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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Zoellick: "Não haverá recessão"

Em meio ao pessimismo crescente em relação à economia mundial, e especialmente dos países ricos, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, declarou hoje em Cingapura que os Estados Unidos devem ter crescimento baixo e desemprego elevado no futuro próximo, mas não voltar a cair em recessão, informa o jornal The Washington Post.

"Não acredito que os Estados Unidos e o mundo caiam numa recessão dupla, mas há um alto grau de incerteza", afirmou Zoellick. "Os acontecimentos na Zona do Euro podem ter impacto negativo sobre o resto do mundo não apenas no mercado financeiro, mas também na confiança de empresários e consumidores".

O presidente do Banco Mundial pediu mais integração fiscal na Eurozona. Isso exigiria coordenação política e a cessão de mais soberania para as instituições europeias. A resposta à crise seria mais Europa, mas a Alemanha resiste (leia acima).

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Banco Mundial quer G-20 contra crise de alimentos


Em artigo no Financial Times de hoje, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, diz que o Grupo dos 20 (19 países mais ricos do mundo e a União Europeia) deve agir para tornar o mercado mais eficiente para enfrentar a inflação mundial nos preços dos alimentos.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Zoellick quer volta do padrão-ouro

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, defendeu hoje a recriação do padrão-ouro para impedir grandes oscilações entre as moedas mais importantes do mundo: dólar, euro, iene, libra e iuã, quando a China adotar a conversibilidade.

A cotação do ouro serviria como valor de referência para evitar desequilíbrios cambiais capazes de prejudicar a economia mundial.

Antes da Primeira Guerra Mundial, o Império Britânico mantinha uma cotação fixa de sua moeda, a libra esterlina, em relação ao ouro. Isso servia de referência para o comércio internacional.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Banco Mundial ainda vê "grandes incertezas"

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, vê "sinais de recuperação", mas observa que a economia mundial ainda "enfrenta muitas incertezas importantes".

Ele citou como problemas a "baixa utilização da capacidade instalada", o aumento do desemprego e a fraqueza do consumo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Banco Mundial alerta contra protecionismo

O presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, advertiu hoje que as medidas protecionistas adotadas pelos países do Grupo dos 20 vão retardar a recuperação econômica mundial.

Para compensar as perdas com a queda no comércio com os Estados Unidos, a Europa e a China, o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento e outras instituições multilaterais vão emprestar US$ 90 bilhões para a América Latina nos próximos dois anos.

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Banco Mundial dá crédito até US$ 100 bilhões

O Banco Mundial anunciou hoje o aumento para US$ 100 bilhões do total disponível para dar empréstimos a países em desenvolvimento que tenham problemas com a primeira grande crise econômica do século 21.

"A crise financeira global veio logo depois das crises dos alimentos e do petróleo", observou em Washington o presidente do banco, Robert Zoellick, ex-subsecretário de Estado americano. "Deve atingir em cheio os emergentes mais pobres".

Ao revisar suas previsões para 2009, o Banco Mundial rebaixou sua expectativa de crescimento para os emergentes de 6,4% para 4,5%. O Fundo Monetário Internacional reduziu de 6,1% para 5,1%.

segunda-feira, 25 de junho de 2007

Zoellick é o novo presidente do Banco Mundial

A Junta de Governadores do Banco Mundial aprovou hoje a candidatura do ex-representante comercial dos Estados Unidos e ex-subsecretário de Estado Robert Zoellick para substituir na presidência da instituição o ex-subsecretário da Defesa Paul Wolfowitz, acusado de tráfico de influência para beneficiar a namorada e amigos.

Zoellick assume em 1º de julho por um período de cinco anos.

terça-feira, 29 de maio de 2007

Zoellick é indicado para presidir Banco Mundial

O ex-representante comercial dos Estados Unidos e ex-subsecretário de Estado Robert Zoellick, que um dia o presidente Lula chamou de "sub do sub do sub", foi indicado pelo presidente George W. Bush para ser o próximo presidente do Banco Mundial. Ele substituirá o ex-secretário da Defesa Paul Wolfowitz, que deixa o cargo no final de junho, sob acusações de corrupção, tráfico de influência e favoritismo por conseguir promoção e aumento para a namorada, além de bons salários para amigos.

Tradicionalmente, os EUA indicam o presidente do Banco Mundial, deixando a direção geral do Fundo Monetário Internacional (FMI) para um europeu. A Casa Branca faz hoje o anúncio oficial.

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Bush descarta Blair para Banco Mundial

O presidente dos Estados Unidos, George Walker Bush, descartou hoje a possibilidade de convidar o demissionário primeiro-ministro britânico Tony Blair para a Presidência do Banco Mundial, substituindo Paul Wolfowitz, ex-subsecretário da Defesa de Bush, que renunciou diante de denúncias de favorecimento da namorada.

"Não falei com Tony Blair sobre este assunto, mas penso que é melhor ter um americano à frente do banco", declarou Bush. Por uma tradição, os EUA indicam o presidente do Banco Mundial e a Europa o diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI).

Além de Blair, já foram citados como possíveis candidatos o ex-representante comercial dos EUA, Robert Zoellick; o ex-presidente do banco central americano Paul Volcker; o ex-presidente do México Ernesto Zedillo; o presidente do Banco de Israel, Stanley Fischer; o atual secretário do Tesouro, Henry Paulson; e até o ex-secretário de Estado Colin Powell.