. Nove diretores-presidentes de empresas do estado enviaram ontem carta ao governador pedindo a mudança na lei. A National Collegiatte Athletic Association, a entidade máxima do esporte universitário dos EUA ameaça retirar sua sede de Indianápolis.

"As pessoas não querem isso", alegou Adam Talbot, da Campanha pelos Direitos Humanos, que se opõe à lei. "As pessoas não precisam disso. Pensam que é perigoso."

Apesar dos protestos, o governador falou em problemas de "percepção" e não do risco de discriminação, alegando que o objetivo da lei é garantir a "liberdade religiosa": "Esta lei foi projetada para garantir a vitalidade da liberdade religiosa no estado. Não dá a ninguém o direito de discriminar."

Num gesto oportunista, o ex-governador da Flórida Jeb Bush declarou apoio à lei. O filho do ex-presidente George Herbert Walker Bush (1989-93) e irmão do ex-presidente George Walker Bush (2001-9), aspirante à candidatura do Partido Republicano à Presidência dos EUA em 2016, não é considerado suficientemente conservador pela ala mais direitista do partido.

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Roqueira da Pussy Riot pede boicote a Jogos de Sóchi

A roqueira Yekaterina Samutsevitch, da banda russa Pussy Riot, condenada a dois anos de prisão por gravar um clipe com mensagem anarquista em ritmo de arruaça dentro da Catedral do Cristo Salvador, em Moscou, está propondo um boicote à Olimpíada de Inverno a ser realizada em Sóchi, na Rússia, de 7 a 23 de fevereiro de 2014. O movimento gay também defende um boicote por causa da discriminação a homossexuais no país.

Solta em liberdade condicional depois de cumprir meses da pena, em entrevista à agência Reuters, Samutsevitch observou que "um evento que deveria ser puramente esportivo está se tornando altamente politizado e cheio de conflitos. Tem de haver um boicote porque as últimas políticas foram longe demais", acrescentou, referindo-se a processos contra oposicionistas como Alexei Navalny, que chamou de forjados.

Além da repressão cada vez maior aos dissidentes desde que o resultado das eleições parlamentares e a reeleição do presidente Vladimir Putin foram contestados, há um aumento de ações de caráter fascista como a crescente perseguição e as agressões a homossexuais.

Com orçamento de US$ 50 bilhões, os Jogos de Sóchi já são os mais caros e com mais denúncias de corrupção e superfaturamento da História. A Copa do Brasil e a Olimpíada do Rio não chegam nem perto. Na Rússia, Putin decidiu fazer os Jogos de Inverno onde não há neve. Até a neve será artificial. É um escândalo.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Senado dos EUA proíbe discriminar gays no trabalho

Em mais uma vitória do movimento gay, o Senado dos Estados Unidos aprovou hoje um projeto que proíbe a discriminação em locais de trabalho baseada em orientação sexual. A proposta ainda tem de passar pela Câmara, muito mais conservadora, dominada pelo Partido Republicano.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Proibir casamento gay é inconstitucional, diz governo Obama

Num momento histórico da luta pela defesa dos direitos dos homossexuais, o governo Barack Obama declarou hoje à Suprema Corte dos Estados Unidos que a proibição do casamento gay na legislação estadual da Califórnia viola o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei.

A ação pede claramente que lei aprovada em referendo seja anulada pelo supremo tribunal americano. No momento, a Califórnia é um dos oito estados dos EUA que dá aos casais homossexuais os mesmos direitos dos casais heterossexuais, menos o casamento. Para o Departamento de Justiça, isto é inconstitucional.

Se o tribunal aceitar a petição do governo, os outros sete estados americanos que reconhecem a união civil de homossexuais dando-lhes direitos iguais aos casais heterossexuais terão de aceitar o casamento gay. São eles: Delaware, Havaí, Illinois, Nevada, Nova Jérsei, Oregon e Rhode Island.

Para o jornal The Washington Post, a ação indica a determinação do governo Obama de impor o casamento gay através de legislação federal, não deixando a decisão para os estados.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Assembleia Nacional aprova casamento gay na França

Depois de mais de 110 horas de debates e de examinar mais de 5 mil emendas, por 329 a 229, a Assembleia Nacional da França aprovou hoje o projeto que permite o casamento de pessoas do mesmo sexo e a adoção de crianças por casais gays.

O texto será examinado pelo Senado em 2 de abril. Depois, sua legalidade será examinada pelo Conselho Constitucional, o supremo tribunal francês, último ato para sua aprovação.

Quando o resultado foi anunciado, os deputados da maioria liderada pelo Partido Socialista festejaram aos gritos de "igualdade, igualdade!" Quatro socialistas votaram contra e cinco se abstiveram.

A grande maioria da União por um Movimento Popular (UMP), o maior partido de centro-direita, votou contra. Só um deputado foi a favor. Cinco se abstiveram.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Reino Unido ameaça cortar ajuda a países antigays

O primeiro-ministro David Cameron advertiu ontem que o Reino Unido pode cortar a ajuda a países que discriminam homossexuais. É o caso de países da África que ainda consideram um crime relações sexuais com pessoas do mesmo sexo.

"A Grã-Bretanha é hoje um dos maiores doadores do mundo. Queremos que os países que recebem nossa ajuda respeitem os direitos humanos, o que inclui a maneira como tratam gays e lésbicas", declarou Cameron à rádio e TV pública BBC, citada pela Agência France Presse (AFP).

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Último gay sobrevivente do Holocausto lança livro

Aos 95 anos, Rudolf Brazda,  talvez o último sobrevivente gay do Holocausto cometido pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial, está lançando um livro para contar sua história, informa a revista alemã Der Spiegel.

A perseguição aos homossexuais é uma das partes menos conhecida do nazismo. Poucas indenizações foram pagas. Por isso, Brazda resolveu dar sua contribuição.

Sua história tem um dos poucos relatos sobre o sexo nos campos de concentração nazistas.

sábado, 18 de dezembro de 2010

Senado repele veto a gays nas Forças Armadas dos EUA

Por 65 a 31, o Senado dos Estados Unidos rejeitou o veto a homossexuais assumidos nas Forças Armadas, conhecido como "não pergunte e não fale", que há 17 anos aceita gays desde que eles não declarem publicamente sua orientação sexual.

A proposta já tinha sido aprovada pela Câmara, na quarta-feira, por 250 a 175. O presidente Barack Obama deve assinar a lei na próxima semana.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Militares dos EUA aceitam gays nas Forças Armadas

Cerca de 70% dos militares dos Estados Unidos acreditam que a presença de homossexuais assumidos nas Forças Armadas não prejudicaria o desempenho no campo de batalha. A conclusão é de um relatório apresentado hoje pelo secretário da Defesa, Robert Gates.

Gates pediu ao Senado que acabe com a norma conhecida como "não pergunte e não conte", que há 17 anos permite a participação de gays no Exército, na Marinha e na Força Aérea dos EUA desde que eles não assumam abertamente sua preferência sexual.