Depois de uma alta de 0,1% ao ano em agosto, o índice de preços ao consumidor nos 19 países da Zona do Euro sofreu uma queda para -0,1%. Está longe da meta de 2% ao ano perseguida pelo Banco Central Europeu, informou hoje o Eurostat (Escritório Oficial de Estatísticas da União Europeia).
A inflação foi maior no setor de alimentação, álcool e tabaco, subindo de 1,3% para 1,4% ao ano em setembro, seguida dos serviços (1,3%, depois de 1,2% em agosto). Os preços dos bens industriais não energéticos avançaram menos, 0,3% contra 0,4% em agosto.
Por causa da queda nos preços do petróleo, o setor de energia pesou para baixo, de -7,2% em agosto para -8,9% em setembro, causando a queda no índice geral de preços.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 30 de setembro de 2015
Eurozona registrou deflação de 0,1% ao ano em setembro
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quinta-feira, 30 de abril de 2015
Preços param de cair na Zona do Euro
Depois de quatro meses em queda, o índice de preços ao consumidor nos 19 países da União Europeia que usam o euro como moeda ficou em zero em abril de 2015, afastando os temores de deflação do Banco Central Europeu, informou o jornal americano The Wall Street Journal citando como fonte o Eurostat, escritório oficial de estatísticas do bloco europeu.
No mês passado, o índice preços na Zona do Euro havia baixado 0,1%, numa curva ascendente, depois de registrar -0,3% em fevereiro e -0,6% em janeiro de 2015.
Neste mês, os preços subiram mais em serviços (0,9%, em comparação com 1% em março) e no item alimentos, álcool e tabaco (0,9%, foi de 0,6% em março). A maior queda foi no setor de energia (-5,8%, depois de -6% no mês passado).
A ameaça de queda continuada dos preços na Eurozona levou o BCE a lançar um programa de compra de títulos que deve jogar em circulação um trilhão de euros até setembro de 2016.
Com a queda pela metade nos preços do petróleo nos últimos dez meses, havia o risco de uma deflação capaz de levar a uma espiral de queda nos preços, no investimento, na produção e no consumo. "Está claro que nossa política monetária evitou este risco", declarou no início do mês o presidente do BCE, o italiano Mario Draghi.
No mês passado, o índice preços na Zona do Euro havia baixado 0,1%, numa curva ascendente, depois de registrar -0,3% em fevereiro e -0,6% em janeiro de 2015.
Neste mês, os preços subiram mais em serviços (0,9%, em comparação com 1% em março) e no item alimentos, álcool e tabaco (0,9%, foi de 0,6% em março). A maior queda foi no setor de energia (-5,8%, depois de -6% no mês passado).
A ameaça de queda continuada dos preços na Eurozona levou o BCE a lançar um programa de compra de títulos que deve jogar em circulação um trilhão de euros até setembro de 2016.
Com a queda pela metade nos preços do petróleo nos últimos dez meses, havia o risco de uma deflação capaz de levar a uma espiral de queda nos preços, no investimento, na produção e no consumo. "Está claro que nossa política monetária evitou este risco", declarou no início do mês o presidente do BCE, o italiano Mario Draghi.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Inflação na Eurozona cai para 1,1% ao ano
O índice de crescimento de preços ao consumidor nos 18 países da União Europeia que usam o euro como moeda caiu de 1,3% ao ano em agosto de 2013 para 1,1% em setembro, revelou hoje a agência oficial de estatísticas do bloco, Eurostat.
Esse recuo foi atribuído à queda de 0,9% nos preços da energia. Há um ano, a inflação na Eurozona estava em 0,9%. A meta oficial do Banco Central Europeu é de 2% ao ano.
Esse recuo foi atribuído à queda de 0,9% nos preços da energia. Há um ano, a inflação na Eurozona estava em 0,9%. A meta oficial do Banco Central Europeu é de 2% ao ano.
terça-feira, 30 de abril de 2013
Desemprego bate novo recorde na Eurozona
O desemprego nos 17 países da União Europeia que usam o euro como moeda aumentou em março pelo 23º mês consecutivo, chegando a um total recorde de 19,2 milhões de pessoas sem emprego formal, 12,1% da população em idade de trabalhar, anunciou hoje o Eurostat, o escritório oficial de estatísticas do bloco europeu.
Em março de 2013, mais 62 mil pessoas perderam o emprego na Zona do Euro. A taxa de desemprego estava em 12% em fevereiro de 2013 e em 11% em março de 2012. Desde então, 1,723 milhão foram demitidos.
Na UE como um todo, de 27 países, o desemprego ficou estável em relação a fevereiro deste ano em 10,6%, com 26,521 milhões de trabalhadores. Em fevereiro de 2013, houve 69 mil demissões a mais do contratações. Desde março do ano passado, 1,814 milhão de trabalhadores perderam o emprego.
As maiores taxas foram registradas na Grécia (27,2%), na Espanha (26,7%) e em Portugal (17,5%), os países mais abalados pela crise das dívidas públicas. O índice da Espanha ainda está um pouco abaixo dos 27,16% divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas do país.
O desemprego é menor na Áustria (4,7%), na Alemanha (5,4%) e em Luxemburgo (5,7%).
Entre os jovens, a taxa de desemprego é de 23,5% na UE e de 24% na Eurozona. Os menores índices foram verificados na Alemanha e Áustria (7,6%) e na Holanda (10,6%). A situação é pior na Grécia (59,1%), na Espanha (55,4%), Itália (38,4%) e Portugal (38,3%).
Em março de 2013, mais 62 mil pessoas perderam o emprego na Zona do Euro. A taxa de desemprego estava em 12% em fevereiro de 2013 e em 11% em março de 2012. Desde então, 1,723 milhão foram demitidos.
