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domingo, 4 de outubro de 2020

Mundo chega a 35 milhões de casos confirmados de covid-19

Depois de um recorde nacional de 12.872 casos no sábado, o Reino Unido registrou neste domingo mais 22.961 casos novos da doença do coronavírus de 2019, alguns casos antigos não notificados, ultrapassando 500 mil casos confirmados. A França bateu seu recorde com 17 mil casos no sábado. Paris voltou a ser uma área de alerta máxima. Os bares fecham a partir de terça-feira.

No mundo inteiro, o total de casos superou os 35 milhões, com 1.035.208 mortes. Mais de 26,5 milhões de pacientes foram curados e 66.291 estão em estado grave. A taxa de mortalidade dos casos encerrados é de 4%.

Em Bethesda, no estado de Maryland, o presidente Donald Trump saiu de carro rapidamente do Centro Médico Walter Reed, o hospital militar onde está internado, e acenou aos seguidores que foram até lá para lhe dar apoio. O médico da Casa Branca, Dr. Sean Conley, admitiu que o presidente recebeu oxigênio na sexta-feira e previu a alta para amanhã. 

No sábado, o ex-governador de Nova Jérsei Chris Christie, que ajudou Trump a se preparar para o debate com candidato democrata à Casa Branca, o ex-vice-presidente Joe Biden, revelou ter pego o vírus.

Os Estados Unidos têm de 4,7 milhões de casos confirmados e 209,8 mil mortes. No Brasil, houve mais 364 mortes e 9.049 casos novos registrados neste domingo. No total, o país soma 4.915.289 casos confirmados e 146.352 óbitos. A média de mortes nos últimos sete dias ficou em 657.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Democratas ganham eleições para governador em derrota de Trump

O vice-governador democrata Ralph Northam, um médico e veterano do Exército dos Estados Unidos, venceu ontem a eleição para governador do estado da Virgínia, enquanto o ex-diretor do banco Goldman Sachs Philip Murphy vai governar Nova Jérsei, acabando com a era de oito anos do republicano Chris Christie, próximo do presidente Donald Trump.

Foi a primeira grande derrota de Trump nas urnas, um ano depois de sua vitória histórica, observou o jornal The New York Times. Northam superou uma campanha marcada pela divisão racial da governo Trump para vencer com 54% dos votos. Da Coreia do Sul, o presidente acusou o republicano Ed Gillespie de não seguir suas ideias.

Trump perdeu na Virgínia em 2016 por cinco pontos percentuais. É extremamente impopular no estado. A campanha de dois candidatos das máquinas partidárias era morna até Gillespie tocar em temas trumpistas como imigração e os símbolos da Guerra Civil (1861-65). A Virgínia fazia parte da Confederação dos Estados do Sul, que pretendia se separar da União por não aceitar o fim da escravidão.

Esse discurso divisionista foi rejeitado pela elite econômica. Gillespie foi amplamente derrotado nos distritos mais ricos, onde os republicamos costumam vencer. As pesquisas de boca de urna indicam que a maioria dos eleitores está mais preocupada como o fim do programa de saúde do governo Obama de que com a imigração e a criminalidade.

Em Nova Jérsei, depois de um tumultuado governo de oito anos de Chris Christie, Philip Murphy também resistiu às provocações sobre raça, imigração e criminalidade para se eleger governador com 56% dos votos prometendo salário mínimo de US$15 por hora, a legalização da maconha e leis mais duras para a venda e o porte de armas. Sua rival, a vice-governadora Kim Guadagno acenou com a queda do imposto sobre propriedade.

A eleição em Nova York foi para prefeito. O democrata Bill de Blasio foi eleito com 66% dos votos, com o sucesso no programa para garantir o acesso de todas as crianças à pré-escola a partir dos 4 anos e a redução ainda maior na criminalidade em Nova York, hoje uma das cidades mais seguras dos EUA.

No Maine, no extremo Nordeste dos EUA, a votação foi para saber se o estado deve ampliar o acesso ao programa de saúde para os pobres Medicaid dentro da Lei de Cobertura de Saúde a Preços Acessíveis. Será o primeiro estado a submeter o Obamacare diretamente ao julgamento das urnas.

O Maine é um dos 19 estados onde governadores ou assembleias legislativas republicanas rejeitaram a ampliação do Medicaid dentro do Obamacare. O apoio ao programa de Obama ganhou com 59%.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Acidente de trem deixa uma morta e 108 feridos nos EUA

Um trem de passageiros em excesso de velocidade não parou na barreira de segurança e causou um acidente hoje ao entrar na estação da cidade de Hoboken, no estado de Nova Jérsei, nos Estados Unidos. 

Pelo menos uma pessoa morreu e 108 saíram feridas, das quais 74 foram hospitalizadas, noticia a rede de televisão americana CNN. Quem morreu foi a advogada brasileira Fabíola Bittar de Kroon, de 34 anos.

