O presidente Barack Obama convidou os líderes dos partidos no Congresso dos Estados Unidos para uma reunião ainda hoje na Casa Branca, informou o sítio de notícias americano Politico, citando como fonte um funcionário do Executivo.
Foram chamados o presidente da Câmara, deputado republicano John Boehner; a líder da minoria democrata na Câmara, deputada Nancy Pelosi; o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid; e o líder da minoria republicana no Senado, Mitch McConnell.
Obama vai pedir à Câmara que aprove uma medida para reabrir o governo federal dos EUA, cujas atividades não essenciais estão paralisadas desde 1º de outubro de 2013, início de um novo ano fiscal, por desacordo entre a Casa Branca e o Capitólio em torno do orçamento da União. Vai insistir ainda para que deputados e senadores elevem o teto da dívida pública do país para que o governo possa honrar os compromissos já aprovados pelo Congresso.
A Câmara, dominada pela oposição, continua hoje tentando passar leis autorizando gastos específicos, por exemplo, do Instituto Nacional de Saúde, depois de reportagens mostrando que crianças com câncer não puderam fazer tratamento. O Partido Democrata e a Casa Branca exigem o financiamento de todo o governo e não apenas de algumas agências escolhidas pela oposição.
Os republicanos querem aproveitar a oportunidade para bloquear o programa de saúde, maior conquista de política interna do primeiro governo Barack Obama, que obrigado todo americano a ter seguro-saúde e entrou em vigor ontem.
No primeiro dia, o sítio criado pelo governo para listar e comparar os planos de saúde recebeu 4,7 milhões de visitas. Cerca de 190 mil pessoas pediram informações por telefone.
Este é o blog do jornalista Nelson Franco Jobim, Mestre em Relações Internacionais pela London School of Economics, ex-correspondente do Jornal do Brasil em Londres, ex-editor internacional do Jornal da Globo, do Jornal Nacional e da TV Brasil, ex-professor de jornalismo e de relações internacionais na UniverCidade, no Rio de Janeiro. Todos os comentários, críticas e sugestões são bem-vindos, mas não serão publicadas mensagens discriminatórias, racistas, sexistas ou com ofensas pessoais.
Mostrando postagens com marcador Harry Reid. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Harry Reid. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 2 de outubro de 2013
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Obama recebe líderes do Congresso
Para evitar a paralisia do governo dos Estados Unidos, o presidente Barack Obama recebe hoje na Casa Branca o presidente da Câmara, o deputado republicano John Boehner, e o líder da bancada democrata no Senado, Harry Reid, informa o sítio de notícias na Internet Politico.com
Desde que reconquistaram a maioria na Câmara, encarregada de aprovar o orçamento, a oposição republicana insiste em fazer grandes cortes de gastos governamentais para conter uma dívida pública que já passa de US$ 14 trilhões. O déficit orçamentário para este ano fiscal, que termina em outubro, está previsto em US$ 1,3 trilhão e em US$ 1,1 trilhão para o próximo ano.
A bancada republicana insiste em cortar mais US$ 40 bilhões em gastos públicos. O governo Obama resiste, dizendo que um corte drástico pode matar a recuperação da economia e que a paralisação do governo vai abalar ainda mais a economia, diz o jornal The New York Times.
Como a reeleição de Obama em 2012 depende da recuperação da economia e do mercado de trabalho, os republicanos não parecem muito preocupados com isso. Por oportunismo político, ignoram o papel do governo George W. Bush na pior crise econômica do país nos últimos 70 anos. Querem jogar tudo na conta de Obama, o presidente negro que até hoje não aceitam.
O presidente, por sua vez, resiste a aceitar a aprovação de orçamentos de emergência para duas semanas, alegando que os órgãos do governo federal dos EUA não podem planejar suas ações futuras nestas condições.
sexta-feira, 5 de janeiro de 2007
Bush muda equipe antes de anunciar nova estratégia dos EUA na Guerra do Iraque
O presidente George Walker Bush mudou na sexta-feira os comandantes militares americanos no Iraque, preparando o anúncio de sua nova estratégia, que deve enfrentar resistência da maioria democrata no Congresso ao propor um aumento de 20 mil soldados no contingente americano no país ocupado.
