O barril de petróleo do Golfo do México tipo West Texas Intermediate, padrão da Bolsa Mercantil de Nova York, caiu hoje à tarde abaixo de US$ 40 pela primeira vez desde abril. Com queda de mais de 4%, chegou a ser cotado em US$ 39,86, noticiou o jornal britânico Financial Times.
As preocupações sobre o excesso de oferta de petróleo bruto e de gasolina e o fraco consumo nos Estados Unidos durante as férias de verão no Hemisfério Norte levaram a uma queda de 14% nos preços internacionais do petróleo em julho.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2016
terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Preço do barril de petróleo cai para US$ 30
Em um mês, a cotação do barril de petróleo do tipo West Texas Intermediate, padrão para o mercado dos Estados Unidos, caiu de US$ 40 para US$ 30. Hoje, chegou a US$ 29,93, mas teve uma leve recuperação, fechando em US$ 30,21.
Os preços do petróleo caem há 19 meses. Em junho de 2014, estavam acima de US$ 100, depois de atingirem o recorde de US$ 147,50 em julho de 2008, antes da crise financeira internacional deflagrada pela falência do banco Lehman Brothers. Já acumulam uma queda de 70%.
A queda agrava ainda mais a crise da Petrobrás, que tem custo de produção elevado para explorar a camada pré-sal.
Os preços do petróleo caem há 19 meses. Em junho de 2014, estavam acima de US$ 100, depois de atingirem o recorde de US$ 147,50 em julho de 2008, antes da crise financeira internacional deflagrada pela falência do banco Lehman Brothers. Já acumulam uma queda de 70%.
A queda agrava ainda mais a crise da Petrobrás, que tem custo de produção elevado para explorar a camada pré-sal.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2015
Petróleo cai à menor cotação desde 2009
Com a expectativa de que a produção continue aumentando num mercado com excesso de oferta, os preços do barril de petróleo caíram ao menor valor desde fevereiro de 2009, no auge da Grande Recessão.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, a cotação do petróleo tipo West Texas Intermediate baixou 5,8% para US$ 37,65. Em Londres, o petróleo tipo Brent, do Mar do Norte, foi vendido a US$ 40,70.
A queda é resultado da decisão anunciada na última sexta-feira pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) de manter os atuais níveis de produção, que superam 30 milhões de barris por dia.
Desde o ano passado, a Arábia Saudita, líder do cartel dos exportadores, aposta na baixa de preços para tirar do mercado a produção de alto custo, como o óleo de xisto betuminoso dos Estados Unidos. Como a produção americana e de outros países de fora do bloco, como a Rússia, permanece elevada, a tendência de queda é reforçada.
Na Bolsa Mercantil de Nova York, a cotação do petróleo tipo West Texas Intermediate baixou 5,8% para US$ 37,65. Em Londres, o petróleo tipo Brent, do Mar do Norte, foi vendido a US$ 40,70.
A queda é resultado da decisão anunciada na última sexta-feira pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) de manter os atuais níveis de produção, que superam 30 milhões de barris por dia.
Desde o ano passado, a Arábia Saudita, líder do cartel dos exportadores, aposta na baixa de preços para tirar do mercado a produção de alto custo, como o óleo de xisto betuminoso dos Estados Unidos. Como a produção americana e de outros países de fora do bloco, como a Rússia, permanece elevada, a tendência de queda é reforçada.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2015
Barril de petróleo cai a menos de US$ 50 nos EUA
Pela primeira vez desde maio de 2009, o barril de petróleo do tipo West Texas Intermediate foi vendido abaixo de US$ 50 hoje na Bolsa Mercantil de Nova York. No momento, a cotação subiu um pouco para US$ 50,19, com queda de mais de 4% no dia.
Na Bolsa de Mercadorias de Londres, o petróleo do tipo Brent caiu hoje abaixo de US$ 55 o barril.
Os preços do petróleo caíram pela metade ano passado, puxados pela estagnação da economia mundial e o aumento da oferta, especialmente nos EUA, onde cresce a exploração de óleo e gás natural extraídos do xisto betuminoso. O Iraque também aumentou a produção e a Líbia fez o mesmo, até um conflito que ameaça se tornar uma guerra civil levou a ataques aos terminais de exportação.
Em 30 de dezembro de 2014, o governo dos EUA voltou a autorizar a exportação de petróleo, suspensa desde a crise provocada pelo embargo à venda de petróleo árabe aos aliados de Israel depois da Guerra do Yom Kippur, em 1973.
