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domingo, 29 de outubro de 2023

Israel ataca 600 alvos num dia e põe mais soldados na Faixa de Gaza

Israel atacou neste domingo 600 alvos e introduziu mais soldados na Faixa de Gaza. Os serviços secretos israelenses criaram uma unidade especial para perseguir e matar os líderes do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) responsáveis pelo ataque terrorista de 7 de outubro.

As Forças de Defesa de Israel voltaram a bombardear posições da milícia xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus) no Sul do Líbano. Khalid Mechal, um dos principais líderes do Hamas convocou o Hesbolá a entrar na guerra. 

Neste domingo, mais 33 caminhões com ajuda humanitária entraram em Gaza. Ao

Mais de 8 mil palestinos foram mortos na guerra, de acordo com o Ministério da Saúde do Hamas. O número de crianças mortas supera e total de crianças mortas em zonas de guerra no mundo inteiro desde 2019. Meu comentário:

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Barak acusa ex-primeiro-ministro de fazer jogo do Irã

Em uma tentativa de reassumir a ofensiva no debate político, o vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak, acusou ontem o ex-primeiro-ministro Ehud Olmert e dois ex-chefes de serviço secreto de fazerem o jogo do Irã ao dizer que seu programa nuclear não representa um risco imediato ao país.

Olmert e o ex-chefes do Mossad (serviço secreto externo) Meir Dagan e do Shin Bet (serviço secreto interno) criticaram Barak e o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu por levar o país à beira de uma guerra com o Irã por razões messiânicas.

"A gangue de Olmert está viajando pelo mundo e falando de uma maneira que ajuda Israel", declarou Barak agressivamente ao jornal israelense Yisrael Hayon, citado pelo jornal liberal Haaretz.

O atual governo israelense acusa o regime fundamentalista iraniano de estar desenvolvendo armas atômicas.

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Israel não pode evitar que Irã faça bomba nuclear

Israel não tem como evitar que o regime fundamentalista muçulmano do Irã faça a bomba atômica e não resistiria ao conflito regional que seria deflagrado por um bombardeio às centrais atômicas iranianas. A advertência é do ex-chefe do serviço secreto israelense Mossad, Meir Dagan, noticia o jornal liberal Haaretz.

Ao falar numa conferência em Telavive em sua primeira aparição pública desde que deixou o cargo, em setembro de 2010, Dagan considerou um ataque da Força Aérea de Israel contra o as instalações nucleares do Irã “a maior estupidez que já ouvi”.

Depois de rejeitar o uso da força, o ex-chefe do Mossad alegou que “Israel não tem capacidade para parar o programa nuclear do Irã, apenas para atrasá-lo.”

Na sua opinião, “se alguém cogita seriamente realizar um ataque, precisa entender que estará levando Israel a uma guerra regional da qual não vai saber como sair. O desafio de segurança se tornaria insuportável.”

Dagan também defendeu a retomada das negociações de paz com os palestinos, argumentando que cabe a Israel tomar a iniciativa em vez de esperar por um acordo imposto.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Netanyahu aprovou assassinato em Dubai

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, aprovou em janeiro o assassinato de Mahmoud Mabhouh, um comandante militar do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas) acusado de ser o oficial de ligação entre o braço armado do partido e o governo do Irã, afirma hoje o jornal inglês The Sunday Times.

Mabhouh foi morto em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e o serviço secreto de Israel, o Mossad, é o principal suspeito. Onze agentes estão com prisão decretada pela Interpol, a polícia internacional.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Interpol ordena prisão de sete agentes de Israel

A Interpol, a polícia internacional, ordenou ontem a prisão de 11 agentes suspeitos de assassinar no mês passado um comandante militar do Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), Mahmoud Mabhouh, acusado de ser o oficial de ligação do partido com o governo do Irã.

O chefe de polícia de Dubai declarou estar 99% certo de que foram agentes de Israel.

Mabhouh foi morto no mês passado num hotel de Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Com a análise das imagens das câmaras de segurança, a polícia local identificou 11 suspeitos que entraram no país com passaportes europeus, do Reino Unido, Irlanda, França e Alemanha.

Esses países convocaram os embaixadores israelenses, mas eles afirmaram não ter informações adicionais.

O ministro do Exterior britânico, David Miliband pediu a cooperação de Israel na investigação sobre como o comando que matou um comandante militar do Hamas obteve passaportes europeus. Aparentemente as identidades foram roubadas que pessoas que imigraram para Israel.

A operação tem todas as característas do trabalho do serviço secreto israelense, o Mossad.

Primeiro, os agentes procuram o hotel onde Madhouh costumava se hospedar. Lá, pegaram o endereço do hotel onde ele realmente ficaria.

No momento em que ele dá entrada no hotel, entram junto com o comandante palestino no elevador, além do carregador de malas, dois agentes disfarçados como jogadores de tênis. Eles teriam se instalado no apartamento em frente e cometido o crime.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Morre homem que expulsou os EUA do Líbano

A explosão de uma bomba em seu carro matou em Damasco, na Síria, nesta quarta-feira Imad Mughnia, o mais procurado dos comandantes da milícia fundamentalista libanesa Hesbolá, o Partido de Deus xiita.

Entre outros atentados terroristas, Mughnia era acusado de ser o responsável pela expulsão dos Estados Unidos do Líbano em 1983, acabando com uma intervenção militar na guerra civil libanesa ordenada pelo então presidente Ronald Reagan.

Um caminhão-bomba enviado por ele destruiu o quartel-general dos fuzileiros navais americanos em Beirute, matando 241 soldados americanos. Reagan chamou os sobreviventes de volta para casa.

Também atacou a Legião Estrangeira da França, matando 58 militares. E a França caiu fora.

Foi denunciado pela Argentina pelos atentados contra a embaixada israelense em Buenos Aires, matando 29 pessoas em 1992, e contra AMIA, a sociedade israelita argentina, que deixou 84 mortos, em 1994.

Seus partidários o descreveram como mártir e acusaram Israel. Em entrevista, um ex-diretor do Mossad, o serviço secretro israelense, que virou deputado declarou que esse é um bom dia para a humanidade.

As maiores suspeitas recaem sobre o Mossad. Mughnia estava na lista. Um dia foi encontrado e executado. O assassinato seletivo é uma das técnicas usadas por Israel na guerra contra seus inimigos árabes.

O assassinato político é uma das formas de terrorismo ou intimidação. As principais formas de ação terrorista são o assassinato seletivo, o seqüestro e a explosão de bombas, o assassinato em massa. Mas a questão central é a legitimidade do alvo.

Atacar o quartel-general de uma força de intervenção estrangeira pode ser considerado um ato de guerra legítimo, de autodefesa. Mas atentados contra transportes públicos, bares e restaurantes e quaisquer civis inocentes são claramente contrários a qualquer princípio de direito. É o terror.

Mughnia era um guerreiro feroz e morre como herói. Usava o terror como arma e ontem chegou sua vez.