Bush começou a mudar sua equipe demitindo o secretário da Defesa Donald Rumsfeld um dia depois da vitória democrata nas eleições parlamentares de 7 de novembro, quando os democratas recuperaram a maioria na Câmara e no Senado.
Já havia indicado o diretor nacional de Inteligência e ex-embaixador no Iraque, John Negroponte, um veterano linha-dura da Guerra Fria na América Central, para subsecretário de Estado. O atual embaixador americano no Iraque, Zalmay Khalilzad, deverá ser o representante dos EUA junto às Nações Unidas.
Hoje, o presidente nomeou o almirante William Fallon para substituir o general John Abizaid como chefe do Comando Central dos Estados Unidos, responsável pelas guerras no Afeganistão e no Iraque, e o general David Petraeus como comandante supremo no Iraque no lugar do general George Casey, que é contra o aumento do número de soldados.
A oposição também é contra. Os dois principais líderes do novo Congresso de maioria democrata, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o líder no Senado, Harry Reid, enviaram carta do presidente rejeitando o envio de mais soldados americanos para o Iraque e pedindo que seja estabelecido um cronograma para a retirada das tropas dos EUA: "Mandar mais tropas de combate só vai colocar em perigo mais americanos e sobrecarregar nossos militares até o limite de ruptura sem ganho estratégico".
O senador afro-americano Barack Obama, principal rival da ex-primeira-dama e senadora Hillary Clinton, disse ao presidente Bush na Casa Branca que enviar mais soldados americanos para o Iraque é "uma má idéia".
Outros dois senadores, John Lieberman, candidato a vice-presidente derrotado em 2000, e John McCain, veterano do Vietnã e pré-candidato republicano à Presidência dos EUA em 2008, defenderam o aumento do número de tropas.
Bush começou a mudar sua equipe demitindo o secretário da Defesa Donald Rumsfeld um dia depois da vitória democrata nas eleições parlamentares de 7 de novembro, quando os democratas recuperaram a maioria na Câmara e no Senado.
Já havia indicado o diretor nacional de Inteligência e ex-embaixador no Iraque, John Negroponte, um veterano linha-dura da Guerra Fria na América Central, para subsecretário de Estado. O atual embaixador americano no Iraque, Zalmay Khalilzad, deverá ser o representante dos EUA junto às Nações Unidas.
Hoje, o presidente nomeou o almirante William Fallon para substituir o general John Abizaid como chefe do Comando Central dos Estados Unidos, responsável pelas guerras no Afeganistão e no Iraque, e o general David Petraeus como comandante supremo no Iraque no lugar do general George Casey, que é contra o aumento do número de soldados.
A oposição também é contra. Os dois principais líderes do novo Congresso de maioria democrata, a presidente da Câmara, Nancy Pelosi, e o líder no Senado, Harry Reid, enviaram carta do presidente rejeitando o envio de mais soldados americanos para o Iraque e pedindo que seja estabelecido um cronograma para a retirada das tropas dos EUA: "Mandar mais tropas de combate só vai colocar em perigo mais americanos e sobrecarregar nossos militares até o limite de ruptura sem ganho estratégico".
O senador afro-americano Barack Obama, principal rival da ex-primeira-dama e senadora Hillary Clinton, disse ao presidente Bush na Casa Branca que enviar mais soldados americanos para o Iraque é "uma má idéia".
Outros dois senadores, John Lieberman, candidato a vice-presidente derrotado em 2000, e John McCain, veterano do Vietnã e pré-candidato republicano à Presidência dos EUA em 2008, defenderam o aumento do número de tropas.
Marcadores:
Bush,
Congresso,
Gen. Petraeus,
Guerra do Iraque,
Harry Reid,
Hillary,
John Abizaid,
John Negroponte,
Nancy Pelosi,
Obama,
Oriente Médio,
Partido Democrata,
William Fallon
Assinar:
Postagens (Atom)