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segunda-feira, 11 de julho de 2016

EUA enviam mais 560 soldados para guerra contra o Estado Islâmico

Os Estados Unidos vão mandar mais 560 soldados ao Iraque para a campanha contra a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante, anunciou hoje o secretário de Estado, Ash Carter, citado pela agência Associated Press (AP).

A maioria dos novos soldados vai apoiar as tropas iraquianas na criação de um centro de operações na base aérea de Kayara, recapturada em 9 de julho. Os militares americanos inspecionaram ontem a base, que será importante na ofensiva para retomar Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, ocupada pelo Estado Islâmico desde 10 de junho de 2014.

Carter acrescentou que assessores dos EUA poderão acompanhar as forças iraquianas na ofensiva sobre Mossul, mas não revelou mais detalhes. A retomada de Mossul será a batalha decisiva para expulsar o Estado Islâmico do país, negando-lhe uma base territorial.

terça-feira, 3 de maio de 2016

Estado Islâmico mata soldado dos EUA no Iraque

A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante matou hoje um soldado americano da tropa de elite da Marinha Seals, a mesma que matou Ossama ben Laden. Ele apoiava guerrilheiros curdos em Mossul, a segunda maior cidade iraquiana, revelou o secretário da Defesa dos Estados Unidos, Ash Carter, durante visita a Stuttgart, na Alemanha.

"Foi uma morte em combate", declarou o chefe do Pentágono. O soldado, cuja identidade só será anunciada depois do aviso à família, foi atingido diretamente pelo fogo inimigo às 9h30 pela hora local (1h30 em Brasília) a cerca de 30 quilômetros ao norte de Mossul, quando o Estado Islâmico rompeu as linhas avançadas dos peshmerga. Esses guerrilheiros curdos são a principal forte terrestre na guerra contra o EI.

A Força Aérea dos EUA fez 23 ataques aéreos para ajudar os curdos a resistir aos jihadistas.

É o terceiro soldado americano morto em combate pelo Estado Islâmico desde que o presidente Barack Obama declarou guerra a esta organização terrorista, em setembro de 2014. No fim de março, um fuzileiro naval foi atingido por um foguete do EI numa base perto de Mossul. Em outubro de 2015, um comando da Força Delta de operações especiais morreu num ataque a uma prisão do Estado Islâmico perto da cidade de Kirkuk.

A morte coloca em questão mais uma vez a estratégia gradualista do presidente Barack Obama, que aumenta aos poucos o continente de soldados dos EUA na guerra contra o Estado Islâmico no Iraque. Há hoje mais de 4 mil militares americanos no país.

Obama prometeu acabar com a guerra na campanha de 2008 e afirma que não enviou soldados para combates em terra. A realidade o desmente.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

EUA e Filipinas fazem patrulhas conjuntas no Mar do Sul da China

Os Estados Unidos vão enviar tropas e equipamentos militares para as Filipinas e os dois países estão fazendo patrulhas aeronavais conjuntas regulares em águas territoriais disputadas no Mar do Sul da China, anunciou hoje o secretário da Defesa, Ash Carter, durante visita a Manila, noticiou a agência Reuters.

A primeira patrulha naval conjunta foi realizada em março, revelou o chefe do Pentágono. Até o fim do mês, aviões de combate e 12 soldados da Força Aérea dos EUA serão enviados à base aérea de Clark. Outros 75 militares, na maioria fuzileiros navais, ficarão nas Filipinas em caráter permanente.

Carter acrescentou que os americanos terão acesso a mais bases militares, além das cinco já acertadas com o governo filipino. Além de ampliar o acesso às bases, o recém-aprovado Acordo de Reforço na Cooperação de Defesa EUA-Filipinas aumenta a ajuda de segurança, leva à construção de novas instalações militares e institucionalização da cooperação bilateral.

A China disputa a soberania sobre as ilhas Paracel e as ilhas Spratlys com Brunei, as Filipinas, a Malásia, Taiwan e o Vietnã. Nos últimos anos, com seu crescente poderio militar, está construindo ilhas artificiais e bases militares em ilhas e recifes das águas territoriais disputadas.

sábado, 16 de maio de 2015

Comandos dos EUA matam líder do Estado Islâmico na Síria

Um comando de operações especiais dos Estados Unidos se infiltrou na região de Deir er-Zor, no Leste da Síria, e matou um dos principais comandantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante, Abu Sayyaf, uma espécie de ministro das Finanças do califado, responsável pelas vendas de petróleo e gás da milícia, anunciou hoje o secretário da Defesa, Ash Carter noticiou o jornal The New York Times.

Foi a primeira operação terrestre de forças dos EUA desde que o país entrou na guerra contra o Estado Islâmico, em agosto de 2014, e a primeira ação de comandos na Síria desde a tentativa frustrada de libertar, em julho do ano passado, o jornalista americano James Foley. A Força Delta tomou uma refinaria no Norte do país, mas o jornalista não estava lá. Foley foi degolado no mês seguinte.

Agora, na versão oficial do secretário, mais de 20 comandos da Força Delta saíram de uma base no Iraque em helicópteros Black Hawk e aviões V-22 Osprey, que decolam e pousam verticalmente. Os comandos foram até a casa de Sayaf em Amir, a pouco mais de 30 quilômetros de Deir er-Zor, perto do campo de petróleo de Omar, que ele administrava.

Houve troca de tiros e combate corpo a corpo, mas nenhum soldado americano foi ferido, o que suscita dúvidas. Nos julgamentos sobre violações dos direitos humanos, quando só há mortos e feridos de um lado, presume-se que não houve confronto mas que uma força esmagadora massacrou o inimigo.

Pelo menos 12 milicianos do Estado Islâmico foram mortos. Alvo da operação, Abu Sayaf era tunisiano e aderiu a Al Caeda no Iraque em 2003 para combater a invasão americana. A mulher de Abu Sayyaf, Umm, foi presa e levada para interrogatório no Iraque. Uma jovem yazidi de 18 anos mantida como escrava sexual foi libertada, acrescentou Carter.

O Conselho de Segurança Nacional dos EUA declarou que o presidente Barack Obama autorizou por telefone pessoalmente a ação com o apoio unânime de seus assessores e negou qualquer coordenação com a ditadura de Bachar Assad.

A morte de Abu Sayyaf é um golpe importante no Estado Islâmico. Acontece no momento em que a milícia terrorista avança na província majoritariamente sunita de Ambar, no Iraque, onde ontem tomou a sede do governo provincial em Ramadi. Mas mostra que os serviços secretos estão conseguindo rastrear os líderes do EI.

Na Síria, o Estado Islâmico já controla o Norte da cidade histórica de Palmira, uma encruzilhada das culturas grega, romana, árabe e persa considerada patrimônio cultural da humanidade ameaçada de destruição pelos jihadistas, que tentam apagar todo o passado não muçulmano das regiões conquistadas.