Mostrando postagens com marcador Carolina do Norte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carolina do Norte. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Hillary Clinton deve ser eleita hoje primeira mulher presidente dos EUA

Salvo uma grande surpresa que não pode ser descartada, a ex-secretária de Estado e ex-primeira-dama Hillary Clinton deve ser eleita hoje como a primeira mulher presidente dos Estados Unidos. 

Pelos cálculos do matemático Nate Silver, do sítio FiveThirtyEight, que acertou o resultado das duas eleições do presidente Barack Obama, Hillary tem 71,4% de chance de vencer o magnata imobiliário Donald Trump.

Na média das pesquisas nacionais, a vantagem de Hillary passou de 2,8 para 3,5 pontos percentuais. Esta diferença está dentro da margem de erro das pesquisas, mas a candidata do Partido Democrata também lidera na maioria dos estados decisivos em que qualquer um dos dois pode vencer.

Trump tem uma boa vantagem em Ohio, essencial para a vitória de qualquer candidato do Partido Republicano nas últimas décadas. Hillary tem uma pequena vantagem, dentro da margem de erro, na Flórida, o quarto maior estado em população, que manda 29 delegados para o Colégio Eleitoral de 538 delegados.

Nos EUA, a eleição presidencial é na prática a soma de 50 eleições estaduais. Com a exceção de dois estados que fazem uma divisão proporcional dos delegados de acordo com a votação, nos outros o vencedor leva todos os delegados.

Com a polarização do eleitorado, os democratas têm vitória certa na Califórnia, o estado mais populoso, com 55 delegados, e em Nova York, o terceiro, com 29 delegados, enquanto os republicanos costumam vencer no Texas, o segundo maior, com 38 delegados.

Assim, a Flórida é o estado mais importante em disputa. Seu eleitorado latino, dominado por exilados cubanos e seus descendentes, era tradicionalmente republicano, mas as ofensas de Trump e ameaça de deportação de imigrantes ilegais ajudaram Hillary.

Até mesmo no Texas a posição de Trump esteve ameaçada por causa do eleitorado de origem latino-americana, que é contra a proposta de construção de um muro na fronteira com o México.

Para vencer, Trump precisa da Flórida, da Ohio e de outros estados indefinidos, como Carolina do Norte, Michigan, Nevada, Novo Hampshire e Pensilvânia. Hillary está na frente nas pesquisas em todos eles, menos em Ohio.

sábado, 9 de maio de 2015

Morre o cantor que popularizou "We shall overcome"

Numa noite de abril de 1960, Guy Carawan cantou uma música folclórica pouco conhecida para um grupo de jovens estudantes negros de Raleigh, na Carolina do Norte, no Sul dos Estados Unidos. Sem saber, havia lançado um hino da luta pela liberdade.

Carawan morreu aos 87 anos em sua casa no Tennessee há uma semana, noticiou o jornal The new York Times. Em 1999, contou em entrevista que aprendeu a música com um amigo da Califórnia, onde nasceu.

We Shall Overcome ("Venceremos") foi cantada nas marchas pelos direitos civis em Selma e Montgomery, nos EUA, em 1965, na luta contra o regime segregacionista do apartheid na África do Sul, diante do Muro de Berlim e em apoio aos estudantes chineses massacrados na Praça da Paz Celestial, em Beijim, na China.

Confira também na inigualável voz soprano de Joan Baez e curta um show um pouco mais longo dela, de 1965, da BBC4.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Desemprego cai menos em estados-chaves nos EUA

Má noticia para o presidente Barack Obama: o desemprego caiu menos nos 14 estados decisivos para a vitória na eleição presidencial de 6 de novembro de 2012 nos Estados Unidos.

No regime político americano, o presidente é eleito por um Colégio Eleitoral formado por 538 delegados que representam os estados da União. São necessários pelo menos 270 votos desses grandes eleitores para chegar à Casa Branca. Quando um candidato vence a eleição no voto popular em um estado, conquista todos os delegados daquele estado.

