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quinta-feira, 26 de maio de 2016

Petróleo passa de US$ 50 pela primeira vez em 2016

O barril de petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, padrão da Bolsa de Mercadorias de Londres, foi vendido a US$ 50,08 na manhã de hoje, superando pela primeira vez neste ano a barreira dos US$ 50. É a maior cotação desde novembro de 2015.

Com a redução nos estoques dos Estados Unidos maior do que se esperava, os preços internacionais do petróleo subiram. Podem continuar em alta. O colapso em até 70% nos preços desde junho de 2014 reduziu o investimento e a produção no setor.

A Agência Internacional de Energia, dominada pelos países consumidores, prevê uma "redução dramática" na oferta no segundo semestre em meio a um aumento da demanda. Isto pressionaria os preços para cima.

Mas há um excesso de oferta na Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), um aumento na produção do Iraque, a volta do Irã ao mercado. No início da semana, o regime iraniano declarou não ter a intenção de congelar a produção.

A produção do Canadá era de 1 milhão de barris por dia a menos por causa do incêndio florestal no estado de Alberta, grande produtor, que agora já está superado.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

OPEP mantém produção de petróleo em 30 milhões de barris por dia

Sob a liderança da Arábia Saudita, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decidiu manter a produção diária de seus países-membros em 30 milhões por dia, resistindo à pressão da Venezuela, que está com reservas em moeda forte baixa, para reduzir a produção a fim de aumentar os preços.

No momento, o barril de petróleo leve do Oeste do Texas (West Texas Intermediate), padrão do mercado americano, está em US$ 73,69, enquanto o do tipo Brent, do Mar do Norte, referência da Bolsa de Mercadorias de Londres, está em US$ 77,75. Os dois estão em queda hoje. São as menores cotações em quatro anos.

Os preços do petróleo estão em baixa por causa da desaceleração da economia mundial e do aumento da produção nos Estados Unidos, especialmente de óleo de xisto betuminoso. A Arábia Saudita, aliada de Washington e maior exportadora mundial, pressiona por uma queda de preços que enfraquece rivais de ambos, como Irã e Venezuela.

Em Caracas, o fracasso do governo Nicolás Maduro, agravado pela desvalorização do petróleo, está acabando com a revolução chavista. O orçamento projetou um barril acima de US$ 100. O Brasil precisa de um preço em torno de US$ 70 para viabilizar a exploração econômica das reservas da camada pré-sal.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Petróleo chega a US$ 100 por barril

Pela primeira vez na história, o barril de petróleo West Texas, do Golfo do México, foi negociado hoje acima de US$ 100 na Bolsa Mercantil de Nova Iorque. Depois, caiu um pouco, fechando em US$ 99,62, com alta de US$ 3,64.

Este preço ainda é considerado inferior ao recorde de abril de 1980, que equivaleria a US$101,70, com a correção devida à variação cambial.

Com a queda do dólar, que chegou a US$ 1,475 por euro, e a alta do petróleo, a Bolsa de Valores de Nova Iorque sofreu uma queda de 220,86 pontos (1,7%), fechando em 13.043,96.

Os analistas de mercado atribuíram a alta do petróleo a um movimento especulativo causado pela violência política no Quênia, a redução dos estoques americanos no início do inverno no Hemisfério Norte e a fragilidade do dólar.

Essa fuga do dólar aumentou também o preço do ouro.

Em Londres, o petróleo padrão do Mar do Norte, tipo Brent, subiu US$3,99 para US$97,84. O ouro atingiu a cotação nominal recorde de US$ 861,10 pela onça de 28,35 gramas, batendo os US$ 850 de janeiro de 1980, quando o dólar valia muito mais.

Desde 2000, os preços do petróleo triplicaram por causa do aumento da demanda na China, da redução dos estoques, da desvalorização do dólar e da instabilidade política em países exportadores, e especialmente da invasão do Iraque.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Petróleo fecha acima de US$ 98

O preço do petróleo rondou hoje mais uma vez a marca de US$ 100. Chegou a ser negociado em US$ 98,62 na Bolsa Mercantil de Nova Iorque e fechou em US$ 98,03 no final do pregão.

Em Londres, o petróleo do Mar do Norte tipo Brent teve seu pico em US$ 96,24 e terminou o dia em US$ 95,49.

As explicações foram a queda do dólar e uma onda de frio no Nordeste dos Estados Unidos, maior mercado consumidor mundial de óleo para calefação, além dos riscos geopolíticos em diversos países produtores.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Barril de petróleo já vale US$ 98,62

A paralisação de várias plataformas de exploração de petróleo por causa do mau tempo no Mar do Norte provoca nova alta nos preços do barril de petróleo.

Apesar da queda no estoque americano, de 800 mil barris, ter sido menor do que o mercado esperava, o petróleo bruto tipo West Texas Intermediate (WTI), padrão de referência da Bolsa Mercantil de Nova Iorque, está cotado em US$ 98,62.

Além do aumento da demanda provocado pelo crescimento da China e da Índia, da queda do dólar e das sucessivas crises no Oriente Médio, com risco agora de um bombardeio americano contra o programa nuclear do Irã, há um forte elemento especulativo na alta do petróleo. Os investidores e gerentes de fundo apostam que o preço do petróleo vai aumentar. É mais uma profecia que se auto-realiza.

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Petróleo volta a rondar US$ 70 por barril

O preço do petróleo bruto subiu US$ 1,15 (1,7%) hoje na Bolsa Mercantil de Nova Iorque (Nymex), atingindo US$ 69,15 por barril, o nível mais alto desde 18 de setembro de 2006. A alta foi atribuída à ameaça de greve em regiões produtoras da Nigéria, à resistência da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) em aumentar a produção e ao temor de que os estoques americanos estejam baixos para enfrentar o aumento de consumo no verão.

Já o petróleo tipo Brent, do Mar do Norte, referência no mercado de Londres, caiu um pouco, fechando hoje em US$ 71,70, depois de ter chegada a US$ 71,88 na sexta-feira, maior preço desde 28 de agosto do ano passado.

"A gasolina estará quente neste verão", previu o analista do mercado de petróleo Mike Wittner.