Quem visitou Paris recentemente notou o grande número de refugiados pedindo ajuda e dormindo nas ruas da capital da França. Hoje a prefeita socialista Anne Hidalgo anunciou a criação de um centro para acolher refugiados "dentro de um mês a um mês e meio".
O campo de refugiados, explicou a prefeita, vai "abrigar pessoas que chegam sem recursos". A Prefeitura está "examinando diferentes locais para que, sem maior atraso, o mais rapidamente possível, possamos colocá-los à disposição".
Pelo menos 880 migrantes morreram afogados no mar Mediterrâneo na semana passada, revelou hoje o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 31 de maio de 2016
quinta-feira, 2 de abril de 2015
Hamas e aliados sírios expulsam Estado Islâmico de Yarmouk
Com o apoio de rebeldes sírios, o Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) conseguiu expulsar a milícia extremista Estado Islâmico do Iraque e do Levante do campo de refugiados palestinos de Yarmouk, na periferia de Damasco, a capital da Síria, informou o jornal libanês The Daily Star.
A retomada acontece um dia depois que os jihadistas do Estado Islâmico tomaram o campo onde, no início da guerra civil síria, em 15 de março de 2011, viviam 160 mil palestinos. Hoje, restam 18 mil, sendo 3,5 mil crianças.
A milícia Aknaf Beit al-Makdis, aliada do Hamas, iniciou o contra-ataque durante a noite, revelou o representante da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Damasco. Pelo menos seis pessoas morreram e outras 17 saíram feridas.
O Hamas mantinha grande número de militantes e sua liderança na Síria, mas o grupo é filho da Irmandade Muçulmana, o mais antigo grupo fundamentalista do mundo, que ficou contra a ditadura de Bachar Assad. A maioria fugiu do conflito, inclusive o dirigente máximo do Hamas, Khaled Mechal, que foi para o Catar.
A retomada acontece um dia depois que os jihadistas do Estado Islâmico tomaram o campo onde, no início da guerra civil síria, em 15 de março de 2011, viviam 160 mil palestinos. Hoje, restam 18 mil, sendo 3,5 mil crianças.
A milícia Aknaf Beit al-Makdis, aliada do Hamas, iniciou o contra-ataque durante a noite, revelou o representante da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Damasco. Pelo menos seis pessoas morreram e outras 17 saíram feridas.
O Hamas mantinha grande número de militantes e sua liderança na Síria, mas o grupo é filho da Irmandade Muçulmana, o mais antigo grupo fundamentalista do mundo, que ficou contra a ditadura de Bachar Assad. A maioria fugiu do conflito, inclusive o dirigente máximo do Hamas, Khaled Mechal, que foi para o Catar.
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quarta-feira, 1 de abril de 2015
Estado Islâmico toma centro de refugiados palestinos na Síria
A milícia terrorista Estado Islâmico do Iraque e do Levante assumiu hoje o controle do grande centro de refugiados palestinos de Yarmouk, no Sul de Damasco, reforçando sua posição na periferia da capital da Síria, informou a televisão pública britânica BBC.
Muitos refugiados foram embora para escapar do conflito, mas estima-se que 18 mil permaneçam no campo, inclusive 3,5 mil crianças.
Uma milícia palestina que luta contra a ditadura de Bachar Assad e os rebeldes do Exército da Síria Livre ainda lutam contra a invasão jihadista, denunciada por representantes da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Damasco.
Mais de 220 mil pessoas foram mortas em quatro anos de guerra civil na Síria. O país está arrasado e não há perspectiva de fim do conflito.
Muitos refugiados foram embora para escapar do conflito, mas estima-se que 18 mil permaneçam no campo, inclusive 3,5 mil crianças.
Uma milícia palestina que luta contra a ditadura de Bachar Assad e os rebeldes do Exército da Síria Livre ainda lutam contra a invasão jihadista, denunciada por representantes da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) em Damasco.
Mais de 220 mil pessoas foram mortas em quatro anos de guerra civil na Síria. O país está arrasado e não há perspectiva de fim do conflito.
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