Mostrando postagens com marcador Carcóvia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Carcóvia. Mostrar todas as postagens

sábado, 25 de maio de 2024

Putin aposta na indústria bélica para ganhar a guerra

 A Rússia mudou o ministro da Defesa e lançou uma ofensiva para recapturar Carcóvia, a segunda maior cidade da Ucrânia. Ao nomear para o cargo um economista e tecnocrata, Andrei Beloussov, Putin aposta na indústria de armas para ganhar uma longa guerra de atrito, numa aliança com a indústria bélica e transforma ainda mais o país numa economia de guerra.

Quatro dias depois que o procurador-geral do Tribunal Penal Internacional pediu a prisão do primeiro-ministro e do ministro da Defesa de Israel e de três altos dirigentes do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) por crimes de guerra e crimes contra a humanidade, a Corte Internacional de Justiça da ONU mandou Israel suspender a ofensiva contra a cidade de Rafá. O tribunal da ONU também exigiu a abertura da fronteira para ajuda internacional e o acesso de uma comissão internacional independente de investigação de crimes de guerra à Faixa de Gaza. Israel deve apresentar um relatório em um mês sobre as medidas tomadas para cumprir a decisão. A morte do presidente do Irã, Ebrahim Raissi, deflagra luta pelo poder no regime fundamentalista iraniano. A eleição presidencial está convocada para 28 de junho. A China cercou Taiwan em manobras militares depois que o novo presidente taiwanês, Lai Ching-te, defendeu autonomia da ilha que Beijim considera uma província rebelde. O primeiro-ministro conservador britânico Rishi Sunak convocou eleições para 4 de julho. Com a ampla vantagem da oposição trabalhista nas pesquisas, de mais de 20 pontos, Keir Starmer deve ser o próximo primeiro-ministro do Reino Unido. O presidente de extrema direita da Argentina, Javier Milei, foi a Espanha, não teve nenhum contato oficial com o governo socialista espanhol e acusou de corrupção a mulher do primeiro-ministro Pedro Sánchez.

Milei já ofendeu o papa Francisco, o presidente Lula e os presidentes do México e da Colômbia. A Espanha retirou o embaixador de Buenos Aires. Esta foi a pior semana de notícias econômicas para Milei desde que o presidente argentino tomou posse.

quinta-feira, 3 de março de 2022

Rússia enfrenta resistência e deve intensificar a guerra

 A invasão da Ucrânia não está sendo fácil como esperava o ditador Vladimir Putin. Talvez ele apostasse na fuga ou renúncia do presidente Volodymyr Zelensky para tomar logo o poder em Kiev. Terá de intensificar a ofensiva, com risco de reação negativa dentro da Rússia.

A Rússia tomou a primeira cidade ucraniana importante, Kherson, que fica perto da Crimeia, anexada ilegalmente por Putin em 2014, e do porto de Odessa, o mais importante da Ucrânia. Depois de intenso bombardeio aéreo, há a expectativa de que os russos lancem uma ação terrestre para ocupar Carcóvia, a segunda maior cidade do país.

De Carcóvia, no Leste, e Kherson, no Sul, as forças russas devem marchar para Kiev, para onde se dirige um comboio de 60 quilômetros vindo do Norte com tanques, blindados, lançadores de foguetes e caminhões de transporte, provavelmente para cercar a capital ucraniana. Fica aberto o flanco no Oeste, por onde os países aliados da Ucrânia terão de enviar armas e munições enquanto puderem.

A Rússia revelou que 498 soldados morreram e 1.597 saíram feridos. Mais de 2 mil civis teriam sido mortos. Um milhão de pessoas fugiram da Ucrânia.

Nesta quinta-feira, a Rússia e a Ucrânia retomam as negociações de cessar-fogo na Bielorrússia, mas as posições parecem distantes e inconciliáveis. A China quer mediar as negociações de paz, preocupada com o impacto das sanções aplicadas pelos EUA à economia internacional. Meu comentário:

sábado, 13 de dezembro de 2014

Ucrânia suspende voos a três aeroportos

A companhia estatal de aviação civil da Ucrânia suspendeu por razões de segurança as operações de três grandes aeroportos do país, de Carcóvia, Dniepropetrovsk e Zaparojia.

Por causa da intervenção militar velada da Rússia desde a queda do presidente Viktor Yanukovich, desde maio estão cancelados os voos de e para o aeroporto internacional de Donetsk, uma das regiões rebeladas contra o novo governo central de Kiev.

Desde maio, estão proibidos os voos entre Carcóvia e Moscou e, a partir de dezembro, também entre Moscou e Dniepropetrovsk.