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domingo, 18 de janeiro de 2015

Israel mata comandante do Hesbolá

Um ataque de mísseis de um helicóptero do Exército de Israel contra uma caravana de veículos na Síria matou seis membros da milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá, o Partido de Deus, inclusive o comandante Jihad Mughnia, filho do comandante Imad Mughnia, morto em 2008 pelo serviço secreto israelense Mossad com a colaboração de vários países árabes.

Um alto funcionário de Israel acusou a milícia de estar planejando ataques contra Israel. Aliado do Irã, o Hesbolá luta ao lado da ditadura de Bachar Assad na guerra civil síria. Ha três dias, o líder do grupo, xeque Hassan Nasrallah, denunciou os bombardeios israelenses à Síria como atos de agressão que devem respondidos.

sábado, 1 de março de 2008

Esquerda radical tem fascínio pelo Hesbolá

A morte recente de Imad Mughnia, descrito como um terrorista mítico, responsável por uma série de ações espetaculares no Oriente Médio, revela a fascinação da esquerda radical pela milícia fundamentalista xiita libanesa Hesbolá (Partido de Deus).

Na realidade, é um grupo paramilitar fascistóide descrito como "resistência libanesa" contra o imperialismo por sua oposição aos Estados Unidos e Israel, afirma Michael Young, editor de opinião do jornal libanês The Daily Star.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Morre homem que expulsou os EUA do Líbano

A explosão de uma bomba em seu carro matou em Damasco, na Síria, nesta quarta-feira Imad Mughnia, o mais procurado dos comandantes da milícia fundamentalista libanesa Hesbolá, o Partido de Deus xiita.

Entre outros atentados terroristas, Mughnia era acusado de ser o responsável pela expulsão dos Estados Unidos do Líbano em 1983, acabando com uma intervenção militar na guerra civil libanesa ordenada pelo então presidente Ronald Reagan.

Um caminhão-bomba enviado por ele destruiu o quartel-general dos fuzileiros navais americanos em Beirute, matando 241 soldados americanos. Reagan chamou os sobreviventes de volta para casa.

Também atacou a Legião Estrangeira da França, matando 58 militares. E a França caiu fora.

Foi denunciado pela Argentina pelos atentados contra a embaixada israelense em Buenos Aires, matando 29 pessoas em 1992, e contra AMIA, a sociedade israelita argentina, que deixou 84 mortos, em 1994.

Seus partidários o descreveram como mártir e acusaram Israel. Em entrevista, um ex-diretor do Mossad, o serviço secretro israelense, que virou deputado declarou que esse é um bom dia para a humanidade.

As maiores suspeitas recaem sobre o Mossad. Mughnia estava na lista. Um dia foi encontrado e executado. O assassinato seletivo é uma das técnicas usadas por Israel na guerra contra seus inimigos árabes.

O assassinato político é uma das formas de terrorismo ou intimidação. As principais formas de ação terrorista são o assassinato seletivo, o seqüestro e a explosão de bombas, o assassinato em massa. Mas a questão central é a legitimidade do alvo.

Atacar o quartel-general de uma força de intervenção estrangeira pode ser considerado um ato de guerra legítimo, de autodefesa. Mas atentados contra transportes públicos, bares e restaurantes e quaisquer civis inocentes são claramente contrários a qualquer princípio de direito. É o terror.

Mughnia era um guerreiro feroz e morre como herói. Usava o terror como arma e ontem chegou sua vez.