Na UE como um todo, de 27 países, o desemprego ficou estável em relação a fevereiro deste ano em 10,6%, com 26,521 milhões de trabalhadores. Em fevereiro de 2013, houve 69 mil demissões a mais do contratações. Desde março do ano passado, 1,814 milhão de trabalhadores perderam o emprego.
As maiores taxas foram registradas na Grécia (27,2%), na Espanha (26,7%) e em Portugal (17,5%), os países mais abalados pela crise das dívidas públicas. O índice da Espanha ainda está um pouco abaixo dos 27,16% divulgados pelo Instituto Nacional de Estatísticas do país.
O desemprego é menor na Áustria (4,7%), na Alemanha (5,4%) e em Luxemburgo (5,7%).
Entre os jovens, a taxa de desemprego é de 23,5% na UE e de 24% na Eurozona. Os menores índices foram verificados na Alemanha e Áustria (7,6%) e na Holanda (10,6%). A situação é pior na Grécia (59,1%), na Espanha (55,4%), Itália (38,4%) e Portugal (38,3%).
terça-feira, 16 de abril de 2013
Inflação na Eurozona cai para 1,7% ao ano
O índice de crescimento de preços na Zona do Euro teve uma pequena baixa em março, de 1,8% para 1,7% ao ano, informou hoje o Eurostat, escritório de estatísticas da União Europeia. Um ano atrás, estava em 2,7%.
Em toda a UE, a inflação caiu de 2% para 1,9% ao ano. Há um ano, o índice estava em 2,9%.
As menores taxas anuais foram registradas na Grécia (-0,2%), na Letônia (0,3%) e na Suécia (0,5%). As maiores altas foram na Romênia (4,4%), na Estônia (3,8%) e na Holanda (3,2%).
Se inflação baixa costuma ser uma boa notícia, no caso da Europa é um sintoma da recessão econômica e da crise das dívidas públicas da Eurozona.
Em toda a UE, a inflação caiu de 2% para 1,9% ao ano. Há um ano, o índice estava em 2,9%.
As menores taxas anuais foram registradas na Grécia (-0,2%), na Letônia (0,3%) e na Suécia (0,5%). As maiores altas foram na Romênia (4,4%), na Estônia (3,8%) e na Holanda (3,2%).
Se inflação baixa costuma ser uma boa notícia, no caso da Europa é um sintoma da recessão econômica e da crise das dívidas públicas da Eurozona.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Desemprego na Zona do Euro fica estável em 12%
O índice de desemprego nos 17 países da União Europeia que usam o euro como moeda permaneceu estável em 12% em fevereiro de 2013, com 19 milhões de desempregados. Na UE como um todo, houve um pequeno aumento de 10,8% para 10,9% e o total de desempregados subiu para 26,34 milhões.
A situação é pior na Grécia, país mais abalado pela crise das dívidas públicas, onde 26,4% estão sem trabalho, enquanto na Espanha houve uma pequena recuperação, mas a taxa está em 26,3%. Os menores índices de desemprego foram registrados na Áustria (4,8%), na Alemanha (5,4%), em Luxemburgo (5,5%) e na Holanda (6,2%).
Os dados são do Eurostat, o escritório de estatísticas da UE.
Diante de nova queda no índice de atividade industrial calculado pelo instituto de pesquisas Markit, a expectativa é de aprofundamento da recessão e do desemprego.
A situação é pior na Grécia, país mais abalado pela crise das dívidas públicas, onde 26,4% estão sem trabalho, enquanto na Espanha houve uma pequena recuperação, mas a taxa está em 26,3%. Os menores índices de desemprego foram registrados na Áustria (4,8%), na Alemanha (5,4%), em Luxemburgo (5,5%) e na Holanda (6,2%).
Os dados são do Eurostat, o escritório de estatísticas da UE.
Diante de nova queda no índice de atividade industrial calculado pelo instituto de pesquisas Markit, a expectativa é de aprofundamento da recessão e do desemprego.
sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Taxa de desemprego da Zona do Euro é recorde
Sob o peso da crise das dívidas públicas, o índice de desemprego nos 17 países da União Europeia que usam o euro como moeda atingiu um novo recorde: 11,3%. Na UE como um todo, a taxa ficou em 10,4%.
O desemprego é menor na Áustria (4,5%), na Holanda (5,3%), e na Alemanha e Luxemburgo (5,5%). A situação é pior na Espanha (25,1%) e na Grécia (23,1%), informa o Eurostat, escritório oficial de estatísticas da União Europeia (UE).
O desemprego é menor na Áustria (4,5%), na Holanda (5,3%), e na Alemanha e Luxemburgo (5,5%). A situação é pior na Espanha (25,1%) e na Grécia (23,1%), informa o Eurostat, escritório oficial de estatísticas da União Europeia (UE).
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Eurozona acelera crescimento
A União Europeia e a Zona do Euro cresceram 0,8% no primeiro trimestre de 2011, puxadas por expansões robutas de 1,5% na Alemanha e de 1% na França, suas duas maiores economias.
terça-feira, 7 de abril de 2009
PIB da Eurozona caiu mais do estimado
O produto interno bruto (soma de toda a riqueza produzida em um ano, menos as importações) dos 15 países que usavam o euro como moeda em 2008 caiu 1,6% no último trimestre do ano, na comparação com o trimestre anterior, e 1,5% no ano passado como um todo.
Nos 27 países da União Europeia, a queda do PIB foi de 1,5% no trimestre e de 1,4% no ano.
Confira no site da Eurostat, a órgão da estatísticas da UE.
Nos 27 países da União Europeia, a queda do PIB foi de 1,5% no trimestre e de 1,4% no ano.
Confira no site da Eurostat, a órgão da estatísticas da UE.
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