Antes do chamado primeiro choque petroleiro, a maioria das áreas exploradas hoje, como o Mar do Norte e a plataforma continental brasileira, era economicamente inviável. A baixa cotação diminui a rentabilidade dos produtores. As reservas do pré-sal, por exemplo, tem um custo de exploração estimado em US$ 60 a US$ 75.
A Arábia Saudita e seus aliados no Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico e na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), como Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos, os únicos países exportadores em condições de aumentar a produção, perdem receita, mas se beneficiam ao defender sua fatia do mercado. Já os exportadores altamente dependentes do petróleo, como Venezuela, Irã, Argélia, Nigéria e Rússia, enfrentam uma séria crise.
Com a queda nos preços do petróleo e a ameaça de uma nova crise na Grécia, as bolsas de valores caíram no mundo inteiro.
Na Bolsa de Mercadorias de Londres, o petróleo do tipo Brent caiu hoje abaixo de US$ 55 o barril.
Os preços do petróleo caíram pela metade ano passado, puxados pela estagnação da economia mundial e o aumento da oferta, especialmente nos EUA, onde cresce a exploração de óleo e gás natural extraídos do xisto betuminoso. O Iraque também aumentou a produção e a Líbia fez o mesmo, até um conflito que ameaça se tornar uma guerra civil levou a ataques aos terminais de exportação.
Em 30 de dezembro de 2014, o governo dos EUA voltou a autorizar a exportação de petróleo, suspensa desde a crise provocada pelo embargo à venda de petróleo árabe aos aliados de Israel depois da Guerra do Yom Kippur, em 1973.
Antes do chamado primeiro choque petroleiro, a maioria das áreas exploradas hoje, como o Mar do Norte e a plataforma continental brasileira, era economicamente inviável. A baixa cotação diminui a rentabilidade dos produtores. As reservas do pré-sal, por exemplo, tem um custo de exploração estimado em US$ 60 a US$ 75.
A Arábia Saudita e seus aliados no Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico e na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), como Kuwait, Catar e Emirados Árabes Unidos, os únicos países exportadores em condições de aumentar a produção, perdem receita, mas se beneficiam ao defender sua fatia do mercado. Já os exportadores altamente dependentes do petróleo, como Venezuela, Irã, Argélia, Nigéria e Rússia, enfrentam uma séria crise.
Com a queda nos preços do petróleo e a ameaça de uma nova crise na Grécia, as bolsas de valores caíram no mundo inteiro.
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2014
Barril de petróleo cai a US$ 53,27 em Nova York
O preço do barril de petróleo tipo West Texas Intermediate caiu hoje para US$ 53,27 na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), acumulando uma queda de 46% no ano de 2014, informou há pouco o jornal The Wall Street Journal.
A queda nos preços do petróleo ameaça as economias de países muito dependentes das exportações do produto, especialmente a Venezuela, o Irã, a Argélia, a Nigéria e a Rússia. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acaba de anunciar mudanças no regime cambial para evitar o colapso da economia do país.
As causas são o aumento da oferta, especialmente por causa da exploração de gás e óleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos, e a decisão das monarquias árabes exportadoras de petróleo, lideradas pela Arábia Saudita, de manter sua fatia do mercado afastando concorrentes de alto custo.
A queda nos preços do petróleo ameaça as economias de países muito dependentes das exportações do produto, especialmente a Venezuela, o Irã, a Argélia, a Nigéria e a Rússia. O presidente venezuelano, Nicolás Maduro, acaba de anunciar mudanças no regime cambial para evitar o colapso da economia do país.
As causas são o aumento da oferta, especialmente por causa da exploração de gás e óleo de xisto betuminoso nos Estados Unidos, e a decisão das monarquias árabes exportadoras de petróleo, lideradas pela Arábia Saudita, de manter sua fatia do mercado afastando concorrentes de alto custo.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
OPEP mantém produção de petróleo em 30 milhões de barris por dia
Sob a liderança da Arábia Saudita, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decidiu manter a produção diária de seus países-membros em 30 milhões por dia, resistindo à pressão da Venezuela, que está com reservas em moeda forte baixa, para reduzir a produção a fim de aumentar os preços.
No momento, o barril de petróleo leve do Oeste do Texas (West Texas Intermediate), padrão do mercado americano, está em US$ 73,69, enquanto o do tipo Brent, do Mar do Norte, referência da Bolsa de Mercadorias de Londres, está em US$ 77,75. Os dois estão em queda hoje. São as menores cotações em quatro anos.
Os preços do petróleo estão em baixa por causa da desaceleração da economia mundial e do aumento da produção nos Estados Unidos, especialmente de óleo de xisto betuminoso. A Arábia Saudita, aliada de Washington e maior exportadora mundial, pressiona por uma queda de preços que enfraquece rivais de ambos, como Irã e Venezuela.
