Durante a audiência em que o juiz deveria anunciar oficialmente sua sentença de morte pela condenação em 30 acusações pelo atentado contra a Maratona de Boston, o jovem americano de origem chechena Djokhar Tsarnaev pediu desculpas hoje às vítimas e manifestou "pesar pelas vidas que eu tirei", noticiou o jornal The Washington Post.
"Gostaria de pedir desculpas às vítimas e aos sobreviventes", declarou Djokhar, manifestando pela primeira vez remorso pelos crimes cometidos. "Tenho pesar pelas vidas que tirei, o sofrimento que causei e os danos que provoquei. Que Alá tenha misericórdia de mim!"
Djokhar foi condenado em abril, dois anos depois do ataque articulado pelo irmão mais velho, Tamerlan Tsarnaev, que morreu dias em confronto com a polícia durante a fuga. Três pessoas foram mortas e 264 saíram feridas do atentados. Um policial foi morto dois dias depois, quando a identidade dos terroristas foi revelada pela polícia.
No julgamento, os advogados atribuíram a conspiração a Tamerlan, apresentando Djokhar como um adolescente manipulado pelo irmão mais velho. Ele foi condenado por todas as 30 acusações, 17 das quais podem ser punidas com a morte. A defesa vai recorrer.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 24 de junho de 2015
sexta-feira, 15 de maio de 2015
Terrorista da Maratona de Boston é condenado à morte
O terrorista Djokhar Tsarnaev, condenado pelo atentado terrorista contra a Maratona de Boston, nos Estados Unidos, em 15 de abril de 2013, foi sentenciado hoje à pena de morte depois de 14 horas de deliberações do tribunal do júri, noticiou há pouco a rede de televisão americana CNN.
Ainda cabe recurso, mas o especialista em direito da CNN Jeffrey Toobin observou que na maioria dos casos a pena de morte não é revogada: "É muito mais provavél que ele seja morto". O estado de Massachusetts, onde Boston é a capital, não condena à morte. Mas, como foi um ato de terrorismo, Djokhar foi julgado com base na lei federal.
Três pessoas morreram e 266 saíram feridas quando os irmãos Tsarnaev explodiram duas bombas caseiras improvisadas em panelas de pressão perto da chegada da maratona, no centro de Boston, há dois anos. Muçulmanos com origem na república russa da Chechênia, eles tinham se naturalizado americanos.
Um policial foi morto três dias depois, durante a perseguição aos terroristas, quando o FBI, a polícia federal dos EUA, revelou suas identidades. O irmão mais velho e mentor do ataque, Tamerlan Tsarnaev, morreu em confronto com a polícia quatro dias depois do atentado, em 19 de abril.
A defesa tentou jogar toda a maior culpa no irmão morto, alegando que Djokhar foi manipulado e não merece ser executado. Era a esperança de trocar a morte por prisão perpétua.
Djokhar foi condenado por todas as 30 acusações da denúncia; 17 podem ser punidas com a morte. Seis foram usadas para justificar a decisão de hoje.
Ao ouvir a sentença, ele não expressou qualquer emoção. Se o apelo não for aceito, será executado com uma injeção letal. Antes de se esgotarem todos os recursos possíveis, devem se passar ao menos quatro anos.
Ainda cabe recurso, mas o especialista em direito da CNN Jeffrey Toobin observou que na maioria dos casos a pena de morte não é revogada: "É muito mais provavél que ele seja morto". O estado de Massachusetts, onde Boston é a capital, não condena à morte. Mas, como foi um ato de terrorismo, Djokhar foi julgado com base na lei federal.
Três pessoas morreram e 266 saíram feridas quando os irmãos Tsarnaev explodiram duas bombas caseiras improvisadas em panelas de pressão perto da chegada da maratona, no centro de Boston, há dois anos. Muçulmanos com origem na república russa da Chechênia, eles tinham se naturalizado americanos.
Um policial foi morto três dias depois, durante a perseguição aos terroristas, quando o FBI, a polícia federal dos EUA, revelou suas identidades. O irmão mais velho e mentor do ataque, Tamerlan Tsarnaev, morreu em confronto com a polícia quatro dias depois do atentado, em 19 de abril.
A defesa tentou jogar toda a maior culpa no irmão morto, alegando que Djokhar foi manipulado e não merece ser executado. Era a esperança de trocar a morte por prisão perpétua.
Djokhar foi condenado por todas as 30 acusações da denúncia; 17 podem ser punidas com a morte. Seis foram usadas para justificar a decisão de hoje.
