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quinta-feira, 13 de junho de 2013

China eleva emissões de gás carbônico a novo recorde

A queda nas emissões de gases que agravam o efeito estufa na Europa e nos Estados Unidos foi anulada pelo aumento das emissões da China em 1,4% para 31,6 bilhões de toneladas, informou no início da semana a Agência Internacional de Energia.

Com o aumento das emissões de China e o desenvolvimento de tecnologia para extrair óleo e gás natural do xisto betuminoso, é cada vez mais improvável que o mundo consiga limitar o aquecimento global para limitar o aumento da temperatura da média em dois graus centígrados.

Os EUA conseguiram cortar as emissões em 200 milhões de toneladas ou 3,8%, reduzindo-as para os níveis dos anos 90.

Pelas projeções da AIE, a temperatura média do planeta deve aumentar de 3,6ºC a 5,3ºC.

terça-feira, 14 de maio de 2013

América do Norte lidera aumento da produção de petróleo

Com o desenvolvimento da tecnologia de fraturamento hidráulico para explorar o xisto betuminoso, a indústria de petróleo e gás da América do Norte deve liderar o crescimento da produção mundial nos próximos cinco anos, previu hoje a Agência Internacional de Energia, que reúne os grandes países consumidores. Perde espaço a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP), dominante desde a primeira crise do petróleo há 40 anos.

"O aumento da oferta está sendo mais rápido do que previsto anteriormente e ao mesmo tempo o contrário pode ser dito sobre o crescimento da capacidade produtiva da OPEP, que agora parece estagnada em álgumas áreas", comentou a diretora-executiva AIE, Maria van der Hoeven.

No ano passado, a AIE previu que os Estados Unidos podem voltar a ser o maior produtor de energia até 2020, superando a Arábia Saudita, ainda que temporariamente.

Neste ano de 2013, a AIE espera que a procura pelo petróleo da OPEP caia abaixo de 30 milhões de barris por dia, o limite fixado pela própria organização. A expectativa é de que essa tendência se mantenha até 2018.

Essas mudanças e o contínuo aumento do consumo na Ásia vão orientar o mercado nos próximos anos. "Dificilmente algum aspecto da cadeia produtiva de petróleo vai permanecer inalterado nos próximos cinco anos, com consequências significativas para a segurança e a economia global", prevê a AIE.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

EUA voltarão a ser maior produtor mundial de petróleo

Os Estados Unidos vão superar a Arábia Saudita e a Rússia para voltar a ser o maior produtor mundial de petróleo em 2017, previu hoje a Agência Internacional de Energia (AIE), numa indicação da profunda mudança no setor com o desenvolvimento da tecnologia para extrair óleo do xisto betuminoso.

A União Europeia já teme uma concorrência maior da indústria americana, que terá uma vantagem comparativa no custo da energia.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Consumo de petróleo cai pela primeira vez desde 2009

Com o inverno suave, o preço do barril em torno de US$ 100 e a crise das dívidas públicas da Zona do Euro, o consumo mundial de petróleo caiu pela primeira vez desde a Grande Recessão de 2008-9, estima a Agência Internacional de Energia, que reúne os grandes países consumidores.

No último trimestre de 2011, o consumo diminuiu em 300 mil barris por dia para 89,5 milhões de barris por dia. É uma queda rara, observa o jornal inglês Financial Times, num momento de ascensão econômica dos países com mais de 1 bilhão de habitantes, China e Índia.

Na última década, a única baixa foi a de 2008-9.

Os preços subiram no início do ano, diante da ameaça do Irã de bloquear o Estreito de Ormuz, entrada do Golfo Pérsico, em resposta ao aumento do boicote econômico liderado pelos Estados Unidos para pressionar a república islâmica a desistir de fazer armas nucleares.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

AIE usa estoques para baixar preço do petróleo

Os preços internacionais do petróleo caíram mais de 7% hoje com o anúncio da Agência Internacional de Energia de que os países ricos vão usar parte de seus estoques estratégicos para compensar a falta de petróleo da Líbia, que está em guerra civil, informa o jornal Financial Times.

Serão 60 mil barris por dia durante os próximos 30 dias. 

Em Londres, o barril de petróleo do tipo Brent, do Mar do Norte, terminou o dia a US$ 107,26.

É a terceira vez desde que a AIE foi criada, em 1974, como resposta à primeira crise do petróleo, que decide usar seus estoques para estabilizar o mercado. A última tinha sido em 1991.

Antes da rebelião popular, a Líbia produzia cerca de 1,6 milhão de barris por dia. Com a guerra, 132 milhões de barris já teriam deixado de ser produzidos.

Os estoques americanos estão no momento no nível recorde de 727 milhões de barris.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

China é maior consumidora mundial de energia

Depois de mais de um séculos, os Estados Unidos perderam a posição de país que mais consome energia no mundo, sendo ultrapassados pela China, informa a Agência Internacional de Energia.

No ano passado, a  China gastou uma energia equivalente a 2,252 milhões de toneladas de petróleo, 4% a mais do que os EUA, que consumiram 2,17 milhões de toneladas.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Grande Recessão reduz emissões como nunca

A Grande Recessão mundial nos últimos 12 meses causou uma queda sem precedentes nas emissões de gases que agravam o efeito estufa, superando a queda anterior, de 1981, consequência do segundo choque na oferta de petróleo depois da revolução islâmica no Irã, em 1979.

Uma pesquisa da Associação Internacional de Energia, que reúne os grandes países consumidores, conclui que é uma "oportunidade única" de migrar para uma economia menos dependente do carbono.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Petróleo cai para US$ 91,17 por barril

O preço do barril de petróleo caiu US$ 3,45 (3,7%) na Bolsa Mercantil de Nova Iorque para US$ 91,17, cotação de fechamento mais baixa desde 31 de outubro. Foi o segundo dia consecutivo de queda.

As causas foram um relatório da Agência Internacional de Energia e uma sondagem indicando que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) aumentou a produção em outubro.