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quinta-feira, 19 de outubro de 2023

Exército de Israel tem autorização para invadir a Faixa de Gaza

 O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu visitou hoje os soldados que cercam a Faixa de Gaza, no Sul de Israel, enquanto o ministro da Defesa, Yoav Gallant ordenou que "se organizem" e "estejam prontos para a invasão", e o ministro da Economia, Nir Barkat, declarou que o Exército recebeu o "sinal verde" para entrar no território palestino e punir o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) pelo ataque de 7 de outubro..

Em Washington, na volta do Oriente Médio, o presidente Joe Biden fez um pronunciamento de 15 minutos pela televisão, defendeu a ajuda militar à Ucrânia e a Israel e um acordo de paz depois da guerra, com a criação de um país para o povo palestino. Ele deve pedir US$ 100 bilhões ao Congresso dos EUA para dar ajuda militar à Ucrânia, a Israel e Taiwan, e para combater a imigração ilegal pela fronteira sul dos Estados Unidos.

O Egito deve abrir a fronteira com Gaza nesta sexta-feira para permitir a entrada de ajuda humanitária e a saída de estrangeiros, inclusive 26 brasileiros que querem sair do território em guerra.

Pelo menos 1,4 mil israelenses morreram e 203 foram sequestrados no ataque terrorista do Hamas. Cerca de 3,7 mil palestinos foram mortos e 12,5 mil feridos na Faixa de Gaza. O Exército de Israel anunciou ter matado 1,5 mil milicianos do Hamas durante a invasão. Meu comentário:

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Paz é única alternativa à guerra sem fim no Oriente Médio

 O Exército de Israel pode iniciar uma invasão terrestre da Faixa de Gaza dentro de 48 horas, noticiou o jornal norte-americano The Washington Post. Ao lançar um ataque sem precedentes ao território israelense, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) tenta  se apresentar como defensor e representante legítimo do povo palestino, e provocar uma reação brutal que abale a imagem internacional de Israel.

É o maior ataque a Israel desde a Guerra do Yom Kippur (Dia do Perdão), 50 anos atrás. Pelo menos 700 israelenses e 413 palestinos morreram nos dois primeiros dias de guerra. Houve um fracasso colossal da inteligência israelense, comparável ao dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos.

Quinze companhias aéreas suspenderam os voos para Israel. Os preços do petróleo subiram 4% por temor do impacto da guerra sobre o Oriente Médio. A única alternativa, nesta e em todas as guerras, é negociar a paz. Meu comentário:

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Turquia parece planejar invasão da Síria

Além do bombardeio constante das poderosas forças aéreas da Rússia e dos Estados Unidos, da pressão dos guerrilheiros curdos e do Exército da Síria e milícias aliadas, a organização terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante pode enfrentar uma invasão terrestre da Turquia, adverte a empresa americana de análise estratégica Strafor.

O governo turco atribuiu à milícia jihadista um atentado que matou 11 pessoas há uma semana no centro histórico de Istambul, além de ataques anteriores em Ancara e Suruç com mais de cem mortes. Desde então, o Exército da Turquia intensificou as operações de remoção de minas e os bombardeios de artilharia ao longo da fronteira com a Síria para ajudar rebeldes aliados e atingir posições do Estado Islâmico.

Pode ser uma estratégia para enfraquecer as defesas do inimigo antes de uma operação terrestre para desalojar o Estado Islâmico e tomar a capital do califado proclamado pelo seu líder, Abu Bakr al-Baghdadi, em 29 de junho de 2014.

O Estado Islâmico se aproveitou do caos gerado pela guerra civil na Síria e pela fraqueza do novo Exército do Iraque criado depois da invasão americana de 2003 para tomar uma região do Oriente Médio do tamanho da Grã-Bretanha com uma população estimada em 8 milhões de habitantes.

Neste vasto cenário de guerra, misturam-se grupos rebeldes sunitas apoiados por vários países do Oriente Médio, tribos sunitas, guerrilheiros curdos sob o controle geral do EI. Mas, depois de uma ofensiva impressionante em que tomou Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, em 10 de junho de 2014, o EI está sendo atacado em várias frentes.

A desminagem na fronteira perto da cidade síria de Jarabulus, controlada pelo Estado Islâmico, é um bom indicador da probabilidade de invasão. O plano foi discutido pelos EUA e a Rússia.

A Rússia concordou em não obstruir a operação desde que a Turquia não estenda a zona de segurança que pretende criar em território sírio para proteger sua fronteira e assentar ao menos parte dos 2,5 milhões de refugiados. Esta zona de segurança a ser criada ao norte da cidade de Alepo afastaria da fronteira turca tanto o EI quanto os guerrilheiros curdos, que lutam pela independência do Curdistão e reivindicam parte do território turco.

Os EUA, a Rússia e a Turquia estão coordenando as operações na Síria para evitar incidentes como a derrubada de um avião de guerra russo que o governo turco acusou de invadir seu espaço aéreo em 24 de novembro de 2015.

Assim, o Estado Islâmico enfrenta o risco de ataques terrestres em três frentes. No Norte, da Turquia. A Leste, das Forças Democráticas Sírias, dominadas pelos curdos, que cruzaram o Rio Eufrates com rumo oeste. No Sul, o Exército sírio avança com o apoio da milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus).

Sob intensa pressão por terra e ar nos campos de batalha do Oriente Médio, perdendo territórios do califado, resta ao Estado Islâmico a opção do terrorismo para mostrar que está vivo e atuante, pronto para acolher novos voluntários do martírio.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Israel inicia invasão terrestre da Faixa de Gaza

Depois de uma "trégua humanitária" de cinco horas para permitir a distribuição de ajuda aos necessitados, o Exército de Israel lançou hoje uma operação terrestre contra o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) e seus aliados na Faixa de Gaza.

O atual conflito estourou há dez dias, depois de morte de três adolescentes israelenses sequestrados na Cisjordânia ocupada e de um jovem palestino queimado vivo por vingança. Desde então, mais de 200 palestinos e um israelense foram mortos.

Em nota, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu afirmou que o objetivo da operação terrestre é desmantelar a rede de túneis construídos pelo Hamas para tentar invadir Israel. Neste caso, será uma ação limitada à área próxima da fronteira, tanto com Israel, por onde 13 palestinos tentaram invadir hoje, quanto da fronteira entre Gaza e o Egito, por onde há um contrabando de armas e suprimentos.