Ao ouvir a sentença, ele não expressou qualquer emoção. Se o apelo não for aceito, será executado com uma injeção letal. Antes de se esgotarem todos os recursos possíveis, devem se passar ao menos quatro anos.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
EUA pedem pena de morte para terrorista de Boston
O Departamento da Justiça dos Estados Unidos vai pedir a pena de morte para Djokhar Tsarnaev, de 20 anos, acusado junto com o irmão Tamerlan de atentado terrorista que matou três pessoas e feriu outras 266 na chegada da Maratona de Boston, em 15 de abril de 2013, informa o jornal The Washington Post.
Tamerlan morreu dias depois, em confronto com a polícia, quando os dois eram perseguidos. Djokhar, hoje com 20 anos, foi denunciado por 30 crimes, inclusive uso de arma de destruição em massa. Pretextou inocência diante de todas as acusações.
"Depois de considerar os fatos relevantes, as leis aplicáveis e as possíveis alegações do conselho de defesa, decidi que os EUA devem pedir a pena de morte neste caso", anunciou em Washington o secretário da Defesa, Eric Holder. "A natureza da conduta no caso e os danos resultantes me compelem a tomar esta decisão."
Sob influência do irmão mais velho, os dois imigrantes de origem chechena, teriam fabricado duas bombas caseiras detonadas em dois pontos diferentes próximos da linha de chegada da maratona pouco mais de quatro horas depois do início da prova, quando estavam chegando os corredores amadores festejados por parentes e amigos.
Tamerlan morreu dias depois, em confronto com a polícia, quando os dois eram perseguidos. Djokhar, hoje com 20 anos, foi denunciado por 30 crimes, inclusive uso de arma de destruição em massa. Pretextou inocência diante de todas as acusações.
"Depois de considerar os fatos relevantes, as leis aplicáveis e as possíveis alegações do conselho de defesa, decidi que os EUA devem pedir a pena de morte neste caso", anunciou em Washington o secretário da Defesa, Eric Holder. "A natureza da conduta no caso e os danos resultantes me compelem a tomar esta decisão."
Sob influência do irmão mais velho, os dois imigrantes de origem chechena, teriam fabricado duas bombas caseiras detonadas em dois pontos diferentes próximos da linha de chegada da maratona pouco mais de quatro horas depois do início da prova, quando estavam chegando os corredores amadores festejados por parentes e amigos.
quarta-feira, 17 de julho de 2013
Rolling Stone é acusada de glamurizar terrorista
A revista americana Rolling Stone, que já foi um símbolo da contracultura, está sendo acusada de transformar o jovem Djokhar Tsarnaev, denunciado pelo atentado contra a Maratona de Boston, num astro do rock ao colocá-lo em sua capa com os cabelos desgrenhados, numa foto comparada à de Jim Morrison, do lendário grupo The Doors.
Djokhar e seu irmão Tamerlan, de origem chechena, foram responsabilizados pelas duas explosões que mataram três pessoas e feriram mais de 260 na chegada da maratona, em 15 de abril de 2013. Tamerlan morreu em confronto com a polícia. Djokhar foi preso dias depois.
A revista alegou que o tema é de interesse dos jovens, maior parte de seu público.
Djokhar e seu irmão Tamerlan, de origem chechena, foram responsabilizados pelas duas explosões que mataram três pessoas e feriram mais de 260 na chegada da maratona, em 15 de abril de 2013. Tamerlan morreu em confronto com a polícia. Djokhar foi preso dias depois.
A revista alegou que o tema é de interesse dos jovens, maior parte de seu público.
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Acusado do ataque a Boston pretexta inocência
Em sua primeira audiência diante da Justiça Federal dos Estados Unidos, o único suspeito preso pelo atentado contra a Maratona de Boston em 15 de abril de 2013, Djokhar Tsarnaev, de 19 anos e origem chechena, declarou-se inocente de todas as 30 acusações feitas pelo Departamento da Justiça.
Três pessoas foram mortas e mais de 260 feridas no ataque, considerado o pior em solo americano desde os atentados de 11 de setembro de 2001.
Seu irmão mais velho, Tamerlan, apontado como idealizador da ação terrorista, morreu em confronto com a polícia.
Três pessoas foram mortas e mais de 260 feridas no ataque, considerado o pior em solo americano desde os atentados de 11 de setembro de 2001.
Seu irmão mais velho, Tamerlan, apontado como idealizador da ação terrorista, morreu em confronto com a polícia.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Suspeito do ataque a Boston recebe 30 acusações
Um júri federal dos Estados Unidos aceitou hoje a denúncia com 30 acusações contra Djokhar Tsarnaev, o suspeito sobrevivente do atentado à Maratona de Boston em 15 de abril de 2013, inclusive por uso de armas de destruição e quatro mortes, três na chegada da corrida e um guarda do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).