Parte do teto desabou numa hora em que a estação estava cheia de passageiros que esperavam o trem para Nova York. A pessoa que morreu estava na plataforma da estação. Todas as pessoas que ficaram no trem foram resgatadas.

Centenas de milhares de pessoas viajam diariamente entre os dois estados. O governador de Nova Jérsei, Chris Christie, declarou não ter até agora nenhuma indicação de que possa ter sido um ato criminoso.

terça-feira, 30 de junho de 2015

Governador Chris Christie é o 14º aspirante republicano à Casa Branca

Mais um aspirante entra na disputa pela candidatura do Partido Republicano à Presidência dos Estados Unidos em 2016. Desta vez, é o governador de Nova Jérsei, Chris Christie, um "estrela decadante" do partido, noticiou o jornal The Washington Post.

Christie entra na campanha como um dos aspirantes menos cotados e considerado um dos menos confiáveis pela ala mais à direita do partido. Vai usar suas habilidades de bom negociador para tentar se tornar um real concorrente.

Sua imagem foi abalada por um escândalo conhecido como Bridgegate, quando assessores do governo estadual bloquearam uma ponte para Nova York para boicotar um adversário político.

Na Prefeitura de Livingston, sua cidade natal, Christie afirmou que "ambos os partidos faliram nosso país" e se apresentou como um negociador moderado capaz de erguer pontes entre os radicais de ambos os lados. "Ambos os partidos nos levaram a acreditar que os EUA, um país construído sobre acordos, que de alguma forma acordo é uma palavra suja."

O favorito nas pesquisas do partido é o ex-governador da Flórida Jeb Bush, filho do ex-presidente George H. W. Bush e irmão do ex-presidente George W. Bush. Ele divulgou hoje suas declarações de renda dos últimos 33 anos, revelando ter uma fortuna pessoal de US$ 19 milhões a US$ 22 milhões.

É um dos candidatos mais ricos do partido, mas não tanto quanto a favorita do Partido Democrata e do eleitorado em geral, a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton. Junto com o marido, o ex-presidente Bill Clinton, ela ganhou US$ 25 milhões por participação em palestras e conferências.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Governador reeleito de Nova Jérsei é presidenciável

Com 60,8% dos votos válidos, o governador de Nova Jérsei, Chris Christie, foi reeleito hoje, reforçando suas credenciais como político mais popular do Partido Republicano para concorrer à Presidência dos Estados Unidos em 2016, provavelmente contra a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton.

A apuração ainda está em andamento, com 37,7% para a democrata Barbara Buono.

Christie é contra o aborto, o casamento gay e outras propostas liberais, mas não é considerado suficiente conservador pela ala mais direitista do partido, o movimento radical de direita Festa do Chá, que boicota o governo Barack Obama de todas as formas possíveis.

Quando o furacão Sandy arrasou seu estado, no ano passado, Christie não hesitou em andar lado a lado com Obama pelas áreas devastadas e agradeceu ao presidente em nome do povo de Nova Jérsei. Mostrou ser capaz de fazer alianças bipartidárias, esquecendo brevemente as diferenças ideológicas para resolver problemas práticos.

Na Cidade de Nova York, o democrata Bill de Blasio é franco favorito, com mais de 65% nas pesquisas para retomar a cidade do controle do Partido Republicano depois de 20 anos, de dois governos de Rudolph Giuliani e três do bilionário Michael Bloomberg.

terça-feira, 23 de julho de 2013

Hillary tem ampla vantagem na corrida à Casa Branca

A ex-primeira-dama e ex-secretária de Estado Hillary Clinton é a franca favorita do Partido Democrata à eleição presidencial de 2016 nos Estados Unidos, enquanto ninguém desponta na oposição republicana, indica uma pesquisa do instituto Marist para a companhia jornalística McClatchy Newspapers.

Hillary tem a preferência de 63% dos democratas e independentes com mais tendência a votar num democrata contra apenas 13% para o vice-presidente Joe Biden, que perde até mesmo para os indecisos, que são 18%.

O problema é maior no Partido Republicano, onde os indecisos lideram com cerca de 25%. Entre os candidatos, o governador de Nova Jérsei, Chris Christie, aparece com 15%, seguido pelo deputado e ex-candidato a vice-presidente Paul Ryan, o senador de origem latino-americana Marco Rubio, o ex-governador da Flórida Jeb Bush e os senadores Rand Paul e Ted Cruz.

Christie é também o mais moderado, o que dificulta sua posição dada a radicalização do partido na oposição ao presidente Barack Obama, mas pode acabar sendo um trunfo. Afinal, os republicanos precisam indicar um candidato capaz de atrair o eleitorado independente, especialmente os latinos.

Mais de 70% dos latinos votaram em Obama. Os republicanos já perceberam que não podem se basear apenas no eleitorado branco conservador para reconquistar a Casa Branca. Mas a disputa interna do partido acaba jogando-o mais para a direita, já que os candidatos, especialmente quando já tem um cargo público, temem ser atacados nas eleições primárias por aspirantes mais à direita que os acusem de não ser suficientemente conservadores.