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segunda-feira, 18 de julho de 2016

Obras de Le Corbusier e Niemeyer são patrimônio da humanidade

As obras de dois mestres da arquitetura moderna, o franco-suíço Charles-Edouard Jeanneret-Gris, mais conhecido como Le Corbusier (1887-1965), e o brasileiro Oscar Niemeyer, passaram a ser consideradas desde domingo patrimônio cultural da humanidade pela Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco).

Capela em Ronchamps, na França
A arquitetura moderna surge depois da Primeira Guerra Mundial e busca o funcional, a pureza das linhas e o emprego de novos materiais como ferro, aço e concreto armado.

Dezessete obras de Le Corbusier situadas em sete países (França, Suíça, Bélgica, Alemanha, Argentina, Japão e Índia) foram inscritas como patrimônio da humanidade, entre elas a Cidade Radiante, em Marselha, e a Capela de Nossa Senhora do Alto, em Ronchamps, na França; a Casa Guiette, em Antuérpia, na Bélgica; e o Museu de Arte Ocidental, em Tóquio, no Japão.

O conjunto da Pampulha, projetado pelo arquiteto brasileiro na década de 1940, quando Juscelino Kubitschek de Oliveira era prefeito de Belo Horizonte, também passou a ser considerado patrimônio cultural da humanidade.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Partido Comunista Francês faz homenagem a Niemeyer

A exposição Brasília: meio século da capital do Brasil foi aberta sábado na sede do Partido Comunista Francês em Paris, projetado por Oscar Niemeyer. É mais uma homenagem ao genial arquiteto brasileiro que morreu em dezembro de 2012 aos 104 anos.

A mostra vai até 15 de junho. A entrada é grátis.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Assembleia Geral da ONU homenageia Niemeyer

Niemeyer e colegas na ONU em 1947
A Assembleia Geral das Nações Unidas presta homenagem hoje às 18 horas pelo horário de Brasília a Oscar Niemeyer e seus colegas arquitetos que projetaram o edifício-sede organização internacional, em Nova York. Haverá transmissão ao vivo pela televisão via Internet da ONU.

Ao todo, o conselho de projetistas era formado por dez arquitetos. Quando Niemeyer morreu aos 104
anos em dezembro de 2012, era o último sobrevivente do grupo.

Na época, o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, elogiou uma vida marcada por "um forte senso de humanismo e engajamento global".

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Brasil perde seu maior gênio: Oscar Niemeyer

A morte de Oscar Niemeyer, um dos mais importantes arquitetos da História, com mais de cem obras importantes, é destaque no mundo inteiro. Niemeyer, que faria 105 anos em 15 de dezembro, morreu ontem às 21h55, no Hospital Samaritano, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ele fora internado com problemas renais e teve falencia respiratória, foi ligado a um respirador artificial, mas não aguentou mais.

Carioca, descendente de alemães, árabes e portugueses, Niemeyer fez mais de 600 obras em 70 países, do Parque da Pampulha, em Belo Horizonte, nos anos 40, ao Museu de Arte Moderna de Niterói, passando por Brasília, sua maior realização numa vida marcada por um profundo compromisso com causas sociais, destaca o jornal francês Le Monde.

Com uma obra cheia de curvas e sensualidade, Niemeyer chamou a atenção de arquitetos do mundo inteiro, observa o jornal The New York Times. Sua morte é a principal manchete na página sobre a América Latina.

Para o jornal espanhol El País, ele foi o "poeta da curva".

Criador de alguns dos prédios modernistas mais importantes do mundo, era criticado às vezes pela falta de funcionalidade de seus projetos, nota a televisão pública britânica BBC.