Dezessete dessas acusações podem ser punidas com prisão perpétua ou a morte. O outro suspeito, Tamerlan Tsarnaev, irmão mais velho de Djokhar, considerado o idealizador da ação terrorista, morreu no cerco policial.
Ambos eram de família da Chechênia, uma república muçulmana da Federação Russa situado no Norte do Cáucaso que foi alvo de duas guerras brutais do governo central desde os anos 1990s, onde Tamerlan teria sido seduzido por pregadores extremistas muçulmanos.
Dezessete dessas acusações podem ser punidas com prisão perpétua ou a morte. O outro suspeito, Tamerlan Tsarnaev, irmão mais velho de Djokhar, considerado o idealizador da ação terrorista, morreu no cerco policial.
Ambos eram de família da Chechênia, uma república muçulmana da Federação Russa situado no Norte do Cáucaso que foi alvo de duas guerras brutais do governo central desde os anos 1990s, onde Tamerlan teria sido seduzido por pregadores extremistas muçulmanos.
quarta-feira, 1 de maio de 2013
Polícia prende mais três suspeitos do ataque a Boston
Dois estudantes do Casaquistão e um americano que eram colegas de Djokhar Tsarnaev na Universidade de Massachusetts em Darmouth foram presos hoje como implicados no atentado à Maratona de Boston. Eles são acusados de mentir para as autoridades e de obstrução de Justiça.
Depois do ataque em 15 de abril, quando três pessoas foram mortas e mais de 260 feridas, os três suspeitos teriam destruídos provas, jogando fora objetos que pudessem comprometer Djokhar. Eles não são suspeitos de participar do atentado, mas de tentar encobrir o crime.
Os dois casaques estiveram com Djokhar no ano passado na Times Square, a famosa praça do centro de Nova York que também pretendiam atacar.
Depois do ataque em 15 de abril, quando três pessoas foram mortas e mais de 260 feridas, os três suspeitos teriam destruídos provas, jogando fora objetos que pudessem comprometer Djokhar. Eles não são suspeitos de participar do atentado, mas de tentar encobrir o crime.
Os dois casaques estiveram com Djokhar no ano passado na Times Square, a famosa praça do centro de Nova York que também pretendiam atacar.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Djokhar Tsarnaev sai da hospital para cadeia
O único preso pelo ataque terrorista contra a Maratona de Boston, o jovem americano de origem chechena Djokhar Tsarnaev, foi levado durante a noite do Centro Médico Beth Israel para a antiga base militar de Forte Devens, a cerca de 65 quilômetros de Boston, transformada em prisão-hospital para tratamento de presos federais e outros detentos com problemas de saúde ou distúrbios mentais.
Ontem, a polícia dos Estados Unidos revelou que pelo menos uma das duas bombas foi detonada por um controle remoto usado para controlar carrinhos de corrida de brinquedo. Isso indica que Tamerlan Tsarnaev, irmão mais velho e suposto mentor do atentado, que morreu há uma semana em confronto com a polícia, pode ter recebido treinamento para fabricar bombas durante os seis meses em que esteve em repúblicas muçulmanas do Sul da Rússia.
Ontem, a polícia dos Estados Unidos revelou que pelo menos uma das duas bombas foi detonada por um controle remoto usado para controlar carrinhos de corrida de brinquedo. Isso indica que Tamerlan Tsarnaev, irmão mais velho e suposto mentor do atentado, que morreu há uma semana em confronto com a polícia, pode ter recebido treinamento para fabricar bombas durante os seis meses em que esteve em repúblicas muçulmanas do Sul da Rússia.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
CIA queria terrorista de Boston na lista de suspeitos
A Agência Central de Inteligência (CIA), o serviço de espionagem dos Estados Unidos, pediu há mais de um ano à principal agência antiterrorista do país que incluísse na lista de suspeitos de um dos acusados pelo ataque à Maratona de Boston, em 15 de abril de 2013.
O pedido foi feito em 2011 depois que autoridades da Rússia entraram em contato para advertir que Tamerlan Tsarnaev estava se tornando cada vez mais um islamita radical e que planejava viajar ao exterior. Ele esteve durante seis meses nas repúblicas muçulmanas russa do Daguestão e da Chechênia. Não se sabe se entrou em contato com grupos radicais.
Antes do pedido da CIA, o FBI, a polícia federal americana, tinha encerrado um inquérito preliminar sobre Tamerlan aberto depois de um pedido de informações das autoridades russas.
