Por razões de segurança, a Alemanha e a Holanda canceleram um jogo amistoso entre as seleções de futebol dos dois países a ser realizado na cidade alemã de Hanôver, informou o jornal francês Libération. O estádio está sendo evacuado por suspeita de terrorismo.
O chefe de polícia de Hanôver declarou que havia planos de explodir uma bomba dentro do estádio.
A onda de terror da sexta-feira 13 de novembro em Paris começou com um ataque de terroristas suicidas contra o Estádio da França, de onde o presidente François Hollande foi retirado às pressas pelo serviço secreto.
Várias autoridades alemãs assistiriam à partida de hoje, inclusive a chanceler (primeira-ministra) Angela Merkel, o vice-primeiro-ministro Sigmar Gabriel e o ministro do interior.
A Inglaterra e a França jogam daqui a pouco no estádio de Wembley, em Londres, às 18 horas de Brasília, mesmo horário do jogo que seria realizado em Hanôver como parte da preparação para a Copa Europeia de Seleções de 2016.
Wembley vai cantar em coro a Marselhesa, o Hino da França, em homenagem aos 129 mortos e 352 feridos nos atentados em Paris.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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terça-feira, 17 de novembro de 2015
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Ministro das Finanças da Grécia pede demissão
Um dia depois da vitória do governo no referendo em que a Grécia rejeitou a proposta dos credores internacionais, o ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, nas suas próprias palavras, para "facilitar as negociações" sobre a dívida pública do país.
Em telefonema à chanceler (primeira-ministra) da Alemanha, Angela Merkel, o primeiro-ministro Alexis Tsipras avisou que a Grécia apresenta uma nova proposta amanhã, numa reunião de cúpula de emergência do Grupo do Euro, mas não antecipou os detalhes.
"Se a Grécia quer ficar na Zona do Euro, o governo grego tem de fazer rapidamente uma proposta substancial que vá além do que fez até agora", declarou o vice-primeiro-ministro e ministro da Economia da Alemanha, Sigmar Gabriel.
Na mesa de negociações, a situação não muda muito. O novo ministro das Finanças da Grécia, Euclid Tsakalotos, já era o principal negociador grego antes do referendo em que 61,3% disseram não à chamada troika, formada pelo Grupo do Euro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE).
Depois de fazer discurso em tom de aulas aos outros ministros das Finanças da União Europeia, Varoufakis já estava marginalizado. Com seu estilo franco e rude, acusou os líderes europeus de fazerem "terrorismo" antes da votação.
Em telefonema à chanceler (primeira-ministra) da Alemanha, Angela Merkel, o primeiro-ministro Alexis Tsipras avisou que a Grécia apresenta uma nova proposta amanhã, numa reunião de cúpula de emergência do Grupo do Euro, mas não antecipou os detalhes.
"Se a Grécia quer ficar na Zona do Euro, o governo grego tem de fazer rapidamente uma proposta substancial que vá além do que fez até agora", declarou o vice-primeiro-ministro e ministro da Economia da Alemanha, Sigmar Gabriel.
Na mesa de negociações, a situação não muda muito. O novo ministro das Finanças da Grécia, Euclid Tsakalotos, já era o principal negociador grego antes do referendo em que 61,3% disseram não à chamada troika, formada pelo Grupo do Euro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu (BCE).
Depois de fazer discurso em tom de aulas aos outros ministros das Finanças da União Europeia, Varoufakis já estava marginalizado. Com seu estilo franco e rude, acusou os líderes europeus de fazerem "terrorismo" antes da votação.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Alemanha cancela cooperação militar com a Rússia
Por causa da intervenção russa na Ucrânia, a Alemanha suspendeu um amplo programa de cooperação para produzir equipamentos militares entre a empresa alemã Rheinmetall e a Rússia no valor de 100 milhões de euros, anunciou hoje o jornal liberal alemão Süddeutsche Zeitung.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Economia da Alemanha, Sigmar Gabriel, retirou a autorização ao projeto de um centro de treinamento totalmente equipado para formação de soldados russos, revelou o jornal, dizendo ter tido acesso a documentos escritos sobre o cancelamento.
Para o governo alemão, a venda de armas à Rússia tornou-se indefensável depois da anexação da Crimeia e da rebelião insuflada pelo Kremlin no Leste da Ucrânia. O centro de treinamento, que seria inaugurado neste ano em Mulino, no vale do Rio Volga, receberia por ano 30 mil soldados russos de unidade de infantaria e de blindados.
O vice-primeiro-ministro e ministro da Economia da Alemanha, Sigmar Gabriel, retirou a autorização ao projeto de um centro de treinamento totalmente equipado para formação de soldados russos, revelou o jornal, dizendo ter tido acesso a documentos escritos sobre o cancelamento.
Para o governo alemão, a venda de armas à Rússia tornou-se indefensável depois da anexação da Crimeia e da rebelião insuflada pelo Kremlin no Leste da Ucrânia. O centro de treinamento, que seria inaugurado neste ano em Mulino, no vale do Rio Volga, receberia por ano 30 mil soldados russos de unidade de infantaria e de blindados.
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