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quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Phelps bate recorde de títulos individuais de Leônidas de Rodes

Ao vencer há pouco a prova de 200 metros quatro estilos na Olimpíada do Rio de Janeiro, o nadador americano Michel Phelps, maior medalhista olímpico de todos os tempos, com 26 medalhas, sendo 22 de ouro, bateu o recorde do corredor Leônidas de Rodes, dos Jogos Olímpicos da Grécia Antiga, de títulos olímpicos individuais.

Leônidas de Rodes foi o maior corredor das olimpíadas da Grécia Antiga, um super-herói e um ídolo do seu tempo.

Na 154ª Olimpíada, realizada em 164 antes de Cristo, ganhou o triplo, a corrida no estádio, de cerca de 200 metros; a diaulos, numa distância duas vezes maior; e o hoplitodromos, uma diaulos com elmo, armadura e carregando um escudo, num total de 50 quilos.

O grande corredor repetiu as vitórias no triplo nos três Jogos seguintes, em 160, 156 e 152 AC. Como contou o historiador e geógrafo grego Pausanias, "o corredor mais famoso foi Leônidas de Rodes. Manteve sua velocidade como primeira por quatro olimpíadas, obtendo 12 vitórias em corridas".

A vitória de Phelps quebrou um recorde de 2.168 anos.

segunda-feira, 2 de maio de 2016

François Hollande vem à abertura da Olimpíada do Rio

O presidente da França, François Hollande, virá para a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, informou hoje o telejornal das 20h (JT de 20 Heures) da TV francesa France 2.

Hollande vem ao Brasil num momento de consolidação da retomada do crescimento na Zona do Euro e na França, com queda no desemprego, que na França continua elevado, em torno de 10% da população economicamente ativa.

Mas Hollande está interessado mesmo é na promoção da candidatura de Paris a sede da Olimpíada de 2024.

domingo, 15 de julho de 2012

Falha na segurança olímpica atinge ministra britânica

LONDRES - Ao contrário do que disse ao Parlamento Britânico na segunda-feira passada, há dez meses a ministra do Interior do Reino Unido, Theresa May, foi alertada por um relatório confidencial da polícia que a empresa privada G4S enfrentava problemas para garantir a segurança da Olimpíada de Londres, que começa daqui a 12 dias.

Na semana passada, depois que o governo admitiu o problema, o ministro da Defesa, Philip Hammond, anunciou que 3,5 mil soldados e policiais serão mobilizados para suprir a necessidade de patrulhar os Jogos Olímpicos de 2012.

Em sua declaração na Câmara dos Comuns, Theresa May afirmou: "Estávamos recebendo garantias da  G4S até recentemente, e a grande lacuna nos números foi cristalizada somente ontem". Mas o relatório da polícia, de setembro de 2011, revelado hoje pelo jornal The Independent on Sunday, previa o problema.

A fila de passaportes na chegada hoje ao Aeroporto de Heathrow andou rapidamente. O governo aumento o número de agentes de imigração para atender à demanda olímpica. A maioria das delegações estrangeiras chega hoje a Londres.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Arábia Saudita deixa mulheres competir na Olimpíada

Pela primeira vez, a Arábia Saudita autorizou suas atletas mulheres a competir nos jogos olímpicos. As sauditas vão disputar a Olimpíada de Londres daqui a um mês "sob a supervisão do comitê olïmpico" do país.

Como a participação de mulheres em esportes é ferozmente combatida pelo clero ultraconservador e pelo wahabismo, a corrente puritana do Islã seguida na Arábia Saudita.

Por enquanto, a única saudita qualificada é Dalma Rushdi Malhas, no salto em distância. O Comitê Olímpico Saudita admite que outras obtenham o índice olímpico e sejam autorizadas a competir desde que vestidas com roupas "para preservar sua dignidade".

segunda-feira, 24 de março de 2008

Manifestantes protestam contra Olimpíada

Três ativistas dos Repórteres sem Fronteiras perturbaram hoje a cerimônia onde foi acesa a tocha olímpica, na Grécia, abrindo faixas que pedem o boicote à Olimpíada de Beijim, em protesto contra a violenta repressão contra a revolta no Tibete.

A chama foi acesa em Olímpia, berço dos Jogos Olímpicos, na Antigüidade. Quando o presidente do Comitê Organizador da Olimpíada de Beijim fazia seus discurso, os jovens apareceram atrás dele, com faixas e uma bandeira olímpica com algemas em vez dos anéis olímpicos entrelaçados, que representam os cinco continente numa união universal.

O revezamento da tocha vai passar por 20 países, num roteiro de 137 mil quilômetros até chegar ao Estádio Olímpico de Beijim em 8 de agosto, data de abertura dos Jogos. Deveria ir ao topo do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo, e atravessar o Tibete.

Ao comentar o protesto, o presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge, declarou estar preocupado com "os acontecimentos no Tibete" e advertiu que "os Jogos não podem ser realizados num ambiente de violência".

Depois de duas semanas de conflito, o governo tibetano no exílio denuncia que mais de 130 pessoas foram mortas. Os protestos contra a ditadura militar chinesa tendem a aumentar até a Olimpíada de Beijim.