Um bombardeio dos Estados Unidos matou tem 8 de julho de 2014 o comandante do Grupo Khorassan, um dos braços da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria, anunciou hoje o Departamento de Estado.
Muhsin al-Fadhli foi morto durante uma viagem, quando estava perto da cidade de Sarmada, no Norte do país.
O Grupo Khorassan seria formado por guerreiros veteranos d'al Caeda enviados à Síria pelo líder máximo da rede, Ayman al-Zawahiri, para planejar atentados contra o Ocidente. Seu objetivo seria recrutar voluntários com passaportes que permitam entrar sem maiores problemas em países da Europa e nos EUA
Al-Fadhli faria parte da alta cúpula da rede Al Caeda. Seria um dos poucos membros da organizados avisados com antecedência dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
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quarta-feira, 22 de julho de 2015
domingo, 28 de setembro de 2014
Al Caeda confirma morte de líder do Khorassan
Muhsin al-Fadhli, líder do grupo Khorassan, um dos braços da rede terrorista Al Caeda na guerra civil síria, foi mesmo morto pelo primeiro bombardeio dos Estados Unidos na Síria, em 24 de setembro de 2014, confirmou um membro da organização no Twitter.
Os serviços secretos dos EUA ainda não têm certeza. Estão investigando. O grupo até então pouco conhecido é acusado de se especializar na fabricação de bombas não detectáveis pelos controles usados em aeroportos. Teria sido surpreendido por uma barragem de mísseis de cruzeiros Tomahawk.
Os serviços secretos dos EUA ainda não têm certeza. Estão investigando. O grupo até então pouco conhecido é acusado de se especializar na fabricação de bombas não detectáveis pelos controles usados em aeroportos. Teria sido surpreendido por uma barragem de mísseis de cruzeiros Tomahawk.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
EUA acreditam ter morto líder do Khorassan
Os bombardeios aéreos dos Estados Unidos e aliados árabes podem ter matado Muhsin Fadhli, líder do grupo Khorassan, uma dissidência da rede terrorista Al Caeda que estava planejando atentados contra o país, noticiou hoje a agência Reuters citando como fonte um oficial americano.
Mais cedo, surgiram notícias de que os ataques também alvejaram Abu Yussef al-Turki, líder da Frente al-Nusra, representante oficial da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria.
A ação militar beneficia a ditadura de Bachar Assad, que luta contra o Estado Islâmico, a Frente al-Nusra, o grupo Khorassan e rebeldes apoiados pelos EUA e a Arábia Saudita.
Mais cedo, surgiram notícias de que os ataques também alvejaram Abu Yussef al-Turki, líder da Frente al-Nusra, representante oficial da rede terrorista Al Caeda na guerra civil da Síria.
A ação militar beneficia a ditadura de Bachar Assad, que luta contra o Estado Islâmico, a Frente al-Nusra, o grupo Khorassan e rebeldes apoiados pelos EUA e a Arábia Saudita.
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terça-feira, 23 de setembro de 2014
Turquia autoriza Exército a operar na Síria
A Turquia vai autorizar o Exército a conduzir operações além de suas fronteiras, na Síria, revelou hoje o primeiro-ministro Ahmet Davutoglu, informou o jornal turco Hurriyet. Os militares passam a ter autonomia para agir quando julgarem necessário.
O primeiro-ministro negou estar cedendo a pressões dos Estados Unidos, que desde ontem bombardeiam posições do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) e do grupo Khorassan, ligado à rede terrorista Al Caeda, na Síria. O secretário de Estado americano, John Kerry, cobrou um papel mais ativo da Turquia na guerra contra o terrorismo do governo Barack Obama.
Quando tomou Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, no início de junho, o Estado Islâmico tomou o Consulado da Turquia, seus diplomatas e demais funcionários. Eles foram libertados na semana passada. Não ficou claro se houve pagamento de resgate, provavelmente sim.
Enquanto havia reféns turcos, o governo da Turquia os usava como desculpa para não entrar na luta contra o Estado Islâmico. Agora, resolveu agir.
O primeiro-ministro negou estar cedendo a pressões dos Estados Unidos, que desde ontem bombardeiam posições do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) e do grupo Khorassan, ligado à rede terrorista Al Caeda, na Síria. O secretário de Estado americano, John Kerry, cobrou um papel mais ativo da Turquia na guerra contra o terrorismo do governo Barack Obama.
Quando tomou Mossul, a segunda maior cidade do Iraque, no início de junho, o Estado Islâmico tomou o Consulado da Turquia, seus diplomatas e demais funcionários. Eles foram libertados na semana passada. Não ficou claro se houve pagamento de resgate, provavelmente sim.
Enquanto havia reféns turcos, o governo da Turquia os usava como desculpa para não entrar na luta contra o Estado Islâmico. Agora, resolveu agir.
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