"Havia preocupação de que ele tivesse algum tipo de ligação com o terrorismo. Fizemos tudo o que era legalmente possível com as poucas informações que tínhamos. Não encontramos nenhum indício de ilegalidade", admitiu o porta-voz do FBI, Paul Bresson, citado pelo jornal The Washington Post.
Cenário de duas guerras brutais, a Chechênia é um território proibido, especialmente para jornalistas e ativistas dos direitos humanos.
Tamerlan morreu em confronto com a polícia dos EUA na noite de quinta para sexta-feira da semana passada. Seu irmão Djokhar Tsarnaev foi preso, mas está gravamente ferido. Não consegue falar. Responde aos interrogadores por escrito.
O pedido foi feito em 2011 depois que autoridades da Rússia entraram em contato para advertir que Tamerlan Tsarnaev estava se tornando cada vez mais um islamita radical e que planejava viajar ao exterior. Ele esteve durante seis meses nas repúblicas muçulmanas russa do Daguestão e da Chechênia. Não se sabe se entrou em contato com grupos radicais.
Antes do pedido da CIA, o FBI, a polícia federal americana, tinha encerrado um inquérito preliminar sobre Tamerlan aberto depois de um pedido de informações das autoridades russas.
"Havia preocupação de que ele tivesse algum tipo de ligação com o terrorismo. Fizemos tudo o que era legalmente possível com as poucas informações que tínhamos. Não encontramos nenhum indício de ilegalidade", admitiu o porta-voz do FBI, Paul Bresson, citado pelo jornal The Washington Post.
Cenário de duas guerras brutais, a Chechênia é um território proibido, especialmente para jornalistas e ativistas dos direitos humanos.
Tamerlan morreu em confronto com a polícia dos EUA na noite de quinta para sexta-feira da semana passada. Seu irmão Djokhar Tsarnaev foi preso, mas está gravamente ferido. Não consegue falar. Responde aos interrogadores por escrito.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Djokhar é acusado de usar arma de destruição em massa
O único suspeito preso pelo ataque à Maratona de Boston há uma semana, Djokhar Tsarnaev. foi denunciado à Justiça dos Estados Unidos, entre outros delitos, por uso de arma de destruição em massa, o que pode levar a uma condenação à morte. Ele não foi enquadrado como um combatente inimigo, como queriam alguns deputados da oposição republicana.
Gravemente ferido na garganta, o jovem terrorista de origem chechena estaria respondendo às perguntas dos entrevistadores por escrito. Seus advogados devem barganhar a colaboração com a Justiça em troca de uma pena de prisão pérpetua em vez da morte.
Gravemente ferido na garganta, o jovem terrorista de origem chechena estaria respondendo às perguntas dos entrevistadores por escrito. Seus advogados devem barganhar a colaboração com a Justiça em troca de uma pena de prisão pérpetua em vez da morte.
domingo, 21 de abril de 2013
Terroristas de Boston planejavam mais ataques
A julgar pela quantidade de armas e bombas encontradas, a polícia dos Estados Unidos acredita que os dois jovens de origem chechena suspeitos do ataque à Maratona de Boston planejavam mais ações terroristas.
"Temos razão para acreditar, com base nas provas coletadas - as explosões, os explosivos não detonados, as armas e munições -, que eles iam atacar outras pessoas", declarou neste domingo o chefe de polícia de Boston, comissário Ed Davis, em entrevista ao programa Face the Nation, da rede de televisão CBS.
No mesmo programa, o governador de Massachusetts, Deval Patrick, declarou que "talvez Boston nunca mais seja a mesma".
Os investigadores querem interrogar o segundo suspeito, Djokhar Tsarnaev, que sobreviveu mas está em estado grave, para descobrir os motivos do ataque à maratona. Querem especialmente saber o que seu irmão Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos, fez durante uma visita de seis meses, no ano passado, às repúblicas russas da Chechênia e do Daguestão.
"Temos razão para acreditar, com base nas provas coletadas - as explosões, os explosivos não detonados, as armas e munições -, que eles iam atacar outras pessoas", declarou neste domingo o chefe de polícia de Boston, comissário Ed Davis, em entrevista ao programa Face the Nation, da rede de televisão CBS.
No mesmo programa, o governador de Massachusetts, Deval Patrick, declarou que "talvez Boston nunca mais seja a mesma".
Os investigadores querem interrogar o segundo suspeito, Djokhar Tsarnaev, que sobreviveu mas está em estado grave, para descobrir os motivos do ataque à maratona. Querem especialmente saber o que seu irmão Tamerlan Tsarnaev, de 26 anos, fez durante uma visita de seis meses, no ano passado, às repúblicas russas da Chechênia e do Daguestão.
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