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quinta-feira, 14 de novembro de 2019

BRICS é instrumento de política externa da China

O Brasil assinou nove acordos sobre investimentos, transportes, comunicações, saúde, segurança, agricultura e serviços com a China durante a reunião de cúpula do grupo BRICS, do qual também fazem parte a Índia, a Rússia e a África do Sul. Mas o BRICS é cada vez mais um instrumento de política externa da China.

O governo Jair Bolsonaro aproveitou a reunião para consolidar a aproximação, depois da visita do presidente à China no mês passado, quando descobriu que a superpotência ascendente é um país capitalista.

O Brasil se afasta assim do alinhamento automático com os Estados Unidos, que até agora não rendeu frutos para a economia. O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou a intenção de iniciar negociações de livre comércio com a China. Sem as devidas salvaguardas, o livre comércio com os chineses pode arruinar a indústria nacional.

O BRICS é a primeira organização internacional criada por inspiração de um analista de investimentos do mercado financeiro. Em 2001, o economista britânico Jim O’Neill escreveu um texto afirmando que o Brasil, a Rússia, a Índia e a China, as grandes economias emergentes, seriam os grandes motores do crescimento da economia mundial no início do século 21. 

BRIC, a sigla criada pelas iniciais desses países, significa tijolo em inglês. Seriam os tijolos que construiriam a economia globalizada.Meu comentário:

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Partido Comunista Francês faz homenagem a Niemeyer

A exposição Brasília: meio século da capital do Brasil foi aberta sábado na sede do Partido Comunista Francês em Paris, projetado por Oscar Niemeyer. É mais uma homenagem ao genial arquiteto brasileiro que morreu em dezembro de 2012 aos 104 anos.

A mostra vai até 15 de junho. A entrada é grátis.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Brasil perde seu maior gênio: Oscar Niemeyer

A morte de Oscar Niemeyer, um dos mais importantes arquitetos da História, com mais de cem obras importantes, é destaque no mundo inteiro. Niemeyer, que faria 105 anos em 15 de dezembro, morreu ontem às 21h55, no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele fora internado com problemas renais e teve falencia respiratória, foi ligado a um respirador artificial, mas não aguentou mais.

Carioca, descendente de alemães, árabes e portugueses, Niemeyer fez mais de 600 obras em 70 países, do Parque da Pampulha, em Belo Horizonte, nos anos 40, ao Museu de Arte Moderna de Niterói, passando por Brasília, sua maior realização numa vida marcada por um profundo compromisso com causas sociais, destaca o jornal francês Le Monde.

Com uma obra cheia de curvas e sensualidade, Niemeyer chamou a atenção de arquitetos do mundo inteiro, observa o jornal The New York Times. Sua morte é a principal manchete na página sobre a América Latina.

Para o jornal espanhol El País, ele foi o "poeta da curva".

Criador de alguns dos prédios modernistas mais importantes do mundo, era criticado às vezes pela falta de funcionalidade de seus projetos, nota a televisão pública britânica BBC.