Em Caracas, o fracasso do governo Nicolás Maduro, agravado pela desvalorização do petróleo, está acabando com a revolução chavista. O orçamento projetou um barril acima de US$ 100. O Brasil precisa de um preço em torno de US$ 70 para viabilizar a exploração econômica das reservas da camada pré-sal.
No momento, o barril de petróleo leve do Oeste do Texas (West Texas Intermediate), padrão do mercado americano, está em US$ 73,69, enquanto o do tipo Brent, do Mar do Norte, referência da Bolsa de Mercadorias de Londres, está em US$ 77,75. Os dois estão em queda hoje. São as menores cotações em quatro anos.
Os preços do petróleo estão em baixa por causa da desaceleração da economia mundial e do aumento da produção nos Estados Unidos, especialmente de óleo de xisto betuminoso. A Arábia Saudita, aliada de Washington e maior exportadora mundial, pressiona por uma queda de preços que enfraquece rivais de ambos, como Irã e Venezuela.
Em Caracas, o fracasso do governo Nicolás Maduro, agravado pela desvalorização do petróleo, está acabando com a revolução chavista. O orçamento projetou um barril acima de US$ 100. O Brasil precisa de um preço em torno de US$ 70 para viabilizar a exploração econômica das reservas da camada pré-sal.
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terça-feira, 6 de maio de 2008
Petróleo bate novo recorde a US$ 122
O preço do barril de petróleo bateu novo recorde hoje. Chegou, na Bolsa Mercantil de Nova Iorque, a US$ 122,73. No fechamento das operações, ficou em US$ 121,84.
Em Londres, o petróleo do tipo Brent, padrão para o mar do Norte, também bateu recordes, sendo cotado a US$ 120,99 durante o dia e a US$ 120,31 no fechamento.
As causas da alta foram a tensão política em grandes exportadores como o Irã, o Iraque e a Nigéria, o anúncio de que a Indonésia vai deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) porque virou importador e o otimismo de que os Estados Unidos não vão parar de crescer.
Em Londres, o petróleo do tipo Brent, padrão para o mar do Norte, também bateu recordes, sendo cotado a US$ 120,99 durante o dia e a US$ 120,31 no fechamento.
As causas da alta foram a tensão política em grandes exportadores como o Irã, o Iraque e a Nigéria, o anúncio de que a Indonésia vai deixar a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) porque virou importador e o otimismo de que os Estados Unidos não vão parar de crescer.
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segunda-feira, 28 de abril de 2008
Petróleo vai a US$ 119,93 por barril
Por causa de uma greve em uma refinaria na Escócia e do conflito na região do Delta do Rio Níger, na Nigéria, o preço do barril de petróleo tipo West Texas Intermediate chegou a US$ 119,93 na Bolsa Mercantil de Nova Iorque.
Depois, caiu, fechando o dia em US$ 118,56 depois do fim da greve na refinaria de Grangemouth.
Em Londres, o petróleo tipo Brent, padrão para o Mar do Norte na Bolsa de Mercadorias de Londres, terminou baixando para US$ 116,52, depois de ter atingido, no fechamento de sexta-feira, a cotação recorde de US$ 117,56.
Depois, caiu, fechando o dia em US$ 118,56 depois do fim da greve na refinaria de Grangemouth.
Em Londres, o petróleo tipo Brent, padrão para o Mar do Norte na Bolsa de Mercadorias de Londres, terminou baixando para US$ 116,52, depois de ter atingido, no fechamento de sexta-feira, a cotação recorde de US$ 117,56.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Barril de petróleo bate novo recorde a US$ 113,79
O preço do barril de petróleo tipo West Texas Intermediate, padrão para a Bolsa Mercantil de Nova Iorque, fechou em US$ 113,79, depois de chegar a US$ 113,99 durante o dia.
A alta foi atribuída à desvalorização do dólar e aos riscos de problemas de suprimento por causa do aumento da demanda.
A alta foi atribuída à desvalorização do dólar e aos riscos de problemas de suprimento por causa do aumento da demanda.
sábado, 3 de novembro de 2007
Petróleo fecha em novo recorde a US$ 96
Depois de ser vendido a US$ 96,10 durante o dia, o barril de petróleo padrão da Bolsa Mercantil de Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI), fechou o dia na cotação recorde de US$ 95,93.
Antes do final do ano, provavelmente muito antes, o barril chegue a US$ 100.
Antes do final do ano, provavelmente muito antes, o barril chegue a US$ 100.
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