Assim, nos estados mais liberais, como Califórnia e Nova York, que tradicionalmente votam no Partido Democrata, o voto republicano para a Casa Branca acaba não pesando no resultado final.  Por outro lado, em estados conservadores como o Texas, as Dakotas do Norte e do Sul, Kansas e boa parte do Centro-Sul dos EUA, a vitória republicana é certa e o voto democrata para presidente não pesa.

Quando Jimmy Carter foi eleito, em 1976, houve disputa real em 40 estados. Mas, desde que Ronald Reagan forjou uma aliança do Partido Republicano com os cristãos conservadores, a partir de sua vitória, em 1980, a polarização entre liberais e conservadores aumentou. Há uma série de chamadas guerras culturais sobre aborto, drogas, homossexualismo, religião nas escolas públicas que dividem profundamente a sociedade americana.

Na reeleição de George W. Bush, em 2004, os democratas só ganharam nos três estados da Costa Oeste, em Nova York, na Nova Inglaterra e na região dos Grandes Lagos, junto ao Canadá, as regiões dos EUA mais abertas para o mundo. O estado de Ohio foi considerado decisivo, como a Flórida tinha sido em 2000, quando o governador Jeb Bush, irmão do candidato, deu uma mãozinha e fraudou a eleição, com a conivência de uma Suprema Corte conservadora, que não autorizou a recontagem dos votos pedida pela candidatura democrata de Al Gore.

Agora, o jornal inglês Financial Times comparou os dados sobre geração de empregos dos 14 estados que estão realmente em jogo, onde Obama e o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, praticamente certo como candidato do Partido Republicano, vão concentrar suas campanhas.

Romney esteve em Novo Hampshire na terça-feira e hoje foi a Ohio. Obama esteve nesta semana na Carolina do Norte, no Colorado e em Iowa. Os comícios para o lançamento oficial de sua campanha à reeleição serão na próxima semana em Ohio e na Virgínia.

Outro estado decisivo é a Flórida. Romney pode indicar o jovem senador Marco Rubio para candidato a vice-presidente numa tentativa de agradar à Flórida e aos conservadores. Rubio foi eleito no estado em 2010 com o apoio do movimento radical de direita Festa do Chá, que perdeu muita força mas ainda é uma base importante do partido.

Os outros estados-chaves examinados foram Maine, Michigan, Minnesota, Nevada, Novo México, Pensilvânia e Wisconsin.

De março de 2011 a março de 2012, esses 14 estados-chaves tiveram um saldo de 406 mil empregos gerados a mais do que destruídos, um aumento de 0,97% em relação aos 41,8 milhões de empregos registrados no início da pesquisa.

Nos demais estados e no Distrito de Colúmbia, foram abertas 1,22 milhão de novas vagas de emprego a mais do que fechadas, uma alta de 1,36% em relação aos 89,3 milhões de empregos preexistentes.

Desde o fim da Segunda Guerra Mundial, nenhum presidente americano se reelegeu com taxa de desemprego acima de 7,2% no dia da votação. Hoje o índice está em 8,2%. A redução do número de empregos gerados no mês passado de cerca de 200 mil para pouco mais de 120 mil indica uma desaceleração no mercado de trabalho.

"É um risco para a campanha de Obama falar de recuperação da economia em estados onde a geração de empregos tem sido fraca", observa Matt McDonald, consultor da empresa Hamilton Place Strategies.

domingo, 22 de novembro de 2009

Quatro americanos tem gripe suína resistente

Quatro americanos do estado da Carolina do Norte pegaram uma variação do vírus H1N1 resistente ao Tamiflu, o antibiótico mais usado no mundo inteiro para combater a gripe suína eou gripe A. Três morreram.

Todos os quatro estavam gravemente enfermos na unidade de câncer de um hospital da cidade de Duke e devem ter pego a doença no hospital.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Obama vence na Carolina do Norte

O senador Barack Obama venceu a também senadora e ex-primeira-dama Hillary Clinton na eleição primária da Carolina, indicam as projeções feitas pelas televisões americanas com base nos primeiros resultados da apuração. Obama tem 57% dos votos contra 43% para Hillary

No estado de Indiana, onde a disputa é mais apertada, o resultado ainda está indefinido.