Mostrando postagens com marcador Príncipe Harry. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Príncipe Harry. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 28 de março de 2023

Netanyahu adia reforma judiciária sob intensa pressão popular

 Sob uma pressão popular sem precedentes, com 600 mil manifestantes protestando em Telavive e Jerusalém, greve geral e revolta dos militares e do setor de alta tecnologia, dois pilares do Estado de Israel, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu recuou e adiou a votação de uma reforma do Poder Judiciário que ameaça a democracia no país.

Está em jogo o futuro de Israel, se será o país moderno, democrático e secularista sonhado por seus fundadores ou dominado por um ultranacionalismo religioso. Netanyahu não desistiu. Tenta ganhar tempo.

A Corte Suprema do México suspendeu liminarmente uma reforma do governo que reduzia os poderes e o orçamento do Instituto Nacional Eleitoral. A decisão final deve sair antes das eleições de 2024.

O Partido Nacional Escocês, que luta pela independência, elegeu um novo líder, Humza Yousaf, de origem indo-paquistanesa. Ele será automaticamente primeiro-ministro da Escócia.

O príncipe Harry e o cantor Elton John foram ontem à Corte Real de Justiça, no centro de Londres. Eles movem um processo contra a empresa que publica o jornal sensacionalista The Daily Mail, que acusam de "atividade criminosa abominável e graves violações de privacidade", inclusive instalar equipamentos de escutas em casas e carros das vítimas, grampear telefones e pagar à polícia em troca de informações. Meu comentário:

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Príncipe Harry admite ter matado no Afeganistão

O príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão ao trono do Reino Unido, afirmou ter matado rebeldes da milícia fundamentalista muçulmana dos Talebã quando serviu ao Exécito Real na guerra do Afeganistão, noticiou a rede de televisão americana CNN.

Harry foi copiloto de helicópteros de ataque Apache durante quatro meses no sul da Província de Helmand, um dos principais redutos da Milícia dos Talebã (Estudantes). Participou de várias missões em aparelhos equipados com mísseis, foguetes e canhões de 30mm.

Nas duas primeiras vezes em que serviu no Afeganistão, em 2007 e 2008, a missão era muito mais agressiva: "No assento da frente, ficava atirando o tempo todo. Agora, atiramos quando precisamos, mas essencialmente estamos dissuadindo e detendo mais do que qualquer outra coisa".

Em conversa com jornalistas, Harry acrescentou: "Nossa missão aqui é garantir que os soldados no solo estejam seguros. Se isso significar atirar em alguém que os esteja atacando, atiramos".

Quando está de folga, o príncipe joga videogame e almoço na cantina do quartel, como qualquer soldado. Esse contraste com os privilégios de membro da família real até faz bem a Harry, que pode ir à sala de musculação ou à lavandeira como um comum.

sábado, 15 de setembro de 2012

Dois americanos morrem em ataque ao príncipe Harry

Das orgias num hotel em Las Vegas para a dureza na Guerra do Afeganistão: a milícia fundamentalista dos Talebã (Estudantes) atacou ontem à noite a base da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) em Camp Bastian, na província de Helmand, onde serve o príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão ao trono do Reino Unido. Dois fuzileiros navais americanos e oito talebã foram mortos.

A milícia extremista muçulmana que governou o Afeganistão de 1996 até outubro de 2001, quando os Estados Unidos e seus aliados invadiram o país para vingar os atentados terroristas de 11 de setembro, descreveu o ataque como uma vingança contra o filme Inocência dos Muçulmanos.

Seu principal alvo era Harry. Quando o príncipe foi enviado para servir pela segunda vez no Afeganistão, Al Caeda jurou-o de morte.

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Exército britânico vai tirar príncipe da guerra

O Exército Real britânico deve retirar o príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão ao trono da Inglaterra, do Afeganistão depois que a notícia vazou para a imprensa.

No ano passado, o segundo filho de Charles e Diana ia para o Iraque. Mas, na última hora, as autoridades britânicas consideraram arriscado demais mandar um membro da família real para uma guerra brutal onde o príncipe seria um alvo prioritário para os terroristas.

Há dois meses e meio, Harry está na província de Helmand, no Afeganistão, um dos principais centros de atividades da Milícia dos Talebã (Estudantes). Ela trabalha no apoio a missões aéreas, apontado alvos para a Força Aérea Real ou pedindo cobertura aérea para operações terrestres.

Descoberto pela imprensa, o jovem príncipe declarou feliz e sorridente que era uma rara oportunidade de se sentir uma pessoa igual às outras. Mas não é. De repente, para ele, a guerra pode estar acabando.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Príncipe Harry não vai mais à guerra

Por causa de "uma série de ameaças específicas" contra ele, o príncipe Harry, terceiro na linha de sucessão ao trono do Reino Unido, não será mais enviado para a guerra no Iraque, anunciou hoje em Londres o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas britânicas, general Richard Dannatt. Um porta-voz declarou que o jovem príncipe de 22 anos, filho mais moço de Charles e Diana, está "muito desapontado".

"As ameaças submeteriam o príncipe e quem estivesse com ele a um grau de risco que considerei inaceitável", explicou o mais alto general britânico.

Harry graduou-se no ano passado na prestigiada Academia Militar Real de Sandhurst e quis ir para a guerra no Iraque. Ele comandaria uma tropa de 12 soldados distribuídos em quatro blindados de reconhecimento na cidade de Bássora, no Sul do Iraque, região sob o controle do Exército Real.

Um ataque terrorista contra o príncipe seria desastroso para o Reino Unido, onde o primeiro-ministro Tony Blair acaba de cair por causa da impopularidade da guerra.