Em decisão unânime, o Supremo Tribunal de Justiça da Coreia do Sul confirmou há pouco o impeachment da presidente Park Geun Hye, afastada em dezembro de 2016 pela Assembleia Nacional por abuso de poder e corrupção. Uma nova eleição presidencial será realizada em 60 dias.
Na sentença, o Supremo considerou o escândalo de corrupção "um grave atentado contra o espírito da democracia e o Estado de Direito".
A primeira mulher a presidir a Coreia do Sul foi condenada por extorsão, suborno e abuso de poder. Uma amiga e confidente da agora ex-presidente se valeu da amizada com Park para extorquir grandes empresas, inclusive a Samsung, cujo presidente está preso.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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sexta-feira, 10 de março de 2017
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Supremo Tribunal da Líbia declara parlamento ilegal
Em apoio às milícias islamitas da aliança Amanhecer Líbio, o Supremo Tribunal da Líbia considerou inconstitucional o Parlamento eleito recentemente, que é reconhecido internacionalmente, mas foi obrigado a se refugiar na cidade de Tobruk.
Três anos depois da queda do ditador Muamar Kadafi, as milícias que o derrubaram ainda lutam entre si pelo poder. Na opinião dos analistas, nenhum lado será capaz de ganhar a guerra.
Nas últimas semanas, o conflito chegou às regiões produtoras de petróleo do Sul do país, abalando ainda mais a economia do país.
Três anos depois da queda do ditador Muamar Kadafi, as milícias que o derrubaram ainda lutam entre si pelo poder. Na opinião dos analistas, nenhum lado será capaz de ganhar a guerra.
Nas últimas semanas, o conflito chegou às regiões produtoras de petróleo do Sul do país, abalando ainda mais a economia do país.
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Justiça mantém dissolução do Parlamento do Egito
O Supremo Tribunal de Justiça do Egito rejeitou hoje a reconvocação da Assembleia Nacional pelo presidente Mohamed Mursi, reafirmando que sua dissolução no mês passado por causa de supostas irregularidades eleitorais é irrevogável.
Ontem, Mursi, eleito pela Irmandade Muçulmana e empossado pelos militares em 30 de junho de 2012, afirmou que o Parlamento deveria continuar funcionando até a realização de novas eleições.
Diante da dissolução da Assembleia Nacional, o Conselho Supremo das Forças Armadas, que assumiu o poder desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em 11 de fevereiro de 2011, na chamada Primavera Árabe, avocou para si todos os poderes legislativos, inclusive de redigir uma nova Constituição.
O conflito entre militares e islamitas, que marcou a História do Egito, nas últimas décadas está vivo. Será um dos maiores desafios da construção de uma democracia no país, observa a televisão pública britânica BBC.
Ontem, Mursi, eleito pela Irmandade Muçulmana e empossado pelos militares em 30 de junho de 2012, afirmou que o Parlamento deveria continuar funcionando até a realização de novas eleições.
Diante da dissolução da Assembleia Nacional, o Conselho Supremo das Forças Armadas, que assumiu o poder desde a queda do ditador Hosni Mubarak, em 11 de fevereiro de 2011, na chamada Primavera Árabe, avocou para si todos os poderes legislativos, inclusive de redigir uma nova Constituição.
O conflito entre militares e islamitas, que marcou a História do Egito, nas últimas décadas está vivo. Será um dos maiores desafios da construção de uma democracia no país, observa a televisão pública britânica BBC.
terça-feira, 19 de junho de 2012
Assange pede asilo político ao Equador
Depois que o Supremo Tribunal de Justiça do Reino Unido rejeitou seu último apelo contra o pedido de extradição da Suécia, o fundador do WikiLeaks, Julian Assange, pediu asilo à Embaixada do Equador em Londres.
Assange é acusado de crimes sexuais contra duas suecas, mas teme que o pedido seja apenas uma manobra para extraditá-lo para os Estados Unidos, onde ele é acusado de roubar segredos de Estado porque o WikiLeaks divulgou mais de 250 mil documentos sigilosos do Departamento de Estado.
Assange é acusado de crimes sexuais contra duas suecas, mas teme que o pedido seja apenas uma manobra para extraditá-lo para os Estados Unidos, onde ele é acusado de roubar segredos de Estado porque o WikiLeaks divulgou mais de 250 mil documentos sigilosos do Departamento de Estado.
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